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Favela Filmes, CUFA, Instituto Heineken e Rock in Rio formam jovens de favelas do Rio de Janeiro na segunda turma do Cri.Ativos da Favela
 

Os 120 jovens que participaram do curso tiveram aulas teóricas e práticas nos últimos quatro meses
 

Acontece no dia 29 de janeiro, às 10h, a formatura da segunda turma do Cri.Ativos da Favela, curso idealizado pela Favela Filmes, Central Única das Favelas (CUFA), Instituto HEINEKEN e Rock in Rio. O programa, que começou em 2023, em São Paulo, no festival The Town, tem como objetivo proporcionar novas oportunidades para os jovens através da formação na área do audiovisual. Assim como na primeira edição, o curso foi ministrado pela Favela Filmes e foi viabilizado pelo lucro de 100% das vendas de Heineken 0.0 durante todos os dias do maior festival de música e entretenimento do mundo, permitindo a criação de um laboratório tecnológico exclusivo que atendeu cerca de 120 jovens das favelas do Rio de Janeiro.
 

O curso foi ministrado nas dependências da CUFA, em Madureira, e no Polo de Cinema, na Barra da Tijuca. O conteúdo programático teórico foi reformulado e, além da formação em roteiro, oficina de áudio, produção de vídeos, inteligência artificial, – que facilitou a criação de peças em vídeo apresentando suas soluções para problemas de mobilidade urbana, descarte adequado do lixo e conectividade, dentre outras soluções que facilitariam a vida nas favelas. O curso também incluiu o módulo de Contexto Musical.

“A segunda turma do Cri.Ativos da Favela Rio de Janeiro é a continuidade de um sonho: capacitar jovens talentos das favelas na área de audiovisual. Como alguém que também teve a oportunidade de transformar minha vida por meio de um projeto como esse, sei o impacto que ele pode ter. Talento e criatividade não têm classe social, e esse projeto é uma forma de diminuir a desigualdade, oferecendo novas oportunidades de mudança. Transformar a vida de 120 jovens e aprender diariamente com essa turma tão dedicada também tem transformado a minha vida. Projetos como o Cri.Ativos da Favela foram fundamentais na minha jornada e me ajudaram a entrar no mercado audiovisual”, diz John Oliveira, idealizador do projeto e CEO da Favela Filmes.

Além da formação teórica, os alunos participaram de eventos como STU Pro Tour Rio de Janeiro, Expo Favela Innovation RJ, Fórum Mundial das Favelas e G20 Favelas, além da produção de seis videoclipes como trabalhos de conclusão do curso.

“Acredito que aprendi mais do que eu esperava, desde questões mais criativas até as mais burocráticas que também são necessárias. A organização foi algo muito presente em todo módulo, no sentido de um trabalho organizado tem uma fluidez melhor. O mais importante para mim foram as aulas de direção de fotografia e operação de câmera porque são funções que pretendo me especializar, logo foram as aulas que mais me identifiquei”, diz Carlos Eduardo Pereira de Souza, aluno do CrI.Ativos da Favela.

“Nosso principal objetivo é proporcionar aos jovens do Cri.Ativos da Favela oportunidades para um futuro promissor, permitindo que não apenas se desenvolvam profissionalmente, mas também aprimorem suas habilidades socioemocionais. Por meio do WeLab, uma trilha de aprendizado desenvolvida pelo Instituto, ajudamos cada participante a reconhecer seus talentos e possíveis barreiras em sua caminhada pessoal”, afirma Vânia Guil, head do Instituto HEINEKEN.

“Estamos muito felizes de ver os frutos dessa parceria sendo colhidos. O Cri.Ativos é uma iniciativa que teve início no The Town, em 2023, e agora, após a edição de 40 anos do Rock in Rio, capacita o dobro de jovens para atuarem na área do audiovisual, por meio de ferramentas que possibilitam a transformação de suas realidades. A união entre as organizações, como Rock World, Heineken, CUFA e Favela Filmes, é um exemplo real de como juntos, somando forças, podemos construir um mundo melhor. Essas parcerias estratégicas nos mostram como, ao mesmo tempo que cada empresa cuida do seu negócio, é possível criar valor e oportunidades reais para a sociedade, potencializando a criatividade e o talento que existem em todos os lugares”, comenta Roberta Medina, vice-presidente executiva da Rock World.

