Connect with us

Notícias

Turma do Cabeça Oca celebra 35 anos  em novembro

Publicado

on

Comemorando 35 anos de trajetória e programações diversas, a Turma do Cabeça Oca realiza no próximo neste fim de semana o “Sábado Sabido”, e no próximo dia 17 leva ao palco o espetáculo “Turma do Cabeça Oca No Mundo de Cora Coralina”, no Teatro SESI, em Goiânia

Do sonho de infância aos mais de 1 milhão de exemplares vendidos em todo o Brasil, a jornada da Turma do Cabeça Oca será celebrada em grande estilo em novembro de 2024. Criado pelo escritor goiano Christie Queiroz, o personagem Cabeça Oca conquistou gerações com mais de 40 publicações e milhares de tirinhas publicadas em importantes jornais do país. Neste fim de semana, será realizado o especial Sábado Sabido, evento cultural em Goiânia voltado para famílias, que ocorre todo segundo sábado do mês na Loja da Turma do Cabeça Oca, no centro da cidade. Focado em incentivar a leitura e a arte, oferece atividades variadas para crianças e adultos, criando um ambiente acolhedor e educativo. O evento é gratuito, com algumas edições podendo incluir atividades pagas, e os ingressos são limitados (https://www.turmadocabecaoca.com.br/).

A celebração de 35 anos da Turma do Cabeça Oca ainda conta com o espetáculo “Turma do Cabeça Oca No Mundo de Cora Coralina”, uma homenagem à célebre poetisa goiana. O evento será realizado no dia 17 de novembro, às 17 horas, no Teatro SESI, em Goiânia. Cabeça Oca e sua turma trazem à tona valores como amizade e inclusão em histórias que dialogam com a obra atemporal de Cora Coralina.

“Promover cultura e reflexão através da Turma do Cabeça Oca e unir isso à obra de Cora Coralina é uma forma de honrar nossas raízes e inspirar novas gerações”, afirma Christie Queiroz.

A criação do marco cultural
Christie Queiroz, nascido em Goiânia em 23 de janeiro de 1973, encontrou na infância o caminho que o levaria à criação de um dos personagens mais queridos da literatura infanto-juvenil brasileira. Sua mãe, estudante de Belas Artes, inspirou nele o gosto pelas artes, cercando-o de tintas, canetas, papéis e livros. Desde cedo, Christie recortava imagens de gibis e criava suas próprias histórias para entreter a família.

Aos 5 anos, inspirado por um momento curioso em frente ao espelho, deu vida ao Cabeça Oca. A alcunha surgiu quando sua mãe, ao vê-lo desenhando, brincou chamando-o de “cabeça oca”. Achando o termo divertido e original, Christie batizou seu personagem com o nome que seria o primeiro passo de sua carreira de sucesso. Na escola, criava e vendia seus gibis aos amigos e professores, e, com o apoio da mãe, buscou divulgar suas criações na imprensa local.

Aos 16 anos, Christie iniciou a publicação das tirinhas no Jornal O Popular e, posteriormente, no Jornal do Tocantins e no Jornal de Brasília, consolidando a presença do Cabeça Oca em diferentes regiões.

O nascimento de sua filha, em 2000, trouxe nova inspiração: Mariana, uma personagem curiosa e de fala peculiar, que se uniu ao irmão Cabeça Oca em novas aventuras. Em 2003, Christie lançou seu primeiro livro, “Elétrico, Neurótico e Sem Juízo”, marcando o início da Coleção Cabeça Oca, que já soma mais de 40 títulos.

Reconhecimento
O trabalho de Christie Queiroz rendeu diversos prêmios e indicações ao longo dos anos. Em 2005, recebeu menção honrosa em Nova York e foi premiado com o Abigraf de Melhor Livro Infantil por “Um Super Dentro de Mim” e “Turma do Cabeça Oca no Mundo de Cora Coralina” (2008). Suas obras também conquistaram indicações ao Prêmio HQ Mix em 2006 e 2007, na categoria de Melhor Álbum Infantil e Melhor Publicação de Tiras.

Em 2016, Christie foi laureado com o 32º Prêmio Angelo Agostini, na categoria Mestre do Quadrinho Nacional, pela Associação dos Quadrinhos e Caricaturistas de São Paulo, além de receber o Prêmio Jaburu de Destaque Cultural em Goiás, que celebra figuras importantes para a cultura do estado.

