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Festival Italiano de Nova Veneza atinge sua maioridade com aprovação dos moradores e visitantes

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Em sua 18ª edição, realizada no ano dos 150 anos de imigração italiana no Brasil, o festival consagra-se como um evento temático com reconhecimento do público e dos moradores

A 18ª edição do Festival Italiano de Nova Veneza completou sua maioridade no ano da comemoração de 150 anos da imigração italiana no Brasil com uma bonita celebração de quatro dias  que reforçou as tradições culturais e gastronômicas da cidade fundada por imigrantes italianos. 

Cerca de 130 mil visitantes  e gerando um impacto significativo na economia local. Neste ano, o número de estandes do evento cresceu 56% no número de estandes. A Cantina da Nonna, cozinha oficial do evento, quase dobrou o número de chamas para preparo de pratos para o público e contou com 80 cozinheiras. Pelo primeiro ano, no domingo, o horário foi estendido até 21h. 

“Finalizamos três horas a mais que nas outras edições, o povo estava animado e a cidade lotada. O que faz voltar ao passado e lembrar o primeiro festival, de 2003, que era apenas uma rua e hoje tomou conta de toda a praça”, celebrou Maria do Carmo Basílio, coordenadora do evento.

Ela observou que o aumento do número de estandes melhorou a experiência dos visitantes, que passaram a ter mais opções na gastronomia e mais oportunidade para os moradores. “O intuito é fazer a comunidade ingressar cada vez na festividade e participar com seus talentos, produtos. 

Expositores também avaliaram positivamente o festival. Patricia Texeira, que participa há dez anos com um quiosque de chopp de vinhos, conta que as vendas de quatro dias do evento representam mais do que um mês inteiro de trabalho. Já para Isabella Rodrigues de Paula, expositora de produtos de confeitaria, o festival foi o maior pico de vendas no ano, superando até mesmo a Páscoa. “Foi uma edição maravilhosa, superou todas as nossas expectativas,” comentou. 

O prefeito da cidade, Valdemar Costa, lembrou que todos os esforços da organização, que tem o apoio da prefeitura e do Governo do Estado, visam favorecer o empreendedorismo local, tanto é que os expositores da cidade tem valor subsidiado para locação dos estandes, e alguns são gratuitos. “O concurso do novo prato, realizado pelo Festival para incrementar o menu da Cantina da Nonna, foi restrito também aos moradores com o mesmo objetivo”, diz.

O novo prato, Rondelli Cremoso, foi um dos destaques da cantina. A organização do evento acabou também contratando a autora, Heloíse Duarte, para trabalhar no evento. “Fiquei satisfeita pelos elogios de todos que experimentaram o prato. Todas as porções feitas foram vendidas, um sucesso. Participar do festival foi um aprendizado. Além  da remuneração, de uma certa forma o evento me capacitou e me preparou para correr atrás dos meus sonhos”, agradeceu.

Valor cultural

O expositor Rodrigo Nelli, levou vinhos para o festival, porém, mais do que pelos ganhos comerciais, ele participa do evento pelo resgate cultural. Descendente de italianos, seu avô, Tobias Nelli, foi um dos italianos moradores da cidade que contribuiu com a criação do evento. “Para nós, ver esta festa crescendo e tanta gente gostando de nossa cultura é o que mais conta”, disse, ao lado do pai, Reinaldo Nicola Nelli.

Os visitantes elogiaram a qualidade da gastronomia, o acolhimento e a beleza da decoração. A dentista Suzana de Andrade Suzana destacou a diferença entre a agitação de Goiânia e o clima acolhedor de Nova Veneza. “Além da boa comida, que dá vontade de comer em cada barraquinha de tão deliciosa,  aqui é uma atmosfera diferente, a cidade tem um clima intimista, diferente da capital. Aqui a gente vê flores, tem uma entrada belíssima, é muito agradável”, pontuou a dentista.

