Produtores, enólogos e sommeliers participaram de sessão avaliativa na Amitié.
Em meio à presença de produtores, enólogos e sommeliers, a Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale) e a Amitié Espumantes e Vinhos promoveram, sexta-feira (18), uma degustação exclusiva de emblemáticos Merlot com Denominação de Origem elaborados na região – a primeira do país a ser reconhecida com Indicação Geográfica.
Conduzido pela sommelière e sócia da Amitié, Andreia Gentilini, o encontro foi uma oportunidade não apenas de reafirmar a excelência dos rótulos do Vale, mas também de descortinar diferentes características que fazem do Merlot elaborado ali único no país.
Ao todo, os convidados avaliaram exemplares de 10 vinícolas – Ales Victoria, Almaúnica, Aurora, Dom Cândido, Don Laurindo, Larentis, Miolo, Peculiare, Pizzato e Terragnolo.
A variedade de rótulos, com varietais mais evoluídos, outros de safras históricas e alguns já difíceis de serem encontrados no mercado, tornou a experiência ainda mais significativa.
“Minha motivação foi entender e avaliar como está qualitativamente o Merlot D.O. do Vale dos Vinhedos.
A degustação mostrou que os vinhos têm tipicidade e longevidade, comprovando que a Merlot, efetivamente, é a principal uva do Vale.
Mesmo com diferentes estilos entre uma vinícola e outra, todos demonstraram alta qualidade, e isso foi o que mais impressionou”, disse Andréia.
Antes de os vinhos serem degustados, cada produtor fez uma breve apresentação do Merlot escolhido para a prova.
Os vinhos foram degustados às cegas.
Assim como num concurso, excetuando a necessidade de dar uma nota às bebidas, os avaliadores eram convidados a escreverem na ficha de degustação suas impressões a respeito das análises visual, olfativa e gustativa.
Além disso, foram desafiados a adivinhar de qual vinícola era cada um dos vinhos provados.
Ao final de cada vinho degustado, algum convidado especialista era convidado a discorrer sobre as características do vinho recém avaliado.
Na lista, estiveram o D.EO.RUM (2018), da Ales Victoria; o Merlot Parte 2 (2020), da Almaúnica; o Gioia (2018), da Aurora; o Documento Merlot D.O. (2020), da Dom Cândido; o Três Dons Merlot (2020); da Don Laurindo; o Merlot Santa Lúcia (2021), da Larentis; o Merlot Terroir (2020), da Miolo; o Peculiare Merlot (2017), da Peculiare; o DNA 99 Merlot (2018), da Pizzato; e o Merlot Calhaus (2020), da Terragnolo.
Para o vice-presidente da Aprovale e diretor do Conselho Regulador da Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos, Moisés Brandelli, o evento trouxe não apenas um panorama da produção de Merlot D.O. local como também das possibilidades oferecidas pelas diferentes microrregiões do Vale.
Foi um momento único reunir esses produtos, todos com bastante valor agregado e representantes da D.O. do Vale.
Cada um dos vinhos nos mostrou sobre o terroir de cada produtor, provando que o Vale não tem uma identidade só.
Os vinhos trazem, sim, bastante características semelhantes, mas também trazem o microterroir de cada produtor, da microrregião dentro do Vale onde está sendo produzido, com suas características de solo e de microclima.
E também a mão de cada enólogo que produz, com características diferentes no padrão de elaboração, das técnicas e das tecnologias”, avaliou Brandelli.
O Vale dos Vinhedos foi a primeira região do Brasil a obter o reconhecimento de Indicação Geográfica, em 2002, com seus produtos podendo estampar o selo de Indicação de Procedência.
A partir dela, dez anos depois, a região foi reconhecida como Denominação de Origem – sendo a primeira no país para vinhos e espumantes.
O evento de degustação também contou com a presença de líderes setoriais, como o presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), Daniel Panizzi; a presidente da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RS), Caroline Dani; além dos prefeitos de Bento Gonçalves, Diogo Siqueira, e de Garibaldi, Sérgio Chesini; e do deputado estadual Guilherme Pasin.
Crédito das imagens : Exata Comunicação, Tiago Garziera
A engenheira civil Norma Suzy promoveu, no último dia 13 de setembro, um encontro especial em Senador Canedo para marcar a inauguração da Momy’s Gallery e o lançamento da pedra fundamental da ONG Algodão e Mel.
A ocasião reuniu convidados, parceiros e autoridades do municípios de Goiânia, Senador Canedo e a região.
O novo espaço chega com um ambiente dedicado à arte, à criatividade e à convivência, enquanto a ONG Algodão e Mel inicia sua trajetória com a proposta de desenvolver projetos e ações de cunho social.
A programação aconteceu na Avenida Pedro Miranda, conhecida como Avenida dos Eucaliptos, e foi marcada por confraternização e celebração de novos projetos.
O empreendimento já está aberto à visitação e com a agenda disponível para locação do espaço, que recebe eventos, confraternizações e celebrações especiais. A programação para os festejos de final de ano já foi aberta, e os interessados podem obter mais informações e reservar sua data pelo WhatsApp (62) 98422-3333.
