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	<title>Edna Gomes, Autor em Portal de Notícia</title>
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		<title>A Pizza do Beco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edna Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 16:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[critica gastronomica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há noites que começam sem qualquer pretensão e, justamente por isso, terminam inesquecíveis. Foi assim a minha recente experiência em uma pequena pizzaria &#8220;Gosha&#8221; escondida em um beco de Goiânia, um daqueles lugares discretos que não anunciam de imediato a grandeza do que guardam. Cheguei acompanhada de amigos para encerrar a noite, quase como quem [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Há noites que começam sem qualquer pretensão e, justamente por isso, terminam inesquecíveis. Foi assim a minha recente experiência em uma pequena pizzaria &#8220;Gosha&#8221; escondida em um beco de Goiânia, um daqueles lugares discretos que não anunciam de imediato a grandeza do que guardam. Cheguei acompanhada de amigos para encerrar a noite, quase como quem apenas prolonga uma boa conversa, sem imaginar que ali encontraria uma das experiências gastronômicas mais encantadoras dos últimos tempos. À primeira vista, o lugar se apresentava com simplicidade: ambiente acolhedor, luz suave, poucas mesas e uma atmosfera intimista que imediatamente nos convida a desacelerar. Nada de excessos, nada de afetação. Apenas a promessa silenciosa de uma noite agradável. Antes mesmo de o primeiro prato chegar à mesa, algo já havia me conquistado: a música. A playlist, escolhida com extremo bom gosto, parecia conversar com o ambiente e com o espírito da noite. Há lugares que entendem que gastronomia não começa no prato, mas no acolhimento sensorial que antecede a refeição. O som, a iluminação, a forma como somos recebidos, tudo isso compõe a experiência. E ali havia um cuidado quase artesanal com o bem-estar do cliente. Os proprietários nos receberam com tamanha delicadeza que me senti, desde o primeiro instante, absolutamente acolhida. Em tempos em que muitos estabelecimentos se preocupam apenas com a estética e esquecem da alma, aquele espaço me ofereceu calor humano, algo cada vez mais raro e precioso. Confesso que, ao chegar, não estava exatamente na expectativa de encontrar uma pizza memorável. Talvez porque a simplicidade do lugar me tenha levado, num primeiro momento, a imaginar uma experiência comum. Mas a gastronomia tem dessas surpresas deliciosas: ela nos lembra que os grandes prazeres muitas vezes se escondem onde menos esperamos. Ao abrir o cardápio, meus olhos se detiveram sobre uma pizza de muçarela de búfala com manjericão, um clássico que, quando bem executado, é capaz de revelar a grandeza de uma cozinha. Fiz o pedido com a leve curiosidade de quem aprecia a boa mesa, mas sem antecipar o impacto que aquele prato teria sobre mim. Quando a pizza chegou à mesa, antes mesmo da primeira mordida, fui tomada por um encantamento visual. A massa apresentava aquela borda alta, viva, levemente tostada, com pequenas bolhas douradas que denunciam técnica, fermentação cuidadosa e um forno que sabe respeitar o tempo do alimento. O perfume do molho fresco se misturava ao aroma do manjericão, e a muçarela de búfala repousava sobre a massa com delicadeza, cremosa, branca e sedutora. Foi impossível não sentir água na boca. Há pratos que falam ao olhar, e aquela pizza, sem dúvida, já se anunciava antes mesmo do paladar. Mas foi na primeira mordida que veio o verdadeiro deslumbramento. Meu Deus. Naquele instante, fui imediatamente transportada a uma lembrança afetiva e gastronômica profundamente especial: a pizza que comi em Nápoles. A memória veio com força, como se o sabor tivesse a capacidade de abrir gavetas emocionais adormecidas dentro de nós. A massa tinha leveza, elasticidade, maciez e aquela estrutura perfeita entre o crocante sutil da borda e o miolo úmido, aerado, quase etéreo. Era uma massa viva, dessas que carregam o tempo da fermentação e a inteligência de quem domina o ofício. Por um breve instante, deixei de estar naquele pequeno beco no shopping Center Sul no setor Oeste de Goiânia e voltei às ruas italianas, às vielas cheias de história, onde a pizza é quase um patrimônio afetivo. O que mais me encantou foi perceber que ali não havia apenas boa execução técnica, mas amor pelo que se faz. A proprietária, que também atua como pizzaiola, foi até a mesa conversar conosco. E esse gesto, transformou a refeição em uma verdadeira experiência gastronômica. Ela nos contou, com brilho nos olhos, como faz a massa, explicando o uso do trigo italiano e a escolha cuidadosa dos ingredientes. Falou sobre o molho, preparado com tomates frescos, e sobre toda a técnica por trás daquele resultado tão impecável. Havia paixão em cada palavra, e paixão, quando chega à mesa, tem sabor. O uso do trigo italiano faz toda a diferença no resultado final. A textura da massa revelava isso com clareza. O molho, por sua vez, trazia frescor e equilíbrio, sem excessos de acidez, permitindo que a muçarela de búfala brilhasse com sua cremosidade suave e levemente amanteigada. O manjericão finalizava com o perfume verde que eleva qualquer preparo simples a uma experiência elegante. Tudo estava em harmonia. É justamente esse equilíbrio que me fascina na gastronomia. Uma boa massa, um bom molho, um queijo de qualidade, um ambiente acolhedor e pessoas que cozinham com alma e um vinho para harmonizar. A carta de vinho só continha um vinho, Casillero Del Diablo, honesto e bom. Às vezes, é só disso que precisamos para viver um momento memorável. Ao redor da mesa, entre amigos, risos e conversas que se alongam noite adentro, percebi mais uma vez por que sou tão apaixonada pelos prazeres da boa mesa. Comer não é apenas nutrir o corpo. É alimentar a memória, a sensibilidade e os vínculos humanos.  