O personal trainer Rodrigo Miranda, que já esteve presente em outras edições, elogiou a organização e destacou a constante melhoria do evento ao longo dos anos. “Eu venho sempre e percebo as mudanças. Melhorou o cardápio e a estrutura da festa, o que é ótimo para quem vem passear e conhecer um pouco mais da cultura italiana”, comentou.

As irmãs Jaciara Alves e Maria Alves escolheram o sábado para virem ao Festival, especialmente com o objetivo de participar do baile de máscaras e trouxeram a amiga Iracilda Cardoso. “Eu comecei a vir no evento em 2016. Trouxe minha irmã e minha amiga no ano passado. Elas também gostaram e cá estamos nós outra vez”, disse Jaciara. 

O cantor italiano Tony Angel, uma das atrações nacionais da 18ª edição e que viaja pelo País em eventos semelhantes, destacou que o Festival Italiano de Nova Veneza é um dos maiores do Brasil. “Vim pela segunda vez e fiquei encantado com a receptividade da cidade e com a gastronomia que me trouxe lembranças de minha Itália”, disse. 

Desde o primeiro evento, em 2003, dezenas de moradores acabaram descobrindo seu talento musical graças ao incentivo do município para que se apresentassem no festival. Um exemplo foi o último show de destaque, que ficou por conta de Jordana Félix e Izadora Cruz, moradoras de Nova Veneza e primas. Atualmente são cantoras profissionais e ambas devem ao evento  sua introdução no mundo da música. Quando crianças, elas integravam o coral infantil Vocini di Venezia e na 18ª edição se uniram para fazer um bonito show.
COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS
Raquel Pinho e equipe

Fotos Raquel Pinho e Cris Soaresp

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Dra. Sarina Occhipinti forma milhares de profissionais para resgatar a vocação de cuidar

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Especialista em Clínica Médica há mais de 30 anos, médica defende que ética, propósito e sucesso financeiro podem caminhar juntos — com respaldo científico e institucional para abordar espiritualidade no cuidado.

Enquanto o Brasil discute, cada vez mais intensamente, a qualidade da formação médica e a lógica comercial que passou a dominar parte do setor da saúde, a médica Sarina Occhipinti escolheu seguir pelo caminho oposto: em vez de apenas apontar os problemas, decidiu construir um novo modelo de formação baseado em ciência, ética e propósito.

À frente da marca SARI DOCTORS, Dra. Sarina já formou milhares de profissionais por meio de imersões e pós-graduações que unem medicina da longevidade, hormônios femininos, neurocomportamento e atualização científica constante a um princípio que ela considera inegociável: a ética do cuidado.

No centro da proposta está o resgate do médico vocacionado — aquele que escuta antes de prescrever, enxerga o paciente além do diagnóstico e entende que credibilidade e prosperidade são consequências naturais de uma relação construída com confiança.

“Médico ético não é médico pobre. Médico ético é médico que prospera porque os pacientes confiam nele e voltam, e indicam, por uma vida inteira. O que não anda junto é vocação e ganância”, afirma Dra. Sarina.

A médica faz questão de reforçar que sua visão não representa resistência ao avanço tecnológico ou à medicina moderna. Pelo contrário: seus cursos são atualizados constantemente e defendem a tecnologia como ferramenta da vocação médica — e não como mecanismo de exploração emocional do paciente.

“Eu quero o médico mais moderno possível. O que eu não quero é que ele use essa ciência para faturar em cima do medo das pessoas. Tecnologia e integridade não se excluem”, destaca.

Outro ponto que chama atenção no método desenvolvido por Sarina é a abordagem da espiritualidade como parte complementar do cuidado centrado no paciente. Cristã, a médica costuma distribuir Bíblias aos alunos durante seus cursos, mas faz questão de separar espiritualidade de religião institucional.

“Não prego religiosidade. A Bíblia que eu entrego é um convite à reflexão sobre propósito, compaixão e serviço ao próximo — valores que qualquer médico bom carrega, tendo ele fé ou não”, explica.

