Com 700 crianças inscritas e cerca de 2.200 pessoas presentes, a Corrida Opus Kids movimentou a Reserva Ybiti, no alto do Bueno, na manhã do último domingo, 13 de outubro, em celebração ao Dia das Crianças. As primeiras largadas foram só fofura, com os pequenos correndo de velocípede. Nas demais, muita alegria e garra dos miniatletas até 12 anos que correram rumo à medalha. Além da corrida, a manhã contou com muita diversão com circuito crosskids e diversas oficinas gratuitas, entre elas gastronomia infantil, horta doméstica, confecção de brinquedos, skate e pipa. O evento também teve brinquedos para todos os gostos: piscina de bolinhas, pula-pula, parede de escalada, castelo inflável, tobogã, mesinhas para desenhos e pinturinha de rosto.
Em visita à Anápolis, o atual presidente da Codego, Luiz Antônio Rosa (às esq.) e André Rocha, presidente da Fieg (2º à dir), foram recepcionados pelos incorporadores Amador Santos e Juliano Santos, os dois pai e filho sócios da Emisa, uma das maiores incorporadoras da cidade de Anápolis.
Anápolis faz parte deste grupo, que se tornou a maior desta categoria no Centro-Oeste, a décima-terceira do País
Entre 2010 e 2022, as cidades de médio porte sozinhas absorveram mais de 67% do crescimento populacional total do país – cerca de 8,3 milhões de novos habitantes. A participação desse grupo no total da população brasileira saltou de 25,4% para quase 28%, enquanto o peso das cidades com mais de 500 mil habitantes apresentou leve recuo.
Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que também aponta o crescimento de Anápolis nesta categoria. O município é atualmente a maior cidade de médio porte do Centro-Oeste e a 13° do País, de acordo com dados dos dois últimos censos. A taxa de crescimento entre 2010 e 2022 foi de 19,2%; em 2026, atingiu a população estimada de 424.647 habitantes.
Localizada entre Goiânia e Brasília, Anápolis que completou 119 anos em julho de 2026, integra um dos principais eixos econômicos do Centro-Oeste. O município se destaca pela atividade industrial, setor farmacêutico e logística. Essa combinação de localização e dinamismo econômico ajuda a explicar sua importância regional e coloca em pauta os caminhos de sua expansão urbana, na visão do presidente do Sindicato da Construção Civil de Anápolis (Sinduscon Anápolis), Juliano Santos.
“Mais do que um indicador demográfico, esse movimento reflete a força da economia local e as oportunidades que o município oferece. Anápolis reúne características muito favoráveis para quem busca construir uma vida, desenvolver uma carreira ou empreender”, diz.
Esse cenário também se reflete no mercado imobiliário. A chegada de novos moradores, profissionais e empresas amplia a demanda por moradias e empreendimentos corporativos. “A cidade tem um grande potencial para os próximos anos. Nosso desafio é fazer com que essa expansão seja acompanhada de planejamento urbano, infraestrutura e qualidade de vida. Mais do que crescer, precisamos crescer de forma organizada e sustentável”, diz completa Juliano, que também é diretor da Emisa Incorporadora.
Na visão de Luiz Ghannoum, especialista imobiliário, a qualidade de vida da cidade associada a seu desenvolvimento econômico vem atraindo os moradores. “Aqui o trânsito é menor, a gente atravessa a cidade em 15 minutos. A cidade conta com parque, gastronomia, boa rede de comércio e serviços”, lista as vantagens. Além disso, ele considera que o fato de estar entre duas capitais – a 50 km de Goiânia e a 150 Km de Brasília – atrai famílias que buscam um lugar mais tranquilo para se viver, mas querem estar próximas de grandes centros ao mesmo tempo.
“Temos notado uma procura recorrente de clientes com este perfil”, diz ele que é diretor comercial +VGV Anápolis, gestora do condomínio horizontal Reserva Sunflower, que está em obras na cidade. O empreendimento, da Elmo Incorporações, está a 10 minutos de bairros tradicionais da cidade, traz lazer completo, o que inclui um complexo esportivo com quadras e academia equipada e assinada pela Flex Home, lazer infantil, praça de eventos, lago para contemplação, praça de lazer, iluminação subterrânea, entre outros diferenciais. São mais de 45 mil m² de áreas verdes e de preservação permanente.
Já a Emisa Incorporadora, uma das mais tradicionais de Anápolis, está em seu 22° empreendimento na cidade, trazendo lançamentos alinhados com as tendências contemporâneas nas grandes cidades. Um deles é o Assis Business & Mall, um lançamento corporativo desenvolvido para se integrar com o entorno repleto de natureza e trazer um pouco do aconchego e conforto da casa para o escritório. Outro é o Ares Jundiaí, edifício residencial mais alto da cidade que receberá, no topo, um rooftop com visão panorâmica em 360 graus e equipamentos de lazer. Para David Barbalho, superintendente do Gran Life, o custo de vida menor oferecido na cidade, em relação às capitais, é outro motivo que atrai novos moradores. “Esse torna-se um bom motivo, somado às oportunidades de trabalho e crescimento”, disse. Essa percepção também foi do empresário paulista Bruno Magalhães, que mora em Uberlândia (MG) há 20 anos, e resolveu investir em Anápolis. Ele identificou oportunidades de crescimento econômico nos setores de saúde e imobiliário. “Analisei o crescimento populacional, a localização estratégica e a chegada de novas indústrias e empresas. Anápolis reúne características importantes para investimentos de longo prazo. Por isso, comecei a apostar na cidade em 2018”, explica.
