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Com inscrições abertas e cheio de atrações, Pedal nas Montanhas será no dia 16 de novembro em Monte Verde (MG).

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Pedal nas Montanhas deve atrair um grande número de ciclistas para Monte Verde (MG) no próximo mês(Foto: Divulgação/MOVE).

Evento de mountain bike terá duas provas de competição, de 40km e 60km, e uma de turismo (35km),além de categoria exclusiva para usuários de bicicletas elétricas.

Marcado para o dia 16 de novembro, o Pedal nas Montanhas está com inscrições abertas e espera receber uma grande quantidade de ciclistas em Monte Verde (MG).

O evento de mountain bike terá duas provas com caráter de competição, em percursos de 40km (Sport) e 60km (Pro), além de uma de turismo, cujo trajeto de 35km é de menor exigência física e ideal para quem pretende desfrutar da natureza deslumbrante da Serra da Mantiqueira enquanto atravessa pedalando as trilhas do tradicional destino do Sul de Minas. 

Realizada pela MOVE (Agência de Desenvolvimento de Monte Verde e Região), em parceria com a Prefeitura de Camanducaia, a atração esportiva vai contar também com uma categoria exclusiva para usuários de bicicletas elétricas e os competidores serão divididos em disputas por gênero e idade.

A participação é aberta para ciclistas a partir de 16 anos e cada classe será dividida em sete faixas etárias, sendo que, na de nível turismo, a altimetria máxima para a prova é de aproximadamente 600 metros, enquanto na Sport e na Pro as trilhas levarão os competidores a altitudes acumuladas de 1000m e 1500m, respectivamente. 

Eliomar Miranda, corredor patrocinado pela MOVE e líder da equipe de trilhas administradas pela entidade em Monte Verde, vai integrar o time da organização do Pedal nas Montanhas e projeta um evento de grande sucesso.

“Quem se inscrever para participar, vai gostar muito, principalmente por conta dos percursos que passarão por lindas paisagens.

Além disso, a estrutura preparada para os ciclistas será completa, com vários pontos de hidratação, postos de abastecimento de água, além dos estafes que estarão espalhados pelos trajetos, orientando os competidores percorrerem as rotas certas traçadas para cada disputa e os incentivando a seguir em frente”, destaca o atleta, que é especialista em provas de trail running e exalta outro ponto positivo da atração ciclística. 

“Foi criada a modalidade para competidores com as MTB e-bike, que são as elétricas, em uma iniciativa que serve principalmente para atender a um público mais amplo.

Isso porque, em muitos casos, o ciclista não pedala com frequência, mas tem um modelo com assistência elétrica e quer participar.

Com essa ajuda que impulsiona a bicicleta, acaba ficando mais fácil de conseguir completar os percursos mais longos.

Até por isso, é preciso existir essa separação das categorias entre os competidores com e sem bikes desse tipo”, reforça Miranda. 

A organização do evento alerta, por sua vez, que só será permitida a participação de ciclistas com bicicletas de MTB e pneus adequados para os percursos na terra, assim como é obrigatório o uso de capacete afivelado na cabeça.

Para a maior segurança dos competidores, haverá um posto de socorro médico em um ponto estratégico do percurso e um outro no local de chegada das provas. 

Os trajetos das disputas do Pedal nas Montanhas serão mistos, com os ciclistas percorrendo trilhas, trechos de estradas de terra e asfalto, sendo que os obstáculos naturais, como subidas e descidas íngremes, deverão ser superados pelos competidores sem a ajuda das equipes de apoio da prova. Haverá premiação com troféus para os três primeiros colocados das categorias Pro e Sport, assim como para os três melhores da classificação geral.

Todos os inscritos que terminarem as suas provas receberão medalhas de participação. O pagamento da taxa de inscrição dará ao ciclista o direito a receber um kit com camiseta, garrafinha, imã de geladeira de recordação e uma “sacochila”. 

Destaque no MTB downhill quer usar prova como treinoClique Para DownloadSiliano de Souza durante etapa de Camanducaia da Liga de Downhill, realizada no fim de agosto (Foto: Facebook/Siliano de Souza) Atual vice-líder da categoria elite da Liga de Downhill, modalidade do ciclismo mountain bike, o atleta Siliano de Souza confirmou que planeja participar de uma das disputas do Pedal nas Montanhas para utilizar o evento como preparação para os últimos desafios que terá pela frente nesta temporada e até para os primeiros do próximo ano.

Patrocinado pela MOVE desde 2021, o ciclista ficou na segunda posição da etapa de Camanducaia da competição, realizada no fim de agosto.

E, pouco após pedalar no dia 16 de novembro em Monte Verde, o competidor vai mirar as duas jornadas finais do calendário da Liga de Downhill, em Atibaia (SP), nos dias 22 e 23 do mesmo mês, e em Mairiporã (SP), em 13 e 14 de dezembro. 