Aquela pizza não foi apenas deliciosa. Ela me lembrou por que a gastronomia continua sendo, para mim, uma das mais belas formas de arte. Porque ela fala ao paladar, sim, mas também fala à alma. E quando um prato nos faz viajar entre Goiânia e Nápoles em uma única mordida, sabemos que estamos diante de algo raro. Foi uma noite que terminou como começam as grandes memórias: com sabor, afeto e encantamento.</p>
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		<title>Shopping Buena Vista ultrapassa o som do bom senso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edna Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 23:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há noites em que o silêncio deveria ser um direito, não um luxo. O Shopping Buena Vista, que um dia foi sinônimo de elegância, bom gosto e convivência harmoniosa com a cidade, parece ter se perdido de si mesmo. Onde antes havia curadoria, hoje há excesso. Onde havia sofisticação, agora há ruído, música sertaneja com [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Há noites em que o silêncio deveria ser um direito, não um luxo. O Shopping Buena Vista, que um dia foi sinônimo de elegância, bom gosto e convivência harmoniosa com a cidade, parece ter se perdido de si mesmo. Onde antes havia curadoria, hoje há excesso. Onde havia sofisticação, agora há ruído, música sertaneja com cantor desafinado e uma voz estridente. Não se trata de gosto musical, porque gosto é íntimo, plural e legítimo. Trata-se de respeito. Sextas e sábados têm se transformado em uma imposição sonora para quem vive ao redor. Não é escolha, é invasão. Não é entretenimento, é perturbação. A música alta, muitas vezes sem qualquer cuidado técnico ou artístico, atravessa paredes, janelas e, principalmente, limites. Obriga famílias a participarem de um espetáculo que não escolheram assistir. O que deveria ser lazer para alguns tem sido desconforto para muitos. É inevitável lembrar de um tempo em que havia sensibilidade na condução do espaço. A gestão de marketing, então sob o olhar cuidadoso de Patrícia, compreendia algo essencial: elegância também é saber o quanto se pode ir sem ultrapassar o outro. Havia critério, havia harmonia, havia identidade. Hoje, o que se percebe é um esvaziamento que não é apenas físico, é simbólico. O glamour não se perde de uma vez; ele vai sendo substituído, pouco a pouco, por decisões que ignoram o entorno, o público e a própria história do lugar. A cidade não precisa de mais barulho. Precisa de espaços que dialoguem com ela, que respeitem seus ritmos, suas pausas, seus moradores. Porque no fim, elegância nunca foi sobre o que se toca, mas sobre como se convive.</p>



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		<title>Erasmo Gama, o silêncio que pinta o mundo por dentro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edna Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 16:18:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há artistas que não vêm ao mundo para enfeitar paredes. Vêm para ferir a superfície, para abrir fendas onde antes havia apenas uma imagem apaziguada. Erasmo Gama é desses. Sua arte não se oferece de imediato. Ela não grita. Ela sussurra e exige escuta. Quando estive diante das obras dele, senti que não bastava olhar. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Há artistas que não vêm ao mundo para enfeitar paredes. Vêm para ferir a superfície, para abrir fendas onde antes havia apenas uma imagem apaziguada. Erasmo Gama é desses. Sua arte não se oferece de imediato. Ela não grita. Ela sussurra e exige escuta. Quando estive diante das obras dele, senti que não bastava olhar. Era preciso entrar. Caminhar para dentro da cor, do corpo, do traço. Era preciso me despir das leituras prontas, da pressa cotidiana, da fadiga dos olhos acostumados a ver muito e sentir pouco. Erasmo pinta o silêncio humano, aquele que mora entre uma respiração e outra, aquele que acontece quando a alma se recolhe para sobreviver ao mundo. Seus rostos, às vezes diluídos, às vezes suspensos no quase-nada, não estão posando para nós: Eles existem, e existir nunca é leve. Há uma dor silenciosa em sua paleta. Mas é uma dor que não grita, não sangra, não faz espetáculo. É uma dor mansa, como quem já entendeu que a vida é bruta e sagrada ao mesmo tempo. Os corpos que ele pinta não carregam peso no gesto, carregam peso na alma. Há um recolhimento. Um pudor. Uma solidão tão profunda que quase escutamos o eco do pensamento. Erasmo olha para o mundo de dentro. E esse olhar exige coragem, a coragem de ver o que não é dito, o que não se exibe, o que não se mostra para sobreviver às relações. Sua arte é metafísica: não comenta o mundo, pergunta-o. Não desenha a vida, interroga-a. E, quando nos deparamos com suas figuras suspensas no tempo, sentimos que estamos diante