A cerimônia de formatura entregará certificados de conclusão e contará com a participação dos idealizadores do projeto. Além disso, para encerrar o ciclo da segunda edição do Cri.Ativos da Favela, será promovido, no mesmo dia, um evento com atrações culturais.

Sobre a CUFA

Presente há mais de 20 anos nas favelas brasileiras, a Central Única das Favelas (Cufa) promove atividades culturais relacionadas a esporte, educação, cidadania e arte, através da cultura Hip-hop, promovendo a integração e inclusão social da favela. A Cufa foi fundada por Celso Athayde, que mesmo não estando na instituição, ainda segue como voluntário, e conquistou o prêmio do Fórum Econômico Mundial de Empreendedor de Impacto e Inovação de 2022, na cidade suíça de Davos, no qual a honraria é oferecida pela Fundação Schwab. A Cufa tem a Favela Holding como mantenedora, um grupo com mais de 20 empresas voltadas para a favela e que se tornou seu braço econômico. Inclusive, a organização chegou a vencer o Prêmio Caboré 2022, na categoria de serviço de marketing. A Cufa está presente em todos os estados do Brasil, mais o Distrito Federal, e mais de 60 países, incluindo os Estados Unidos, quando, em 2015, teve a sua Semana Global, na Organização das Nações Unidas (ONU), que concedeu à instituição três cadeiras: Habitação, Afrodescendência e Juventude. Nesta ocasião, foi inaugurada a sede da Cufa Global, no bairro do Bronx, em Nova York.

Sobre o Instituto HEINEKEN

Para atender a catadores e catadoras de recicláveis, vendedores ambulantes e jovens e em situação de vulnerabilidade, o Grupo HEINEKEN, segunda maior cervejaria do país, criou em 2022 o Instituto HEINEKEN, primeiro do grupo no mundo, que visa fomentar a transformação da sociedade por meio do equilíbrio e atuar no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, empreendedoras, capacitação, geração de emprego e renda e promoção do consumo responsável de álcool, contribuindo assim para uma melhor perspectiva de futuro para estes públicos.

Sobre o Rock in Rio: Por Um Mundo Melhor

Em 2001, imbuído do pilar “Por Um Mundo Melhor”, o Rock in Rio assumiu o compromisso de  conscientizar as pessoas para o fato de que pequenas atitudes no dia a dia são o caminho para fazer do  mundo um lugar melhor para todos. Muito mais do que um evento de música, o festival pauta-se por  ser um evento responsável e sustentável. Em 2006, tornou-se o primeiro grande evento a compensar a  sua Pegada Carbônica. Em 2013, recebeu a certificação da norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis,  um reconhecimento do poder realizador da marca que desenvolve diversas ações com vista à  construção de um mundo melhor. Em 2016, foi anunciado o Amazonia Live, projeto socioambiental do  Rock in Rio, presente nas edições do festival em todos os países onde o evento é realizado. Com o projeto, já foram plantadas mais de 4 milhões de árvores em mais de 2.6 mil hectares de floresta, com  sementes coletadas por uma rede de coletores locais. Entre apoio do Rock in Rio e angariação de  verbas pelos parceiros e público já foi investido mais de 5 milhões de reais no reflorestamento da região  do Rio Xingu e apoiamos a restauração de mais de 4.2 mil hectares no projeto Paisagens Sustentáveis  da Amazônia.  

Para as edições de 2024, em Lisboa e Rio de Janeiro, o Rock in Rio reforçou o seu compromisso de ir  ainda mais longe, atualizando o seu conjunto de metas de sustentabilidade até 2030 que visam  aumentar o seu impacto positivo nos pilares social, ambiental e econômico. Dentre elas, capacitar 100  mil pessoas, reciclar, reutilizar e valorizar 100% dos resíduos, 50% de oferta de alimentação saudável  e sustentável, envolver 100% dos stakeholders na sua política de sustentabilidade, ser um evento  100% acessível, diverso e inclusivo, e garantir todas as condições de segurança, saúde e bem-estar  adequadas a 100% dos envolvidos na construção da Cidade do Rock.  