A discussão ganhou respaldo científico e institucional nos últimos anos. Em 2022, pesquisadores da Universidade Harvard publicaram na revista científica JAMA uma das maiores revisões já realizadas sobre espiritualidade e saúde, concluindo que o tema deve integrar o cuidado centrado na pessoa. Já em março de 2025, o Conselho Federal de Medicina (CFM) criou oficialmente uma Comissão de Saúde e Espiritualidade para aprofundar estudos sobre o impacto da prática espiritual na saúde — sempre como complemento, jamais substituição da conduta médica.

Para Dra. Sarina, o verdadeiro desafio da medicina moderna não está apenas na evolução científica, mas em preservar a humanidade dentro dos consultórios.

“Não estou tentando criar médicos santos, que abrem mão de viver bem. Estou tentando resgatar médicos inteiros que fazem questão de dormir em paz com seus princípios”, finaliza.

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Tarde relacional reúne Eike Batista, médicos e empresários do Centro-Oeste em encontro exclusivo em Goiânia

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Tatyane Araújo, Eike Batista e Dr. Bones .

Goiânia foi palco de um encontro que reuniu algumas das principais lideranças empresariais e profissionais da saúde do Centro-Oeste. Promovido pelo dermatologista Dr. Bones, pelo empresário Tiago Keniskley e pelo médico Dr. Gustavo Gomes, o almoço aconteceu na residência da Dra. Larissa Peres, no Condomínio Aldeia do Vale.

A anfitriã abriu as portas de sua casa para receber mais de 50 convidados, entre empresários, médicos, odontólogos e profissionais de destaque da região, em uma tarde marcada por networking qualificado, troca de experiências e conexões estratégicas.

Dra. Larissa Peres.

O ponto alto do encontro foi a presença do empresário Eike Batista, um dos nomes mais conhecidos do empreendedorismo brasileiro. Durante o almoço, os participantes discutiram temas ligados ao futuro dos negócios, inovação tecnológica, transformação da saúde e os impactos das novas tecnologias no agronegócio brasileiro.

Mais do que um encontro social, a iniciativa proporcionou um ambiente de diálogo entre diferentes setores da economia, fortalecendo relações e estimulando reflexões sobre os desafios e oportunidades que moldam o futuro do país.

Mari Hipólito

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Fórum Fundiário

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Tiago Gama, presidente da Arpen-Go; Bruno Quintiliano; Anderson Máximo de Holanda, Desembargador Corregedor do Extrajudicial; Talita Delfino, vice-presidente Anoreg-Go e Frederico Junqueira, Executivo do Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil – Seção Goiás.

O presidente da Associação dos Notários e Registradores do Estado de Goiás (Anoreg-GO), vice-presidente da Arpen Brasil e tabelião de um cartório que leva seu nome em Aparecida de Goiânia, Bruno Quintiliano participou no dia 1º de junho, do 1º Seminário do Fórum Fundiário Nacional, realizado no Auditório do Tribunal de Contas do Estado de Goiás. O evento reuniu especialistas, autoridades e representantes de diversas instituições para debater os temas “Dignidade, Sustentabilidade e Inclusão”, com foco nos desafios da regularização fundiária no Brasil.

A iniciativa busca fomentar soluções inovadoras para ampliar a segurança jurídica e promover o acesso à propriedade regularizada. A Anoreg-GO acompanhou as discussões, reforçando o compromisso do segmento extrajudicial com a modernização dos serviços notariais e de registro e com a construção de mecanismos que contribuam para o desenvolvimento social e a inclusão de comunidades em todo o país.

Bruno Quintiliano; Saulo Mesquita, presidente do TCE-GO; Heloísa Helena Monteiro, presidente IDAG-GO; Desembargador Corregedor do Extrajudicial, Anderson Máximo de Holanda e Tiago Gama, presidente Arpen-Go.


Johny Cândido

Assessor de imprensa – Jornalista 

Registro Profissional nº GO 02807

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