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Gastronomia

Bartender do Zimbro é semifinalista em competição

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Ikaro Morais se destacou no World Class 2024 com a criação do coquetel Nū Atiru

World Class Competition 2024 selecionou como semifinalista Ikaro Morais, bartender do Zimbro Cocktails & Co, referência regional em coquetelaria, pela criação do Nū Atiru, coquetel autoral marcado pela conexão com a ancestralidade. 

A World Class Competition é a maior competição de coquetelaria do mundo e uniu em 2024 toda a América Latina com o objetivo de reunir Brasil, México e Colômbia em uma grande final, que está marcada para o dia 8 de julho, no México. 

O torneio é organizado anualmente pela Diageo, líder mundial em bebidas alcoólicas premium e proprietária de rótulos como Johnnie Walker, Don Julio, Ketel One, Tanqueray e Smirnoff, entre outros.

Os profissionais selecionados se classificaram para a semifinal após realizarem o desafio de capturar a essência da marca mexicana Don Julio e, com isso, desenvolver receitas autorais com o destilado de agave. 

Além do título de bartender mais completo da América Latina, o vencedor ou vencedora deste ano se classifica para a competição internacional do World Class, que será realizada de 9 a 13 de setembro, em Shangai, na China. Ao todo, a competição contou mais de 550 competidores inscritos.

O Nū Atiru

No processo de criação de uma releitura do drink Paloma para o Desafio Don Julio Palomas Of The Future do World Class 2024, a história de Ikaro Morais inicia nas profundezas da Amazônia e viaja até os vastos campos de agave em Jalisco, no México.

O coquetel  Nū Atiru – que tem esse nome por conta da expressão “Nukū Mae, Nū Atiru”, que significa “Nossa terra, nosso futuro”, em Kaxinawá – tem relação com a floresta Amazônia, onde vivem os povos Kaxinawá, uma tribo indígena que mantém viva a tradição do cultivo e uso do cupuaçu, um fruto reverenciado por suas propriedades nutritivas e seu sabor. 

Para os Kaxinawá, o cupuaçu é mais do que um alimento, é um elo entre as pessoas e a mãe natureza, um símbolo de fertilidade e abundância. Ao mesmo tempo, no México, a família de Don Julio Gonzales segue princípios semelhantes, cultivando o agave com dedicação e respeito pelo solo, pela tradição do cultivo e pelos laços comunitários que a tequila Don Julio cria e fortalece. Cada garrafa de Don Julio é um testemunho do compromisso com a excelência e o respeito ao legado cultural.

Dessa forma, inspirado nos valores compartilhados pelos Kaxinawá e pela família de Don Julio Gonzales, o bartender desenvolveu um coquetel que simboliza ambas histórias e propõe uma conexão profunda entre a terra e as pessoas, entre o passado e o futuro.

Esta bebida destaca o frescor da tequila Don Julio Blanco, combinada com o sabor frutado e a acidez do cupuaçu, equilibrada pelo leve dulçor com nuances de amargor das cascas das mangas Tommy e Palmer. 

Receita do Nū Atiru

Ingredientes:

40ml de tequila Don Julio Blanco 

40ml de cordial de cupuaçu com óleos essenciais de cascas de mangas tommy e palmer 

10ml de limão siciliano 

0,5ml de Talisker single malt scotch whisky 

50ml de soda saborizada com óleo saccharum de grapefruit 

Modo de preparo: 

Na coqueteleira, adicionar todos os ingredientes, exceto a soda de saccharum de grapefruit, e bater com gelo para homogeneizar. Fazer duplo coado para um copo longo já bordeado com cristais de sal defumado, com um gelo Collins translúcido, e completar com a soda gaseificada em sifão.

Assessoria de imprensa

Palavra Comunicação

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“O Vinho e Eu”

