Feira multicultural será realizada de 15 a 17 de agosto no Martim Cererê.
Dentre os destaques da 3ª edição estão BNEGÃO, Worst, Maduli, Maaju, Rastibuia, Red Sand King, Rocco e muito mais.
A programação musical da 3ª edição da Feira Multicultural GO ART já está definida, e o som das ruas tomará conta do Centro Cultural Martim Cererê de 15 a 17 de agosto.
Com foco nas artes urbanas, o evento trará ao público 21 atrações musicais, distribuídas entre discotecagens e shows.
Na sexta-feira (15) e no sábado (16), o acesso é gratuito até as 19h. Após esse horário, a entrada será 1kg de alimento não perecível.
Os alimentos arrecadados serão destinados ao Instituto Batuíra de Saúde Mental e à OVG – Organização das Voluntárias de Goiás.
Já no domingo (17), a entrada é livre durante todo o dia.
Serão 11 discotecagens, no total. O vocalista do Planet Hemp e do Seletores de Frequência, BNegão é um dos destaques da programação com seu projeto de discotecagem “Bota Som”.
Esta edição também terá forte presença feminina por meio do Coletivo Selvática, representado pelas DJs Paulíssima, Poli Queiroz, Eloah e Yasmim Lauck, sendo as duas últimas com duas apresentações cada, e da DJ Iara Kevene.
Completam o line-up os DJs Segundo, Pablo Kossa e Daniel de Mello.
Já os 10 shows reunirão uma variedade de estilos que vão do hip hop e soul ao punk, rock e reggae.
As atrações da edição incluem nomes como Worst, Maduli, Maaju, Rastibuia, Red Sand King, Rocco, Insanidade e Coró de Pau, este último também conduzindo oficina gratuita no sábado (16).
Os grupos Mechanics e Sociedade Black também se apresentarão em celebração aos seus 30 e 35 anos de trajetória, respectivamente.
Além da música, o GO ART terá Flash Day Tattoo, exposições, oficinas, encontro de grafite, intervenção artística, 10 grupos de flashback, foodtrucks, além de competição de skate, batalhas de MCs e breakdance com premiações em dinheiro, prometendo uma imersão na diversidade, simbolismo e significados que essas expressões socioculturais carregam.
O GO ART é realizado pela Taboo Produções, que tem o produtor cultural Pedro Brito à frente, com recursos do Programa Goyazes do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.
Em 2025, o evento também conta com patrocínio da Via Nut e apoio do Centro Cultural Martim Cererê, Hocus Pocus, Ambiente Skate Shop e CRJ – Centro de Referência da Juventude.
Mais informações sobre o evento podem ser conferidas no instagram @goart.br.
Quem se encontra em Portugal é a cantora e intérprete Rainy Ághata ao lado da filha Eveliyn Moura, em uma viagem especial para visitar a outra filha, Luany Aghata, que vive em Grândula, região metropolitana de Lisboa.
Durante a temporada em terras portuguesas, mãe e filhas aproveitaram para conhecer diversos pontos turísticos e saborear a tradicional gastronomia portuguesa, famosa e os doces típicos da região.
Em seguida, Rainy e Evelyn partiram para a França, onde fizeram um pit stop de quatro dias em Paris, com direito a passeio pelo Rio Sena, visita à icônica Torre Eiffel e um tradicional jantar francês.
Na sequência, seguiram viagem para Barcelona e região dos Pireneus, onde permanecem por mais alguns dias antes do retorno para Lisboa ao encontro da filha Luane, aproveitando os últimos passeios turísticos antes da volta ao Brasil, marcada para o próximo dia 31 de maio.
Após muitos anos sem férias a viagem foi planejada, um merecido descanso, uma pausa na carreira, shows e produções dos eventos e marcada por momentos especiais e emocionantes, celebrando a alegria de reunir as filhas em uma inesquecível temporada pela Europa.
Prefeito de Itaqui RS, Leonardo Betin recebe arquiteta para tratar sobre restauração do Mercado Público
Na manhã deste sábado (23/5), o prefeito Leonardo Betin recebeu a arquiteta urbanista e perita responsável pelos trabalhos técnicos relacionados ao processo e projeto de restauração do Mercado Público, Ângela Cattani.
A reunião teve como principais pautas a análise estrutural do prédio, questões documentais e os próximos passos para a elaboração de um diagnóstico completo das condições do edifício.
Ângela destacou que será realizado o escaneamento completo do Mercado Público, contemplando tanto a parte externa quanto os ambientes internos, além do levantamento técnico que permitirá o mapeamento detalhado da estrutura, sendo possível identificar os pontos que necessitam de reforma, restauração ou intervenções urgentes.
Também será elaborado um laudo técnico apontando as necessidades do prédio, a urgência das obras e as medidas mais adequadas para garantir a preservação do espaço. O documento servirá para subsidiar e informar ao Judiciário e o executivo municipal acerca da melhor decisão referente às ações necessárias para o imóvel.
A secretária de Esporte, Cultura, Lazer e Turismo (SMECULT), Maricê Del Fabro e a arquiteta da PMI, Mayara Trodo também participaram da reunião.
Mercado Municipal – Situação atual
Inicio das Obras 1889 e inaugurado definitivamente em 1910
Um pouco da história do Imponente Mercado Central
O Mercado Público Municipal de Itaqui é um dos prédios históricos mais importantes e imponentes da cidade, carregando mais de um século de memórias do comércio e da cultura local. Aqui está o histórico que resume a trajetória desse monumento:
Construção e Arquitetura (Século XIX)
As obras começaram por volta de *1889, em um período de grande crescimento econômico na região da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, impulsionado pelo comércio fluvial no Rio Uruguai. O projeto arquitetônico seguiu o estilo **neoclássico, muito popular na época, caracterizado por suas linhas simétricas, grandes portais e janelas em arco. A inauguração oficial ocorreu em *1910, consolidando o local como o coração do comércio urbano da cidade.
