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Agronegócios

Expedição Regenera

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Agrex do Brasil e Gênica realizam ação para capacitar produtores rurais

Iniciativa terá como principal atividade a Clínica de Nematoides, que será conduzida pelo professor Alessandro Fortunato. Objetivo é orientar clientes sobre o manejo biológico destes e de outras pragas do cerrado brasileiro

A Agrex do Brasil, empresa da Mitsubishi Corporation, inicia 2025 com ações voltadas ao fortalecimento da agricultura sustentável no cerrado brasileiro. Após liderar, em junho de 2024, uma captação de R$ 68 milhões para a Gênica – empresa 100% brasileira especializada em bioinsumos com sede em Piracicaba (SP) e que integra o grupo Agrex do Brasil – a companhia apresenta a Expedição Regenera. Durante os meses de janeiro e fevereiro, por meio da iniciativa, será levada a Clínica de Nematoides a todas as filiais da Agrex no cerrado brasileiro, abrangendo estados como Goiás, Mato Grosso, Piauí, Pará, Maranhão e Tocantins. 

O executivo de conta da Gênica, Felipe Pereira, conta que a atividade será conduzida pelo professor de Agronomia da Universidade Federal de Roraima (UFRR) Alessandro Antônio Fortunato, que é uma referência nos estudos sobre vermes e outras ameaças que causam prejuízo aos agricultores. “O objetivo da clínica será capacitar produtores rurais e consultores na identificação e manejo de nematoides (parasitas que integram uma classificação de animais cilíndricos e alongados, que se desenvolvem em determinadas regiões) e outras pragas que impactam diretamente a produtividade agrícola”, explica. 

Mariane Pertile, especialista em desenvolvimento técnico de mercado da Gênica, revela ainda que, durante as atividades, serão observados os danos causados por nematoides e fungos de solo, além de discutidas soluções práticas e sustentáveis por meio das estratégias de manejo biológico desenvolvidas pela Gênica. “Nosso objetivo é fornecer aos produtores as ferramentas necessárias para enfrentar desafios recorrentes no campo, adotando práticas que unam produtividade e sustentabilidade,” destaca. Para ela, com a Clínica de Nematoides, a Agrex do Brasil e a Gênica fortalecem a missão de entregar soluções inovadoras e integradas para o agronegócio brasileiro, contribuindo para a eficiência e sustentabilidade das produções no cerrado.  

Conforme o cronograma estabelecido pelas organizações, a primeira clínica foi ministrada na primeira semana de janeiro, na cidade de Redenção (PA). Na sequência, percorreu a região de Palmas, no Tocantins, e na segunda semana esteve no estado de Goiás, finalizando na sexta-feira, 17, na cidade de Catalão (GO). Desde o dia 20 de janeiro, as clínicas têm sido realizadas em diversas cidades do Mato Grosso e seguem neste Estado até 1º de fevereiro. De 17 a 22 de fevereiro, percorrerão municípios do Pará, Maranhão e Piauí.  

Sobre a Agrex do Brasil   

Com quase 30 anos de experiência no setor agrícola, a Agrex do Brasil – subsidiária do Grupo Mitsubishi no setor de agronegócios brasileiro – é referência em inovação, qualidade e sustentabilidade. Atua nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí, Pará, Bahia, Mato Grosso e Goiás, oferecendo produtos e serviços que atendem a toda a cadeia produtiva de grãos. Possui um portfólio completo e integrado de soluções para o produtor rural em parceria com os maiores nomes globais. Sua matriz fica em Goiânia, no estado de Goiás.  

Sobre a Gênica  

Fundada no ano de 2015, a Gênica é uma indústria de bioinsumos focada em resultados, qualidade e inovação. Sediada em Piracicaba (SP), a empresa nasceu no Agtech Valley, com a proposta de ser um centro de inovação de biotecnologia, que propõe soluções que vão impactar positivamente diversas gerações. Em seu portfólio, a Gênica oferece soluções regenerativas que desempenham um importante papel na construção de sistemas agrícolas mais eficientes e sustentáveis. 

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Agronegócios

Missão técnica leva produtores brasileiros ao Texas para conhecer modelo norte-americano de produção bovina.

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Experiência internacional une visitas técnicas, palestras e networking estratégico entre os dias 8 e 18 de maio de 2026

A PNM Trading promove, entre os dias 8 e 18 de maio de 2026, uma missão técnica ao estado do Texas, nos Estados Unidos, com foco em imersão estratégica no maior mercado produtor de carne bovina do mundo. A proposta é proporcionar a produtores rurais, profissionais da pecuária e agentes do mercado agropecuário uma vivência prática sobre gestão, eficiência produtiva e dinâmica de mercado no cenário norte-americano.

O Brasil ocupa a posição de maior exportador mundial de carne bovina, enquanto os Estados Unidos lideram a produção global. A missão parte do princípio de que compreender as duas realidades amplia a capacidade de leitura estratégica e fortalece a tomada de decisão no campo.

