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Dia Mundial da Alfabetização, Colégio Integrado

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Destaca o quanto aprender a ler e escrever é significativo para as crianças

Escola reforça a importância de uma abordagem científica no processo de alfabetização para que as práticas de ensino respeitem a maneira como o cérebro aprende

No Brasil, muitas mudanças ainda precisam ser implementadas para o avanço nos resultados no processo de alfabetização. É o que mostra a última edição da avaliação Progress in International Reading Literacy Study (Pirls), realizada em 2021. Na comparação com os 43 países que aplicaram os testes no 4.° ano do Ensino Fundamental, o Brasil teve média de 419 pontos (entre zero e mil), pouco acima da pontuação mais baixa da escala. Assim, ficou atrás de países como Uzbequistão e Azerbaijão, e estatisticamente empatado com Irã, Kosovo e Omã.

No Dia Mundial da Alfabetização, celebrado em 8 de setembro, o Colégio Integrado ressalta o quanto a criança se interessa por este processo, pois aprender a ler e escrever são anseios muitos significativos deste estágio do desenvolvimento. Uma alfabetização de qualidade impacta positivamente toda a vida escolar das crianças, e o domínio da leitura e da escrita abrirá as portas para todo o conhecimento e habilidades intelectuais a serem adquiridos. Com três unidades, a instituição foca neste trabalho especialmente em sua unidade de Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais (1º ao 5º ano), onde a alfabetização é abordada com métodos científicos que respeitam a maneira como o cérebro aprende, aliando as melhores práticas de ensino e criatividade infantil.

O colégio adota práticas educativas que visam não apenas ensinar a ler e escrever, mas também fomentar uma continuidade na linguagem, implementando estratégias que equilibram a aprendizagem formal com atividades lúdicas, criando um ambiente onde as crianças possam explorar e desenvolver suas habilidades linguísticas com confiança e entusiasmo.

A diretora da unidade Flamboyant Kids do Colégio Integrado, Stephanie Siqueira, explica que a alfabetização é um processo que envolve duas grandes esferas: o preparo psicomotor e a cognição, ou seja, as habilidades manuais direcionadas pela intencionalidade da escrita (como o fortalecimento do tônus muscular da mão, a maneira correta de se manusear os instrumentos da escrita e o desenho adequado dos traçados das letras), e as capacidades cognitivas ao ler e escrever (como a exata correlação fonema-grafema (som e letra), a composição de sílabas, palavras até o nível da frase e do texto, a rapidez da decodificação até a fluência da interpretação). “Nossa abordagem proporciona um repertório riquíssimo de atividades para cada uma destas esferas; e o envolvimento das crianças demonstra que fazemos uma alfabetização que respeita o seu desenvolvimento e a motiva a adentrar este universo desafiador e envolvente. E, uma vez que a alfabetização se consolida, um mundo maravilhoso do conhecimento se abre diante da criança e ela se vê capaz de ir atrás dos assuntos e informações que mais deseja. A criança na segunda fase da infância possui um desejo intrínseco em entender como o mundo funciona, e a leitura e a escrita são como uma chave com a qual ela abrirá as portas de todo o conhecimento a ser conquistado”, destaca.

Sobre o Colégio Integrado

O Colégio Integrado é uma instituição de ensino de Goiânia (GO) que oferece formação baseada em princípios éticos, com olhar direcionado para a integralidade do desenvolvimento acadêmico, social e profissional dos estudantes. A escola possui três unidades, sendo duas voltadas para o Ensino Fundamental e Médio – que são as unidades Jaó e Areião – e a unidade Flamboyant Kids, voltada para a Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais (1º ao 5º ano).

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Casamento no litoral cearense

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Laura e Rodolfo oficializaram sua união em uma cerimônia à beira-mar, no Ceará. A celebração reuniu familiares e amigos de Goiânia, Brasília e São Paulo, em uma programação marcada pela confraternização. Na foto, os noivos ao lado de Gyovana de Castro Carneiro, madrinha de Rodolfo.

