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Hospital Santa Helena reforça importância da prevenção ao câncer de colo do útero durante a campanha Março Lilás

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O mês de março é dedicado à conscientização sobre a saúde da mulher, e o Hospital Santa Helena de Goiânia está engajado na campanha Março Lilás, que alerta sobre a prevenção e o combate ao câncer de colo do útero. A iniciativa visa incentivar o diagnóstico precoce e a adoção de medidas preventivas para reduzir a incidência da doença, que é a quarta maior causa de morte por câncer entre mulheres no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Fatores e prevenção

Segundo o ginecologista Weuler Ferreira, o câncer de colo do útero se desenvolve lentamente, passando por estágios pré-cancerosos antes de se tornar invasivo. Em grande parte dos casos, está relacionado à infecção persistente pelo Papilomavírus Humano (HPV), especialmente pelos tipos 16 e 18, responsáveis por cerca de 70% dos diagnósticos.

A boa notícia é que a doença pode ser prevenida e detectada precocemente com medidas simples, como:

– Vacinação contra o HPV – oferecida gratuitamente pelo SUS para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos, além de mulheres imunossuprimidas até 45 anos.

– Exame preventivo (Papanicolau) – essencial para identificar alterações celulares antes que evoluam para o câncer. Deve ser feito por mulheres de 25 a 64 anos que já tiveram atividade sexual.

– Uso de preservativos – reduz o risco de contaminação pelo HPV, embora não elimine completamente a transmissão do vírus.

Detecção precoce salva vidas

O câncer de colo do útero é altamente curável quando diagnosticado precocemente. No estágio inicial, os tratamentos costumam ser menos agressivos e mais eficazes, aumentando as chances de cura. Por isso, o HSH reforça a importância da realização periódica do exame preventivo e do acompanhamento ginecológico regular.

Durante o Março Lilás, a unidade busca orientar a população sobre os cuidados com a saúde feminina. O objetivo é informar, conscientizar e incentivar a prevenção, garantindo que mais mulheres tenham acesso a um diagnóstico precoce e um tratamento eficaz.

Priorize sua saúde! Faça seus exames preventivos e converse com seu médico.

Marilane Correntino

Assessoria de imprensa do HSH

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Empreendedorismo feminino ganha força no Brasil

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Lidiane Leite, chef de cozinha e embaixadora da Marajoara Laticínios, compartilha a jornada de sua carreira.

Em um cenário de crescente participação feminina no empreendedorismo no Brasil, a pesquisa Monitor Global de Empreendedorismo 2023 revela que 54,6% do empreendedorismo potencial no país é liderado por mulheres. Segundo o relatório técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) sobre Empreendedorismo Feminino divulgado em março de 2024, existem cerca de 10 milhões de empreendedoras no país. Esse é um campo que, aos poucos, tem conquistado um espaço significativo no mercado é a culinária, em que muitas mulheres têm transformado suas paixões e talentos em prósperos negócios.

Lidiane Leite, chef de cozinha e embaixadora da Marajoara Laticínios, uma indústria leiteira com 37 anos de história, é um exemplo de como a persistência e o amor pela profissão podem se transformar em uma trajetória de sucesso no mundo da gastronomia. Para Lidiane, a cozinha sempre foi uma paixão desde a infância, quando via sua família preparar receitas com dedicação e carinho. “Eu sempre fui apaixonada pela cozinha. Desde pequena, via minha família preparando receitas com tanto carinho… Mas transformar isso em profissão? Esse foi o maior desafio da minha vida”, relembra Lidiane.

Ela compartilha que, embora o caminho tenha sido desafiador, com longas madrugadas e obstáculos, olhar para trás agora é motivo de orgulho. “Hoje, olho para trás e vejo o quanto valeu a pena. Cada madrugada, cada desafio… tudo me trouxe até aqui. E se tem algo que aprendi, é que toda mulher pode alcançar seus sonhos”, diz a cozinheira. Lidiane, assim como muitas outras mulheres, encontrou na culinária uma oportunidade de empreender, fazendo o que ama e levando sua paixão para o mundo dos negócios.

“Essa realidade reflete um movimento crescente de mulheres que buscam, na culinária e outros setores, transformar suas habilidades e interesses em empreendimentos de sucesso, e acredito que o dia da mulher deve ser sobre incentivar esse movimento. Isso não só amplia nossa presença no mercado, mas também inspira nossas meninas a correrem atrás de seus sonhos de mulher”, conclui Lidiane.

“O crescimento do público feminino no mercado empreendedor é motivo de admiração e inspiração para todos, e a história da Lidiane é apenas a representação dessa força no mercado de trabalho. A Marajoara se orgulha em acompanhar esse crescimento e em ter uma embaixadora com uma história tão motivadora. Esperamos que, por meio dela, outras mulheres se inspirem a jamais abandonarem suas paixões, e quem sabe até abrir o próprio negócio a partir delas”, diz Vinícius Junqueira, diretor de marketing da Marajoara Laticínios.

COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS
Raquel Pinho e equipe

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Negocios

Cresce a participação feminina na engenharia, que ainda é muito mais masculina

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Engenheira civil Victoria Cunha Fassioni, que atualmente comanda obras do residencial Wellness Marista, da Sim Incorporadora

Apesar do avanço das mulheres na profissão, atividade é predominantemente masculina. Elas representam apenas 20% dos registros nos CREAs. Mas a maior presença de homens parece não ser problema para jovens engenheiras determinadas a fazer bem o seu trabalho, como Victória Fassioni, de 27 anos, engenheira civil em Goiânia

Apesar de ainda ser uma atividade com ampla participação masculina, a presença das mulheres na engenharia vem crescendo nos últimos anos. Dados dos 27 Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (CREAs) indicam que, em 2019, apenas 12% dos registros profissionais nos variados segmentos da engenharia em todo o sistema Crea eram de mulheres. Em 2020, esse percentual avançou para 14%, chegando a 20% em 2023. Do total de 1,1 milhão de registros profissionais, apenas 200 mil pertencem ao público feminino, incluindo, além de engenheiras, agrônomas, meteorologistas, geógrafas e geólogas, entre outras profissões do sistema.