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É uma obra sensível, intensa e profundamente humana, escrita pela jornalista, poeta e sommelière Edna Gomes, que transforma o vinho em personagem e confidente, quase como um divã, para narrar dores, renascimentos, memórias e reflexões sobre o tempo, o amor e a vida.
Muito além de falar sobre a origem do vinho ou aspectos técnicos, o livro propõe uma viagem emocional: o vinho aparece como metáfora, presença e companhia em momentos de silêncio, perdas e reconstruções. Em uma narrativa em primeira pessoa, Edna conduz o leitor por capítulos que misturam poesia, ironia elegante e crítica social, revelando como o vinho pode ser abrigo, lucidez e cura simbólica, uma conversa íntima entre a mulher e sua própria alma.
Com uma escrita que transita entre o lírico e o real, “O Vinho e Eu” toca temas universais como solidão, pertencimento, preconceito, etarismo, fake news, fragilidade humana e espiritualidade. Tudo isso sem perder a leveza: a autora costura humor refinado, sensualidade sutil e cenas cotidianas, mostrando que viver é também aprender a degustar a existência com mais delicadeza.
Mais do que um livro sobre vinho, “O Vinho e Eu” é um livro sobre gente, sobre o que nos parte e o que nos refaz. Uma obra que acolhe o leitor como quem oferece uma taça: verdade, afeto e profundidade.
Título: O Vinho e Eu
Autora: Edna Gomes
Gênero: Crônica / Literatura contemporânea / Prosa poética
Lançamento: 2026 (previsto abril)

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Gastronomia

Carreta da Perdomo Doces chega à região do Shopping Cerrado.

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Loja itinerante funcionará das 12h às 22h na sexta-feira (30), e das 10h às 22h no sábado (31) e domingo (1º) com atendimento presencial e delivery

A Região Noroeste e arredores recebem, pela primeira vez, a carreta da Perdomo Doces neste fim de semana. A unidade móvel da famosa confeitaria artesanal ficará estacionada na entrada principal do Shopping Cerrado, atendendo ao público das 12h às 22h na sexta-feira (30), e das 10h às 22h no sábado (31) e domingo (1º), inclusive com a opção de pedidos via delivery.

Além de doces que unem sabor, criatividade e apresentação impecável, a loja itinerante aposta em uma combinação de cenografia temática, iluminação e ambientação planejada para oferecer uma experiência envolvente e instagramável. O espaço foi projetado para atender desde o cliente que deseja fazer uma pausa doce durante as compras até quem busca presentes criativos.

A ação faz parte do projeto “Perdomo pelo Brasil”, uma loja itinerante sobre rodas criada para celebrar os 10 anos da marca e levar suas criações para mais perto do público. O projeto já passou por cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, e teve paradas especiais de Natal no Centro-Oeste e no Triângulo Mineiro. O Shopping Cerrado fica na Avenida Anhanguera, nº 10.790, no Setor Aeroviário, em Goiânia.

OlhO Comunicação Marketing

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Notícias

Vinhos mais leves e refrescantes ganham espaço nas mesas durante o verão.

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Espumantes, brancos de alta acidez e rosés ganham espaço nas mesas de verão

Com a chegada do verão e das altas temperaturas, o consumo de vinhos no Brasil passa por uma adaptação natural. Em vez dos rótulos mais encorpados, ganham protagonismo bebidas mais leves, frescas e versáteis, que dialogam melhor com o clima quente e com momentos descontraídos. Em Goiânia, esse comportamento já é percebido na Decanter Goiânia, especializada em vinhos nacionais e importados.

Segundo o sommelier José Filho Anjos, responsável pela enoteca, o verão amplia a busca por estilos que priorizam frescor e leveza. “O verão pede vinhos que sejam, acima de tudo, refrescantes e versáteis. Aqui na Decanter Goiânia, a nossa aposta para os dias quentes são os espumantes, brancos de alta acidez, os rosés vibrantes e até alguns tintos mais leves, que trazem o frescor necessário à mesa”, explica.

A preferência acompanha um comportamento cada vez mais comum entre consumidores: beber vinho em momentos informais, ao ar livre, em encontros entre amigos ou refeições mais leves. “Não tenha medo de explorar. O segredo é manter a garrafa gelada e aproveitar momentos descontraídos”, resume o sommelier.

Entre os rótulos que traduzem esse perfil de consumo, José Filho destaca o Hermann Alvarinho Jovem 2025, produzido no Brasil a partir de uma uva emblemática de Portugal, conhecida pela acidez vibrante e frescor, além do Luigi Bosca Rosé 2024, de estilo delicado, com notas cítricas e florais que reforçam a sensação de leveza. Para quem prefere tintos, a indicação é o Luis Cañas Maceración Carbónica 2024, elaborado para ser bebido jovem, com taninos macios e perfil suculento, ideal para dias mais quentes.

O movimento reforça uma mudança no modo de consumir vinho no país, que deixa de estar restrito a ocasiões formais e passa a integrar o cotidiano, inclusive no verão. Para José Filho, a transformação amplia o diálogo entre o vinho e o clima brasileiro. “O importante é escolher rótulos que combinem com a estação e com o momento. O vinho também é sobre prazer e leveza”, conclui.

@decantergo

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