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Café da Tarde

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Kolontay Abrahão (E) recebeu, na tarde da última segunda-feira (02), no Bazar Villa Kolontay, o restaurateur Elpídio Fiorda Neto e Iris Araújo. Durante a visita, eles conferiram as últimas promoções da loja e aproveitaram para colocar a conversa em dia, saboreando um delicioso café da tarde acompanhado de pão de queijo.

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Sorvete de Flocos

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JB Alencastro exclusivo para o D9 Notícias.

Final de tarde de um domingo cheio de sol e atividades. Caminhando, nadando, fotografando aves, almoçando uma pizza espetacular com vários copinhos de cerveja para degustar. Cada passagem, um encantamento. Uma descoberta.

E aí, olhando logo adiante, uma sorveteria. Se estivesse no México pediria um “helado de chispas de chocolate”. Pediu um sorvete de flocos, seu predileto.

Descobriu que na Austrália se diz “choc chip vanilla” e não “flake ice cream”. Vivendo e aprendendo.

Aliás, como é bom ser corrigido e descobrir o adequado naquele momento e hora. Ela pediu um de abacaxi. Detesta flocos, para ela é o pior sorvete do mundo. Ele tem dificuldades para odiar. Aquilo que não gosta, simplesmente evita. Olhando para cima, uma revoada de milhares de morcegos gigantes, chamados de “flying foxes”.

Centenas deles vão pousando num enorme ficus e fazendo uma algazarra semelhante a periquitos. Então, são eles que me saúdam ao entardecer na porta da minha casa, pensou.

E também no sorvetinho noturno.Engraçado como já havia tentado enganar sua companheira uma vez, pedindo “glace aux pépites” quando estiveram em Strasbourg, na França.

E nada. Ela reconheceu na hora o danado do flocos. Ofereceu com carinho, pois quando gostamos de algo, queremos dividir. Mas nem sempre o seu desejo é o desejo do outro. Necessita respeitar. E por isso, dentro da intimidade do casal, uma das coisas mais belas é o limite. O território daquilo que é bom para um mas não é para o outro.

O reconhecimento das preferências do ser amado e das suas próprias. Jamais pedir algo desagradável como “recompensa” por ter feito ou dito uma coisa bela. Imposição é feio.

Relações de poder são ruins. O melhor é a troca autêntica. Não adianta estar numa “gelateria” e solicitar um “gelato alla stracciatella” e aquela cor meio branca, meio amarelada, com os pedacinhos de chocolate denunciando o famoso sorvete de flocos.

Que ele fique com o seu sorvete. Só isso. Também respeitar as escolhas é fundamental. Nem todo mundo vai amar peixe e camarão e alguns podem até ter alergia, quiçá mortal. Insistir naquilo que sabiamente já está provado e satisfeito, não é educação. É o contrário.

É falta de. Quantas vezes não já lhe pediram para tomar “mais um cafezinho”, ou comer “mais um pão de queijo” e a refeição que fora tão gostosa, agora o empanturra.

Querer dividir algo que adoramos é bonito, mas pergunte antes se o outro também gosta. E se lhe perguntarem, seja sincero ao dizer que não, por exemplo. Amar é ver o outro satisfeito com suas escolhas.

E estando longe, torcer para que ele ou ela, esteja feliz mesmo na ausência. Aliás o amor mais bonito é aquele que na distância deseja o melhor para o outro. Que não cobra exclusividade e nem dedicação o tempo todo.

Por isso ele lá na China, deu uma volta no parque e pediu um 巧克力碎片冰淇淋 (qiǎokèlì suìpiàn bīngqílín) e voltou sorrindo com um belo pistacchio nas mãos, para ela.

O mundo gira, as pessoas mudam, e até as preferências também.

Por isso sempre pergunte (ou melhor ainda, descubra) o que o outro realmente quer, para que juntos possam comer até a casquinha do sorvete da vida.

JB Alencastro é médico e escritor

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