Procedimento atua na prevenção e tratamento de doenças; Especialista em estética avançada orienta os benefícios
A terapia ortomolecular é uma abordagem terapêutica que consiste na prevenção e tratamento de muitas doenças importantes, com grandes expectativas de melhora e/ou cura. Em geral, a terapia ou medicina ortomolecular busca avaliar nutrientes ausentes, excessivos ou desequilibrados no corpo.
Possui o objetivo de alcançar a homeostase (é um sistema integrado do organismo que mantém estabilidade das funções de entrada, metabolização e excreção), promover o equilíbrio metabólico e restabelecer as funções fisiológicas do corpo da pessoa a ser tratada.
Assim, restaurando o equilíbrio do organismo, a terapia ortomolecular é capaz de recuperar totalmente a saúde, além de uma estimulação eficaz do metabolismo. E pode ser aplicada por via oral, cutânea, subcutânea, intramuscular e endovenosa.
Segundo a Drª Andrielle, cientista especialista em estética avançada integrativa, a terapia ortomolecular é uma terapia complementar à medicina tradicional. Isso porque ela procura corrigir de forma personalizada as possíveis deficiências de oligoelementos como os aminoácidos, proteínas, minerais, ácidos graxos no organismo e assim prevenir ou tratar algum distúrbio que cada pessoa apresenta.
“Aqui na clínica a terapia é integralmente voltada para fins estéticos, como tratamento para acne, melasma, constipação intestinal, perda de peso, ganho de massa, queda e fortalecimento de cabelo, como por exemplo no aumento da imunidade”, relata.
Nesse caso, a profissional explica que existem vários princípios ativos destinados para diferentes tipos de queixas, como por exemplo a queixa de baixa imunidade. Neste caso pode ser feita a reposição de vitaminas C, E e D, aminoácidos como glutamina e creatina, o uso de anti-inflamatórios naturais como a cúrcuma, alho e o gengibre vão ajudar a acelerar o metabolismo, a pimenta do reino possui propriedades analgésicas, anti-inflamatórios e cicatrizante.
Tratamentos realizados com a terapia ortomolecular:
As talentosas mãe e filha, Anna Rita Araújo, artista plástica, e Anna Luisa Ferreira, chef, abriram as portas da charmosa mansão da família, no Setor Jaó, no último final de semana, para mais uma edição intimista do Aquarela & Afternoon Tea. O encontro reuniu convidados em uma atmosfera de elegância e delicadeza, unindo a expressão artística da aquarela à tradição do tradicional chá da tarde inglês, em uma experiência marcada por arte, gastronomia e boas conversas.
Clientes da Autocred em três estados contam por que escolheram a carta de crédito para comprar veículos.
Quando encontrou um caminhão no Mato Grosso, em janeiro, Bruno falou como se a decisão já estivesse tomada:
“Esse caminhão vai ser meu”. Naquele momento, era um desejo. Em agosto, o veículo já estava em Imperatriz, no Maranhão.A entrega foi preparada como uma ação de Dia dos Pais. Diante do homem que o ensinou a trabalhar na estrada, Bruno apontou para o veículo e disse:
“Aqui é o nosso caminhão, pai”.Foi com o pai que ele aprendeu a profissão. Agora, com um caminhão próprio, consegue continuar uma história que começou antes dele.
“Tenho o privilégio de ter sido ensinado pelo meu próprio pai.
A profissão que Deus deu como dom para ele, ele multiplicou e passou para mim.
Eu amo a minha profissão”, contou.Nesse caso, o caminhão não é apenas uma aquisição.
É a ferramenta de trabalho de Bruno e um passo importante para quem sempre quis ter o próprio veículo.
Ele reconhece que não esperava ver o plano sair do papel tão rápido. Da primeira vez que viu o caminhão até a entrega, passaram-se cerca de sete meses.
O caso foi acompanhado pela Autocred e aparece em um momento de crescimento dos consórcios no país.
Em julho de 2026, o setor chegou a 13,41 milhões de participantes ativos, o maior número já registrado.