Mais recentemente, em 2020, o espetáculo “Turma do Cabeça Oca contra o Bullying” foi indicado ao prêmio HQ Mix como melhor adaptação nacional, e em 2021, Christie foi novamente lembrado pelo Prêmio Angelo Agostini, na categoria de Melhor Web Quadrinho.

Inspirado pela sua rotina, família e pela riqueza cultural de Goiás, Christie continua a publicar as tirinhas da Turma do Cabeça Oca diariamente, em quatro idiomas, com o apoio de fãs voluntários. Suas criações também ganham vida nos palcos, alcançando novas audiências por meio de peças teatrais em todo o Brasil.

35 anos do menino levado
Serviço:
 *Espetáculo: Turma do Cabeça Oca No Mundo de Cora Coralina
Data: 7 de novembro (Sábado Sabia) – das 09h30 às 12h e 17 de novembro de 2024 (Teatro) – 17h
Local: Loja da Turma do Cabeça Oca – Rua 55, nº887, centro, Goiânia – GO  e Teatro SESI – Goiânia, GO (Av. João Leite, 1013 – Santa Genoveva, Goiânia – GO, 74670-040)
Entrada: Ingressos à venda em : https://www.guicheweb.com.br/espetaculo-turma-do-cabeca-oca-no-mundo-de-cora-coralina_36180
Grupo Vip: Participe do nosso grupo VIP! – https://chat.whatsapp.com/FGnteMNdifoBFr6R7BCMoe – Seja o primeiro a saber sobre as novas edições e garantir seus ingressos antes de todo mundo

CONTINUE LENDO
CLIQUE PARA COMENTAR

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Destaque Nacional: Luciana Machado conquista o 4º Galo de Ouro consecutivo

Publicado

on

A especialista em proteção financeira Luciana Machado alcança um feito histórico ao conquistar, pelo quarto ano consecutivo, o prêmio Galo de Ouro da MAG Seguros.

Considerada a principal honraria do setor, a premiação reconhece profissionais de excelência e alto desempenho no mercado de seguros de vida.

O tetracampeonato reforça a maestria, consistência e o profissionalismo de Luciana, que se consolida como uma das grandes referências nacionais no segmento.

Sua trajetória inspira e evidencia a importância do planejamento financeiro e da proteção familiar no Brasil.

CONTINUE LENDO

Notícias

Eu tô cansado, doutor João!

Publicado

on

JB Alencastro especial para o D9 Notícias.

Olha, eu nem sei que horas são aí no Japão, mas eu precisava falar com o senhor.

Nem sei se vai se lembrar de mim, mas eu sou o marido daquela paciente que o senhor fez o parto. O que deu o nome de flor na filha. Fiz silêncio. Lembrei imediatamente. Homem bom.

Dedicado. Provavelmente uns 20 anos mais novo do que eu. Não tinha a mínima ideia do que ele iria dizer a seguir. Preocupei-me com a esposa, a filha. A família que ele construiu nesta última década. – Tá tudo bem.

Eu acordei agora, mas nem parece que dormi. É domingo e todo mundo viajou. Não sei o que fazer. Poderia ler alguma coisa. Podia ir na academia. Podia aproveitar esse tempo livre. Mas eu não tô querendo fazer nada disso.

Tô cansado. Perdi o emprego, recebi uma caixinha de papelão e a chefe do RU conversou comigo igual uma voz de moça de aeroporto, falando de embarque. Fria, né? Em vez de dizer que isso passa.

Deixei ele discorrer mais sobre o emprego. De transbordar sua raiva. E sua insatisfação. A maioria das pessoas acha que tudo passa. Que tem que pensar positivo. Não há espaço para o sofrimento. Para vivenciar um luto. Mas é necessário.

Essa positividade constante, adoece a gente. Sugeri que desligasse o celular. Aliás, desconectasse. São mil estímulos que recebemos o tempo inteiro. Coisas curtas, passageiras. Mas não são inócuas. – Imagina, eu sou PJ. Então ficou assim, eu podia trabalhar a hora que eu quisesse.

As vezes nem precisava ir lá. Resolvia tudo na hora. Não entendi. Fiquei puto.A ilusão de ser chefe de si mesmo, faz com que você trabalhe ainda mais. Ele disse que outro dia estava no jogo do Goiás e pediram para ele resolver um probleminha.