“Pretendo participar do Pedal nas Montanhas e, ao treinar para esse tipo de prova e depois disputá-la, acabo também melhorando a minha condição física para as competições de downhill que terei depois.

Neste último final de semana mesmo, eu já fiz isso ao correr no Campeonato Brasileiro de Enduro, que foi bastante físico e consistiu em subir e descer a montanha várias vezes.

Além das últimas provas do ano na Liga, estou pensando já na etapa da Continental Series que será em Macáe (RJ), entre 28 de fevereiro e 1º de março, que eu gostaria de participar também porque vale pontos para se classificar ao Mundial do próximo ano”, revela Siliano, atual tetracampeão da categoria elite da Liga de Downhill e vencedor da competição nas quatro últimas temporadas. 

Evento ocorrerá em final de semana movimentadoAo ser agendado para 16 de novembro, o Pedal nas Montanhas ajudará a impulsionar ainda mais o movimento turístico no final de semana de sua realização no distrito de Camanducaia, que será intenso porque, no dia anterior, será aberta oficialmente a edição de 2025 do Natal nas Montanhas de Monte Verde.

A cerimônia ocorrerá no portal do distrito, onde um palco montado ao lado receberá show gratuito do cantor Renato Teixeira no primeiro dia de atrações culturais do calendário da festividade, que irá até 1º de fevereiro de 2026. 

O evento ciclístico integra a agenda dos Esportes nas Montanhas no destino e conta com diversas hospedagens parceiras para quem pretende se abrigar em um estabelecimento local com alguma antecedência para a data da prova e ainda aproveitar para fazer turismo e curtir o primeiro dia do evento natalino.

“Será um final de semana fantástico para o nosso distrito e para os turistas que vierem até aqui.

Além da abertura do Natal nas Montanhas, com direito a uma grande festa e ao show gratuito do Renato Teixeira, teremos no dia seguinte o Pedal nas Montanhas, que promete ser um evento incrível e atrair muitos ciclistas de várias cidades.

Esperamos uma grande quantidade de visitantes nos dias 15 e 16 de novembro”, projeta Rebecca Wagner, presidente da MOVE. 

Rafael Franco | rafael.franco@wgocomunicacao.com.br |

(19) 99126.2086

Henrique Bueno | henrique.bueno@wgocomunicacao.com.br |

(19) 99690.2329

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Carinho e Reconhecimento

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A empresária Eliana Turccheti comemorou seu aniversário em grande estilo, cercada pelo carinho de amigos e familiares.

A data foi marcada por diversas homenagens recebidas nas redes sociais, que traduziram todo o afeto, admiração e reconhecimento por sua trajetória.

Querida por suas amizades, Eliana recebeu mensagens que destacaram sua atenção, generosidade e, principalmente, a confiança que sempre dedica às pessoas que fazem parte de sua vida.

Uma celebração especial para uma mulher que cultiva amizades verdadeiras e deixa sua marca por onde passa.

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Estatuto do Aprendiz

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Mudanças propostas no Senado podem tirar sete milhões de jovens do mercado de trabalho em dez anos

Emendas ao projeto que cria o Estatuto do Aprendiz podem alterar o cálculo da cota e reduzir oportunidades para adolescentes e jovens; IPHAC acompanha com preocupação a discussão e defende preservação da política de aprendizagem profissional

O futuro da aprendizagem profissional no Brasil está em discussão no Senado Federal. O Projeto de Lei (PL) 6.461/2019, que cria o Estatuto do Aprendiz e reúne em uma legislação específica regras atualmente distribuídas em diferentes normas, está em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e chegou ao Senado com o objetivo de consolidar e atualizar as regras da aprendizagem profissional. Durante a tramitação, porém, foram apresentadas emendas que modificam pontos importantes do texto e provocaram preocupação entre entidades que atuam na formação e inserção de jovens no mercado de trabalho.

Para o presidente do Instituto Promover (IPHAC), Valdinei Valério, o debate precisa considerar que a aprendizagem não representa apenas uma obrigação legal para as empresas, mas uma política de inclusão social e profissional.

“Estamos falando de uma política pública que abre portas para milhares de adolescentes e jovens que estão buscando a primeira oportunidade. A aprendizagem oferece formação, experiência profissional, renda e, principalmente, perspectiva de futuro. Qualquer mudança na legislação precisa preservar esse caráter transformador.”

Mudanças podem afetar o cálculo da cota

Entre as emendas apresentadas no Senado estão propostas que retiram determinadas funções da base de cálculo da cota de aprendizagem. Entre elas aparecem atividades relacionadas à segurança privada, condução de veículos, operação de máquinas e funções que envolvam condições de risco, insalubridade ou periculosidade.