Entre janeiro e julho, foram comercializadas 3,31 milhões de cotas, 14,9% a mais do que no mesmo período de 2025. Pouco mais de 1 milhão de consorciados foram contemplados nesses sete meses.
Os veículos leves concentram a maior parte desse público, com 5,54 milhões de participantes ativos.
Já no segmento de veículos pesados, do qual fazem parte os caminhões, os créditos disponibilizados somaram R$ 13,64 bilhões até julho, segundo a “Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios”
Fundada por Lucas Pontes, a Autocred trabalha com cartas de crédito para veículos e informa já ter atendido mais de 10 mil clientes.
As histórias reunidas pela empresa mostram que nem todos chegam com o mesmo objetivo.
Há quem dependa do veículo para trabalhar, quem carregue esse desejo há anos e quem esteja apenas tentando encontrar uma parcela possível dentro do orçamento.
Lucimar encontrou a empresa pelo FacebookFoi pelas redes sociais que Lucimar, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, conheceu a Autocred.
Ela não tinha dinheiro para comprar um carro à vista e já sabia que dificilmente conseguiria fazer isso sem algum tipo de planejamento.
“Eu tinha um sonho desde criança. Na minha família, a gente não tinha essa possibilidade, mas eu sonhava”, relatou.Lucimar começou o contrato pagando R$ 770 por mês.
Depois da contemplação, segundo ela, a parcela passou para R$ 664.
Com a carta de crédito, comprou um Volkswagen Voyage.O caminho percorrido por ela não é incomum. Uma pesquisa encomendada pela ABAC à Okiar Intelligence ouviu 3.290 consumidores e mostrou que 24% chegaram ao consórcio pelas redes sociais.
Outros 30% contrataram depois da indicação de um amigo.
O levantamento também revelou o que mais preocupa quem entra em um grupo.
Para 34% dos entrevistados, a principal expectativa é ser contemplado.
Outros 24% gostariam de saber com mais precisão quando isso acontecerá. É justamente aí que a informação precisa ser clara: a contemplação depende de sorteio ou lance e não há uma data que possa ser prometida ao cliente.
“Os resultados da pesquisa foram divulgados pela ABAC”
Uma diferença de quase R$ 1 mil na parcelaA professora Maricelma, de Cuiabá, Mato Grosso, chegou à Autocred depois de fazer as contas.
Ela queria comprar um Hyundai HB20, mas a simulação de financiamento apresentou uma parcela acima do que conseguiria assumir.“Ficou em torno de R$ 1.900 e alguma coisa. Infelizmente, para mim não daria”, contou.No contrato escolhido por ela, a parcela ficou em R$ 900.
A diferença foi decisiva, mas vale um cuidado: isso não significa que todo consórcio custe a metade de um financiamento. O resultado muda conforme o valor do veículo, a entrada, o prazo, as taxas e as condições oferecidas em cada operação.
O valor da parcela também não conta toda a história. No consórcio, pessoas com um objetivo semelhante formam um grupo e contribuem mensalmente para um fundo comum.
A carta de crédito é liberada após a contemplação, que ocorre por sorteio ou lance, e o pagamento continua até o fim do contrato.
Não há os mesmos juros cobrados em um financiamento, mas existem outros custos.
Taxa de administração, fundo de reserva, seguro e reajustes podem fazer parte do plano.
Tudo isso precisa estar explicado no contrato. Para quem necessita do veículo imediatamente, esperar pela contemplação pode não ser uma opção.
As experiências de Bruno, Lucimar e Maricelma não formam uma receita pronta.
Cada um tinha um orçamento, uma urgência e um motivo diferente para comprar.
Nos três casos, porém, o veículo deixou de ser apenas uma vontade distante e entrou em um planejamento possível para aquele momento.Bruno resume a própria história de maneira mais simples.
“Eu disse que esse caminhão seria meu. Agora ele está aí. Hoje estou com o meu próprio caminhão.
*Grupo Soma amplia atuação nacional e prepara nova fase de expansão em meio às mudanças tributárias no Brasil.
Com cerca de 700 clientes e 150 colaboradores, grupo sediado em Goiânia aposta em tecnologia, preparação para a Reforma Tributária, fortalecimento do agronegócio e expansão para o Pará, além de ampliar iniciativas de impacto social.