O festival também trabalhou para ser agente ativo na construção de um mundo melhor e levar esse pilar  para qualquer lugar. Por meio da Rock World, empresa organizadora do festival, dentre as ações  realizadas fora das cidades onde o Rock in Rio aportou, estão a construção de uma escola na Tanzânia,  um centro de saúde no Maranhão, o já citado projeto Amazonia Live, instalou 760 painéis solares em  escolas públicas, em Portugal, montou 14 salas sensoriais em ONGs portuguesas para atender jovens  com deficiências, entre muitos outros.  

A plataforma “Por Um Mundo Melhor” nasceu a partir do Rock in Rio e, hoje, é uma área consistente  dentro da Rock World. O festival The Town, dos mesmos criadores do Rock in Rio, também nasceu  orientado pelos pilares de Sonhar e Fazer Acontecer e abraçou o projeto, ao trabalhar sob uma visão de  sustentabilidade que hoje é transversal a toda a organização. 

Assessoria de imprensa   

PR The Town  

Approach Comunicação  

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Flamboyant Fashion Experience conecta passarela às escolhas de estilo em Goiânia

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Na véspera dos 45 anos do Flamboyant Shopping, Emmanuele Louza, Bárbara Öberg e Guilherme de Beauharnais brilharam na edição, que reuniu talks comandados por convidados e desfiles de moda

Como uma referência de passarela se transforma em desejo e encontra lugar no estilo de cada pessoa? Essa relação conduziu as conversas e experiências do Flamboyant Fashion Experience 2026, realizado em 15 de outubro, na Cúpula do Flamboyant Shopping. Aberto ao público, o evento reuniu profissionais da moda, da beleza e da influência em uma programação de quatro talks e cinco desfiles, na véspera do aniversário de 45 anos do empreendimento.

“O Fashion Experience traduz a relação que a marca Flamboyant construiu com a moda e com os goianos. Reunimos nomes com diferentes olhares para compartilhar o que acompanhamos nas passarelas internacionais e ajudar cada pessoa a encontrar referências para o seu próprio estilo”, celebrou Emmanuele Louza, CEO do Flamboyant sobre o sucesso do evento.

Além dos talks, a programação de conteúdo foi acompanhada pelos desfiles de Cia. Marítima, Adriana Kavietz, Le Lis e Carol Bassi, em uma sequência que se encerrou com NV + Swarovski. As apresentações colocaram as coleções das marcas em contato com o público em curadoria pensada para o mercado regional. A experiência do que ganha as vitrines a partir das semanas de moda em Milão e Paris também se estendeu a quase 100 lojas, com indicações de compras do Squad Flamboyant. No Polo Gastronômico, Coco Bambu, Empório Piquiras, Fulles Kitchen, Cucina Mia e Kanpai Blue participaram com ofertas especiais que deram aos clientes a possibilidade de ganhar uma exclusiva Wine Bag Flamboyant, que se estende até o fim do mês.

Da passarela à identidade

As referências mais recentes orientaram o encontro entre Emmanuele Louza e Bárbara Öberg, editora de Beleza e Wellness da Vogue. No talk “From Runway to Flamboyant”, com o tema “Da passarela à identidade”, as duas abordaram o contexto das coleções e as possibilidades de interpretar suas propostas no cotidiano. A CEO do Flamboyant destacou que o encantamento provocado pelas grifes envolve sua história, os códigos que as identificam e a maneira como renovam essa linguagem a cada apresentação.

Bárbara trouxe a beleza para essa leitura, apontando referências dos anos 1980 em tecidos, alta costura e maquiagens, com olhos destacados e propostas mais expressivas. A conversa relacionou a experimentação à personalidade: conhecer novas possibilidades pode ajudar a reconhecer o que combina com cada pessoa. O conforto e o bem-estar também estiveram em pauta, incluindo a presença de peças associadas à academia em produções para outros ambientes, como o trabalho.

