dentro do Luau da Liberdade, projeto aprovado pelo Sicoob, tem sua 2ª edição, com as cantoras convidadas Nila Branco e Grace Carvalho
Show gratuito promovido pelo Instituto Cultural Sicoob UniCentro Br, acontece no dia 20 de setembro, às 20h30, no Setor Jaó
Em uma noite que promete ser mágica e repleta de talentos musicais, o projeto “Pádua convida Elas” retorna para a sua segunda edição, trazendo ao palco as renomadas cantoras Nila Branco e Grace Carvalho. O evento, promovido pelo Instituto Cultural Sicoob UniCentro Br, acontecerá no dia 20 de setembro, às 20h30, na Praça Santa Cruz, no Setor Jaó. Com entrada gratuita, o show promete proporcionar uma experiência única de lazer e trocas culturais para toda a comunidade.
Com uma proposta intimista e de encontros culturais, “Pádua convida Elas” mantém seu objetivo de oferecer entretenimento cultural gratuito e de qualidade à população goianiense. A primeira edição, realizada em 2022, foi um sucesso de público e crítica, e a expectativa é que a segunda edição seja ainda melhor. O diferencial desta edição é a presença das cantoras goianas Nila Branco e Grace Carvalho, além de um músico convidado por elas.
O cantor e compositor Pádua, idealizador do projeto “Luau da Liberdade”, promoverá um evento que valoriza a diversidade cultural e musical. Com um show de altíssimo nível, Pádua e seus convidados irão celebrar os talentos regionais e proporcionar uma noite de lazer especial.
“Esperamos um público bem eclético. Além daqueles que já são amantes da música, queremos proporcionar uma experiência cultural para quem deseja conhecer um pouco mais do nosso rico repertório musical goiano e brasileiro,” explica Pádua.
Serviço:
Pádua convida Elas – Nila Branco e Grace Carvalho Quando: 20 de setembro (sexta-feira), às 20h30 Local: Praça Santa Cruz, Setor Jaó Entrada: Gratuita
OS ARTISTAS
Pádua
Cantor e compositor, Antonio de Pádua da Silva, o Pádua, descobriu desde cedo que gostava de cantar e desenhar. Nascido em Goiânia, seus primeiros estímulos musicais começaram ouvindo Tonico e Tinoco, MPB e ritmos da época de sua infância. Chegou a trabalhar em jornais como cartunista e ilustrador. Em 1976, começou a cantar profissionalmente. Tocou em diversos bares de Goiânia. Sua música tem como inspiração, além de suas vivências, influências como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e repentistas nordestinos. Em 1985, gravou seu primeiro trabalho solo, um compacto simples com as músicas “Pele” e “Arrandurá”. O álbum mais recente é de 2023, “Camelô de Cantorias”, totalizando 13 discos na carreira, entre coletivos e individuais. Nos anos 2000 se apresentou fora no Brasil, na Áustria e na França. Ao longo da sua carreira, o artista também já se apresentou com grandes nomes da MPB, como João Bosco, Almir Sater e Gonzaguinha. No início dos anos 90, fez vários shows com Carlinhos Brown, Margareth Menezes e Gilberto Gil.
Grace Carvalho
Grace começou sua carreira musical em 1999, quando estudava teatro na Universidade Católica de Goiás (UCG). Estudou canto na Escola de Música da Universidade Federal de Goiás (UFG), foi aluna do violinista Guinga e da cantora Fátima Guedes, em Brasília. Na capital federal, ela cantou com a big band do Teatro Nacional de Brasília. Em Goiânia, sua trajetória foi marcada inicialmente por um repertório de MPB. Mas, em 2005, Grace Carvalho se apaixonou pelo samba e tornou-se especialista do gênero na capital. A artista fez apresentações em bares e restaurantes de Goiânia, Brasília e no interior do Estado, além de ter participado de uma série de festivais na Bahia, Em São Paulo e Rio de Janeiro. Após ter reconhecimento nacional com o lançamento de seu primeiro álbum em 2009, “Caminhante”, fez apresentações em Paris, Barcelona e Londres. Em 2012, foi semifinalista do programa da Rede Globo The Voice Brasil. Grace conta ainda em sua trajetória com a participação no espetáculo No Singular, da Quasar Cia. de Dança e foi finalista do concurso “Novos Bambas dos Velhos Sambas”, no icônico bar Carioca da Gema, na Lapa, bairro boêmio do Rio de Janeiro. Foi no Rio de Janeiro, inclusive, que a cantora gravou seu segundo álbum, totalmente dedicado ao samba e produzido pelo violinista Rogério Caetano.