Com uma atuação que já ultrapassa as fronteiras de Goiás e alcança diferentes regiões do país, o Grupo Soma entra no segundo semestre de 2026 em uma nova etapa de sua estratégia de crescimento.
Sediado em Goiânia, o grupo atende aproximadamente 700 clientes e reúne cerca de 150 colaboradores, com presença em Goiás, Distrito Federal, Pará, Tocantins, Piauí, Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo.
Para os próximos meses, o planejamento combina preparação para os impactos da Reforma Tributária, investimento em tecnologia, ampliação de serviços, expansão geográfica e fortalecimento da atuação no agronegócio.
A operação reúne soluções nas áreas tributária, contábil, financeira, patrimonial, societária e empresarial, com atendimento a diferentes segmentos, especialmente indústria, comércio, bares e restaurantes.
Entre os serviços oferecidos estão gestão tributária e contábil, BPO contábil, fiscal, financeiro e de departamento pessoal, recuperação de créditos tributários, planejamento patrimonial e sucessório, contencioso tributário e societário, além de planejamento tributário.
A estrutura também contempla o agronegócio, por meio do Soma Agro e da Fazenda Triângulo.
A tecnologia ocupa papel cada vez mais estratégico dentro dessa estrutura.
O grupo mantém uma equipe interna dedicada à pesquisa e à implementação de ferramentas e plataformas e já utiliza soluções de Inteligência Artificial em suas operações.
A proposta é direcionar processos repetitivos e de maior escala para recursos tecnológicos, permitindo que os profissionais concentrem esforços em atividades que exigem análise, validação, conferência e interpretação de resultados.
Esse processo acompanha uma reestruturação iniciada no primeiro semestre de 2026, período marcado pela capacitação das equipes diante das transformações econômicas e tributárias em andamento no Brasil.
Entre os principais desafios está justamente a transição para o novo sistema tributário, que exigirá adaptação, planejamento e revisão de processos por parte das empresas.
Para auxiliar os clientes nesse cenário, o Grupo Soma estruturou um plano de atuação que envolve revisão de contratos, análise de créditos acumulados, avaliação de créditos relacionados a estoques, revisão cadastral e operacional e identificação de oportunidades tributárias.
O trabalho prevê ainda a elaboração de relatório executivo, definição de prioridades, responsáveis e prazos, além do acompanhamento da implementação das mudanças ao longo do período de transição, previsto até 2033.
BPO Financeiro, recuperação de créditos e Reforma Tributária estão entre os principais temas estratégicos definidos pelo grupo para o segundo semestre.
A expansão territorial também integra os próximos passos da empresa.
O Grupo Soma trabalha com a previsão de inaugurar, no início de 2027, uma filial em Canaã dos Carajás, no Pará, ampliando sua presença física em uma região marcada pela força da mineração, dos serviços e de diferentes cadeias produtivas.
No agronegócio, o Soma Agro utiliza a Fazenda Triângulo como espaço para treinamentos, visitas técnicas e dias de campo, aproximando conhecimento técnico, gestão e realidade produtiva.
O grupo também prevê participação em eventos e encontros empresariais ao longo do semestre, incluindo iniciativas voltadas ao setor de bares e restaurantes, além do ROUND 120 – Café com a Diretoria.
Paralelamente à expansão empresarial, o Grupo Soma mantém uma frente dedicada à responsabilidade social.
Criado pela própria organização, o Projeto Anjos desenvolve ações direcionadas a crianças, adolescentes, idosos, pessoas em situação de rua, famílias em vulnerabilidade e comunidades expostas a diferentes riscos sociais.
A iniciativa já atua em Goiás, Tocantins e Pará e passou recentemente a alcançar também comunidades no continente africano.
Ao reunir expansão nacional, inovação tecnológica, preparação para a Reforma Tributária, fortalecimento do agronegócio e responsabilidade social em uma mesma estratégia institucional, o Grupo Soma projeta o segundo semestre de 2026 como um período decisivo de preparação para um novo ciclo de crescimento e para as transformações que deverão impactar o ambiente empresarial brasileiro nos próximos anos.