de nós mesmos, mas nós como raramente nos vemos: vulneráveis, desarmados, inteiros. Percebi, enquanto observava, que ele não pinta a dor, ele pinta o depois da dor. O momento em que a alma se recompõe em silêncio, sem espetáculo, sem dramatização. O momento em que a vida segue, mesmo ainda latejando. Erasmo Gama não quer nos agradar. Ele quer nos atravessar. E atravessou. Saí dali diferente, como quem tocou uma ferida antiga e, ao invés de sangrar, compreendeu. Compreendi minha própria solidão. Eu não sabia, ao me aproximar das obras de Erasmo Gama, que algo em mim iria se mover de um jeito tão íntimo. Não era sobre forma ou técnica. Não era sobre o entendimento que se aprende nos livros ou nas salas brancas dos museus. O que ele pinta, não pedem explicação. Eles existem. Existe neles uma dor quieta, um eco de vida vivida, uma memória que não se grita, e eu reconheci tudo isso. Porque também já vivi silêncios que ninguém viu. Também já carreguei lágrimas que não chegaram a cair. Também já sentei diante da vida tentando entender onde foi que a alma ficou cansada. Erasmo não pinta sofrimento. Ele pinta o depois. Aquele instante onde a gente entende que a dor não nos destrói, ela nos molda. Ela ferve, depura, reconfigura. E, quando passa, deixa um vazio manso. Um vazio que não ameaça, acolhe. Eu olhava aquelas figuras suspensas no tempo e sentia que não era a obra que eu via. Era eu. Eu, com minhas memórias. Eu, com minhas perdas. Eu, com as palavras que calei para sobreviver. Eu, com a força que nasceu justamente quando pensei que não tinha mais nenhuma. E foi ali, sem ninguém perceber, que algo se abriu dentro de mim. Uma espécie de reconciliação. Uma conversa entre o que eu fui e o que eu ainda estou aprendendo a ser. Erasmo não faz arte para decorar paredes. Ele faz arte para abrir frestas. Para que o mundo entre. Para que a alma respire. Para que a gente se reconheça onde já não sabia mais se encontrar. Saí dali tocada. Não emocionada. Transformada. Porque existem artistas que pintam o mundo de fora. E existem artistas, raros, que pintam o mundo que existe dentro de nós. Erasmo Gama é desse último tipo. E eu o encontrei. Ou talvez…um cachorro de rua Caramelo, nos fez encontrar a poesia da vida. Cada um a sua maneira. Renata Soares sua esposa, com sua sensibilidade, é o portal da arte de Erasmo. Compreendi, que os dois se completam em um amor de nunca deixar a mão do outro. Compreendi esses instantes onde o mundo fica suspenso e só resta o coração como bússola. A arte dele não se explica. Se respira. Se escuta. Se leva consigo. E quem a leva, já não volta igual. Porque ver uma tela de Erasmo Gama é ser vista por ele. E, no fim, é isso que a arte verdadeira faz: Ela nos revela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você quiser conhecer a obra do Erasmo Gama, ele estará dia 08/11 as 11hs ao lado de vários artistas na exposição Poíesis + Livro de Artista. Local: Ed. Buena Vista Office Design Avenida T4,619 Salas 704-705 – Setor Bueno</p>
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		<title>Zeudi Di Palma — quando a verdade de alguém incomoda quem não tem coragem de ser</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edna Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 19:21:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há histórias que não cabem em edição. Nem em roteiro.Elas acontecem com a força de quem existe. E foi assim com Zeudi Di Palma — Miss Itália, nascida em Scampia, filha da periferia e da própria dignidade. No Grande Fratello, não entrou para agradar. Entrou inteira. Trouxe sua doçura firme, sua inteligência silenciosa e a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há histórias que não cabem em edição. Nem em roteiro.Elas acontecem com a força de quem existe. E foi assim com Zeudi Di Palma — Miss Itália, nascida em Scampia, filha da periferia e da própria dignidade. No Grande Fratello, não entrou para agradar. Entrou inteira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trouxe sua doçura firme, sua inteligência silenciosa e a coragem de ser quem é: uma mulher bissexual, livre de rótulos, plena na própria identidade. Mas liberdade incomoda. Principalmente quem vive da aparência. E foi aí que o enredo escureceu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Helena Prestes, modelo brasileira, que a princípio demonstrava afeto, virou o rosto quando Zeudi não cabia mais na narrativa conveniente. Desacreditou sua bissexualidade. Sugeriu que tudo era estratégia. Como se amar mais de um gênero fosse apenas uma jogada para a câmera.Não foi um comentário. Foi um corte. Um ataque disfarçado de dúvida — o tipo mais perverso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, Javier, o argentino com quem Helena viria a viver um romance, reforçava a onda de hostilidade com falas igualmente questionáveis sobre a orientação de Zeudi. O que se viu, então, foi o velho roteiro: Uma mulher sendo deslegitimada por amar fora da caixinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma bissexual sendo tratada como &#8220;menos legítima&#8221; diante de uma paixão heteronormativa televisionada. Helena Prestes preferiu o caminho fácil — ficar ao lado do desejo socialmente aceito, mesmo que isso custasse o respeito pelo outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas Zeudi não se dobrou. Não discutiu. Respondeu com classe, com verdade e com sua carta à mãe, onde dizia: &#8220;Me sento livre pela primeira vez.