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Cia de Teatro Carlos Moreira apresenta pela primeira vez em Goiânia, em sessão única, o espetáculo ‘Enrolados’.

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Superprodução infantil chega ao Teatro Madre Esperança Garrido no dia 9 de novembro. Ingressos já estão disponíveis pela plataforma Bilheteria Digital.

A Cia de Teatro Carlos Moreira traz a Goiânia, pela primeira vez, a superprodução “Enrolados”, um espetáculo repleto de magia e emoção que promete encantar crianças e adultos.

A apresentação acontece no dia 9 de novembro (domingo), às 17h, no Teatro Madre Esperança Garrido, em sessão única. Os ingressos já estão à venda pela plataforma Bilheteria Digital.

Os valores são: plateia inferior inteira R$80 e meia-entrada R$40 e plateia superior inteira R$70 e meia a R$35.

Depois de passar por cidades como Anápolis e Uberlândia, onde foi sucesso de público, o espetáculo chega à capital goiana como uma das maiores produções da companhia, que há quase três décadas se destaca no cenário teatral goiano pela qualidade técnica, cenográfica e artística de seus espetáculos.

Em 2026, Enrolados iniciará também uma turnê pelo Nordeste e Brasília.Baseado na clássica história de Rapunzel, o espetáculo conta a trajetória de uma jovem que cresceu isolada em uma torre, distante do mundo exterior, sem conhecer a verdadeira liberdade.

Curiosa e sensível, Rapunzel sonha em descobrir o que existe além das paredes que a cercam e, ao longo da narrativa, parte em uma jornada de autoconhecimento e descoberta das emoções.

Em meio a sua busca, ela conhece o carismático Flynn Rider, com quem vive aventuras repletas de humor, amizade e aprendizado.

A partir desse encontro, ambos descobrem que o amor e a coragem são capazes de transformar não apenas o destino, mas a maneira como enxergamos o mundo.

O espetáculo mergulha nesse universo de cores, música e emoção, trazendo à cena personagens cativantes e uma narrativa que trabalha o poder das emoções, o valor da amizade, a importância da família e da lealdade.

Cada elemento foi pensado para conduzir o público a uma experiência sensorial e emocional, em que o riso, o encantamento e a ternura se misturam ao longo da narrativa.

A direção geral é de Carlos Moreira, com direção artística de Brunno Karvalho e direção de Produção de Percia Ribeiro, nomes reconhecidos por assinarem algumas das produções teatrais mais consagradas do estado.

A Cia de Teatro Carlos Moreira é uma das companhias mais tradicionais do Estado de Goiás, com quase 30 anos de história.

No currículo, mais de uma centena de espetáculos apresentados pelo Brasil, dentre comédias, peças infantis e montagens para empresas.

Para saber mais, acesse: www.teatrocarlosmoreira.com.br

.Ficha Técnica

Elenco: Duda Ludovico, Raphaella Russo, Larissa Neves, Paulo Roberto, Daniel Ferreira, Patrícia Strada, Filipe Carvalho, Brunno Karvalho, Murilo Araújo e Amanda Chiesa.

Direção geral: Carlos Moreira

Direção artística: Brunno Karvalho

Diretora de produção: Percia Ribeiro

Cenário: Roberto Rodrigues

Coreografias: Othon Garcia

Projeções: Cleiton Miranda

Iluminação: Ryan MotaSonoplastia: Ademir Júnior

Maquinaria: Wande Moraes

Assistentes de palco: Filipe Carvalho, Paulo Roberto e Daniel Ferreira

Assessoria de imprensa: OlhO Comunicação Estratégica

Serviço

Espetáculo: Enrolados – Cia de Teatro Carlos Moreira

Data: 9 de novembro (domingo)

Horário: 17h (abertura dos portões às 16h45)

Local: Teatro Madre Esperança Garrido – Av. Contorno, 241, Centro, Goiânia (GO)

Classificação: Livre

Ingressos:

À venda pela Bilheteria Digital

(https://www.bilheteriadigital.com/superproducao-teatral-infantil-enrolados-09-de-novembro)

Valores: Plateia inferior inteira R$80 e meia-entrada R$40 e plateia superior inteira R$70 e meia a R$35.

Informações: WhatsApp (62) 99142-6714

Observação: Crianças a partir de 3 anos pagam ingresso

Fotos: Jonathan Franco

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Carinho e Reconhecimento

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A empresária Eliana Turccheti comemorou seu aniversário em grande estilo, cercada pelo carinho de amigos e familiares.

A data foi marcada por diversas homenagens recebidas nas redes sociais, que traduziram todo o afeto, admiração e reconhecimento por sua trajetória.

Querida por suas amizades, Eliana recebeu mensagens que destacaram sua atenção, generosidade e, principalmente, a confiança que sempre dedica às pessoas que fazem parte de sua vida.

Uma celebração especial para uma mulher que cultiva amizades verdadeiras e deixa sua marca por onde passa.

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Estatuto do Aprendiz

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Mudanças propostas no Senado podem tirar sete milhões de jovens do mercado de trabalho em dez anos

Emendas ao projeto que cria o Estatuto do Aprendiz podem alterar o cálculo da cota e reduzir oportunidades para adolescentes e jovens; IPHAC acompanha com preocupação a discussão e defende preservação da política de aprendizagem profissional

O futuro da aprendizagem profissional no Brasil está em discussão no Senado Federal. O Projeto de Lei (PL) 6.461/2019, que cria o Estatuto do Aprendiz e reúne em uma legislação específica regras atualmente distribuídas em diferentes normas, está em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e chegou ao Senado com o objetivo de consolidar e atualizar as regras da aprendizagem profissional. Durante a tramitação, porém, foram apresentadas emendas que modificam pontos importantes do texto e provocaram preocupação entre entidades que atuam na formação e inserção de jovens no mercado de trabalho.