O Coração do Comércio Local
Durante décadas, o mercado funcionou exatamente como o planejado: um ponto de encontro vibrante onde produtores rurais, pescadores e comerciantes locais vendiam carnes, peixes, vegetais e produtos artesanais. Pela sua proximidade com as áreas portuárias e ferroviárias, ele era o termômetro da economia de Itaqui.
Declínio e Abandono
Com as mudanças nas dinâmicas de consumo na segunda metade do século XX — como o surgimento de grandes supermercados e a perda de força do transporte fluvial —, o Mercado Público começou a perder espaço. Gradualmente, os boxes foram desocupados e o prédio entrou em um severo processo de deterioração e abandono, chegando a ameaçar a estrutura desse patrimônio.
O Projeto de Restauro
Por se tratar de um patrimônio cultural essencial para a identidade itaquiense, a comunidade e o poder público se mobilizaram para salvá-lo. Após anos de expectativa, o prédio passou por um amplo projeto de restauração. O objetivo do restauro foi duplo:
Preservar: Recuperar a fachada original, os adornos da época e a estrutura interna.
Modernizar: Transformar o antigo mercado em um espaço multiuso, preparado para receber não apenas o comércio tradicional e a gastronomia, mas também eventos culturais, feiras de artesanato e apresentações artísticas.
Curiosidade histórica: A imponente estrutura do mercado, com suas fachadas voltadas para diferentes ruas, foi desenhada para facilitar o fluxo de mercadorias que chegavam tanto do interior do município quanto dos barcos que navegavam pelo Rio Uruguai.
Curiosidade
Imperador Dom Pedro II visitou Itaqui em 1865, com o pala presenteado pelos rio-grandenses
SUA ALTEZA IMPERIAL NA VILA DE SÃO PATRÍCIO DE ITAQUI
O Imperador Dom Pedro II visitou Itaqui no dia 26 de setembro de 1865.
Essa visita ocorreu no contexto da Guerra do Paraguai. Poucos meses antes, em junho de 1865, as tropas paraguaias haviam invadido o território gaúcho, passando por São Borja e Itaqui, avançando em direção a Uruguaiana. Diante da gravidade da situação, o próprio Dom Pedro II decidiu viajar até o Rio Grande do Sul para acompanhar as operações militares de perto e elevar o moral das tropas brasileiras.
O cenário que o Imperador encontrou na então Vila de São Patrício de Itaqui foi marcante:
Povoado deserto: Temendo a violência da invasão paraguaia, os moradores locais haviam abandonado a vila e fugido para propriedades rurais no interior. Quando o monarca chegou, as casas estavam com vidraças quebradas e portas abertas após os saques dos invasores.
Inspeção e orações: Dom Pedro II percorreu a região das pedreiras e visitou os cemitérios locais. No cemitério antigo, ele fez uma oração em homenagem ao Coronel Manuel dos Santos Loureiro (“Manduca Loureiro”), um comandante legalista que havia lutado a favor do Império na Revolução Farroupilha.
Companhia ilustre: O Imperador viajava a bordo do barco a vapor Onze de Junho. Na comitiva estava ninguém menos que o Marquês de Caxias (que anos mais tarde receberia o título de Duque de Caxias). Curiosamente, Caxias estava com uma forte gripe naquele dia e não chegou a desembarcar na vila, permanecendo repousando no navio. A passagem do monarca pela Fronteira Oeste foi um dos eventos políticos e militares mais importantes da história da região no século XIX.
Realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Goiânia, o espetáculo “Além das Máscaras” chega ao público nos dias 4 e 5 de junho, às 20h, no Teatro do IFG, em Goiânia, com uma proposta sensível e emocionante: provocar reflexões sobre inclusão, igualdade, capacitismo e pertencimento por meio da arte.
Com duração de 50 minutos, a montagem reúne teatro, música e dança em uma narrativa que aborda os sentimentos e inseguranças escondidos por trás das “máscaras” sociais utilizadas no cotidiano. A obra convida o público a enxergar além das aparências e reconhecer a importância da empatia, do acolhimento e do respeito às diferenças.
Idealizado pela psicopedagoga e atriz Patrícia Delgado e dirigido por Wesley Neres, o espetáculo destaca o protagonismo de artistas com deficiência e reforça a potência transformadora da arte inclusiva. A atriz principal da montagem é uma jovem com Síndrome de Down, ampliando a representatividade e fortalecendo o debate sobre acessibilidade e participação artística.
O projeto é organizado pelo Coletivo Aruá, com produção executiva de Laila Santoro, e conta com a participação da Clave de Down, grupo de música e musicalização inclusiva formado por artistas com Síndrome de Down e coordenado pelo professor Maxwell Amaral.
A programação também reúne o grupo de dança inclusiva Singular T21 – Arte para Todos, conduzido pela professora Sofia Valoz, além da participação do cantor Murilo Leal, artista autista e com baixa visão, e da participação especial do pianista Luiz Wagner.
Entre momentos de emoção, humor e sensibilidade, “Além das Máscaras” propõe uma experiência artística que reafirma que todas as pessoas compartilham sonhos, medos, desejos e o direito de ocupar plenamente os espaços culturais e sociais.
Serviço
Espetáculo: Além das Máscaras Datas: 4 e 5 de junho de 2026 Horário: 20h Local: Teatro do IFG – Câmpus Goiânia Endereço: Rua 75, nº 46, Centro, Goiânia – GO Duração: 50 minutos Realização: Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Goiânia Organização: Coletivo Aruá Produção Executiva: Laila Santoro