&#8221; E foi ali, nesse silêncio carregado de verdade, que ela venceu. Venceu o jogo da dúvida. Venceu a tentativa de apagamento. Venceu a lógica de que só o amor que se encaixa é válido. E não venceu sozinha. Foi acolhida, exaltada e protegida por um exército de luz: os Zeudiners.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um fandom que nasceu do afeto e cresceu com propósito — para dizer ao mundo que nenhuma verdade deve ser calada. Eles a abraçaram quando muitos viraram o rosto. Transformaram dor em força, e força em presença. Hoje, Zeudi pisa no Brasil com a leveza de quem sobreviveu ao julgamento e não perdeu o brilho. Vem não como ex-participante. Vem como símbolo. Vem como mulher que resistiu ao corte e floresceu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que sua história ecoe em quem já foi silenciado. Que sua verdade inspire quem ainda tem medo. E que Helena — e todos como ela — entendam: a liberdade do outro não é ameaça.É convite à própria libertação.</p>
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		<title>Vinhos que Abraçam a Alma</title>
		<link>https://diario9.com/vinhos-que-abracam-a-alma/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=vinhos-que-abracam-a-alma</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Edna Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 20:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vinho carrega um significado: o que conforta, o que celebra, o que une. Há os vinhos que aquecem, eternizam instantes e acompanham a vida em suas alegrias e melancolias. Existem vinhos que falam. Não com palavras, mas com aromas que despertam lembranças, texturas que embalam sentimentos e sabores que se entrelaçam ao instante, tornando-o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cada vinho carrega um significado: o que conforta, o que celebra, o que une. Há os vinhos que aquecem, eternizam instantes e acompanham a vida em suas alegrias e melancolias.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem vinhos que falam. Não com palavras, mas com aromas que despertam lembranças, texturas que embalam sentimentos e sabores que se entrelaçam ao instante, tornando-o eterno. Há vinhos que acolhem, que seguram pelas mãos nos dias de incerteza e que celebram ao nosso lado quando a vida sorri. São vinhos que não apenas aquecem o corpo, mas que envolvem a alma, preenchendo silêncios e tornando o tempo mais generoso. Nos dias frios, quando o vento se enrosca nos ombros e o mundo parece mais distante, um tinto encorpado é como um cobertor quente. Um Syrah robusto, um Malbec envolvente ou um Cabernet Sauvignon de guarda nos lembram da força que carregamos por dentro. O primeiro contato com o paladar é quase um reencontro com a própria essência — um suspiro profundo de quem se aconchega na própria existência. O vinho se espalha pela boca com a mesma intensidade de um abraço apertado, daqueles que fazem o peito vibrar de reconhecimento. Cada instante é um convite para desacelerar, fechar os olhos e sentir. E os  dias de sol, quando a vida brilha como um final de tarde dourado, os vinhos leves e refrescantes dançam na boca com a delicadeza de uma brisa. Um Chardonnay amanteigado, um Sauvignon Blanc vibrante ou um Rosé seco e elegante trazem a sensação de liberdade, de pés descalços na areia, de um riso solto que ecoa na memória. São vinhos que fluem como a leveza de um momento sem pressa, que tocam os lábios com suavidade e desenham histórias na pele. O vinho branco que refresca, o rosé que brinca, o espumante que explode em pequenas bolhas de felicidade. O amor tem muitas formas — pode ser paixão intensa, ternura delicada, ou aquele afeto sereno que se constroi com o tempo. Para os corações incendiados, um Pinot Noir sedoso e misterioso ou um Grenache apaixonado. Para os encontros cheios de nuances, um Champagne brut ou um espumante rosé que estalam na língua como beijos roubados. Para os amores que são abrigo, um Bordeaux clássico, que amadurece com o tempo e se torna ainda mais valioso. O vinho do amor não é apenas para brindar. Ele desperta sentimentos, convida ao toque, faz o olhar demorar-se mais. O vinho do amor é aquele que se bebe devagar, em taças que se encostam como mãos que se entrelaçam, num silêncio que diz mais do que qualquer palavra. Solidariedade é sobre partilha. Sobre oferecer o que temos de melhor, seja um gesto, uma palavra ou um cálice generoso. Para os momentos de encontros sinceros, de conversas que aquecem, um Carmenère acolhedor ou um Zinfandel intenso, que carregam em seus taninos a sensação de braços entrelaçados. O vinho da solidariedade é aquele que se divide, que aproxima, que faz com que uma mesa rodeada de amigos se torne um lar. É aquele que preenche os vazios de uma noite solitária e que transforma desconhecidos em cúmplices. Há vinhos que servimos com generosidade, que fazem circular a vida em brindes espontâneos, que nos ensinam que o verdadeiro luxo não está na garrafa, mas na companhia. A gratidão tem o brilho dourado daquilo que é raro e essencial. Para agradecer à vida, a um instante, a uma presença, um vinho que carrega luz: um Sauternes delicado, um Riesling alemão com notas de mel, um Vinho do Porto Tawny, cheio de histórias dentro da taça. O vinho da gratidão pede um brinde sincero, um olhar nos olhos, um coração aberto para reconhecer os presentes