Há tradições que não nascem em gabinetes nem se constroem com decretos. Elas florescem do afeto, do vapor que sobe da panela, do abraço entre amigos que se reencontram como se a saudade fosse ingrediente secreto.
Assim é a Feijoada do Elpídio — agora, com justiça e honra, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Goiânia. Mas para quem já teve o privilégio de estar presente, essa feijoada sempre foi patrimônio do coração. Porque ela não se resume a feijão, carnes e farofa. Ela é memória servida em prato fundo. É alegria que se come de colher. É afeto compartilhado em ritmo de samba e riso.
Elpídio Fiorda, jornalista, fotógrafo de alma inquieta, ex-secretário de turismo e, acima de tudo, homem que sabe servir amizade em porções generosas, é o maestro desse encontro onde o cheiro da comida mistura-se ao som das risadas, ao tilintar dos copos, ao compasso das rodas de choro.
O neto Isaac e o avô Elpidio Fiorda
Mas o que emociona ainda mais é ver o futuro brincando de presente ao seu lado. Isaac, seu neto de apenas 9 anos, já é parte essencial dessa festa. Um menino de olhar vivo e coração atento, que divulga com orgulho a feijoada do avô, como quem entende — mesmo tão novo — que ali está algo maior: um gesto que une, alimenta e marca vidas. Avô e neto dividem o fogão e a alegria, como quem compartilha um segredo bom que deve atravessar gerações.
Entre uma colherada e outra, os dois trocam olhares cúmplices, como se soubessem que a vida vale mesmo é por esses instantes: quando as mãos se sujam de tempero, e o coração se enche de histórias.
Foi o Vereador Anselmo Pereira e o Perfeito Sandro Mabel quem enxergaram com olhos generosos o que tantos já sentiam no coração: a Feijoada do Elpídio não é apenas um evento gastronômico, mas um monumento afetivo da cidade. Com sensibilidade e respeito à memória viva de Goiânia, Anselmo e Mabel acolheram o clamor silencioso de gerações que se encontram sob o mesmo toldo, embaladas pelo som da música e pelo perfume da panela.
Foram eles quem transformram em lei aquilo que já era lei do afeto: reconhecer essa tradição como Patrimônio Cultural, Gastonômico e Imaterial de Goiânia. Um gesto que eterniza não apenas o sabor da feijoada, mas o gesto de servir, o calor do abraço, o brilho do neto Isaac ao anunciar, com orgulho, o legado do avô.
Porque é disso que se trata: de uma cidade que não esquece seus símbolos vivos. De um menino que já entende o valor da memória. E de um homem, Elpídio Fiorda, que fez da gastronomia um ato de amor.
E agora, Goiânia, entre caçarolas e sorrisos, eterniza essa história.
Edna Gomes é Jornalista, Sommelière, Gastronôma, Poetisa e editora do Portal D9 Notícias
A designer gráfica Jessica Moreira, a gerente de marketing Emylia Chaveiro e a auxiliar administrativo Larissa Geovanna brilharam na organização do coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre. O condomínio horizontal é mais um empreendimento da Emisa Incorporadora entregue em Anápolis.
Os sócios e diretores da Emisa Incorporadora, Juliano Santos e Amador Santos (pai e filho); João Emídio e Guilherme Emídio (também pai e filho) foram os grandes anfitriões de um coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre, em Anápolis. Juliano e Guilherme dão seguimento à bem sucedida trajetória empresarial de seus pais, à frente da Emisa, incorporadora que no próximo ano completará 50 anos de fundação.
Nova geração de radiofrequência alcança camadas profundas da pele e ganha espaço entre pacientes que buscam rejuvenescimento com resultados naturais
A busca por procedimentos estéticos capazes de oferecer resultados cada vez mais naturais tem impulsionado uma nova geração de tecnologias voltadas ao estímulo de colágeno. A mais recente delas é o XERF, equipamento que vem ganhando destaque internacional por atuar em camadas profundas da pele sem a necessidade de cirurgia.
A tecnologia ganhou repercussão nos Estados Unidos após ser utilizada por celebridades como Kim Kardashian e agora começa a chegar ao mercado brasileiro, acompanhando uma tendência global de tratamentos minimamente invasivos focados na regeneração dos tecidos. E já sendo incluída na rotina de cuidados de personalidades como Silvia Braz.
Considerado uma evolução das radiofrequências convencionais, o XERF utiliza duas frequências simultâneas que permitem atingir diferentes profundidades da pele, chegando ao SMAS (Sistema Musculoaponeurótico Superficial), estrutura responsável pela sustentação facial e tradicionalmente associada aos resultados obtidos em cirurgias de lifting.
Na prática, o equipamento funciona como um estimulador tecnológico de colágeno. Por meio do aquecimento controlado dos tecidos, promove a contração das fibras existentes e estimula a produção de novas fibras de sustentação ao longo dos meses seguintes ao procedimento.
Segundo o dermatologista Dr. Bones, um dos primeiros médicos do Brasil a investir na tecnologia, o crescimento da procura por tratamentos desse tipo reflete uma mudança de comportamento dos pacientes.
“Hoje existe uma busca muito maior por procedimentos que preservem a identidade facial. As pessoas querem envelhecer bem, mas sem transformar seus traços. As novas tecnologias surgem justamente para estimular mecanismos naturais do organismo e melhorar a qualidade da pele de forma progressiva”, explica.
A chegada do XERF ao Brasil acompanha um movimento global: a procura por procedimentos que estimulem os mecanismos naturais do organismo vem crescendo, enquanto os tratamentos excessivamente volumizadores perdem espaço.
O equipamento não substitui a cirurgia em casos avançados, mas abre uma nova possibilidade para pacientes que desejam adiar intervenções mais invasivas ou potencializar resultados já conquistados.
Para o Dr. Bones, o futuro do rejuvenescimento não está em transformar a aparência, mas em estimular inteligentemente o que o corpo já sabe fazer.
Embora não substitua a cirurgia plástica em casos avançados de flacidez, o XERF surge como alternativa para pacientes que ainda não possuem indicação cirúrgica, desejam adiar intervenções mais invasivas ou buscam potencializar resultados já conquistados.
A expectativa do setor é que a tecnologia se torne uma das principais apostas da medicina estética nos próximos anos, impulsionada pela crescente demanda por tratamentos que combinem inovação, segurança e naturalidade.