Antes que pensem que sou aquele sujeito metido a fortão, que come pimenta, qualquer pimenta, logo de início declaro que tinha alergia a pimenta.
Tudo se ampliou no já longíncuo ano de 2009 quando passei pela Índia, Nepal e Tibet. Emagreci 4 kilos e tive a oportunidade de comer os pratos mais “quentes” da região, querendo ou não. Pois a pimenta aqui é endêmica.
Ela está em quaisquer receitas, até no sorvete, ou mesmo em invenções ocidentais tais como o hamburger MacDonalds.
A minha primeira prova de fogo foi no México em 1994. Lá é apresentado atualmente três tipos de pimenta: para estrangeiros, para mexicanos e para fortes.
Idiotas existem em todo o mundo. Vi vários deles pedindo a terceira opção e chorando como crianças e realizando acentuada corrida ao banheiro. Cada restaurante, aliás; cada carrinho de comida de rua, tem a sua “fórmula secreta” de pimenta artesanal.
Servida apenas se solicitada. Nunca de modo espontâneo. Morando em Mérida, no supermercado havia uma prateleira com uma dúzia delas.
Desde a mítica Habanero até a artificial e campeã mundial, a Carolina Riper (esta acondicionada em separado e com avisos específicos de como experimentar) que é o cruzamento entre a primeira e a indiana Naga Bhut Jolokia.
Nem vou falar da minha breve passagem no aeroporto de Trinidad & Tobago, onde vi um homem enorme, bigodudo e com cara de mau, ser derrotado fragorosamente por um pastel de carne com Barrackpore.
Um negócio de doido.
Prima primeira da 7 Pot Red (diz a lenda que uma gota dá para apimentar 7 potes de sopa) que o povo implora para comprar, pois é muito rara.
Teve que ser atendido pela equipe médica local. Este ano, chegando na Tailândia, meu filho veio nos visitar, e concidentemente ele tinha ido ao México e quase morreu ao enfrentar os “monstros” locais.
Lá em Patong ele comeu a Bird’s Eye. Sem querer eu acredito que uma gota quase invisível caiu no meu prato. Foi inesquecível o sofrimento que passei.
Meu nariz escorria água sem parar, meus olhos incharam e eu não via mais nada. Já na China, num dos primeiros dias, eu animadíssimo, botando a prova meus conhecimentos de mandarim, pedi um prato maravilhoso da província de Sichuan.
E esqueci de dizer as palavrinhas mágicas: – Búyào là不要辣 . Sem pimenta! Estava com muita fome, pois passeamos num belo parque em Kunming. A primeira “pauzinhada” foi generosa e resultou no famoso bateu-levou.
Meu rosto esquentou, uma sudorese tomou conta do meu corpo e trouxeram correndo uma espécie que creme que me salvou da ida para a eternidade. Era uma tal de pimenta de Sichuan, que está classificada como um dos cinco perfumes chineses… Tem um prato de pato com ela. Nem passei perto.
O Nepal é um país situado entre os dois gigantes pimenteiros, a China ao norte a Índia ao sul. Lá se encontram as variedades mais mortais de ambos os países.
Talve por isso sejam todos magros. E vários mestres que já tenham encontrado a iluminação, que eu acredito deva passar por um simples –para eles- teste de ingestão de pimenta. Nossas visitas experimentaram e não resistiram.
O Newton até que tentou, mas capitulou depois de três pedidos diferentes em restaurantes diversos.Agora, em Udaipur, na Índia, fomos no primeiro dia, inocentes de alma e cardápio, a um restaurante indiano que servia kebab. Pedi um prato tradicional.
Lindo. Arroz amarelo com frango – carne não é comum por aqui – um pãozinho caprichado, uma espécie de queijo desfiado e dois enroladinhos de carne. Disseram que não tinha pimenta. Como sou bobo! Aqui tudo tem pimenta! Comi. Tenho certeza absoluta que era a danada da pimenta fantasma, que tem o nome de Buth Jolokia.
Você não vê, mas sente. Os efeitos foram tantos que duraram até o outro dia, nem vou dizer o que fiz, como fiz e o que senti. Mas o padecer foi duradouro.
E sobrevivi! Nunca direi que estou pronto para outra, mas agora estou escolado e pós graduado e com doutorado.
A Havan sediou o lançamento oficial do Minotauro Energy, novo energético desenvolvido em parceria com a Água da Serra, uma das principais indústrias de bebidas do Sul do Brasil. O evento aconteceu no dia 27 de janeiro, na Praça de Alimentação da Havan, em Brusque (SC), e foi aberto ao público.
A cerimônia contou com a presença do empresário Luciano Hang, fundador da Havan, além dos irmãos Minotauro e Minotouro, reunindo convidados, lideranças empresariais, imprensa, influenciadores e consumidores.
O lançamento marca a chegada do produto ao mercado catarinense, reforçando a união entre tradição industrial, inovação e força de marca. O Minotauro Energy chega com *nova identidade visual, diferentes sabores e versões sem açúcar.
Psicólogas Luciana Oliveira, Karla Turra e Mara Suassuna
Foi inaugurado na última sexta-feira (30) o Instituto Integrado do Cérebro, em Goiânia. As idealizadoras, a neuropsicóloga Dra. Luciana Moreira e a psicóloga e gerontóloga *Dra. Mara Suassuna, receberam amigos e familiares para um coquetel seguido da bênção do *Padre Divino, da Basílica Sagrada Família.
Lucila Oliveira, Mara Suassuna e Rosiane Dias
Com proposta multiprofissional, o Instituto oferece atendimentos em Psicologia, Neuropsicologia, Psiquiatria e Nutrição, voltados à saúde mental, cognitiva e emocional.
Mara Suassuna e Paula Paiva.
Na ocasião, foi lançado o Programa Viva Mente 60+, destinado a idosos com déficits de memória e cognição, com protocolos de neuromodulação, estimulação cognitiva e acompanhamento contínuo, sob coordenação das doutoras Luciana Moreira e Mara Suassuna.
Mario Guardado, Florence Fiorda, Mara Suassuna e Elpídio Fiorda Neto
O Instituto passa a integrar o cenário da saúde especializada em Goiânia, com foco na longevidade e no cuidado humanizado ao público 60+.
Familia Suassuna : Bruna, Mara Suassuna, Pedro, Vinícius e Gilyane Suassuna, com as netas Giovana e Laura
Luiz Antônio Ribeiro, Helena Ribeiro, Sônia Braga e Nelson Mendes marcaram presença na comemoração do aniversário da amiga Helena, celebrada na última terça-feira (27).
O encontro aconteceu no badaladíssimo Restaurante Julieta de Serpa, no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, em uma noite marcada por muita descontração, boas conversas.