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Nova Veneza

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Quinteto de Cordas da Orquestra Filarmônica de Goiás abre programação cultural 

Dança e música típica fazem parte da programação do palco central do evento que acontece de quinta, 5 de junho, a domingo, 8 de junho.

Festival reúne desde coral infantil da cidade até atrações nacionaisDe 5 a 8 de junho, Nova Veneza (GO) se transforma em um pedaço da Itália durante a 19ª edição do Festival Italiano, com o tema “Tradizione è la Nostra Storia”.

Além da gastronomia típica, o evento apresenta uma programação musical no palco instalado no centro do evento, que vai do coral infantil a shows de consagrados artistas nacionais e regionais, todos celebrando as raízes italianas na arte

O Quinteto de Cordas da Orquestra Filarmônica de Goiás promete encantar o público do 19º Festival Italiano de Nova Veneza com um repertório que une clássicos atemporais e obras de inspiração italiana, celebrando a riqueza cultural da Itália.

Formado por Gabriel Gonçalves (1º violino), Thamyris Nascimento (2º violino), Marcos Origella (viola), Maurélio Peotta (violoncelo) e Cícero Carvalho (contrabaixo), o grupo traz ainda uma conexão especial com a Itália, já que dois integrantes, Origella e Peotta, são netos de italianos, agregando um toque de ancestralidade e emoção às interpretações. 

Com técnica refinada e comunicação envolvente, o grupo promete não apenas abrir as festividades com virtuosismo, mas também emocionar o público, unindo tradição, história e paixão pela música italiana.

Na sequência, Almir Pessoa traz um mix de música raiz com a cultura italiana. O violeiro, mestre pela UFG, prepara um repertório especial para homenagear o festival, incluindo três números italianos: Volare, Bella Senz’anima e um instrumental de Funiculì Funiculá.

 A banda Nechivile, formada por Franco Levine (vocal), Léo di Castro (vocalista), e Junior Melgaço (contrabaixo e segunda voz), também é uma das atrações do primeiro dia de festa.

A banda mantém sua identidade única, marcada por harmonias em três vozes e músicas atemporais.

Esta é a primeira vez que a banda goiana se apresenta na festividade e prometem os grandes sucessos da banda para não deixar ninguém parado. “É muito gratificante participar dessa cultura tão bonita e rica.

Estamos lisonjeados e honrados em poder cantar nessa cidade tão acolhedora”, conta Glauco Toledo, empresário e produtor geral da banda.

Tenores do Brasil (Ricardo Regis & Marcello Zanluchi) sobem ao palco na sexta cantando Con te Partirò e Tarantelas. A dupla, famosa no programa de Raul Gil, acumula 27 anos de carreira dedicados ao repertório lírico-pop italiano.  

Atrações locais* 

As atrações locais também são destaque no 19º Festival Italiano de Nova Veneza. O coral Vocini di Veneza, formado por 38 estudantes da Escola Frain Faquim, de 7 a 11 anos, é uma das atrações tradicionais de cada ano, sendo um celeiro de talentos.

Muitos ex-integrantes do coral hoje seguem carreira musical, mostrando como o evento inspira novas gerações.  Sob regência da professora Irailde Pereira, as crianças cantarão sucessos internacionais em italiano, como Mamma Mia (ABBA) e Stand by Me (Ben E. King).  

Um exemplo de talentos que nasceram no coral é a dupla Izadora Cruz e Jordanna Félix, que cantam no domingo com o show “Laços & Canções”, que mistura clássicos italianos no estilo sertanejo universitário.

As primas, ex-integrantes do Coral de Nova Veneza, celebram suas origens italianas e carreiras solo – Jordanna como musicoterapeuta e Izadora com 10 anos de palco.  

Tenores de Nova Veneza (Alex Mayer e Weber Rosa) fazem duas apresentações, sendo uma delas no tradicional panelaço que encerra a festa.

A dupla, composta por moradores da cidade, mescla clássicos como O Sole Mio, o pop de La Solitudine e o sertanejo adaptado ao italiano.

Uma mistura de culturas! Outra atração é o coral Amici di Venezia. Formado por 10 integrantes voluntários em Nova Veneza, o grupo foi criado há sete anos e interpreta sucessos italianos conhecidos no Brasil, como canções de novelas e hits de Laura Pausini e Eros Ramazzotti.