A engenharia civil é a preferência delas na hora da escolha do curso, conforme aponta a análise dos dados do Censo da Educação Superior, realizado pelo Ministério da Educação. Entre as 25.934 concluintes dos cursos de engenharia em todo o país no ano de 2023, pouco mais de 8 mil, ou 30%, optaram pela Civil.

Com cinco anos de formada, a engenheira civil Victória Cunha Fassioni, de 27 anos, brinca que não foi ela quem escolheu a engenharia, mas sim a engenharia que a escolheu. “Costumo dizer que foi a engenharia que me escolheu, pois na minha família não há ninguém que tenha trabalhado na construção civil”, revela a jovem, que hoje comanda, como engenheira residente, sua primeira obra de grande porte: um prédio residencial em Goiânia, o Wellness Marista, da Sim Incorporadora. Com a obra na fase de estrutura, estão sob seu comando 29 trabalhadores, dos quais apenas dois são mulheres (uma auxiliar de limpeza e uma administrativa de obra).

Mesmo reconhecendo que a profissão ainda é predominantemente masculina, Victória diz que sua forte determinação sempre a guiou frente aos desafios que a profissão lhe trouxe. “Sempre fui muito determinada e nunca pensei que pudesse passar por qualquer situação ou ser subjugada pelo fato de ser mulher. Nesse tempo de formada e também no período como estagiária, nunca fui desrespeitada, mas também sempre me impus e respeitei as pessoas com quem trabalho, sejam homens ou mulheres. Já aconteceu de algum encarregado entrar na obra e não conversar muito comigo ou trocar mais ideias com estagiários homens? Sim. Mas, com o tempo, a gente vai rompendo esse tipo de barreira, que é cultural e tem mudado muito”, afirma a engenheira.

Responsabilidade é grandeSegundo Victória, desde o período da faculdade e do estágio até sua entrada no mercado de trabalho, a principal diferença percebida é o peso da responsabilidade, que é bem maior ao assumir o cargo de engenheira residente de uma obra. “Acredito que, quando somos estudantes ou estagiários, muitas vezes não temos noção da enorme responsabilidade do trabalho do engenheiro, seja em relação aos cálculos, à administração da obra ou à gestão das pessoas. O engenheiro responde por tudo que acontece no canteiro”, frisa a engenheira da Sim Incorporadora.

Mas mesmo tendo consciência da enorme responsabilidade que tem, isso não assusta a jovem engenheira, que diz do que mais gosta em sua profissão. “O que me atraiu na Engenharia Civil é o dinamismo do dia a dia de uma obra, os desafios de subir uma obra do zero e ver as atividades acontecendo. Gosto muito também dessa questão de comandar as equipes de uma obra, que tem funções específicas, mas igualmente importantes para todo o conjunto da obra”, enfatiza.

COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS
Raquel Pinho e equipe

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Notícias

Paróquia Nossa Senhora da Assunção 

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Cria espaço dedicado à Ecologia Integral e realiza distribuição de mudas em alinhamento com a Campanha da Fraternidade 2025Em sintonia com o início da Quaresma e da Campanha da Fraternidade 2025, a Paróquia Nossa Senhora da Assunção, localizada na Vila Itatiaia, em Goiânia, promove uma ação especial para despertar a consciência ecológica e o compromisso com o cuidado da Casa Comum. No primeiro domingo da Quaresma, dia 09, a paróquia realizará a distribuição de aproximadamente 2.500 mudas de plantas para crianças durante a missa das 10h.

Esta iniciativa, que visa envolver as crianças e toda comunidade em um gesto concreto de cuidado com o meio ambiente, está alinhada com o tema da Campanha da Fraternidade 2025: “Fraternidade e Ecologia Integral”, e seu lema inspirador: “Deus viu que tudo era muito bom” (Gn 1,31). A ação busca incentivar o plantio e a conexão da comunidade com a natureza, como um símbolo do compromisso de cada um com a preservação do planeta.

Além da distribuição de mudas, a Paróquia Nossa Senhora da Assunção inaugurou um espaço dedicado à Campanha da Fraternidade, com o objetivo de promover a conscientização e a ação em prol da ecologia sustentável. O espaço conta com Exposição de Placas Solares, incentivando o uso de energia renovável; Postos de Coleta de Materiais Recicláveis, promovendo a conscientização da redução de resíduos; além de Ações de Combate à Dengue, conscientizando a população sobre a importância da prevenção e do combate à dengue.

A Campanha da Fraternidade 2025, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), busca “promover, em espírito quaresmal e em tempos de urgente crise socioambiental, um processo de conversão integral, ouvindo o grito dos pobres e da Terra”. De acordo com o Padre Marcos Rogério, “A iniciativa da Paróquia Nossa Senhora da Assunção reflete esse objetivo, incentivando a comunidade a adotar práticas sustentáveis e a refletir sobre a interconexão entre todas as criaturas e o meio ambiente”, disse.

Sobre a Campanha da Fraternidade 2025: A Campanha da Fraternidade é uma iniciativa anual da Igreja Católica no Brasil, que busca despertar a consciência da sociedade para temas relevantes e promover ações transformadoras. Em 2025, a campanha tem como foco a Ecologia Integral, convidando a todos a cuidarem da Casa Comum e a construírem um mundo mais fraterno e sustentável.

Assessoria de imprensa
Rafael Batista

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