Nila Branco
A cantora goiana Nila Branco figura entre os nomes que aparecem em um time de grandes cantoras da música brasileira, quando em 1998 lançou seu primeiro CD, inaugurando a era da música pop no estado de Goiás. Em 2001, a música ‘Diversão’ incluída na trilha sonora da novela ‘Desejos de Mulher’, da TV Globo, ficou entre as 10 mais executadas nas rádios de todo o país. A partir daí, vieram os contratos com gravadoras, os shows, os programas de TV’s nacionais Jô Soares, Ana Maria Braga, Serginho Groisman, Bem Brasil, MTV, Adriane Galisteu, Marcos Mion, Music Box Brazil, Todo Seu, entre outros, além de videoclipes, músicas em novelas do SBT e Record TV. Em 2012, foi lançado o CD ‘Sete Mil Vezes’, produzido pela artista e por Renato Faleiro. O DVD ‘Sete Mil Vezes Ao Vivo’, (2014), gravado em Goiânia, teve exibição em vários canais de música brasileira e excelente repercussão nacional e internacional. Em 2018, chegou ao mercado o excelente CD ‘Azul Anil’, recheado de canções inéditas, boas surpresas e teve ótimas críticas e aceitação na mídia. A cantora e compositora Nila Branco, já fez trilhas sonoras para curtas-metragens, é desenhista, produtora cultural e também gestora de sua própria carreira. Mesmo em tempos de pandemia da Covid-19, Nila não parou um minuto sequer. Tratou de tirar ideias antigas da gaveta e lançar o ‘Influências’, projeto de conteúdo audiovisual com homenagens a artistas e bandas brasileiras que marcaram sua vida e sua carreira, contribuiu na criação, produção e apresentação do Festival Conexão Mulheres do Brasil, participou da Virada Cultural SP Online, além de lançar seu novo álbum ‘Lilith’, com seis músicas autorais. Gravado em plena pandemia, o CD ‘Lilith’ da cantora Nila Branco aborda o universo feminino sob diversos ângulos, que vão do amor puro e simples de “Libertar’ (Nila Branco/Beto Marcio), ao desencanto das relações humanas como em ‘Fale’ (Tainá Pompêo), chegando a ser dançante em alguns momentos como em ‘Amor é…’ (Sylvia Patricia), lembrando a Nila do início da carreira. Produzido por Leandro Carvalho, o CD ‘Lilith’ está presente em todas as plataformas digitais e também em lançamento físico que pode ser adquirido no Mercado Livre.
Informações para a imprensa: FatoMais Comunicação – desde 2004, a sua Agência de Comunicação Telefone: (62) 9 9222-3354 / (62) 9 9610-4088 Ana Paula e Silva / Dienys Rodrigues / Nayara Reis
Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music ShowEx-vocalista do Soweto e ex-padrasto de Lexa chama atenção pela rotina de preparação física e levanta expectativa sobre uma possível entrada no ringue.
Conhecido do público por sua trajetória na música, Cacau Jr., ex-vocalista do grupo Soweto e ex-padrasto da cantora Lexa, pode estar prestes a encarar um desafio bem diferente dos palcos.
O artista vem chamando atenção pela intensidade e dedicação demonstradas em sua rotina de treinos.
Os registros recentes mostram Cacau Jr. focado na preparação física, aumentando a curiosidade sobre até onde ele pretende levar essa nova fase.
E uma possibilidade já começa a movimentar os bastidores: uma eventual participação no Fight Music Show (FMS).
O evento, conhecido por promover confrontos que misturam nomes do entretenimento, influenciadores, artistas e atletas, poderia representar uma oportunidade para Cacau Jr. testar sua preparação dentro do ringue.
