Mesmo com forte ritmo de crescimento populacional, a capital goiana mantém alto índice de qualidade de vida, muito graças à parcerias entre a administração pública e o setor privado, em especial do da construção civil
No dia 24 de outubro Goiânia completa 91 anos, num ritmo de crescimento bem acima no nacional, pelo menos é o que apontam os números do último Censo do do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com recenseamento, a população goianiense cresceu 10,4% entre 2010 e 2022, bem acima dos 6,5% registrados no país. Esse salto fez com que a capital goiana se tornasse o 10º município brasileiro com maior quantidade de moradores. A elevação na quantidade de domicílios foi de 35,6%, acima dos 34% registrados nacionalmente. E mais: a região metropolitana de Goiânia registrou uma taxa média geométrica de crescimento anual da população, entre 2010 e 2022, de 1,49% ao ano, a segunda maior do Brasil.
Mas mesmo com esse forte crescimento populacional, a capital mantém um dos maiores níveis de qualidade de vida, sendo o segundo melhor entre todas as 27 capitais, segundo indica o Índice de Progresso Social (IPS) 2024, estudo feito anualmente pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) em parceria com outras fundações e institutos de pesquisa social. Entre as políticas públicas que têm feito a diferença para o bom desenvolvimento urbano da cidade, a fim de manter o alto índice de qualidade de vida mesmo com uma população crescente, estão as parcerias entre administração pública e empresas privadas, especialmente do setor da construção civil, como a MRV, empresa do grupo MRV&CO, e maior construtora da América Latina que está em Goiás desde 2006.
Só em Goiânia, a empresa já lançou 78 projetos, totalizando mais de 10 mil imóveis entregues. Em paralelo às obras que constrói e entrega, a MRV realiza ações de urbanização que impactam positivamente na qualidade de vida da população vizinha aos seus empreendimentos. Desde 2006 já são mais de 657 milhões de reais investidos na cidade, sendo 30 milhões só em obras de urbanização no entorno de seus condomínios residenciais, como pavimentação asfáltica, construção de calçadas, plantio de árvores, implantação de sinalização de trânsito, e outras ações.
De acordo com o gestor comercial da MRV em Goiás, André Ramos, ao longo desses 18 anos de atuação em Goiânia, a construtora sempre entregou mais do que o sonho da casa própria. “Ao longo destas quase duas décadas, a companhia conquistou seu espaço no mercado, realizando sonhos do primeiro imóve e gerando emprego e renda para a população. Também contribuiu com obras de urbanização nas vizinhanças de seus empreendimentos, empreendimentos estes que também ancoraram o desenvolvimento econômico de vários bairros da cidade”, afirma o gestor.
Realidade transformada Um bom exemplo de como os empreendimentos imobiliários da MRV podem impactar positivamente no desenvolvimento urbano da cidade pode ser visto no Setor Perim, região norte de Goiânia. Considerado antigamente um bairro estruturalmente carente, agora a região se destaca pela chegada de diversos comércios e serviços, após a implantação de condomínios residenciais projetados e construídos pela MRV, que fizeram também com que a população local quase dobrasse nos últimos quatro anos. No bairro, a construtora implantou o residencial Gran Vitta, que foi entregue em novembro de 2020 e abriga 320 famílias; e o Gran Valley, que oferece 432 apartamentos, cuja última etapa do residencial foi disponibilizada em dezembro de 2022. Somente esses dois empreendimentos da MRV contemplam quase 900 famílias, o que equivale a uma população de aproximadamente 3 mil pessoas. A chegada desses dois residenciais estimulou um círculo virtuoso no bairro, atraindo outros investimentos, como por exemplo, um street mall, que em breve irá trazer opções de alimentação, entretenimento, pet shop, salão de beleza e estética, academia de ginástica e lotérica, entre outros. Morando na região há cerca de 20 anos, Agnaldo Eterno dos Santos diz que a instalação dos prédios fez com que diversos estabelecimentos fossem atraídos para o norte da cidade, fazendo com que o poder público também olhasse mais pela região. “Onde antes só havia lotes baldios, sem construção, hoje, em função da chegada dos empreendimentos da MRV, o comércio local aumentou significativamente para atender a essa população. É notável o progresso que a região teve”, comenta o morador. Com a chegada dos empreendimentos da MRV, Agnaldo explica que a segurança na região também melhorou. “Com mais comércios e moradores, precisou-se de mais policiamento. E também contribuiu para a estrutura de segurança dos próprios condomínios, que possuem monitoramento por câmeras 24 horas por dia”, revela.
O consultor e diretor de cassinos Mario Guardado visitou o sofisticado Fontainebleau Las Vegas, um dos mais novos e luxuosos empreendimentos da famosa Las Vegas Strip.
Em registro feito diante da imponente estátua da Fortuna, símbolo marcante da propriedade, Mario destacou a grandiosidade do complexo, reconhecido por sua ampla variedade de restaurantes de gastronomia internacional e pela badalada boate LIV, um dos principais pontos de entretenimento noturno de Las Vegas.