do tempo. Ele é como um perfume de final de tarde, como uma prece murmurada ao universo. A gratidão se sente na pele, se saboreia devagar, se prolonga na boca como um vinho que não queremos que acabe. O vinho é a celebração da vida. É o instante que se eterniza em um brinde, a alegria compartilhada em uma mesa repleta de sorrisos. Ele marca os encontros e os reencontros, convida à pausa em meio à correria e transforma o comum em extraordinário. O vinho nos lembra que viver é degustar cada momento com a alma desperta, que a vida merece ser sentida com intensidade, com poesia e com a simplicidade de um instante que abraça. Ele acompanha os ciclos, os rituais, os momentos que marcam a jornada. Está na taça solitária de um viajante que contempla o desconhecido e na garrafa aberta entre amigos que celebram uma nova etapa. O vinho escorre entre o tempo e nos lembra que viver é uma arte. Há dias em que o peso do mundo precisa ser dissolvido em algo fresco, borbulhante, quase etéreo. O vinho da leveza é aquele que nos faz sentir o instante sem esforço. Um Prosecco brincalhão, um Vinho Verde dançante, um Branco siciliano de brisa mediterrânea. São vinhos que não exigem grandes reflexões — apenas a entrega ao momento e a celebração do agora.E no fim, que reste sempre um sabor de vinho e um verso na alma. Que cada taça derrame afeto, que cada brinde seja um abraço. Porque o vinho é mais que um líquido precioso dentro da taça. Ele é presença, é companhia, é sopro de vida. É memória líquida, é poesia em goles lentos. Que cada sabor nos faça lembrar: viver é brindar, E brindar é sentir.</p>



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		<title>Festa à Fantasia Revista Stile</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edna Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2024 14:32:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entender a música como experiência sensorial é olhar para um outro viés, mais do que ser boa ou ter uma melodia agradável, é buscar a memória afetiva por trás do som, buscar, sentir as sensações que ela evoca, as circunstâncias que ela traz a tona e para onde ela nos leva. As melodias que nos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Entender a música como experiência sensorial é olhar para um outro viés, mais do que ser boa ou ter uma melodia agradável, é buscar a memória afetiva por trás do som, buscar, sentir as sensações que ela evoca, as circunstâncias que ela traz a tona e para onde ela nos leva. As melodias que nos lembram de certos lugares em tais circunstâncias. A experiência sensorial da música tem sido muito explorada em outros países. Liberta a tua mente pra não desandar, lembra que é valente como as águas do mar. Vamos dançar, soltar o nosso corpo e nosso sorriso. O grupo Stile convida você a participar desta experiência diferente para se jogar nas partituras do rock numa noite à fantasia. Dançar, sentir o abraço do mundo com o nosso corpo através dos nossos passos e movimentos. A surpresa da noite, duas bandas de rock que vai colocar todo mundo para dançar.  Compre o seu ingresso e participe desta noite incrível. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Local: Canevas Pub</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dia: 29/10</p>



<p class="wp-block-paragraph">Horário 20:00hs</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Saga Jazz Festival leva artistas nacional e internacional para  Pirenópolis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edna Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 14:33:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segunda edição do festival marcada para 17 de agosto contará com quatro apresentações de renomados artistas na cena nacional e internacional do jazz, incluindo dueto formado por músico norte-americano indicado ao Grammy_ A cidade de Pirenópolis se prepara para reverenciar a música instrumental, com destaque para o jazz, com apresentações inéditas em Goiás durante a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Segunda edição do festival marcada para 17 de agosto contará com quatro apresentações de renomados artistas na cena nacional e internacional do jazz, incluindo dueto formado por músico norte-americano indicado ao Grammy_</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cidade de Pirenópolis se prepara para reverenciar a música instrumental, com destaque para o jazz, com apresentações inéditas em Goiás durante a segunda edição do Saga Jazz Festival, marcado para o dia 17 de agosto, a partir das 16 horas. O espaço cultural Santa Dica, localizado em uma charmosa casa colonial na Rua da Aurora, vai receber toda ambientação necessária para transportar o público durante quatro apresentações de consagrados artistas nacional e internacionalmente, para o universo lúdico e complexo deste rico estilo musical.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nossa intenção é fomentar a cena do jazz no Brasil, que conta com nomes reconhecidos nacional e internacionalmente, pela qualidade do trabalho que vem realizando. E escolhemos a histórica Pirenópolis para ser o pano de fundo dessa iniciativa, brindando duplamente o público com boa música e uma atmosfera única que só Pirenópolis consegue imprimir”, explica Fausto Valle, que junto com Ricardo de Pina são idealizadores do evento por meio da Criô Projetos e Ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À frente da curadoria musical encontram-se a dupla de músicos, o baterista goiano, Fred Valle, que há duas décadas dedica-se à evolução da música instrumental em Goiás; junto a Walter Villaça, que foi o guitarrista de Cássia Eller e atualmente integra a banda que acompanha o cantor Nando Reis. Juntos, escolheram os nomes que vão se apresentar em quatro shows idealizados para o festival.