Por enquanto, não há confirmação de luta ou adversário, mas a possibilidade abre espaço para uma pergunta que promete movimentar o público: quem seria o nome ideal para enfrentar Cacau Jr. em uma possível estreia no FMS?Além da ligação com a música, Cacau Jr. também ficou conhecido nacionalmente por sua relação familiar com Lexa.
Agora, com os treinos ganhando intensidade, o artista pode apresentar ao público uma nova faceta, desta vez ligada ao universo das lutas e da preparação esportiva.
Uma possível entrada no Fight Music Show marcaria um novo capítulo em sua trajetória e poderia colocar frente a frente duas personalidades conhecidas do público em um confronto inédito.
E aí: quem deveria ser o adversário de Cacau Jr. caso ele aceite subir ao ringue do FMS?
Com eventos que vão de arte urbana em Berlim à feira de literatura em Frankfurt, fintech detalha custos e mostra como o uso da conta global em euro garante economia e praticidade.
Entre o final de setembro e novembro, o outono transforma a atmosfera da Alemanha; as folhas alaranjadas e o clima ameno abrem espaço para algumas das festividades mais procuradas da Europa.
Se a famosa Oktoberfest em Munique é um grande chamariz de público, a temporada revela um calendário cultural vibrante em todo o país.
Para quem busca enriquecer o roteiro, o mês de outubro é repleto de eventos culturais de grande relevância na Alemanha:
Festival das Luzes (Berlim): Agendado de 9 a 18 de outubro de 2026, monumentos históricos da capital alemã, como o Portão de Brandemburgo e a Torre de TV, se transformam em telas gigantes para projeções de vídeo e instalações artísticas tridimensionais.
Feira do Livro (Frankfurt), De 7 a 11 de outubro de 2026, a maior feira de livros do mundo abre as portas para o público geral no fim de semana, com debates, sessões de autógrafos com autores internacionais e uma forte presença da cultura pop e cosplay.Beethovenfest (Bonn):
O prestigiado festival de música clássica reúne orquestras globais renomadas na cidade natal de Ludwig van Beethoven, com grandes apresentações de encerramento até o dia 3 de outubro.
Mercado de Cebolas (Weimar): De 9 a 11 de outubro de 2026, a cidade sedia uma das festas populares mais antigas da Alemanha, com mais de 360 anos de história e repleta de artesanato, música ao vivo e tranças feitas de cebolas e flores secas.
Jazzfest Berlin (Berlim):
No final de outubro e início de novembro, a capital recebe um dos festivais de jazz mais tradicionais da Europa. Foto de Vitor Fontes na Unsplash Como planejar os custos do roteiro no outono Para aproveitar desde os espetáculos artísticos até os castelos, o planejamento financeiro é essencial.
A Nomad, conta pioneira em soluções financeiras globais, levantou os custos médios para o turista brasileiro se preparar no período:
Hospedagem:
Durante a alta temporada de outono, uma diária na Alemanha fica na faixa de €95 a €120, valor que pode facilmente dobrar em cidades como Munique durante a Oktoberfest.
Alimentação e passeios:
O orçamento diário gira em torno de €30 a €45, mas é possível economizar aproveitando comidas de rua nos festivais, como o tradicional Currywurst (€4) ou um Pretzel (a partir de €2), e opções de almoço executivo (€10 a €15).
Nas atrações, as entradas para a Ilha dos Museus, em Berlim, variam de €12 a €14, e as visitas aos icônicos castelos da Baviera partem de €18. Já nas tendas da Oktoberfest, a entrada é gratuita, mas a caneca de um litro de cerveja sai, em média, por €14 a €15.
Transporte:
Tickets diários de trem e metrô nas grandes cidades custam em média €8 a €10.
Além disso, o país possui uma das malhas ferroviárias mais eficientes da Europa, operada pela Deutsche Bahn (DB), permitindo viagens rápidas para outras regiões alemãs e bate-voltas para destinos como Praga e Amsterdã.
