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Circuito Flow Corridas

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O Instituto Fluir acaba de dar mais um importante passo em sua trajetória de incentivo ao esporte nacional.

A organização obteve a Certidão de Registro Cadastral (CRC), com habilitação nos artigos 18 e 18-A da Lei de Incentivo ao Esporte (Lei nº 9.615/98), emitida em 13 de fevereiro de 2025 pela Diretoria de Certificação do Ministério do Esporte.

Com isso, a entidade passa a estar apta a apresentar projetos esportivos federais com captação via renúncia fiscal, ampliando sua atuação social e esportiva em todo o país.Em sintonia com essa nova fase, o Instituto anuncia também a parceria com a Flow Esportes, do empresário Mateus Suassuna, para a realização do Circuito Flow Corridas nos anos de 2025, 2026 e 2027. O projeto prevê a execução de corridas de rua em Goiânia, Brasília e outras capitais, integrando saúde, cultura e inclusão em um modelo inovador de evento esportivo.“A habilitação nos artigos 18 e 18

A chancela nosso compromisso com uma gestão transparente, técnica e com impacto social real. Estamos prontos para ampliar o alcance de nossas atividades acessíveis e transformadoras”, Gabrielle Carvalho, presidente do Instituto Fluir.

CIRCUITO FLOW CORRIDAS 2026: ESPORTE E INCLUSÃOO

Instituto Fluir já trabalha no desenvolvimento do projeto Circuito Flow Corridas 2026, com previsão de cinco etapas em Goiânia e Brasília entre maio e dezembro do próximo ano.A proposta será submetida à Lei de Incentivo ao Esporte e pretende impactar diretamente mais de 7.500 pessoas, entre atletas amadores, profissionais, jovens, idosos e pessoas com deficiência.

PARCERIA ESTRATÉGICA COM FOCO EM EXCELÊNCIA

Com a Flow Esportes responsável pela coordenação técnica e operacional das corridas, e o Instituto Fluir atuando na captação de recursos e gestão dos projetos incentivados, a parceria promete elevar o padrão de execução do circuito. 

“Estamos unindo forças para transformar vidas por meio do esporte. O Circuito Flow Corridas tem potencial de gerar empregos, fomentar a economia criativa e democratizar o acesso a eventos de qualidade”, Mateus Suassuna, CEO da Flow Esportes.

O projeto reforça a missão do Instituto Fluir de utilizar o esporte como ferramenta de inclusão social, cidadania, promoção da saúde e desenvolvimento econômico, consolidando sua posição como uma das principais instituições brasileiras no campo do esporte com propósito.

TARG COMUNICAÇÃO 

@targcomunicacao

BIANKA MUNIZ

JULIANA TELES

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Brilharam

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A designer gráfica Jessica Moreira, a gerente de marketing Emylia Chaveiro e a auxiliar administrativo Larissa Geovanna brilharam na organização do coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre. O condomínio horizontal é mais um empreendimento da Emisa Incorporadora entregue em Anápolis. 

Sem Fronteira

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Duas gerações

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Os sócios e diretores da Emisa Incorporadora, Juliano Santos e Amador Santos (pai e filho); João Emídio e Guilherme Emídio (também pai e filho) foram os grandes anfitriões de um coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre, em Anápolis. Juliano e Guilherme dão seguimento à bem sucedida trajetória empresarial de seus pais, à frente da Emisa, incorporadora que no próximo ano completará 50 anos de fundação.

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Tecnologia utilizada por Kim Kardashian chega ao Brasil

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Nova geração de radiofrequência alcança camadas profundas da pele e ganha espaço entre pacientes que buscam rejuvenescimento com resultados naturais

A busca por procedimentos estéticos capazes de oferecer resultados cada vez mais naturais tem impulsionado uma nova geração de tecnologias voltadas ao estímulo de colágeno. A mais recente delas é o XERF, equipamento que vem ganhando destaque internacional por atuar em camadas profundas da pele sem a necessidade de cirurgia.

A tecnologia ganhou repercussão nos Estados Unidos após ser utilizada por celebridades como Kim Kardashian e agora começa a chegar ao mercado brasileiro, acompanhando uma tendência global de tratamentos minimamente invasivos focados na regeneração dos tecidos. E já sendo incluída na rotina de cuidados de personalidades como Silvia Braz.

Considerado uma evolução das radiofrequências convencionais, o XERF utiliza duas frequências simultâneas que permitem atingir diferentes profundidades da pele, chegando ao SMAS (Sistema Musculoaponeurótico Superficial), estrutura responsável pela sustentação facial e tradicionalmente associada aos resultados obtidos em cirurgias de lifting.

Na prática, o equipamento funciona como um estimulador tecnológico de colágeno. Por meio do aquecimento controlado dos tecidos, promove a contração das fibras existentes e estimula a produção de novas fibras de sustentação ao longo dos meses seguintes ao procedimento.

Segundo o dermatologista Dr. Bones, um dos primeiros médicos do Brasil a investir na tecnologia, o crescimento da procura por tratamentos desse tipo reflete uma mudança de comportamento dos pacientes.

“Hoje existe uma busca muito maior por procedimentos que preservem a identidade facial. As pessoas querem envelhecer bem, mas sem transformar seus traços. As novas tecnologias surgem justamente para estimular mecanismos naturais do organismo e melhorar a qualidade da pele de forma progressiva”, explica.

A chegada do XERF ao Brasil acompanha um movimento global: a procura por procedimentos que estimulem os mecanismos naturais do organismo vem crescendo, enquanto os tratamentos excessivamente volumizadores perdem espaço. 

O equipamento não substitui a cirurgia em casos avançados, mas abre uma nova possibilidade para pacientes que desejam adiar intervenções mais invasivas ou potencializar resultados já conquistados.

Para o Dr. Bones, o futuro do rejuvenescimento não está em transformar a aparência, mas em estimular inteligentemente o que o corpo já sabe fazer.

Embora não substitua a cirurgia plástica em casos avançados de flacidez, o XERF surge como alternativa para pacientes que ainda não possuem indicação cirúrgica, desejam adiar intervenções mais invasivas ou buscam potencializar resultados já conquistados.

A expectativa do setor é que a tecnologia se torne uma das principais apostas da medicina estética nos próximos anos, impulsionada pela crescente demanda por tratamentos que combinem inovação, segurança e naturalidade.

Felipe Fernandes

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