Duas rodas e quatro cantos do Brasil: saiba quais são melhores rotas para chegar ao Capital Moto Week.
De Norte a Sul, motociclistas revelam trajetos rumo ao maior festival de moto e rock da América Latina, que acontece em Brasília, de 24 de julho a 2 de agosto.
De 24 de julho a 2 de agosto, acontece o maior festival de motos e rock da América Latina.
O Capital Moto Week. Nesse período, Brasília se torna o ponto de encontro para os entusiastas do motociclismo e do peso das guitarras.
A expectativa é que a cidade receba 150 mil turistas provenientes de todas as regiões do Brasil e do mundo. Como muitas dessas pessoas sobem em suas máquinas e pegam a estrada para vir curtir uma viagem surpreendente, o festival reuniu algumas das rotas já planejadas para chegar à capital do país.
“No mundo do motociclismo, a jornada é tão importante quanto o destino e cada quilômetro rodado até chegar a Brasília faz parte dessa experiência única que só o Capital Moto Week pode proporcionar”, afirma o CEO do festival, Pedro Franco.
Ele destaca que as portas da Cidade da Moto e da capital estão abertas para acolher visitantes que desejam descobrir a capital de uma forma diferente: sobre duas rodas, criando novos olhares sobre cenários e paisagens.
“O CMW é também um convite para explorar a arquitetura modernista, os projetos icônicos de Oscar Niemeyer, os diversos espaços culturais e as reservas naturais de todo Centro-Oeste” , destaca.
Não importa o ponto de partida: o festival começa na vontade de viver a liberdade sobre duas rodas.
De Norte a Sul do Brasil, motociclistas se reunem no maior festival de motos e rock da América Latina para celebrar a paixão pela estrada, música e vida.
E lá, eles vão encontrar muita diversão. Mas, antes disso, é necessário planejar a viagem. Para isso, o CMW ajuda os motociclistas indicando rotas para todos se surpreenderem até chegar ao festival.
Confira algumas das rotas até o Capital Moto Week:
Rota Centro-Oeste
Para os motociclistas da região, o caminho é mais breve.
De Goiânia, por exemplo, são apenas 210 km pela BR-060.
Já quem vem de Campo Grande (MS) pode seguir pela BR-262 até o entroncamento com a BR-060, passando por Jataí (GO) e Rio Verde (GO).
Rota Nordeste | Os nordestinos apaixonados por motociclismo podem chegar ao Capital Moto Week pela BR-020, que liga Fortaleza a Brasília em aproximadamente 2.300 km.
A estrada cruza o sertão, passando por cidades como Barreiras (BA) e Luís Eduardo Magalhães (BA), com paisagens únicas da caatinga e do cerrado.
Marcone Costa, moto viajante de São Gonçalo do Amarante (RN), já percorreu 19 estados brasileiros e participou do CMW em 2023.
Neste ano, ele vai sair de Natal, cruzar parte do Nordeste até a Bahia, passar por Recife, Paulo Afonso e Chapada Diamantina antes de chegar a Brasília pela BR-020.
“É uma rota bem legal!
Gosto de passar pela Chapada Diamantina, Morro do Pai Inácio e aproveito bastante a parada em Paulo Afonso, na Bahia”, conta Marcone.
Rota Norte | Para quem parte do Norte, o trajeto é mais longo, porém muito recompensador.
Partindo de Palmas (TO), por exemplo, são cerca de 900 km via BR-153.
Já de Porto Velho ou Rio Branco, o trajeto pode ultrapassar os 2.000 km, o que demanda maior logística.
Mas a experiência de cruzar o Brasil sobre duas rodas compensa cada quilômetro rodado.
Outro caminho proveitoso é o traçado pelo aventureiro Arthur Gurgel, 29 anos, que sairá do Tocantins para viver pela primeira vez o maior festival de motos da América Latina.
Apesar disso, ele já é experiente nessa rota e sugere seguir na BR-010 até o povoado de Príncipe, pegar a TO-050, que se torna GO-118, e seguir até Brasília.
Rota Sudeste | Motociclistas que saem de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e outras cidades do Sudeste têm na BR-040 uma das rotas mais diretas e seguras até Brasília.
Na estrada, paisagens de tirar o fôlego entre montanhas e vales, com paradas estratégicas em cidades como Paracatu (MG) e Cristalina (GO).
Uma viagem com média de 10 a 12 horas, dependendo do ponto de partida.
Odorico Pereira, 66 anos, se prepara para seu primeiro Capital Moto Week. Ele, que mora em Araquari (MG), está com o itinerário pronto:
“Minha rota é simples: BR-050 de Araguari a Cristalina e depois BR-040 até Brasília.
A pista dupla é tranquila, recomendo para quem vai de São Paulo! Quem sai de Ribeirão Preto pode fazer o trajeto pela BR 050”, revela.
Odorico indica realizar paradas para descanso a cada 200 quilômetros para garantir uma viagem segura.
Rota Sul | Quem sai de Curitiba, Porto Alegre ou Florianópolis pode seguir pela BR-116 e depois conectar com a BR-153, também conhecida como ‘Transbrasiliana’, que atravessa o país.
Apesar de ser uma rota longa, com cerca de 1.400 km a partir de Curitiba, é repleta de paisagens.
Devido à distância, é fundamental considerar a autonomia da moto, condições climáticas e pontos de parada para descanso e reabastecimento.
“No caminho, a Chapada de Natividade e Alto Paraíso tem paisagens incríveis.
O recomendado é sair cedo para deixar o Tocantins ainda pela manhã por conta do calor.
Nessa época tem muita incidência de fogo próximo à pista, então é importante tomar cuidado com os animais.
Por outro lado, 90% da rota é um tapete, o asfalto é muito bom e bem sinalizado”, afirma Arthur.