Durante a programação, os participantes terão acesso a palestras sobre mercado, visita a universidade, passagem por confinamentos, leilão de gado, rancho de criação de Black Angus, além de agenda cultural ligada ao universo do agronegócio norte-americano, incluindo desfile de Longhorns e as finais da PBR. A saída será do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, com chegada em Dallas.

Segundo o sócio do PNM, zootecnista e consultor financeiro Fabiano Tavares, a proposta vai além de uma viagem técnica tradicional. “Não se trata de turismo. É uma experiência desenhada para provocar mudança de mentalidade. Quando o produtor vivencia na prática como o maior mercado produtor do mundo estrutura sua cadeia, organiza gestão e pensa eficiência, ele amplia repertório e volta mais preparado para decisões estratégicas no Brasil”, afirma.

A missão inclui passagem aérea internacional, hospedagem, transporte terrestre, visitas técnicas em fazendas, confinamentos e universidades, seguro viagem internacional e ingresso para as finais da PBR, conforme o pacote escolhido. A iniciativa é voltada a quem busca visão global, networking qualificado e amadurecimento profissional dentro da pecuária.

Mais informações sobre inscrições, valores e condições podem ser obtidas pelo telefone (62) 99939-2898 ou pelo Instagram @pnm.trading, as vagas são limitadas.

@pnm.trading

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Agronegócios

Capacitação.

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Itapirapuã reforça importância do conhecimento técnico para agricultores familiares. Iniciativa reforça o papel do Sindicato Rural de Itapirapuã como espaço de conhecimento e valorização da agricultura familiar

Nos dias 10 e 11 de outubro, o Sindicato Rural de Itapirapuã sediou o 5º Ciclo de Capacitação de Agricultores Familiares em Goiás, iniciativa que integra o projeto Capacitação de Agricultores Familiares em Goiás, desenvolvido pelo Núcleo Solos da UFG, com apoio da Fapeg, Cebio, Funape, PTSS e Escola de Agronomia da UFG.

Durante dois dias, produtores e produtoras da região participaram de oficinas e palestras voltadas ao aprimoramento técnico e sustentável da produção rural, com foco em manejo do solo, boas práticas agrícolas e inovação no campo. O evento teve como principal objetivo fortalecer a agricultura familiar por meio da disseminação de conhecimento acessível e aplicável à realidade local.

Para o presidente do Sindicato Rural de Itapirapuã, Edgar Scatena Filho, a iniciativa representa um passo importante na valorização e no desenvolvimento do produtor familiar.

“Nosso papel é oferecer oportunidades para que o agricultor esteja cada vez mais preparado para enfrentar os desafios do campo. A capacitação é o caminho para aumentar a produtividade, garantir qualidade e preservar o meio ambiente. Ficamos muito satisfeitos em ver o engajamento dos produtores locais”, destacou.

O encontro reforçou ainda o papel do Sindicato Rural como espaço de diálogo e aprendizado, que tem buscado oferecer capacitações e ações voltadas à formação técnica no setor agropecuário.

@sindicatoruraldeitapirapua

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Agronegócios

Planejamento.

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Com taxa de juros em 19%, modelo tradicional de pecuária extensiva perde competitividade e empurra produtores ao endividamento, alerta especialista Diferença entre juros e rentabilidade ameaça sustentabilidade da pecuária extensiva, aponta Fabiano Tavares

A atual taxa de juros no Brasil, próxima dos 19%, tem provocado forte desequilíbrio financeiro entre produtores de gado de corte que ainda operam em modelos tradicionais de pecuária extensiva. O alerta é do consultor financeiro e zootecnista Fabiano Tavares, que analisa o impacto da diferença entre o custo do capital e a rentabilidade média da atividade, hoje estimada em 13% ao ano.

Segundo o especialista, a pecuária de corte a pasto, sem uso de confinamento ou técnicas de intensificação, já foi uma atividade de alta margem. “Na década de 60 e 70, o produtor conseguia margens de 40% a 45% ao ano. Hoje, essa realidade mudou. As margens máximas giram em torno de 13%, e isso não cobre o custo do dinheiro disponível no mercado, que está próximo de 19% a 19,5%”, explica Tavares.

A conta, segundo ele, não fecha. “Se você capta a 19% e tem retorno de 13%, é impossível sustentar a operação. É o que estamos vendo: produtores endividados, propriedades à venda e aumento nos pedidos de recuperação judicial”, comenta.

Para reverter esse cenário, Fabiano Tavares defende a intensificação produtiva e o uso estratégico de ciclos de recria e terminação. “É preciso aumentar a geração de caixa. Uma saída é trabalhar a recria e terminação durante o período das águas, quando o capim está verde, e transferir os animais para confinamento ou sistemas de engorda intensiva na seca”, orienta.

Com esse planejamento, explica o consultor, o produtor pode ampliar sua rentabilidade de forma significativa. “Mantendo 13% de margem nas águas e fazendo dois giros de confinamento com 10% cada, é possível alcançar entre 33% e 36% ao ano. A diferença está em planejar o uso do capital e entender que o modelo extensivo puro, nos moldes de décadas passadas, não é mais sustentável”, conclui.

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