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Negócios e liderança

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SuperAgos 2025 projeta crescimento e reforça liderança como maior feira supermercadista do Centro-Oeste.

Com mais de 200 expositores e expectativa de crescimento de até 15% nos negócios, a SuperAgos 2025 reflete a força de um setor que movimenta R$ 50 bilhões ao ano e recebe 1,2 milhão de clientes por dia em Goiás.

 O setor supermercadista goiano reafirma sua relevância nacional com a realização da SuperAgos 2025, maior feira do varejo alimentar do Centro-Oeste e uma das maiores do País.

O evento, promovido pela Associação Goiana de Supermercados (Agos), acontece de 16 a 18 de setembro, no Centro de Convenções de Goiânia, e deve reunir mais de 200 expositores e um público qualificado de supermercadistas, fornecedores e empreendedores de todo o Brasil.

A expectativa é de crescimento de até 15% no volume de negócios em relação ao ano passado, quando foram movimentados R$ 250 milhões durante os três dias da feira.

Além da geração de negócios e networking, a edição de 2025 traz como diferencial o fortalecimento de dois pilares estratégicos para o setor: inovação e liderança.

“Mais do que gerar negócios, queremos fortalecer a liderança e a capacitação, porque acreditamos que são pessoas preparadas que garantem a inovação e a sustentabilidade das nossas empresas.

É esse compromisso que faz da feira um espaço de transformação para o setor”, afirma o presidente da Agos, Sirlei Antônio do Couto.

Liderança em pauta

Com o tema “Mais do que negócios: inovação, liderança e sustentabilidade”, a SuperAgos 2025 aposta em capacitação como resposta aos gargalos do setor, especialmente a retenção de talentos.

A Arena de Palestras reunirá nomes de peso como o ex-jogador Diego Ribas, a influenciadora Karolina Kaory (Karol Babadeira) e o supermercadista Rafael Haddad, do Supermercado Katucha.

O espaço também contará com especialistas como Julia de Castro (Animal Equality), Renato Miguel (Inovata) e Ademir Gomes (Escola Nacional de Vendas), que vão debater desde consumo consciente e bem-estar animal até precificação e engajamento de equipes.Para o superintendente da Agos, Augusto Almeida, a inovação começa pelas pessoas.

“É o líder quem inspira e retém talentos, quem transforma a rotina e promove mudanças consistentes nas empresas. Por isso, a Agos tem colocado cada vez mais ênfase na capacitação de gestores e colaboradores do setor”, argumenta.

Inovação e experiências imersivasA tecnologia também ganha destaque na feira.

A Fast Gôndolas e Check-outs apresenta soluções em self check-out, tendência que vem transformando a frente de loja e a experiência de compra.

Já a São Salvador Alimentos (SSA) prepara um estande interativo com catálogos digitais, degustações e até realidade virtual, oferecendo aos visitantes uma imersão completa no universo das marcas Boua e SuperFrango. 

A força do setor

Em 2024, o setor supermercadista representou 13% do PIB de Goiás, com faturamento superior a R$ 50 bilhões e presença capilarizada em todos os 246 municípios do Estado.

Hoje, são 13,3 mil supermercados em Goiás, que empregam formalmente 59,3 mil pessoas e geram milhares de postos de trabalho indiretos em toda a cadeia produtiva.

Diariamente, 1,2 milhão de clientes passam pelos supermercados goianos e efetivam suas compras no checkout.

“Esse volume de pessoas circulando só é superado pelas escolas, o que reforça a dimensão social e econômica do setor na vida cotidiana dos goianos”, pontua Augusto Almeida.

Só entre janeiro e julho deste ano, o número de novas empresas abertas no segmento cresceu 7,9%, segundo o Observatório Econômico da Agos.

“Esse crescimento reforça o potencial empreendedor e a relevância econômica do setor, que se renova constantemente e cria oportunidades em todas as regiões de Goiás”, analisa o economista Marco Aurélio Barbosa, CEO do Observatório.

Patrocinadores

A SuperAgos 2025 conta com o patrocínio master da Friboi, referência nacional em proteína animal, e o patrocínio diamante da Cristal Alimentos, uma das maiores indústrias alimentícias de Goiás.

 Serviço:

SuperAgos 2025

Data: 16 a 18 de setembro de 2025

Local: Centro de Convenções de Goiânia – GO

Inscrições gratuitas: 

www.superagos.com.br

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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