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Canto Kids dá início à festa musical em Pirenópolis com jovens talentos.

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Evento reúne 40 crianças e adolescentes de 7 a 14 anos em apresentações gratuitas neste fim de semana.

A  4ª edição do Canto Kids, parte integrante do 24° Canto da Primavera – Mostra Nacional de Música de Pirenópolis, foi aberto oficialmente na noite desta sexta-feira (05/09), no Theatro Sebastião Pompeo de Pina.

Com o público presente lotando o espaço, a cerimônia marcou o início das apresentações que, pela primeira vez, acontecem em formato não competitivo, priorizando a formação musical e a valorização da diversidade cultural entre crianças e adolescentes.

Participaram da abertura a secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, representando o governador Ronaldo Caiado, o diretor de Articulação e Logística do PROEC-UFG, Leandro Pinho Rodrigues, representando a reitora da UFG, professora Angelita Pereira; além de autoridades municipais, parceiros do festival, professores e familiares dos jovens participantes.

“Em nome do governador Ronaldo Caiado, agradeço imensamente a presença de cada um de vocês. O governador sempre reforça que a cultura é uma política pública essencial e que nosso dever é devolvê-la aos goianos. 

Hoje, conseguimos não apenas realizar o festival com qualidade, mas também ampliar sua programação e o alcance das ações”, destacou a secretária  Yara Nunes.

A titular da pasta também antecipou novidades: “Nesta sexta, teremos a apresentação de 20 crianças, amanhã de mais 20, e já deixo aqui o anúncio: no próximo ano manteremos esse formato e ampliaremos as participações — serão, no mínimo, 60 crianças”.

Leandro Pinho destacou  o esforço do governador Ronaldo Caiado e da secretária Yara Nunes na realização de grandes eventos culturais gratuitos. 

“A UFG é parceira e se sente honrada em estar presente não só no Canto Kids e no Canto da Primavera, em Pirenópolis, mas também no Fica – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, em Goiás, e no TeNpo – Mostra de Teatro Nacional de Porangatu. Esses eventos promovem o desenvolvimento regional e fomentam os artistas goianos, o que é muito importante,” ressaltou.

Participaram da abertura a secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, representando o governador Ronaldo Caiado, o diretor de Articulação e Logística do PROEC-UFG, Leandro Pinho Rodrigues, representando a reitora da UFG, professora Angelita Pereira; além de autoridades municipais, parceiros do festival, professores e familiares dos jovens participantes.

“Em nome do governador Ronaldo Caiado, agradeço imensamente a presença de cada um de vocês.

O governador sempre reforça que a cultura é uma política pública essencial e que nosso dever é devolvê-la aos goianos. 

Hoje, conseguimos não apenas realizar o festival com qualidade, mas também ampliar sua programação e o alcance das ações”, destacou a secretária  Yara Nunes.

A titular da pasta também antecipou novidades: “Nesta sexta, teremos a apresentação de 20 crianças, amanhã de mais 20, e já deixo aqui o anúncio: no próximo ano manteremos esse formato e ampliaremos as participações — serão, no mínimo, 60 crianças”.

Leandro Pinho destacou  o esforço do governador Ronaldo Caiado e da secretária Yara Nunes na realização de grandes eventos culturais gratuitos. 

“A UFG é parceira e se sente honrada em estar presente não só no Canto Kids e no Canto da Primavera, em Pirenópolis, mas também no Fica – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, em Goiás, e no TeNpo – Mostra de Teatro Nacional de Porangatu. Esses eventos promovem o desenvolvimento regional e fomentam os artistas goianos, o que é muito importante,” ressaltou.

A noite de sexta-feira foi marcada pela apresentação de crianças e adolescentes de Pirenópolis, Silvânia, Goiás, Inhumas, Jaraguá,  Aparecida de Goiânia, Anápolis, Valparaíso e Goiânia.

Elas foram acompanhadas pela banda oficial do Canto Kids, formada por Ney Couteiro (direção musical e cordas), Lázaro Silva (teclados), Marco Outeiro (baixo) e Neto Rios (bateria). 

Antes de subir ao palco, os candidatos passaram por uma preparação vocal conduzida pela cantora e professora Sabah Moraes, durante  oficinas ministradas durante os dias 3 e 4 de setembro, as quais primaram pela escolha dos tons mais adequados, afinação e ajustes vocais. 

Todos os participantes receberam uma premiação destinada à cobertura de despesas com transporte, hospedagem, alimentação e demais custos pessoais durante o evento.

Eles também ganharam, cada um, um kit contendo camiseta, mochila, caderno, livro de colorir e lápis de cor.

Canto Kids 2025Neste ano, 40 estudantes da rede pública, com idades entre 7 e 14 anos, foram selecionados para se apresentar em categorias solo, duos e grupos.

O novo formato do festival estimula a musicalização e a expressão artística infantil em um ambiente de acolhimento e aprendizado.

As apresentações seguem até o sábado (06/09), sempre no Theatro Sebastião Pompeo de Pina, a partir das 18h30, e contam com tradução em libras.

O evento está sendo transmitido ao vivo pela TBC, permitindo que familiares e o público em geral, em todo o estado, possam acompanhar as performances e celebrar os talentos em formação.

O Canto Kids integra a programação do 24º Canto da Primavera, que será realizado entre os dias 9 e 14 de setembro, em Pirenópolis.

O festival é promovido pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), com correalização da Universidade Federal de Goiás (UFG) e Fundação RTVE.

O evento também tem apoio  das Secretarias de Estado da Retomada, da Infraestrutura (Seinfra) e de Esporte e Lazer (Seel), Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Goiás Social, Goiás Turismo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Saneago, Sesc Goiás e Prefeitura de Pirenópolis.

Fotos: 

Miguel Armond

 Secult Goiás

OlhO Comunicação Estratégica

Secretaria de Estado da Cultura

Governo de Goiás

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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