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UBE-GO entrega troféu Tiokô a personalidades da cultura.

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A União Brasileira de Escritores de Goiás (UBE-GO) promove no próximo dia 23 (quinta-feira), às 19h00, no auditório do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, na Praça Cívica, a entrega do Troféu Tiokô 2025 a pessoas que foram escolhidas por suas entidades e que são destaques na literatura, nas artes e na cultura goiana.

A condecoração foi criada na década de 1970 pelo escritor Miguel Jorge e se consolidou como uma das láureas mais importantes da cultura do estado de Goiás.

A autora da estatueta do Tiokô é a artista Dina Cogolli, de origem italiana, que fez o projeto baseado na Boneca Karajá.A seguir, a lista dos vencedores do Tiokô 2025:

Categorias Literatura – Recebe o troféu o escritor Solemar Oliveira

Prêmio Especial Goiás – Receberá troféu a Revista Bula

Destaque Cultural – Recebe o troféu Yara Nunes (Secretária de Cultura do Estado de Goiás)

Memória Goiás – Troféu Maguito Vilela

Música Medalha Belkiss Spenzieri. Luiz Augusto

Teatro – medalha Otávio Arantes. Mauri de Castro

Cinema – medalha João Bênio. Weber Santana (Barão)

Artes plásticas – medalha Nazareno Confaloni. Rosy Cardoso

Comunicação – medalha Anatole Ramos, Iuri Godinho (Goiás Tem História)

Artista do interior – medalha Eli Brasiliense Valdeci Marques

Nota da organização: o escritor Solemar Oliveira foi o mais votado na categoria “Artista do interior”. Contudo, na impossibilidade regimental de acumular prêmios em uma mesma edição, Valdeci Marques foi considerado o vencedor. Folclore – medalha Regina Lacerda Maximiliano Corrêa.

Diplomas de personalidade cultural

A) Desembargador Luiz Cláudio Veiga Braga, pelo seu trabalho de mecenas das entidades culturais

B) Poliene Bicalho, coordenadora de Pós-graduação em Territórios e Expressões Culturais no Cerrado

C) Cinthia Regina de Alencar, secretária do Conselho Estadual de Cultura

D) Helissa Soares, podcast Didosseia

E) Cátedra Lidia Jorge (Ufg)

F) Hamilton Carneiro, Programa Frutos da Terra

G) Eliomar Pires, presidente da Egressos UFG

H) Chris Resplande, Encontros Poéticos

I) Jeferson Barbosa de Freitas e Juliana da Silva Matos, Editora Mondru

J) Universo de Cultura, Daniana de Freitas e Anderson Freitas

K) Carlos César Higa, pesquisador da história de Goiás e comunicador

L) Mazinho Souza, Arte da Palavra

M) Jales Mendonça, presidente do IHGG

N) Nilson Jaime, editor do Goiás + 300

O) José Fábio da Silva, presidente da Academia de Letras de Anápolis

P) Casa Galeria – Arte Plena – Wanessa Cruz e Sandro Tôrres

Q) Hocus Pocus, tradicional espaço cultural

R) Nelson Santos, fotógrafo da cultura

S) Deputado Virmondes Cruvinel

T) Vereadora Aava Santiago

U) Marcelo Brice, pesquisador de literatura e pioneiro do fanzine em Goiás

V) Adérito Schneider e Fernanda Marra, pela coordenação do projeto Cidade Sombria

X) Vereador Fabrício Rosa.

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Carinho e Reconhecimento

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A empresária Eliana Turccheti comemorou seu aniversário em grande estilo, cercada pelo carinho de amigos e familiares.

A data foi marcada por diversas homenagens recebidas nas redes sociais, que traduziram todo o afeto, admiração e reconhecimento por sua trajetória.

Querida por suas amizades, Eliana recebeu mensagens que destacaram sua atenção, generosidade e, principalmente, a confiança que sempre dedica às pessoas que fazem parte de sua vida.

Uma celebração especial para uma mulher que cultiva amizades verdadeiras e deixa sua marca por onde passa.

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Estatuto do Aprendiz

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Mudanças propostas no Senado podem tirar sete milhões de jovens do mercado de trabalho em dez anos

Emendas ao projeto que cria o Estatuto do Aprendiz podem alterar o cálculo da cota e reduzir oportunidades para adolescentes e jovens; IPHAC acompanha com preocupação a discussão e defende preservação da política de aprendizagem profissional

O futuro da aprendizagem profissional no Brasil está em discussão no Senado Federal. O Projeto de Lei (PL) 6.461/2019, que cria o Estatuto do Aprendiz e reúne em uma legislação específica regras atualmente distribuídas em diferentes normas, está em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e chegou ao Senado com o objetivo de consolidar e atualizar as regras da aprendizagem profissional. Durante a tramitação, porém, foram apresentadas emendas que modificam pontos importantes do texto e provocaram preocupação entre entidades que atuam na formação e inserção de jovens no mercado de trabalho.

Para o presidente do Instituto Promover (IPHAC), Valdinei Valério, o debate precisa considerar que a aprendizagem não representa apenas uma obrigação legal para as empresas, mas uma política de inclusão social e profissional.