Resistir a um bom café é para poucos e não ingerir, mais ainda. Mas deixemos de lado essas exceções e vamos para os amantes dessa bebida mágica e deliciosa.
Lá no começo de tudo, nas terras altas da Etiópia, as cabras que comiam as sementes dessa planta eram mais ativas, espertas e saltitantes. Um pastor chamado Kaldi observou isso e ingeriu essas sementes vermelhas. Deu muita energia. Mas um abade testemunhou a heresia e pôs fogo no produto.
O que resultou em um dos aromas mais amados do mundo.Então a origem do café que por sua difusão pelos árabes, intitulou-se de arábico. O outro, mas ao sul do continente africano, rodeando as terras baixas e florestais do Lago Vitória, produziu a variedade robusta. Com mais cafeína, amargo e poderoso. Robusta aguenta tudo, até desaforo.
Podendo ter uma mistura de grãos, impurezas e galhos secos. É para os fortes. Aí, um bichinho bonito, noturno, habitante do Sudoeste Asiático, num dia desses, saiu do seu habitat natural nas palmeiras, aqui em Bali e ingeriu os grãos de café arábico.
A civeta. Mas ele é um “gourmet”. Só come grãos perfeitos e seu sistema digestivo produzo famoso “kopi luwak”. Café mais caro do mundo. Muita gente não confessa, mas acaba parando em Ubud, só para tomar café e fazer amizade com esse animal incrível.
Pois bem. Para tomar café, precisamos de pão. Alguns dizem que é só uma mistura de água e farinha. Quanta ilusão! Pão é alimento dos escolhidos. Pode ser o chamado francês, no Brasil. Pode ser o “baguette”, aquele comprido que você compra e põe debaixo do braço.
O “arrabiata”, cheio de furos e aeração. Ou então o mundialmente famoso e o mais comido de todos, o sírio, conhecido por aí como “pita”. É multi-uso. Serve para tudo. Da manhã até a noite. Gostoso demais.E antes que alguém me cobre sobre o “croissant”, infelizmente tenho que confessar que demorei a descobrir que ele é de origem austríaca, e não francesa. Maria Antonieta que o trouxe de Viena e os franceses acrescentaram aquela massa folhada e manteiga.
O nome dele era “kipferl”, muito menos charmoso, não? Que diga o império otomano e sua semi-lua que foram o formato inspirador. Para enfeitar a mão que serve, produz, amassa, colhe, torra, mistura e também bebe café come pão. A pulseira. Elemento protetor de primeira linha, das mais antigas civilizações. Tanto utilizada por homens como mulheres.
Servia também como identificação de suas origens, como status social e muito mais. Um pulso firme geralmente está adornado por uma pulseira.Cada uma delas externa uma mensagem. Sutil. Sentimentos, posicionamentos, predileções de cores. Uma paleta pessoal. Única e indivisível. Hoje bem cedo, observando minha esposa fazendo o café e usando a inseparável cafeteira sextavada italiana, fiquei encantado. Como ela estava linda, cortando o pão e servindo a todos. Suas pulserinhas – são dezesseis, ao todo – ornavam seus braços longos, finos e fortes. Comi, bebi, e apertei suas mãos de dedos belíssimos.
E logo percebi que ela é minha bebida que ativa, a comida que alimenta e a pulseira que enfeita e une. Uma mulher única, com cheiro e textura inimagináveis, colorida e envolvente como ninguém.
Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music ShowEx-vocalista do Soweto e ex-padrasto de Lexa chama atenção pela rotina de preparação física e levanta expectativa sobre uma possível entrada no ringue.
Conhecido do público por sua trajetória na música, Cacau Jr., ex-vocalista do grupo Soweto e ex-padrasto da cantora Lexa, pode estar prestes a encarar um desafio bem diferente dos palcos.
O artista vem chamando atenção pela intensidade e dedicação demonstradas em sua rotina de treinos.
Os registros recentes mostram Cacau Jr. focado na preparação física, aumentando a curiosidade sobre até onde ele pretende levar essa nova fase.
E uma possibilidade já começa a movimentar os bastidores: uma eventual participação no Fight Music Show (FMS).
O evento, conhecido por promover confrontos que misturam nomes do entretenimento, influenciadores, artistas e atletas, poderia representar uma oportunidade para Cacau Jr. testar sua preparação dentro do ringue.
Por enquanto, não há confirmação de luta ou adversário, mas a possibilidade abre espaço para uma pergunta que promete movimentar o público: quem seria o nome ideal para enfrentar Cacau Jr. em uma possível estreia no FMS?Além da ligação com a música, Cacau Jr. também ficou conhecido nacionalmente por sua relação familiar com Lexa.
Agora, com os treinos ganhando intensidade, o artista pode apresentar ao público uma nova faceta, desta vez ligada ao universo das lutas e da preparação esportiva.
Uma possível entrada no Fight Music Show marcaria um novo capítulo em sua trajetória e poderia colocar frente a frente duas personalidades conhecidas do público em um confronto inédito.
E aí: quem deveria ser o adversário de Cacau Jr. caso ele aceite subir ao ringue do FMS?