Presidente da Codego e presidente da Fieg, foram recebidos por incorporadores em Anápolis
Bruno investiu no Gran Life, da ABL Prime, empreendimento mixed-use que integra moradia, trabalho, saúde e serviços. Ele adquiriu salas comerciais no Gran Life Office e apartamentos no Gran Life Residence e observou uma valorização do metro quadrado das aquisições acima da média que vinha considerando para o mercado. O barretense Djair Dias Brito chegou a Anápolis no final da década de 1960, vindo de Frutal, no Triângulo Mineiro. Na época, conciliou a vida na cidade com os estudos de Engenharia na Universidade de Brasília. Ao longo dos anos, construiu sua trajetória profissional, constituiu família com Maria Cecília Martins Brito e fez grandes amigos. Primeiro morador do Gran Life, aos 75 anos, continua encontrando em Anápolis as condições ideais para conciliar os negócios e a vida pessoal. Empresário, com propriedades rurais e negócios em municípios vizinhos, Djair destaca a localização geográfica estratégica da cidade, que facilita os deslocamentos e permite acompanhar suas atividades de perto. Para ele, Anápolis reúne dinamismo, oportunidades e qualidade de vida. Morador ao lado do Santuário Sant’Ana, no Centro, Djair também valoriza as facilidades que fazem parte de sua rotina, como a proximidade dos serviços, o acesso à saúde, a possibilidade de caminhar e a convivência com as pessoas. “Anápolis tem um clima agradável e um trânsito cotidiano mais fluido. Visito cidades como Goiânia, Brasília e Pirenópolis, sempre pegando estrada. Mas, em Anápolis, encontro toda a qualidade de vida de que preciso, tenho acesso aos serviços de saúde e, de onde moro, consigo fazer tudo a pé”, destaca.
Test drive acompanhado orienta iniciantes sobre comandos básicos e funcionamento do veículo antes da decisão de compra
O mercado de motocicletas vive um momento de expansão no Brasil, e as opções elétricas começam a ganhar espaço entre os consumidores. Em 2025, até novembro, foram 7.643 motos elétricas emplacadas no país, crescimento de 15,17% em relação ao mesmo período do ano anterior. O avanço acompanha uma busca crescente por alternativas de mobilidade urbana e também coloca um novo público diante de uma pergunta: como pilotar uma moto elétrica pela primeira vez?
Em Goiânia, a MotoChefe aposta em um atendimento que vai além da apresentação do veículo. A loja oferece test drive acompanhado para clientes que nunca pilotaram uma moto, com orientação sobre os principais comandos e acompanhamento durante os primeiros movimentos. A proposta é permitir que o consumidor conheça, na prática, a experiência de pilotar antes de decidir pela compra.
A proposta acontece durante o processo de apresentação do veículo e não funciona como um curso formal. Quando o cliente demonstra interesse em adquirir uma moto, os próprios vendedores acompanham a experiência e explicam, na prática, os principais comandos.
Segundo Ilara Nathalie, empresária à frente da MotoChefe Goiânia, o atendimento começa pelo básico. O cliente recebe orientações sobre onde está o freio, como funciona o acelerador e, principalmente, sobre a sensibilidade dos comandos.
“Damos os primeiros passos, damos dicas e ensinamos a pessoa que nunca pilotou uma moto a pilotar do zero. Durante o test drive, o vendedor permanece próximo ao cliente e mantém um controle remoto em mãoS”, explica Ilara.
De acordo com a empresária, nos modelos que contam com esse recurso, o controle permite ligar ou desligar a moto, possibilitando uma intervenção rápida caso o iniciante se assuste ou tenha dificuldade durante os primeiros movimentos.
A experiência une explicações teóricas e práticas. Para a profissional, antes de sair pilotando, o consumidor conhece os comandos e recebe orientações sobre o funcionamento da moto. Em seguida, começa a experimentar o veículo com o acompanhamento do vendedor.
“O próprio vendedor faz esse test drive assessorado ao cliente no ato da venda. É prático e teórico ao mesmo tempo. A experiência é voltada principalmente para consumidores que têm interesse na mobilidade elétrica, mas ainda não possuem familiaridade com as motocicletas. Para esse público, a possibilidade de experimentar o veículo com acompanhamento permite conhecer melhor a condução antes de tomar a decisão de compra”, afirma Ilara.
Segundo Ilara Nathalie, a orientação faz parte da proposta da empresa de aproximar a mobilidade elétrica de pessoas que estão tendo o primeiro contato com esse tipo de veículo. “Oferecemos esse serviço porque acreditamos na possibilidade da mobilidade elétrica para todos. E mostramos o quanto é fácil pilotar”, destaca.
O acompanhamento, portanto, vai além de uma simples demonstração comercial. O test drive se transforma em um primeiro contato guiado com a tecnologia, permitindo que o consumidor conheça os comandos, entenda o funcionamento da moto e experimente a condução antes de decidir pela compra.
A MotoChefe não oferece um curso ou treinamento formal de pilotagem. A orientação é uma etapa incorporada ao atendimento e realizada pelos vendedores durante o test drive, de acordo com o perfil e a experiência de cada cliente.