“Estamos falando de uma política pública que abre portas para milhares de adolescentes e jovens que estão buscando a primeira oportunidade. A aprendizagem oferece formação, experiência profissional, renda e, principalmente, perspectiva de futuro. Qualquer mudança na legislação precisa preservar esse caráter transformador.”

Mudanças podem afetar o cálculo da cota

Entre as emendas apresentadas no Senado estão propostas que retiram determinadas funções da base de cálculo da cota de aprendizagem. Entre elas aparecem atividades relacionadas à segurança privada, condução de veículos, operação de máquinas e funções que envolvam condições de risco, insalubridade ou periculosidade.

Outra emenda prevê exclusões relacionadas a atividades externas, permanentes ou sazonais, funções que exigem formação profissional específica e postos que demandem carteira nacional de habilitação.

Também está em discussão uma proposta que modifica o cálculo da cota em empresas da área da saúde, restringindo a base a empregados vinculados exclusivamente a funções administrativas e excluindo determinadas atividades assistenciais, clínicas, laboratoriais e terapêuticas.

Durante audiência pública realizada no Senado, o auditor-fiscal do trabalho Ramon de Faria Santos alertou para o possível impacto dessas mudanças. De acordo com ele, o fechamento de postos de aprendizagem poderia representar, ao longo de uma década, mais de 7 milhões de oportunidades que deixariam de ser ocupadas, considerando a rotatividade natural dos contratos.

Valdinei Valério considera que o impacto deve ser analisado para além dos números imediatos. “Quando uma vaga de aprendizagem deixa de existir, não estamos perdendo apenas um contrato. Estamos retirando de um jovem a possibilidade de ter sua primeira experiência profissional, de aprender uma profissão, desenvolver competências e começar a construir sua autonomia. Por isso, precisamos olhar para o impacto social dessas mudanças.”

IPHAC atua na formação e inserção de jovens

O IPHAC acompanha esse debate com preocupação, porque a aprendizagem profissional está entre as principais frentes de atuação da instituição. Por meio do Programa Promover Aprendiz, o Instituto trabalha com a formação integral dos jovens, combinando capacitação teórica e prática, acompanhamento educacional e psicossocial e inserção no mercado de trabalho.

Na prática, o trabalho desenvolvido pelo IPHAC vai além do encaminhamento do jovem para uma empresa. A instituição participa da formação e acompanha o processo de desenvolvimento profissional, buscando preparar o aprendiz para os desafios do mundo do trabalho.

“No IPHAC, nós vemos todos os dias o quanto uma oportunidade pode mudar a trajetória de um jovem. Nosso papel é fazer essa ponte entre juventude, educação e trabalho, oferecendo não apenas uma vaga, mas condições para que esse jovem se desenvolva e construa um projeto de vida”, defende Valdinei.

Debate envolve futuro de milhões de jovens

Atualmente, o Brasil possui cerca de 700 mil contratos de aprendizagem. Durante os debates no Senado, representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras manifestaram preocupação com alterações que possam reduzir o alcance da política.

O texto em discussão também prevê outras mudanças, como novas regras para o cumprimento da cota, situações específicas de contratação de jovens com mais de 18 anos e mecanismos de acompanhamento individual do aprendiz.

Uma das emendas estabelece, por exemplo, que determinadas atividades práticas sejam destinadas exclusivamente a aprendizes maiores de 18 anos. Outra permite, em determinadas situações, a contratação direta de jovens entre 18 e 24 anos, com formação técnico-profissional por entidade formadora.

Para Valdinei, a modernização das regras pode ser importante, mas não deve ocorrer às custas da redução das oportunidades.

“Nós somos favoráveis ao aperfeiçoamento da legislação. O mundo do trabalho mudou e é natural que as regras também sejam aprimoradas. O que não podemos permitir é que, em nome dessa atualização, a aprendizagem perca sua capacidade de incluir justamente os jovens que mais precisam de uma oportunidade.”

Estatuto ainda está em tramitação

O PL 6.461/2019 continua em análise no Senado e ainda pode sofrer alterações. Portanto, as emendas apresentadas não representam mudanças já incorporadas à legislação. As regras atuais da aprendizagem profissional continuam valendo enquanto o projeto segue sua tramitação.

A discussão envolve diferentes setores. Representantes empresariais defendem ajustes que considerem as características específicas de atividades que apresentam riscos ou restrições à contratação de menores de 18 anos.

Já representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras alertam para o risco de esvaziamento da política caso determinadas funções sejam retiradas da base de cálculo.

O presidente do IPHAC defende que o debate seja conduzido com equilíbrio, mas tendo a juventude como prioridade.

“Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio entre a realidade das empresas e a proteção dos direitos dos jovens. Mas esse equilíbrio não pode significar menos oportunidades. A aprendizagem precisa continuar sendo uma porta de entrada digna, protegida e qualificada para o mundo do trabalho”, conclui Valdinei Valério.

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Seminário

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A diretora do ICG – Instituto da Consciência, Sandra Chaves (D), durante o Seminário de Corretores, realizado no último dia 17 de agosto, no Sebrae Goiás. Na foto, ao lado da psicóloga Mara Suassuna, que prestigiou o evento dedicado aos profissionais do setor imobiliário.

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