Para o presidente do Instituto Promover (IPHAC), Valdinei Valério, o debate precisa considerar que a aprendizagem não representa apenas uma obrigação legal para as empresas, mas uma política de inclusão social e profissional.

“Estamos falando de uma política pública que abre portas para milhares de adolescentes e jovens que estão buscando a primeira oportunidade. A aprendizagem oferece formação, experiência profissional, renda e, principalmente, perspectiva de futuro. Qualquer mudança na legislação precisa preservar esse caráter transformador.”

Mudanças podem afetar o cálculo da cota

Entre as emendas apresentadas no Senado estão propostas que retiram determinadas funções da base de cálculo da cota de aprendizagem. Entre elas aparecem atividades relacionadas à segurança privada, condução de veículos, operação de máquinas e funções que envolvam condições de risco, insalubridade ou periculosidade.

Outra emenda prevê exclusões relacionadas a atividades externas, permanentes ou sazonais, funções que exigem formação profissional específica e postos que demandem carteira nacional de habilitação.

Também está em discussão uma proposta que modifica o cálculo da cota em empresas da área da saúde, restringindo a base a empregados vinculados exclusivamente a funções administrativas e excluindo determinadas atividades assistenciais, clínicas, laboratoriais e terapêuticas.

Durante audiência pública realizada no Senado, o auditor-fiscal do trabalho Ramon de Faria Santos alertou para o possível impacto dessas mudanças. De acordo com ele, o fechamento de postos de aprendizagem poderia representar, ao longo de uma década, mais de 7 milhões de oportunidades que deixariam de ser ocupadas, considerando a rotatividade natural dos contratos.

Valdinei Valério considera que o impacto deve ser analisado para além dos números imediatos. “Quando uma vaga de aprendizagem deixa de existir, não estamos perdendo apenas um contrato. Estamos retirando de um jovem a possibilidade de ter sua primeira experiência profissional, de aprender uma profissão, desenvolver competências e começar a construir sua autonomia. Por isso, precisamos olhar para o impacto social dessas mudanças.”

IPHAC atua na formação e inserção de jovens

O IPHAC acompanha esse debate com preocupação, porque a aprendizagem profissional está entre as principais frentes de atuação da instituição. Por meio do Programa Promover Aprendiz, o Instituto trabalha com a formação integral dos jovens, combinando capacitação teórica e prática, acompanhamento educacional e psicossocial e inserção no mercado de trabalho.

Na prática, o trabalho desenvolvido pelo IPHAC vai além do encaminhamento do jovem para uma empresa. A instituição participa da formação e acompanha o processo de desenvolvimento profissional, buscando preparar o aprendiz para os desafios do mundo do trabalho.

“No IPHAC, nós vemos todos os dias o quanto uma oportunidade pode mudar a trajetória de um jovem. Nosso papel é fazer essa ponte entre juventude, educação e trabalho, oferecendo não apenas uma vaga, mas condições para que esse jovem se desenvolva e construa um projeto de vida”, defende Valdinei.

Debate envolve futuro de milhões de jovens

Atualmente, o Brasil possui cerca de 700 mil contratos de aprendizagem. Durante os debates no Senado, representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras manifestaram preocupação com alterações que possam reduzir o alcance da política.

O texto em discussão também prevê outras mudanças, como novas regras para o cumprimento da cota, situações específicas de contratação de jovens com mais de 18 anos e mecanismos de acompanhamento individual do aprendiz.

Uma das emendas estabelece, por exemplo, que determinadas atividades práticas sejam destinadas exclusivamente a aprendizes maiores de 18 anos. Outra permite, em determinadas situações, a contratação direta de jovens entre 18 e 24 anos, com formação técnico-profissional por entidade formadora.

Para Valdinei, a modernização das regras pode ser importante, mas não deve ocorrer às custas da redução das oportunidades.

“Nós somos favoráveis ao aperfeiçoamento da legislação. O mundo do trabalho mudou e é natural que as regras também sejam aprimoradas. O que não podemos permitir é que, em nome dessa atualização, a aprendizagem perca sua capacidade de incluir justamente os jovens que mais precisam de uma oportunidade.”

Estatuto ainda está em tramitação

O PL 6.461/2019 continua em análise no Senado e ainda pode sofrer alterações. Portanto, as emendas apresentadas não representam mudanças já incorporadas à legislação. As regras atuais da aprendizagem profissional continuam valendo enquanto o projeto segue sua tramitação.

A discussão envolve diferentes setores. Representantes empresariais defendem ajustes que considerem as características específicas de atividades que apresentam riscos ou restrições à contratação de menores de 18 anos.

Já representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras alertam para o risco de esvaziamento da política caso determinadas funções sejam retiradas da base de cálculo.

O presidente do IPHAC defende que o debate seja conduzido com equilíbrio, mas tendo a juventude como prioridade.

“Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio entre a realidade das empresas e a proteção dos direitos dos jovens. Mas esse equilíbrio não pode significar menos oportunidades. A aprendizagem precisa continuar sendo uma porta de entrada digna, protegida e qualificada para o mundo do trabalho”, conclui Valdinei Valério.

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Seminário

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A diretora do ICG – Instituto da Consciência, Sandra Chaves (D), durante o Seminário de Corretores, realizado no último dia 17 de agosto, no Sebrae Goiás. Na foto, ao lado da psicóloga Mara Suassuna, que prestigiou o evento dedicado aos profissionais do setor imobiliário.

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