Vivendo a estrada a doisFrancisco Welder e Juliana Marques vivem sobre duas rodas compartilhando estradas.
Naturais de Fortaleza, eles são apaixonados por motos desde a juventude, paixão que transbordou para o relacionamento e impulsionou aventuras a dois.
A rota do casal para chegar ao CMW passará pelas cidades de Picos, São João do Piauí e São Raimundo Nonato, onde descansam.
Já na Bahia, eles seguirão na BR-020 até chegar em Brasília.
“Amamos contemplar as paisagens, nosso país é muito bonito!
Observar como a vegetação e o clima muda de um estado para outro é maravilhoso.
Curtimos todos os caminhos juntos!”, destacam.
A Cidade da MotoPessoas dos cinco continentes já estiveram no CMW. São Paulo é o principal estado de origem dos turistas.
Na Cidade da Moto, um complexo de 320 mil m² é montado para que os visitantes encontrem a estrutura para vivenciar os 10 dias de maneira inesquecível.
No total, serão 107 shows de algumas das maiores bandas de rock do Brasil e do mundo.
Os headliners desta edição são:
Biquini (24),
Os Paralamas do Sucesso (25),
Capital Inicial (26),
Samuel Rosa (27),
Angra e Lobão (31),
A canadense MAGIC! e Cidade Negra (01.8).
Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr e Detonautas (02.8).
O festival ainda conta com tirolesa, bungee jump, roda-gigante, cinco palcos temáticos, estandes de grandes marcas, lojas, restaurantes, cinema a céu aberto, ações socioambientais e muito mais.
Entre uma programação e outra, reserve a agenda para conhecer atrações imperdíveis da Capital.
Laura e Rodolfo oficializaram sua união em uma cerimônia à beira-mar, no Ceará. A celebração reuniu familiares e amigos de Goiânia, Brasília e São Paulo, em uma programação marcada pela confraternização. Na foto, os noivos ao lado de Gyovana de Castro Carneiro, madrinha de Rodolfo.
Kolontay Abrahão (E) recebeu, na tarde da última segunda-feira (02), no Bazar Villa Kolontay, o restaurateur Elpídio Fiorda Neto e Iris Araújo. Durante a visita, eles conferiram as últimas promoções da loja e aproveitaram para colocar a conversa em dia, saboreando um delicioso café da tarde acompanhado de pão de queijo.
Final de tarde de um domingo cheio de sol e atividades. Caminhando, nadando, fotografando aves, almoçando uma pizza espetacular com vários copinhos de cerveja para degustar. Cada passagem, um encantamento. Uma descoberta.
E aí, olhando logo adiante, uma sorveteria. Se estivesse no México pediria um “helado de chispas de chocolate”. Pediu um sorvete de flocos, seu predileto.
Descobriu que na Austrália se diz “choc chip vanilla” e não “flake ice cream”. Vivendo e aprendendo.
Aliás, como é bom ser corrigido e descobrir o adequado naquele momento e hora. Ela pediu um de abacaxi. Detesta flocos, para ela é o pior sorvete do mundo. Ele tem dificuldades para odiar. Aquilo que não gosta, simplesmente evita. Olhando para cima, uma revoada de milhares de morcegos gigantes, chamados de “flying foxes”.
Centenas deles vão pousando num enorme ficus e fazendo uma algazarra semelhante a periquitos. Então, são eles que me saúdam ao entardecer na porta da minha casa, pensou.
E também no sorvetinho noturno.Engraçado como já havia tentado enganar sua companheira uma vez, pedindo “glace aux pépites” quando estiveram em Strasbourg, na França.
E nada. Ela reconheceu na hora o danado do flocos. Ofereceu com carinho, pois quando gostamos de algo, queremos dividir. Mas nem sempre o seu desejo é o desejo do outro. Necessita respeitar. E por isso, dentro da intimidade do casal, uma das coisas mais belas é o limite. O território daquilo que é bom para um mas não é para o outro.
O reconhecimento das preferências do ser amado e das suas próprias. Jamais pedir algo desagradável como “recompensa” por ter feito ou dito uma coisa bela. Imposição é feio.
Relações de poder são ruins. O melhor é a troca autêntica. Não adianta estar numa “gelateria” e solicitar um “gelato alla stracciatella” e aquela cor meio branca, meio amarelada, com os pedacinhos de chocolate denunciando o famoso sorvete de flocos.
Que ele fique com o seu sorvete. Só isso. Também respeitar as escolhas é fundamental. Nem todo mundo vai amar peixe e camarão e alguns podem até ter alergia, quiçá mortal. Insistir naquilo que sabiamente já está provado e satisfeito, não é educação. É o contrário.
É falta de. Quantas vezes não já lhe pediram para tomar “mais um cafezinho”, ou comer “mais um pão de queijo” e a refeição que fora tão gostosa, agora o empanturra.
Querer dividir algo que adoramos é bonito, mas pergunte antes se o outro também gosta. E se lhe perguntarem, seja sincero ao dizer que não, por exemplo. Amar é ver o outro satisfeito com suas escolhas.
E estando longe, torcer para que ele ou ela, esteja feliz mesmo na ausência. Aliás o amor mais bonito é aquele que na distância deseja o melhor para o outro. Que não cobra exclusividade e nem dedicação o tempo todo.
Por isso ele lá na China, deu uma volta no parque e pediu um 巧克力碎片冰淇淋 (qiǎokèlì suìpiàn bīngqílín) e voltou sorrindo com um belo pistacchio nas mãos, para ela.
O mundo gira, as pessoas mudam, e até as preferências também.
Por isso sempre pergunte (ou melhor ainda, descubra) o que o outro realmente quer, para que juntos possam comer até a casquinha do sorvete da vida.