“Moda é feita de detalhes e a beleza comunica”, destacou Bárbara.

Manu compartilhou ainda os bastidores do relacionamento com as grifes internacionais e o contexto de apresentar a relevância do ecossistema Flamboyant nesse circuito e como as unidades de negócio da marca têm obtido êxito. A construção de vínculos consistentes e a apresentação de dados sobre o potencial do mercado regional foram destacadas como parte do trabalho de aproximação com as grifes mais desejadas do planeta e de acesso a encontros restritos do setor.

“Cada grife tem uma história e uma maneira própria de expressá-la. Entender esse contexto muda a forma como olhamos para uma coleção e nos dá mais liberdade para experimentar. A tendência ganha sentido quando encontra a personalidade de quem veste”, observa Emmanuele.

Essa aproximação entre o repertório da moda e a realidade do público também esteve no centro de “Quem influencia quem?”, com Guilherme de Beauharnais, editor de moda da Harper’s Bazaar, e os integrantes do Squad Flamboyant. Farley Mattos, Kamila Branquinho, Rodolpho Rodrigo e Izabela Perillo abordaram como uma tendência desperta desejo, a importância da identificação com quem comunica e a construção de confiança em um ambiente marcado pelo volume de informações e pelo crescimento dos conteúdos publicitários. A autenticidade apareceu como elemento importante na relação entre criadores de conteúdo e suas comunidades.

Na conversa, a curadoria de referências estéticas e culturais foi relacionada à possibilidade de traduzir a moda para o cotidiano, considerando o clima, a cultura local e o estilo de vida. As tendências foram apresentadas como direções que podem ser adaptadas à personalidade, com liberdade para experimentar e escolher. A conexão entre as pessoas e a identificação com o que se veste também apareceram como elementos importantes na construção do desejo.

A construção de identidade também foi apresentada sob a perspectiva das marcas no talk “Swarovski — 130 anos de luz e alegria”. Melize Sartorato, PR & Communications Manager da marca para Brasil e Chile, apresentou o rebranding e a estratégia Luxignite. A conversa percorreu a construção de uma assinatura reconhecível sob a direção criativa de Giovanna Engelbert, a diversidade das coleções e a aproximação com novos públicos por meio da cultura pop, incluindo o trabalho com a embaixadora Ariana Grande.

A transformação foi abordada também pela experiência que envolve os produtos, das embalagens à arquitetura das lojas e à comunicação. Melize destacou o desafio de adaptar estratégias globais à realidade local e mostrou como peças delicadas e composições mais expressivas podem atender a diferentes ocasiões e formas de uso. O conhecimento técnico sobre os cristais e a relação afetiva com joias e objetos de decoração completaram a discussão.

A expressão pessoal também esteve em pauta na abertura dos Trend Talks, com um olhar para os espaços de convivência. Em “Vestir (corpo e casa) é comunicar”, Ildeth Dias, do Moda Senac, e Lorena Abdalla, da Universidade de Moda, integraram a programação dedicada a pensar o vestir e o decorar como manifestações de identidade, arte e cultura.

Realizado pelo Flamboyant Shopping, o Fashion Experience contou com patrocínio da Unimed Goiânia e parceria da Claro.