Com apresentações durante os 4 dias de festa, o coral também traz versões em italiano de músicas brasileiras.

No sábado, Anna Paula Drigo comanda o Baile de Máscaras no sábado, com tarantelas e marchinhas de carnaval em italiano.

Antes disso, faz um show com as tradicionais canções do país da bota. Há cinco anos no evento, a cantora, que mora no município desde 2012, envolve a plateia em um espetáculo de fantasias e ritmos contagiantes.   

Nascido em Nova Veneza e, atualmente, morador da cidade mais italiana do Estado, Valdir Amaral apresenta um repertório italiano no domingo, com pérolas como Champagne e Tornero, além de canções folclóricas.

Descendente de trevisanos, o cantor resgata o legado das “músicas que embalaram gerações no Brasil”.  

A dupla Izadora Cruz e Jordanna Félix chega no domingo com o show “Laços & Canções”, que mistura clássicos italianos no estilo sertanejo universitário.

As primas, ex-integrantes do Coral de Nova Veneza, celebram suas origens italianas e carreiras solo – Jordanna como musicoterapeuta e Izadora com 10 anos de palco.  

PROGRAMAÇÃO A CADA DIA

DIA 05 DE JUNHO- QUINTA-FEIRA

19:00-Santa Missa na Igreja da Matriz de Nossa Senhora do Carmo

19:00 Abertura das cantinas

20:30- Abertura oficial no palco principal

21:00- Apresentações Culturais, Musicais e Artísticas locais

21:30- Quinteto de cordas da Orquestra Filarmônica de Goiás

22:00- Show Regional com Almir Pessoa (Realização: SESC)

23:00- Show Banda Nechivile

DIA 06 DE JUNHO- SEXTA-FEIRA

18:00- Campeonato do Jogo de Bocha – Fase classificatória

19:00-  Abertura das cantinas

19:00- Apresentações Culturais, Musicais e Artísticas locais

            Apresentação do Grupo Folclórico Ítalo Brasileiro de SC.

21:00- Show com os Tenores do Brasil (SP)

22:30- Banda Versatto (GO)

DIA 07 DE JUNHO- SÁBADO

ALMOÇO:11:00-  Abertura das cantinas

11:00- Apresentações Culturais, Musicais e Artísticas locais           

Apresentação do Grupo Folclórico Ítalo Brasileiro de SC.

14:00 – Apresentação dos Tenores de Nova Veneza-Weber e Alex

JANTAR:

19:00-  Abertura das cantinas

19:00- Apresentações Culturais, Musicais e Artísticas locais             

Apresentação do Grupo Folclórico Ítalo Brasileiro de SC.

20:00-Apresentação do Coro Amici di Veneza

21:00- Ana Paula Drigo e banda

22:30- Carnavale di Venezia- Baile de Máscaras 

DIA 08 DE JUNHO- DOMINGO 

11:00-  Abertura das cantinas

11:00- Apresentações Culturais, Musicais e Artísticas locais            

Apresentação do Grupo Folclórico Ítalo Brasileiro de SC

13:30- Show em Italiano com o cantor Valdir Amaral

14:30- Show em italiano com as cantoras Izadora Cruz e Jordanna Félix

17:00-Show com os Tenores Alex e Weber Rosa

18:00- Encerramento com o tradicional Panelaço

Nova Veneza possui quatro rotas de acesso

A festa, neste ano, está agendada para os 5 a 8 de junho na cidade de Nova Veneza, a 29 quilômetros de Goiânia e, para acessá-lo, há quatro alternativas. Confira:

1 – ROTA MAIS CONHECIDA –

 De Goiânia, a opção é ir pela GO 462, que sai pela Avenida Eurico Viana, no setor Parque das Nações, passa pelo Campus Samambaia da Universidade Federal de Goiás, por Santo Antônio de Goiás e chega direto à cidade.

Por essa alternativa, são 28 quilômetros de distância. Este trajeto é o mais conhecido e mais movimentado

2 – PARA FUGIR DO TRÂNSITO –

A orientação da prefeitura é sair da capital pela GO 080, pista dupla até Nerópolis.

