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Uso da Inteligência Artificial aplicada ao WhatsApp gera economia de tempo superior a 80%

Empresa goiana investe na tecnologia para simplificar a gestão de vendas e aproximar o controle do negócio do dia a dia dos empreendedores

O uso da Inteligência Artificial aplicada ao WhatsApp se tornou uma ferramenta que tem ajudado empresas a consultar informações, organizar compromissos e até realizar processos mais específicos, como lançar vendas, controlar o sistema financeiro e gerar relatórios.

Acompanhando esse cenário, a empresa goiana Suas Vendas, fundada em 2008 por Vitor Nogueira e Pedro Felix, criou a SilvIA, uma assistente virtual que aposta na simplicidade e na automação para facilitar as demandas, colocando o poder da IA diretamente na palma da mão dos usuários, sem complicações técnicas, por meio do WhatsApp.

A ideia dos sócios nasceu de uma observação direta, baseada no fato de que os usuários do SuasVendas muitas vezes não tinham tempo ou estrutura para lidar com sistemas complexos de gestão, o que impactava negativamente a administração das empresas de pequeno, médio e grande porte.

“A ferramenta foi pensada para ser extremamente intuitiva. Colocamos as principais funções que o sistema faz dentro do WhatsApp, aplicativo em que nossos clientes precisam estar o tempo inteiro. Não há instalação de app, nem necessidade de configuração avançada.

Ela funciona como uma conversa comum: você vai enviar um áudio, uma imagem ou digitar, e ela vai entender e responder instantaneamente” diz Vitor Nogueira, CEO e cofundador do SuasVendas.

A SilvIA usa inteligência artificial aplicada à linguagem natural, cruzando dados reais do sistema, como vendas, clientes/CRM, financeiro, e transformando isso em respostas úteis, simples e rápidas.

Ela entende voz, imagem e texto. A tecnologia aplicada combina machine learning e integração com o WhatsApp Business API, de forma segura e em conformidade com a Lei Geral da Proteção de Dados (LGPD), responsável por proteger a privacidade e a liberdade dos indivíduos.

A comunicação é protegida por criptografia ponta a ponta e autenticação via token. Todos os dados são processados em servidores seguros, fora do ambiente do WhatsApp, garantindo sigilo e integridade.

“Não é uma IA genérica. Ela é treinada, conectada à rotina das pessoas, para o profissional que está na rua, sem tempo para abrir planilhas ou softwares pesados”, explica Pedro Felix, cofundador e CTO do SuasVendas.

“Os clientes têm reportado economia de tempo superior a 80% nas tarefas diárias e aumento direto na produtividade e faturamento”, acrescenta.
Atualmente, a ferramenta está em fase de liberação gradual para a base do SuasVendas responsável por atender mais de 30 mil usuários, com destaque especial para clientes em Goiás, onde o projeto foi desenvolvido.

As dezenas de contas ativas contam com feedbacks positivos e a adesão cresce de forma orgânica. Uma pesquisa interna da própria empresa mostra que 43% dos usuários já conhecem e 18% utilizam a SilvIA.

IA e os impactos diretos para pequenos negócios

Segundo um estudo da Microsoft sobre Pequenas e Médias Empresas (PMEs), realizado no Brasil em 2024, 75% das pequenas empresas brasileiras acreditam que a inteligência artificial (IA) simplifica processos e melhora a eficiência operacional.

Mais de 60% já possuem metas ou planos para adoção tecnológica nos próximos meses. Esses dados indicam uma tendência clara: a democratização do acesso à IA, que deixou de ser algo distante para se tornar uma ferramenta concreta que facilita o dia a dia dessas empresas.

O levantamento do SuasVendas revela que 25% dos usuários da plataforma já utilizam IA em sua rotina profissional — seja por meio da assistente SilvIA ou de outras aplicações integradas ao sistema.

Ainda assim, existe um grande potencial para crescimento e adoção dessa tecnologia em ambientes corporativos, especialmente entre pequenos negócios. Em apenas 30 dias, usuários ativos da SilvIA realizaram mais de 19 mil conversas com a assistente via WhatsApp.

O recurso “Pedidos com a SilvIA”, que permite a inserção automática de pedidos no sistema por meio de fotos ou arquivos, recebeu em média 33,1 solicitações diárias, reforçando o interesse crescente por ferramentas baseadas em IA.

Com a inteligência artificial, é possível minimizar erros operacionais, reduzir perdas financeiras e tomar decisões fundamentadas em dados concretos. Além disso, a tecnologia permite análises mais precisas e acessíveis, aumenta a segurança das informações e impulsiona a produtividade das equipes.

Outro destaque é a melhoria na comunicação: ferramentas inteligentes podem otimizar o relacionamento com clientes, fornecedores e colaboradores.

Soluções baseadas em Business Intelligence, por exemplo, ajudam a visualizar cenários, identificar oportunidades e manter todos alinhados aos objetivos do negócio, elevando a rentabilidade.


“A inteligência artificial deixou de ser um luxo para se tornar parte do dia a dia das empresas, e isso vale, principalmente, para as pequenas e médias.

Ferramentas como a SilvIA estão mostrando que dá para ter tecnologia de ponta no bolso, no celular, no WhatsApp, e isso abre um universo de possibilidades para negócios que antes eram totalmente dependentes de processos manuais.

Olhando para o futuro, eu acredito que a IA vai ser tão comum quanto ter internet ou celular. Quem aproveitar agora, sai na frente porque já estará usando os dados para tomar decisões melhores, automatizar tarefas e criar mais tempo para o que realmente importa: vender, atender bem o cliente e crescer.

Em uma economia cada vez mais digitalizada, não se trata só de ganhar eficiência; é questão de sobrevivência”, comenta Vitor Nogueira.

Sobre o SuasVendas


Fundado em 2008, o SuasVendas é uma plataforma digital especializada em gestão comercial e empresarial, desenvolvida para atender representantes comerciais, vendedores externos, empreendedores, indústrias, distribuidores e empresas de diversos portes.

Com sede em Goiás, a solução oferece funcionalidades que integram vendas, controle financeiro, CRM e e-commerce B2B.

Com mais de 30 mil usuários ativos e 3.200 clientes, a plataforma atua em todo o território nacional e mantém operações internacionais, com presença efetiva na Argentina.

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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