“Um dos principais erros do turista é deixar para comprar ingressos, passeios e passagens de trem na última hora, ficando refém da variação cambial”, destaca Bruno Guarnieri, CRO da Nomad.
“Com a conta global, o viajante converte o saldo em euro antecipadamente e já faz essas reservas online do Brasil.
Isso significa travar o custo da viagem, chegar à Alemanha com o orçamento garantido e pagar despesas em restaurantes, museus e festividades com total praticidade.”
Sobre a Nomad Fundada em novembro de 2020, a Nomad foi pioneira em oferecer aos residentes no Brasil uma conta bancária nos EUA e, atualmente, é um dos maiores players do mercado no que tange soluções completas para a vida financeira global dos brasileiros.
Com a fintech, os clientes podem construir seu patrimônio financeiro em dólar, além de realizar transferências internacionais e compras no exterior.
O cartão Nomad é aceito globalmente para operações presenciais e virtuais, além de permitir saques em caixas eletrônicos (ATMs).
Por meio da plataforma de investimentos, a fintech concede acesso às principais bolsas americanas para a realização de aplicações em ações, ETFs, REITs, Bonds e títulos de renda fixa em dólar para quem busca ‘dolarizar’ o patrimônio como forma de diversificação e, consequentemente, mais proteção.
Os serviços de investimento oferecidos pela Nomad são intermediados pela corretora local Global Investment
Goiás registrou crescimento de 9,1% no número de vinícolas em 2025, quase cinco vezes acima da média nacional (Foto: Emater Goiás)
Goiás registrou crescimento de 9,1% no número de vinícolas em 2025, ritmo quase cinco vezes superior à média brasileira.
O Estado chegou a 12 estabelecimentos registrados no período, enquanto o país alcançou 965, com avanço de 1,9% em relação ao ano anterior.
Os dados fazem parte do Anuário do Vinho 2026, primeira publicação específica sobre essa cadeia produtiva lançada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
O levantamento mostra que Goiás concentra 70,6% das vinícolas registradas no Centro-Oeste.
Das 17 empresas contabilizadas na região, 12 estão no Estado, enquanto Mato Grosso e o Distrito Federal têm dois estabelecimentos cada, e Mato Grosso do Sul, um.
Goiás foi também a única unidade da região a registrar aumento no número de vinícolas entre 2024 e 2025. As vinícolas goianas somavam 161 vinhos registrados no Mapa em 2025, média de 13,4 por estabelecimento.
O levantamento contabiliza produtos formalmente registrados no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro), por isso o número não corresponde necessariamente à quantidade de rótulos disponíveis comercialmente.
A quantidade de produtos coloca Goiás na sétima posição nacional em número de vinhos registrados.
A média brasileira é de 16,8 por estabelecimento.
A cadeia começa antes das vinícolas. Dados da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) apontam cerca de 116 produtores de uva, 410 hectares cultivados e presença da cultura em 55 municípios de Goiás.
As principais áreas produtoras estão nas regiões Sul, Sudoeste, Centro e Noroeste, em municípios como Goiatuba, Santa Helena de Goiás, Anápolis, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Hidrolândia e Itaberaí.
A produção de uva de mesa ainda predomina, mas a Agência também aponta potencial para ampliação do cultivo destinado à fabricação de sucos e vinhos.
Vinhos de inverno
A presença de Goiás nessa nova geografia da produção brasileira está relacionada também ao desenvolvimento de técnicas que permitiram levar a vitivinicultura a regiões antes pouco associadas ao vinho.
Pesquisa da Embrapa Uva e Vinho identifica no país uma terceira macrorregião produtora, mais recente, baseada nos chamados vinhos de inverno.
O modelo começou em Minas Gerais e chegou, entre outros estados, a Goiás. Nesse sistema, a videira passa por duas podas ao ano, com a colheita deslocada para o inverno, entre junho e agosto.
Segundo a Embrapa, essa nova fronteira está presente em áreas de clima subtropical e tropical de altitude, com vinhedos localizados entre 600 e 1.200 metros.
A técnica altera o calendário tradicional da cultura e permite que a maturação das uvas ocorra em condições diferentes das encontradas na colheita de verão.