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aclamada turnê de passagem pelo Brasil do dueto formado pelo brasileiro Pablo Fagundes com sua harmônica, e pelo norte-americano nominado ao Grammy, Christylez Bacon e seu potente beat box, será acompanhado pelo fenômeno no violão sete cordas, Félix Júnior. Juntos vão promover a fusão de músicas consagradas do jazz com composições autorais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cantora de destaque em Brasília, Andresa Sousa prepara um show em homenagem às grandes intérpretes do jazz, a pedido da dupla de curadores. “Achamos que seria uma forma maravilhosa de abrir o evento. Andresa vai emprestar seu potencial vocal para fazer um show que promoverá uma viagem musical no repertório das grandes intérpretes do jazz”, adianta Fred Valle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Filó Machado, consagrado compositor paulista que acumula seis décadas de trajetória musical, faz um dueto com o contrabaixista Michael Pipoquinha, um dos grandes nomes da nova geração. “Estamos ansiosos por esse momento”, comenta Fred Valle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O jovem trombonista Joabe Reis comanda um sexteto que acaba de retornar da sua primeira turnê europeia, e que está se destacando em performances nas melhores casas de jazz de São Paulo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento também conta com sets do DJ Dudão Melo no intervalo das apresentações, renomado produtor musical, que há três décadas dedica-se à pesquisa da influência do jazz na música brasileira, e assina a produção musical de programas como Jazzmasters pela Alpha FM de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*O evento*</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampla área verde do espaço cultural Santa Dica recebe toda ornamentação necessária para transportar o público para a um lugar onde música e natureza se fundem em uma experiência única. A cervejaria artesanal Santa Dica é parceira do evento e levará a variedade de seus chopps autorais. O evento ainda conta com uma parte gastronômica selecionada para agradar diferentes paladares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Saga Jazz festival é idealizado pela Criô Projeto e Ação, com patrocínio do grupo Saga BYD, e conta com apoio do Governo Federal por meio da Lei Rouanet, e da Prefeitura de Pirenópolis.&nbsp; &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Serviço:*</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Saga Jazz Festival</p>



<p class="wp-block-paragraph">Data: 17 de agosto de 2024 (sábado)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Horário: das 16h às 22h</p>



<p class="wp-block-paragraph">Local: Espaço Cultural Santa Dica (Rua da Aurora, 25), em Pirenópolis</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ingressos: Sympla ou pelo instagram @sagajazzfestival</p>
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		<title>Pub Medieval Italiano em Goiânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edna Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2024 22:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A caminho de uma reunião, me chamou atenção um projeto medieval. Vi uma estrutura muito parecida com algumas vilas Italianas, parei e me informei que ali, vai ser um Pub Italiano. Me passaram o contato dos proprietários e fiquei atrás para saber sobre a proposta do lugar. O Pub vai unir rock n’ roll, culinária [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A caminho de uma reunião, me chamou atenção um projeto medieval. Vi uma estrutura muito parecida com algumas vilas Italianas, parei e me informei que ali, vai ser um Pub Italiano. Me passaram o contato dos proprietários e fiquei atrás para saber sobre a proposta do lugar. O Pub vai unir rock n’ roll, culinária e design italianos. Localizado no Setor Marista, o Canevas Pub vai ser lançado no sistema soft open e entradas limitadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das sócias, Letícia Sampaio explica sobre esse olhar mais atento para as pessoas. “Entendemos que o sucesso de qualquer lugar só existe por meio de pessoas. Sendo assim, o objetivo é proporcionar mais do que entretenimento noturno, mas um novo conceito de um olhar atento para as pessoas se divertirem, sorrirem com os amigos e com a família ”, explica a sócia-proprietária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a estrutura, o investidor do novo negócio e engenheiro do projeto, Luiz Paulo Sampaio afirma que o projeto estrutural de um castelo, é para que o consumidor goiano, tenha uma experiência de estar em um castelo medieval.