Já no município, o motorista deverá passar por dentro da cidade para acessar a rodovia GO 222 até Nova Veneza. O trajeto todo tem cerca de  50 quilômetros.

3 – PARA QUEM VEM DA REGIÃO OESTE, TRINDADE OU GOIANIRA –

A alternativa é seguir pela GO 070, rodovia que na capital pode ser acessada pela Avenida Anhanguera e chega a Inhumas.

De lá, o trajeto para Nova Veneza se dá também pela GO 222 e o percurso todo tem 70 quilômetros.

4 – DE NERÓPOLIS, MAIS UM CAMINHO -Desde 2018, Nova Veneza  ganhou uma nova alternativa de acesso com a pavimentação da antiga estrada Santa Bárbara, é a GO 420.

Com 6,7 quilômetros, ela liga a cidade de Nova Veneza à GO-080, após a cidade de Nerópolis. Por este caminho, quem vem de Goiânia anda 37 quilômetros; de Anápolis, são 45 quilômetros.

E aí, já escolheu o seu?

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Isabella Daneluz amplia carreira e vai dos palcos às telas do cinema.

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Em turnê com “Miraculous Ladybug:

O Show Musical”, atriz encara novo desafio no audiovisual e integra produção sobre a trajetória de Lélia Gonzalez.

A atriz Isabella Daneluz, que vem construindo sua trajetória especialmente nos palcos e no teatro musical, prepara-se para um novo momento na carreira.

A artista amplia sua atuação no audiovisual ao interpretar Ana Felippe em uma produção dedicada à trajetória de Lélia Gonzalez, uma das mais importantes intelectuais, escritoras e ativistas brasileiras.

A obra resgata a história e o legado de Lélia Gonzalez, referência fundamental do pensamento social brasileiro e dos debates sobre racismo, sexismo, identidade, cultura e a realidade das mulheres negras no país.

Na produção, Isabella interpreta Ana Felippe, personagem ligada à trajetória de Lélia e apresentada na narrativa como uma de suas amigas e escritoras próximas, contribuindo para revelar também as relações pessoais, afetivas e intelectuais que fizeram parte dessa história.

Atualmente em turnê com “Miraculous Ladybug:

O Show Musical”, que chega a São Paulo em outubro, Isabella vive a experiência de transitar entre duas linguagens distintas.

Acostumada à intensidade, à projeção e à presença exigidas pelo teatro, a atriz encontra diante das câmeras um trabalho marcado pelas sutilezas da interpretação, pelos detalhes e pela construção de emoções em uma escala diferente.

A nova experiência representa também uma oportunidade de ampliar seu repertório artístico.

A passagem dos palcos para o audiovisual exige adaptações na forma de interpretar e permite que Isabella explore novas possibilidades profissionais, conciliando a experiência adquirida no teatro musical com os desafios de uma produção cinematográfica.

As gravações acontecem em São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro, cidades que integram a construção da narrativa e ajudam a dimensionar a trajetória retratada.

Ao reunir história, memória, cultura e representatividade, o projeto busca aproximar o público, inclusive as novas gerações, do pensamento e do legado deixado por Lélia Gonzalez.

Entre os palcos e as telas, Isabella Daneluz segue ampliando os caminhos de sua carreira.

Depois de conquistar espaço no teatro musical, a atriz passa a explorar com maior intensidade o audiovisual, levando sua experiência e sensibilidade artística para uma produção que recupera uma personagem fundamental da história brasileira e as pessoas que fizeram parte de sua trajetória.

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Geneticista Dr. Neto apresenta avanço em mapeamento genético durante MEDX Experience,

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Durante palestra, especialista apresentou aos médicos uma novidade na área da genética que amplia as possibilidades de prevenção, diagnóstico e personalização dos cuidados com a saúde.

O geneticista Dr. Neto foi um dos palestrantes do MEDX Experience, realizado nesta sexta-feira (28), no K Hotel, em Goiânia.

O encontro reuniu médicos em uma programação de imersão voltada à ciência aplicada à prática, tecnologia, gestão, inovação e aos novos caminhos que vêm transformando a medicina.

Durante sua participação, Dr. Neto apresentou aos profissionais presentes uma novidade relacionada ao mapeamento genético, apontada como um importante avanço para uma medicina cada vez mais individualizada.