Julho Roxo alerta para o câncer de bexiga: diagnóstico precoce pode salvar vidas Pouco lembrado nas campanhas de saúde, o câncer de bexiga é um dos tumores mais frequentes do trato urinário e registra mais de 11 mil novos casos por ano no Brasil. Apesar dos números expressivos, a doença ainda é cercada por desinformação, o que faz com que muitos pacientes procurem atendimento apenas em fases mais avançadas. Durante o Julho Roxo, mês dedicado à conscientização sobre o tema, especialistas reforçam que reconhecer os primeiros sinais é o caminho mais eficaz para aumentar as chances de cura. Para o urologista Bernardo Barreira, o maior desafio é fazer com que a população compreenda que determinados sintomas nunca devem ser ignorados. Segundo ele, a presença de sangue na urina é o principal sinal de alerta para o câncer de bexiga e exige investigação imediata, principalmente em pessoas acima dos 50 anos. “Mesmo que o sangramento desapareça espontaneamente e não seja acompanhado de dor, a avaliação médica é indispensável”, afirma. Diferentemente de outros tipos de câncer, o tumor de bexiga não possui exames de rastreamento indicados para pessoas sem sintomas. Por isso, explica o especialista, a atenção aos sinais do organismo é fundamental. Qualquer alteração urinária persistente deve motivar uma consulta com o urologista. Entre os fatores de risco, o tabagismo ocupa posição de destaque. O cigarro é considerado o principal responsável pelo desenvolvimento da doença, elevando significativamente o risco entre fumantes e ex-fumantes. Também merecem atenção pessoas que trabalham em contato frequente com produtos químicos, como tintas, solventes e derivados do petróleo. Nesses casos, o uso correto de equipamentos de proteção individual é indispensável para reduzir os riscos. Além da prevenção ao câncer de bexiga, Bernardo Barreira reforça que hábitos saudáveis contribuem para a saúde de todo o sistema urinário. Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle do peso corporal e abandono do cigarro são medidas capazes de reduzir a incidência de diversas doenças urológicas. O médico também chama atenção para um comportamento ainda comum entre os homens: adiar consultas e exames preventivos. Segundo ele, essa resistência cultural faz com que muitas doenças sejam diagnosticadas apenas quando já apresentam sintomas importantes. “A participação da família, especialmente de esposas e filhos, costuma ser decisiva para incentivar o homem a procurar atendimento médico antes que os problemas apareçam”, observa. Quando o diagnóstico é feito precocemente, as perspectivas são muito mais favoráveis. Nos casos de câncer, identificar a doença em seus estágios iniciais aumenta significativamente as chances de cura e permite tratamentos menos invasivos, preservando a qualidade de vida do paciente. Ao encerrar o alerta do Julho Roxo, Bernardo Barreira deixa uma mensagem simples, mas contundente. “A bexiga não manda WhatsApp. Ela manda sangue na urina. Se a urina estiver avermelhada, não espere melhorar sozinha. Isso não é normal. Procure um médico. O diagnóstico precoce pode salvar vidas.”
Evento será realizado em 12 de julho, em Itapirapuã, e toda a renda será destinada ao Hospital de Câncer Francisco Camargo, em Inhumas
Um violão autografado pelo cantor Zezé Di Camargo, uma camisa da Seleção Brasileira assinada por Amado Batista, mais de 100 cabeças de gado e dezenas de prendas doadas por produtores rurais, empresas e artistas estarão entre os itens oferecidos durante o leilão beneficente promovido pela 3M Leilões no próximo dia 12 de julho, em Itapirapuã. A programação começa ao meio dia, com almoço solidário ao valor de R$ 20 por pessoa, cuja arrecadação também será destinada ao Hospital de Câncer Francisco Camargo, localizado em Inhumas.
O evento reúne voluntários de diferentes setores para arrecadar recursos destinados à manutenção da unidade hospitalar, que atende pacientes com câncer e realiza exames especializados. Segundo os organizadores, profissionais envolvidos na realização do leilão, como leiloeiros, equipe operacional, funcionários, prestadores de serviço e fornecedores, participam de forma voluntária.
Além dos animais, o leilão ficou conhecido por receber doações que costumam despertar o interesse dos participantes. Em edições anteriores, uma galinha acompanhada de cem pintinhos foi arrematada por R$ 2 mil. Também já passaram pelo remate camisetas autografadas por Pelé e violões assinados por artistas como Leonardo, Rio Negro & Solimões e Christian & Ralf.
De acordo com o diretor-presidente do Grupo Scatena & Filhos e da 3M Leilões, Guilherme Scatena Neto, a mobilização se mantém porque muitas pessoas da região já acompanharam de perto o trabalho desenvolvido pelo hospital.
“Todo o trabalho realizado no leilão é voluntário e a arrecadação é destinada integralmente ao hospital. Sempre que precisamos da instituição, encontramos atendimento. Essa é uma forma de contribuir para que esse serviço continue funcionando”, afirma.
Scatena cita um episódio ocorrido no fim de 2023 para explicar o envolvimento da organização com a causa. Segundo ele, a sogra de um funcionário da empresa enfrentava dificuldades para conseguir atendimento oncológico durante uma paralisação em Goiânia. Após contato com a direção do Hospital de Câncer Francisco Camargo, a paciente foi recebida na unidade de Inhumas, passou por avaliação médica e, diante da necessidade de tratamento intensivo, foi encaminhada para outra unidade hospitalar. Embora ela tenha falecido poucos dias depois, toda a assistência e o transporte foram oferecidos sem custos para a família.
A expectativa da organização é repetir o desempenho das edições anteriores, que já arrecadaram mais de R$ 350 mil em diferentes anos. Antes da pandemia, um dos leilões promovidos pelo grupo destinou aproximadamente R$ 388 mil ao hospital.
Os organizadores também continuam recebendo doações de animais e outros bens que possam ser leiloados. Objetos de coleção, peças autografadas, equipamentos, produtos e outros itens podem integrar o remate e ampliar a arrecadação destinada ao atendimento de pacientes oncológicos.