&nbsp; “Quero oferecer diferenciais para o público, tanto no quesito de estrutura, quanto num sistema operacional eficiente”, afirma o engenheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O empresário Marcelo Canevaroli, que empresta seu apelido de infância ao nome do empreendimento, traz no conceito do novo pub a sua própria ancestralidade. Com descendência italiana e apaixonado pela arquitetura, culinária e cultura do país europeu, ele pretende oferecer um espaço para surpreender o público em todos os sentidos. “O primeiro impacto será causado já do lado de fora com uma estrutura ao estilo medieval”., garante o sócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cardápio assinado pela chef Bia Lippi, vai trazer uma viagem de algumas histórias da Itália. Segundo a Bia, a gastronomia italiana não é apenas cozinhar e elaborar pratos, é amar e contemplar o mundo e os que nele vivem. Gostei!!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O empresário Marcelo Canevaroli,  falou com entusiasmo para<em> </em>o D9 sobre as novidades de seu Pub. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que o público de Goiânia pode esperar da cozinha da casa?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1) O público pode esperar inovação em todo o projeto da casa, a começar pela gastronomia e arquitetura. A cozinha traz uma proposta de alimentação finger food, ou seja, acessível para um ambiente badalado e de fácil manuseio. Com foco em petiscos italianos, a proposta da casa é ter como carro-chefe a famosa pizza estilo napolitano, bem como sanduíches típicos da região.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que define o seu espaço ser um Pub?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">2) Pub refere-se a estabelecimentos de comidas rápidas e bebidas alcoólicas que tem a intenção de receber públicos variados para interação social, com boa música e espaço aconchegante. Seguindo essa linha e mais uma vez, inovando, trazemos a cultura, gastronomia e arquitetura italiana como uma nova proposta para o entretenimento noturno da capital.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como você começou a entender a cultura gastronômica Italiana?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">3) Como descendente italiano, cresci apreciando a gastronomia do país dentro do meu ambiente familiar e, hoje, é uma paixão herdada que, além de fazer parte da minha história de vida, é repassada para as novas gerações. Tenho memória afetiva da minha avó fazendo uma polenta cortada com linha de anzol, pra se ter uma ideia. Nada melhor do que levar essa raiz para o público que pretendemos alcançar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que vai trazer da Itália para a cozinha do local?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;4) Inovação, inovação e inovação! Ambiente ideal para interagir socialmente, apreciar comida de qualidade, ouvir uma boa música e ter uma opção a mais de bebida. Apresentamos uma ideia ousada com a janela do vinho &#8211; referência da Itália, em que, na época da peste negra, os vizinhos fizeram janelas para interação social à distância, oferecendo uma taça de vinho para quem passasse por elas. Assim sendo, para os apreciadores da bebida, terão a oportunidade de usufruírem sem precisar necessariamente pedir uma garrafa completa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A carta de vinhos vai ser uma viagem à Itália?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;5) Apesar de ser uma carta de vinhos enxuta, teremos opções italianas. Mas acreditamos que a janela do vinho e o cenário da vila italiana, que serão espaços na varanda, propiciarão uma viagem à Itália não somente pelo vinho em si, mas pela cultura e arquitetura que fará parte da proposta de inovação da casa.</p>
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		<title>Viver&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edna Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 14:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não quero ser melhor que os outros, apenas quero ser sempre melhor do que eu mesmo. Assim estarei me superando. Você tem o direito de falar o que pensa, Mas não tem o direito de julgar quem não conhece Liberdade de expressão é um direito de todos, mas não lhe dá o direito de inventar [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Não quero ser melhor que os outros, apenas quero ser sempre melhor do que eu mesmo. Assim estarei me superando. Você tem o direito de falar o que pensa, Mas não tem o direito de julgar quem não conhece Liberdade de expressão é um direito de todos, mas não lhe dá o direito de inventar histórias sobre o outro. Eu posso ser bem melhor do que sou, preciso ser. Posso dar bem mais, ser bem mais.  É sempre nossa exigência. Esquecemos que somos humanos com erros e acertos. ERRAMOS!!!</p>



<p class="wp-block-paragraph">O amor verdadeiro deveria ter perdão para todas as vidas, menos para as vidas sem amor e sem educação. Gratidão deve vir antes de tudo e o agradecimento acompanhado do abraço apertado de acolhimento. Temos sim, o direito de sentir as tristezas, lamúrias, mas não nos dá o direito de carregar as sombras. Precisamos da luz, vitamina D e humor. Isso nos trás a paz nos céus azuis, e somos nós que devemos sentir o palco da vida com holofote.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Faço o meu caminho, pisando no chão que me é exposto. E não me venham com histórias penosas, telefone sem fio da vida do outro, de fracassos, e energia ruim, detesto-as. Tenho tentado seguir em frente e procurar outras paisagens. As vezes, me exausto da vida. Me dou este direto de vez em quando. Mas não posso me dar o luxo de parar o ponteiro do relógio. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Se quiser me acompanhar, tem assento vago, só lembrando que a viagem não sai de nenhuma estação, e nenhuma zona de guerra, nem da zona de conforto porque não é interessante passar a vida desconfortável. Com sonhos que morrem. Viaje comigo sem controle remoto, seja suave no caminho e o foda-se engatilhado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jornalista Edna Gomes</p>