Sobre o Flamboyant Shopping

Com mais de quatro décadas de sucesso e crescimento, o Flamboyant Shopping é o mais importante complexo de compras, entretenimento e lazer de Goiás, reconhecido como protagonista do desenvolvimento econômico da capital e porta de entrada de grandes marcas nacionais e internacionais. Tendência, moda e expertise de consumo são os destaques que colocam o Flamboyant Shopping entre os maiores shoppings em vendas no Brasil, ofertando um mix perfeito de lojas que misturam tradição e modernidade. Especializando-se como a primeira escolha de um exigente perfil de consumidor, estimado em 1,5 milhão de pessoas por mês, o empreendimento apresenta atualmente um universo superior a 300 marcas e exibe grifes exclusivas no Estado. A lista de grifes de luxo contempla marcas como CHANEL Fragrance & Beauty, Dolce & Gabbana, Tiffany & Co, Emporio Armani, Gucci, Louis Vuitton, Montblanc, Boss/Hugo Boss, Alexandre Birman, Tania Bulhões, Patbo, Nati Vozza (NV), Ricardo Almeida, Cris Barros, Danglar Luxury Store (rolex), Carol Bassi, Martha Medeiros e Paula Torres. No quesito lojas especiais, destaque para Adidas Originals, Calvin Klein, Coach, H. Stern, Isla, Lacoste, Lenny Niemeyer, MAC, Nike Flamboyant, Sephora, Vix Paula Hermanny, além de megalojas com assinatura Fast Shop, Hering, Vie Pratique e Rildo Lasmar. Outra inovação é seu Polo Gastronômico, que reúne opções como Coco Bambu, Cucina Mia (chef Claude Troisgros), Empório Piquiras, Fulles Kitchen (chef Ian Baiocchi), Kabanas Bar e Restaurante, Kanpai Blue, Madero, Outback Steakhouse e Pobre Juan.

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Bossa Nova em destaque com duo Primas

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O duo Primas, formado pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo,
apresenta o show Bossa Nova e Brasileirices com Primas no dia 16, sexta-
feira, na Cerrado Cervejaria. A apresentação é a estreia do projeto Toca da
Bossa, uma cena cultural da bossa nova em Goiás. O repertório combina a
bossa nova com samba-canção, MPB e jazz. As edições são produzidas
pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo, que receberão convidados de
excelência.
O show intimista é direcionado aos apreciadores da boa música. No
repertório estão músicas de Tom Jobim, João Donato, Caetano Veloso,
Chico Buarque, entre outros. “Propor uma noite de bossa em 2026 é afirmar
que esse repertório é contemporâneo, atual e sempre renovável”, afirma
Míriam Veiga.
Márcia Jácomo e Míriam Veiga são primas e, além de terem o trabalho
individual, têm também o projeto Primas, no qual compartilham o palco da
Toca na Bossa, com muita bossa, ritmo, sensibilidade e alegria.
Na estreia, as cantoras estarão acompanhadas pelos músicos Luiz Alves
(violão), Ney Quiñonero (guitarra), Luiz Sardinha (contrabaixo) e Jader
Gomes (bateria).

Serviço
Show: Bossa Nova e Brasileirices com Primas (Projeto Toca da Bossa)
Cantoras: Duo Primas (Míriam Veiga e Márcia Jácomo)
Local: Cerrado Cervejaria (Av. T-3, nº 2.456, Setor Bueno)
Data: 16 de outubro, sexta-feira
Horário: 20h30
Reservas de mesas: Míriam Veiga (99933-7340)
Assessoria de imprensa: Ana Cláudia Rocha (99646-8070)

As cantoras

Márcia Jácomo e Míriam Veiga são cantoras e compositoras. Começaram
suas carreiras na década de 1990, acompanhadas por renomados músicos
da cena goiana e nacional, ao lado de Bororó Felipe, Marcelo Maia, Fred
Valle, Luiz Chafin, dentre outros. As cantoras foram backing vocal da alemã
Anne Higis em show feito em Goiânia. Fazem shows em Goiânia e algumas
cidades do Estado de Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Brasília.
Márcia Jácomo cantou muitos anos na Georgia (EUA), onde fez duo com o
virtuoso violonista pernambucano Ednaldo Queiroz. Na Califórnia (EUA),
cantou na banda Mais Bossa, reconhecida e aplaudida nos bares e teatros
Californianos, acompanhada pelos músicos Marcos Silva, Alex Calatayud,
Billy Larkin, Patrick Langham, Kevin Welch, Scott Thompson, Dave Ridnell,
dentre outros (músicos reconhecidos na cena californiana). Fez participação
especial em show de Mônica Salmaso, Guinga, Chico Pinheiro, Mauricio
Zotarelli e outros em Cazadero California.
Míriam Veiga apresentou seu trabalho em várias cidades da Itália e também
em bares de Londres, acompanhada por músicos brasileiros atuantes na
cena musical Londrina. Participou de festivais em Goiás, como Projeto
Pixinguinha, Canto da Primavera, Canto de Ouro, dentre outros festivais.
Cantou em três edições do carnaval de Diamantina, gravou o CD autoral A
Cores, que está disponível nas plataformas digitais.