A tecnologia permite ampliar a compreensão sobre características genéticas de cada pessoa e, a partir dessas informações, contribuir para estratégias mais direcionadas de prevenção, acompanhamento e cuidado.

A proposta representa uma mudança de perspectiva: além de atuar diante de doenças já instaladas, os avanços da genética possibilitam conhecer previamente determinadas predisposições e características individuais que podem auxiliar médicos e pacientes na tomada de decisões ao longo da vida.

Segundo o pesquisador Dr. Neto, o crescimento da medicina genética abre espaço para uma abordagem mais precisa, na qual cada paciente passa a ser analisado considerando também informações presentes em seu DNA.

O mapeamento pode oferecer dados que, associados à avaliação médica, histórico familiar, hábitos e outros exames, ajudam a construir uma visão mais ampla e personalizada da saúde.Durante a palestra, o geneticista destacou que essa evolução pode impactar diferentes áreas da medicina, justamente por fornecer informações capazes de auxiliar profissionais na compreensão de riscos individuais e na definição de estratégias de acompanhamento mais adequadas para cada perfil.

A novidade apresentada no MEDX Experience reforça um movimento que vem ganhando espaço na medicina: a transição de modelos generalizados de cuidado para uma atuação cada vez mais preventiva, preditiva e personalizada, utilizando a genética como uma importante aliada.

O MEDX Experience é direcionado a médicos que buscam acompanhar as transformações do setor e reúne ciência, tecnologia, gestão e inovação em uma programação voltada à aplicação prática do conhecimento.

A participação de Dr. Neto colocou a genética no centro dessa discussão, mostrando como informações presentes no DNA podem contribuir para uma nova forma de compreender a saúde e pensar a medicina do futuro.

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Por que o feito à mão voltou ao centro do design contemporâneo.

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Em plena era da inteligência artificial e da produção cada vez mais acelerada, processos artesanais voltam a ganhar protagonismo.

Para a arquiteta Camila Pimenta, não é nostalgia: é uma nova percepção de valor.

Quanto mais a tecnologia acelera a criação e torna possível reproduzir praticamente qualquer coisa, mais atenção o design contemporâneo parece dedicar àquilo que não pode ser replicado exatamente da mesma maneira.

Vidros soprados individualmente, pedras trabalhadas como esculturas, metais moldados, marcenaria, bordados e peças produzidas em pequenas séries voltam a ocupar espaço relevante na arquitetura.

Para Camila Pimenta, esse movimento não representa uma rejeição à tecnologia.

Pelo contrário.“A tecnologia amplia aquilo que podemos fazer.

Mas repertório, sensibilidade e intenção continuam determinando o que realmente vale a pena fazer.”

A arquiteta acredita que o encontro entre processos tecnológicos e conhecimento artesanal será cada vez mais importante.

Uma peça pode nascer de modelagem digital e engenharia de alta precisão e ainda depender das mãos de um artesão para adquirir sua característica mais especial.

E, nesse cenário, até pequenas variações passam a ter outro significado.“

Existe uma diferença enorme entre imperfeito e mal executado.

O artesanal que me interessa tem precisão, mas preserva aquilo que torna cada peça única.”

A mudança também chega à curadoria dos interiores.

Além de perguntar quem assina determinado objeto, passa a importar onde ele foi produzido, quem o executou, qual técnica foi utilizada e qual história existe por trás dele.

É uma lógica que Camila leva aos próprios projetos.

Sua pesquisa atravessa fabricantes, galerias, artistas, artesãos e diferentes países em busca de algo específico para cada residência.

E nem sempre a resposta está disponível no mercado.

“Às vezes procuramos no mundo inteiro e percebemos que a peça certa simplesmente não existe. Então, precisamos criá-la.

É justamente nesse ponto que arquitetura, interiores, arte e design de produto começam a se aproximar.

Em vez de uma residência construída apenas a partir de escolhas de catálogo, surgem peças desenvolvidas especificamente para aquele espaço e aquela família.

Para Camila, o retorno do feito à mão, portanto, não deve ser entendido como uma tendência estética. É consequência de um momento em que autoria, procedência e tempo voltam a participar da percepção de valor de um objeto.

“Talvez o futuro do design não esteja em escolher entre a mão e a máquina, mas em saber exatamente o que devemos pedir a cada uma delas.”

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