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		<title>O rosto é o espelho da alma. Deka Laser revoluciona a beleza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edna Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2024 21:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O renomado cirurgião plástico Rômulo Mêne e sua esposa Vitoria Pinheiro receberam em seu chateou em Búzios um grupo seleto de cirurgiões plásticos para apresentação dos equipamentos Deka. “A utilização das novas tecnologias em laser na medicina estão cada vez mais surpreendentes, verdadeiros “milagres”. Para se ter uma ideia, dos últimos tempos para cá, “a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O renomado cirurgião plástico Rômulo Mêne e sua esposa Vitoria Pinheiro receberam em seu chateou em Búzios um grupo seleto de cirurgiões plásticos para apresentação dos equipamentos Deka. “A utilização das novas tecnologias em laser na medicina estão cada vez mais surpreendentes, verdadeiros “milagres”. Para se ter uma ideia, dos últimos tempos para cá, “a capacidade de perfeição do laser aumentou 10 mil vezes!”. Quem faz essa revelação é o dr. Rômulo Mêne. Com expertise a nível mundial, em técnicas combinadas para o rejuvenescimento facial, realiza cirurgias a laser para o tratamento de peles extremamente envelhecidas (laser skin resurfacing) e para o tratamento de contorno dos olhos (blefaroplastia e rugas periorbitais). Expertise reconhecida e referida pelos numerosos atendimentos bem sucedidos em sua clínica particular em Ipanema, Rio de Janeiro, Brasil, já realizou mais de 60.000 peelings químicos de diferentes profundidades e mais de 4.000 cirurgias plásticas a laser.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mulheres, cada vez mais, querem estar em evidência e serem sempre mais belas. Ao alcançarem cada vez mais espaço e representatividade na sociedade brasileira, elas não querem aparecer com os efeitos naturais do envelhecimento, da exposição à luz solar e poluição que causam deterioração da pele com o passar dos anos. Porém, como recorrer a tratamentos nesse corre-corre cotidiano (trabalho, emprego, casa, crianças) e ainda obter resultados imediatos? Como ser a mulher que gostaria de se visualizar no espelho? Com o aumento da procura por tratamentos envolvendo a cirurgia plástica, a tecnologia aplicada ao laser evolui muito e pode ser uma opção para as que pretendem ter resultados rápidos sem a necessidade de incisão. Neste segmento, a Deka Laser, Empresa italiana, com sede em Florença, tem suas raízes em uma cultura cuja característica dominante é a excelência de pensamento. Graças á sua herança cultural inestimável e a seu contexto histórico único, a DEKA consagra uma promessa de transformar cada descoberta científica em um sólido benefício para médicos e pacientes, bem como traduzir cada inovação tecnológica em um aperfeiçoamento contínuo de sua gama de produtos e serviços para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Concebido para melhorar as capacidades do cirurgião SmartXide2 TRIO é a nova era da inovação cirúrgica a laser. O ganho dos aparelhos laser é que eles podem ser bem segmentados, o tratamento estimula a produção de novo colágeno, restaura o brilho e a recuperação é imediata. Eu sou uma mulher de 50+ já fui modelo, tive minha beleza no tempo certo. Curioso como a beleza física é algo temporário, com data de validade, mas mesmo assim tem enorme importância para todos, inclusive aqueles que teimam em negar. Não que seja desperdício admirar uma pessoa pela beleza, mas, como já dito, é algo temporário, com uma volatilidade alta: hoje é belo, e amanhã? É impossível lutar contra o tempo. Até os mais belos sabem, ou deveriam saber, que é temporário. O tempo vai caminhando irretratavelmente, são infinitas possibilidades, muitas também vencíveis pelo tempo, mas que estão além da beleza palpável, algo que você não consegue registrar numa simples foto. O tempo também incide, mas há grande possibilidade de trazer uma melhora, um profissional que te vê como você é, o seu espelho. Como diz Leonardo da Vinci, a pintura deve parecer uma coisa natural vista num grande espelho. Não perca de ver sua própria imagem refletida no seu espelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">PS: Dentro os principais equipamentos destacam-se: o Onda Coolwaves e a Lipo AI. É uma máquina que utiliza tecnologia exclusiva, patenteada pela empresa e trata as principais queixas encontradas nos consultórios, tais como: celulite, flacidez e gordura localizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lipo Aí é um equipamento projetado através da inteligência artificial, seu objetivo é fazer a lipólise através de um dano foto acústico e ao mesmo tempo entregar retração tecidual, geração de um novo colágeno na pele do paciente submetido a Lipo aspiração. É hoje o que há de mais moderno no mundo para Lipo aspiração e retração tecidual.</p>
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