Entrevista / Míriam Veiga
Em que consiste o projeto Toca da Bossa?
O projeto Toca da Bossa é uma cena cultural da bossa nova em Goiás. Na
Toca da Bossa, os apreciadores da bossa nova e da música que orbita o
gênero — o samba-canção, a MPB, o jazz — se reúnem em um formato
pensado para a intimidade característica da bossa: palco baixo, mesa
próxima, luz quente, volume na medida, quantidade limitada de pessoas nas
apresentações. Cada edição é conduzida pelo duo Primas, formado pelas
cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo. As artistas recebem músicos
convidados de excelência. É a bossa como ela nasceu: intimista, ao vivo e a
poucos centímetros do público. É importante destacar que a proposta é de
um show de bossa em um local intimista, o que é diferente de um bar com
música ao vivo. No projeto a bossa é a estrela principal que será apreciada
na companhia de um bom vinho, drink ou cerveja, harmonizando com o
cardápio do local. A proposta é que seja um ambiente para apreciadores da
música.

Por que a escolha pela bossa nova?
Porque a bossa nova é, possivelmente, um dos estilos musicais mais
sofisticados que o Brasil já exportou — e continua viva quando alguém se
dispõe a cantá-la, com respeito e com frescor. Ela nasceu de um jeito novo
de tocar e cantar, virou língua universal e ainda hoje influencia a música
popular e o pop no mundo inteiro. Propor uma noite de bossa em 2026 é
afirmar que esse repertório é contemporâneo, atual e sempre renovável.
Além disso, Goiás produz vários estilos musicais, como sertanejo, rock, MPB
e também tem influência da bossa em sua produção musical.

Qual a ligação das cantoras com a bossa nova?
A ligação é de ofício e de devoção. As duas cantoras construíram suas
carreiras cantando o repertório brasileiro — e a bossa nova sempre foi a
espinha dorsal dessa trajetória, pela exigência técnica que ela impõe:
harmonia sofisticada, fraseado preciso e a arte de cantar em meia voz e
ainda assim envolver uma sala inteira. A música é envolvente com letras
inspiradoras e belas harmonias, que geram uma experiência leve e profunda
para o público. Tom Jobim, César Camargo Mariano, Boca Livre, João
Gilberto, Elis Regina, Toquinho e Vinícius de Moraes, além de outros
cantores e compositores brasileiros, fazem parte da referência musical das
Primas que sempre apreciaram este estilo musical.

A bossa nova é um estilo musical dos anos 1950 que sobrevive e tem
muitos ouvintes. Qual a razão?
O estilo foi desenhado para perdurar no tempo. A bossa nova nasceu com
dois elementos que não passam de moda: harmonia sofisticada —
emprestada do jazz — e melodia que parece conversa. Isso faz com que
cada geração a redescubra: em playlists, em trilhas de filme, em releituras de
artistas novos, além de fazer parte da memória afetiva de várias gerações. E
há um outro fator decisivo: a bossa é feita para ser ouvida ao vivo, e um
ambiente intimista combina muito bem com a sensibilidade da bossa nova. E
é exatamente aí que a Toca da Bossa entra, para manter vivo esse
movimento musical tão relevante no cenário cultural brasileiro, perpertuando
a bossa para as novas gerações.

Quem são as inspirações?
João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Nara Leão e Carlos Lyra —
os pilares. E, na linha do protagonismo feminino que guia o duo, Elis Regina,
Nara Leão, Miúcha, Joyce, Leila Pinheiro, Rosa Passos, mulheres que
provaram que a sutileza da bossa cabe perfeitamente numa voz feminina à
frente da cena.