Ele ficou o primeiro tempo inteiro no celular. Perdeu o gol. A cerveja esquentou. Seus amigos estavam acostumados. Foi-se a conversa. As empresas fazem isso, tiram a responsabilidade contratual, tornando o sujeito uma empresa. E ele nem percebe. Tem que “performar”.

No sábado tentou ver um filme legal que inclusive tinha lido um comentário meu sobre ele. Caiu uma culpa danada de estar ali, disfrutando. A sociedade cobra desempenho. Por que não comprou outro curso pela internet? Por que não ouviu um podcast? Ele não percebe a violência neuronal a que está sendo exposto diariamente.

Em vez de se exercitar, ele agora está “treinando” na academia, como se fosse atleta. – Desculpe-me tô falando demais. Obrigado por me ouvir. Escutar parece que sumiu do nosso cotidiano. O tempo e o silêncio. Eu não disse nada.Poucas frases. Brasileiro gosta de barulho. Parece que somos obrigados a ter um som qualquer de fundo. Uma TV. Uma musiquinha no bar. Rir alto. Nem todos estão contentes, eu sei. Mas o compromisso do outro é necessário. Ele está só. Desacostumou. Na verdade falta presença. A da paciência, a de se mostrar inteiro para alguém.

Fico triste quando alguém diz que “está na correria”. Melhor seria… caminhando?- Sabe de uma coisa Aqui falando com o senhor, me acalmei um pouco. Pela janela de casa tô vendo um transformador que um bem-te-vi fez um ninho. Eu nunca tinha reparado.

Voz pegar umas laranjas, descascar e ficar olhando ele. Dar-se a oportunidade de não fazer nada. Só parar e nem pensar, esvaziar a mente, tornou-se artigo de luxo. Mas é muito bom.

Esse rapaz tem tudo – diriam os outros – ganha bem, família bonita e saudável, arruma outro emprego na hora, por que esse drama? Parece que todo dia tem que “bater metas”?Porque sem querer estamos sendo bombardeados por exigências que fazemos a nós mesmos e a vida passando.

O simples. Vai que você é o bem-te-vi e não percebe que onde colocou o seu ninho é exatamente onde você pode se eletrocutar, nessa sociedade do cansaço?

JB Alencastro é médico e escritor.

CONTINUE LENDO

Notícias

Empresários lançam tecnologia para terapeutas holísticos e prometem transformar o mercado no Brasil

Publicado

on

Os empresários Igor Goldim e Amanda Reys acabam de lançar a Aurora, uma plataforma tecnológica voltada ao apoio de terapeutas holísticos e integrativos em todas as etapas do atendimento — da captação de clientes à condução das sessões.

A ferramenta integra o ecossistema Soul Aurora, projeto que surge com o propósito de estruturar e profissionalizar o mercado terapêutico por meio da tecnologia.

No centro da solução está a inteligência Aurora, desenvolvida para conduzir o cliente por um processo de autoinvestigação emocional. A proposta é auxiliar na identificação de padrões comportamentais, bloqueios e possíveis causas raiz de dificuldades, por meio de uma jornada guiada e reflexiva.

Ao final da experiência, o usuário recebe um Mini Relatório de Consciência, que reúne e organiza os principais insights obtidos durante o processo.

Diferente de abordagens tradicionais, a plataforma aposta em uma condução empática e não invasiva, criando um ambiente seguro para que o cliente se expresse com naturalidade, sem julgamentos.

Além da jornada inicial, a Aurora oferece uma estrutura completa para profissionais da área, com recursos como gestão de leads e clientes, agendamento de sessões, integração com meios de pagamento, realização de atendimentos online com gravação e transcrição, além da geração de relatórios estruturados por meio do sistema Aurora

A proposta é trazer mais organização, clareza e assertividade aos atendimentos, permitindo que terapeutas atuem com mais segurança e profundidade.

Segundo Amanda Reys, idealizadora do Soul Aurora, “a Aurora nasce para preparar o cliente antes da sessão e oferecer ao terapeuta mais clareza sobre o que realmente precisa ser trabalhado.”

A plataforma já está em fase de implementação com terapeutas e busca se consolidar como uma solução escalável no mercado de tecnologia aplicada ao bem-estar.

Terapeutas interessados podem acessar a jornada gratuitamente pelo site:

https://soulaurora.io (Copiar e Colar)

CONTINUE LENDO
Advertisement

noticias