Outra emenda prevê exclusões relacionadas a atividades externas, permanentes ou sazonais, funções que exigem formação profissional específica e postos que demandem carteira nacional de habilitação.

Também está em discussão uma proposta que modifica o cálculo da cota em empresas da área da saúde, restringindo a base a empregados vinculados exclusivamente a funções administrativas e excluindo determinadas atividades assistenciais, clínicas, laboratoriais e terapêuticas.

Durante audiência pública realizada no Senado, o auditor-fiscal do trabalho Ramon de Faria Santos alertou para o possível impacto dessas mudanças. De acordo com ele, o fechamento de postos de aprendizagem poderia representar, ao longo de uma década, mais de 7 milhões de oportunidades que deixariam de ser ocupadas, considerando a rotatividade natural dos contratos.

Valdinei Valério considera que o impacto deve ser analisado para além dos números imediatos. “Quando uma vaga de aprendizagem deixa de existir, não estamos perdendo apenas um contrato. Estamos retirando de um jovem a possibilidade de ter sua primeira experiência profissional, de aprender uma profissão, desenvolver competências e começar a construir sua autonomia. Por isso, precisamos olhar para o impacto social dessas mudanças.”

IPHAC atua na formação e inserção de jovens

O IPHAC acompanha esse debate com preocupação, porque a aprendizagem profissional está entre as principais frentes de atuação da instituição. Por meio do Programa Promover Aprendiz, o Instituto trabalha com a formação integral dos jovens, combinando capacitação teórica e prática, acompanhamento educacional e psicossocial e inserção no mercado de trabalho.

Na prática, o trabalho desenvolvido pelo IPHAC vai além do encaminhamento do jovem para uma empresa. A instituição participa da formação e acompanha o processo de desenvolvimento profissional, buscando preparar o aprendiz para os desafios do mundo do trabalho.

“No IPHAC, nós vemos todos os dias o quanto uma oportunidade pode mudar a trajetória de um jovem. Nosso papel é fazer essa ponte entre juventude, educação e trabalho, oferecendo não apenas uma vaga, mas condições para que esse jovem se desenvolva e construa um projeto de vida”, defende Valdinei.

Debate envolve futuro de milhões de jovens

Atualmente, o Brasil possui cerca de 700 mil contratos de aprendizagem. Durante os debates no Senado, representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras manifestaram preocupação com alterações que possam reduzir o alcance da política.

O texto em discussão também prevê outras mudanças, como novas regras para o cumprimento da cota, situações específicas de contratação de jovens com mais de 18 anos e mecanismos de acompanhamento individual do aprendiz.

Uma das emendas estabelece, por exemplo, que determinadas atividades práticas sejam destinadas exclusivamente a aprendizes maiores de 18 anos. Outra permite, em determinadas situações, a contratação direta de jovens entre 18 e 24 anos, com formação técnico-profissional por entidade formadora.

Para Valdinei, a modernização das regras pode ser importante, mas não deve ocorrer às custas da redução das oportunidades.

“Nós somos favoráveis ao aperfeiçoamento da legislação. O mundo do trabalho mudou e é natural que as regras também sejam aprimoradas. O que não podemos permitir é que, em nome dessa atualização, a aprendizagem perca sua capacidade de incluir justamente os jovens que mais precisam de uma oportunidade.”

Estatuto ainda está em tramitação

O PL 6.461/2019 continua em análise no Senado e ainda pode sofrer alterações. Portanto, as emendas apresentadas não representam mudanças já incorporadas à legislação. As regras atuais da aprendizagem profissional continuam valendo enquanto o projeto segue sua tramitação.

A discussão envolve diferentes setores. Representantes empresariais defendem ajustes que considerem as características específicas de atividades que apresentam riscos ou restrições à contratação de menores de 18 anos.

Já representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras alertam para o risco de esvaziamento da política caso determinadas funções sejam retiradas da base de cálculo.

O presidente do IPHAC defende que o debate seja conduzido com equilíbrio, mas tendo a juventude como prioridade.

“Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio entre a realidade das empresas e a proteção dos direitos dos jovens. Mas esse equilíbrio não pode significar menos oportunidades. A aprendizagem precisa continuar sendo uma porta de entrada digna, protegida e qualificada para o mundo do trabalho”, conclui Valdinei Valério.

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Seminário

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A diretora do ICG – Instituto da Consciência, Sandra Chaves (D), durante o Seminário de Corretores, realizado no último dia 17 de agosto, no Sebrae Goiás. Na foto, ao lado da psicóloga Mara Suassuna, que prestigiou o evento dedicado aos profissionais do setor imobiliário.

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