No repertório vocês incluem alguma composição autoral?
Sim, e esse é um dos diferenciais do projeto. Além dos clássicos
consagrados do gênero e das releituras da MPB, a Toca da Bossa abre
espaço para composições autorais das Primas e de outros convidados que
participarão do projeto, sejam músicos ou cantores, colocando música nova
lado a lado com o cânone. É a forma que encontramos de honrar a tradição
e, ao mesmo tempo, alimentá-la: a bossa nova nasceu como música de
jovens compositores, continuar compondo nesse universo é a melhor forma
de homenageá-la, apresentando estilos musicais universais produzidos em
Goiás, e provavelmente pouco conhecidos.

As apresentações serão sempre no mesmo local?
Não, necessariamente. A Toca da Bossa poderá acontecer a cada
temporada em um espaço pareceiro que seja acolhedor para o público,
sempre nesse conceito intimisma que a bossa pede, com foco também no
conforto do público em relação ao clima da cidade, acessibilidade e
atendimento. Mas o espírito da Toca da Bossa é sempre o mesmo: espaço
intimista, acústica boa e público sentado perto do palco. Assim, o projeto
circula pela cena e leva a bossa a diferentes públicos e bairros.

Qual a periodicidade?
Mensal, sempre com data divulgada com antecedência nos canais do
projeto. A periodicidade fixa é intencional: cria um ritual, um encontro
agendado de quem ama o gênero, e permite que o público acompanhe a
série como quem coleciona as edições de uma coleção.

O duo terá convidados especiais no palco?

Sim. Esse é o coração do conceito: a cada edição, novos convidados sobem
ao palco — instrumentistas e cantores de destaque da cena de Goiás e
convidados de outras praças —, formando, noite a noite, um combo sempre
novo. Nenhuma edição é igual à outra. O mesmo clássico ganha cor,
instrumentação e humor diferentes a cada encontro. O público volta não só
para ouvir a bossa, mas para descobrir quem vem. A primeira apresentação
do dia 16 de outubro apresenta o show das Primas, acompanhadas pelo
talento dos músicos Luiz Alves (violão), Ney Quiñoreo (guitarra), Luiz
Sardinha (contrabaixo), Jader Gomes (bateria).

A formação da banda será sempre a mesma?
Há uma base instrumental de referência — violão, contrabaixo, guitarra e
percussão — que garante a identidade sonora e a segurança técnica do
projeto. Mas, como os convidados mudam a cada edição, a formação se
reinventa noite a noite: uma edição pode ser com um quinteto completo,
outra com um trio mais cru e intimista. Essa plasticidade é proposital,
mantém o público curioso e os músicos alertas, que é como a bossa nova
gosta de ser tocada: no risco controlado do ao vivo.

Ana Cláudia Rocha

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Oficinas infantis movimentam concessionárias do Grupo Saga no mês das crianças

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Ação será realizada no dia 10 de outubro e terá atividades interativas e entrega de kit especial para as crianças

Em alusão ao Dia das Crianças, o Grupo Saga promove, no dia 10 de outubro, uma ação especial em todas as suas concessionárias em território nacional – Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais e Rondônia. A partir das 9h, as lojas receberão oficinas interativas voltadas ao público infantil, com atividades definidas de acordo com cada unidade, além da entrega do kit “Meu Primeiro Saga” para as crianças participantes.

Kit que será entregue às crianças (Créditos – Divulgação Grupo Saga)

A iniciativa terá a mesma proposta em todas as praças, mas com ativações lúdicas adaptadas por cada concessionária e relacionadas ao conteúdo do kit – desenvolvido especialmente para a ocasião. O “Meu Primeiro Saga” reúne uma CNH personalizada infantil, cartela de adesivos, chaveiro, sacola personalizada e um livro institucional da Saga com atividades interativas e origamis. A intenção é proporcionar às crianças uma experiência de interação e diversão durante a visita às concessionárias.

A participação é gratuita, mas mediante agendamento prévio. Os clientes interessados devem entrar em contato diretamente com a concessionária de sua preferência para consultar a programação e reservar a visita.

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