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Histórias de transformação e superação marcam primeiro dia de aula no Instituto Elon Soares.

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O presidente do IES, Marcelo Camorim; o instrutor do curso de pintor, Oswaldo Serafim, e a coordenadora pedagógica Rízia Damares Oliveira.

Noite da última segunda-feira foi marcada pelo início do projeto que irá trazer novas oportunidades para a vida de muitas famílias.

Cerca de 40 pessoas iniciaram ontem as aulas de pintor de obras no instituto, com sede em Trindade.

Juliene Santos de Barros é uma mulher de fibra e decidida a fazer o melhor por sua família.

Ela é técnica de enfermagem e trabalhava como cuidadora, mas deixou a atividade para cuidar do irmão que sofre de esquizofrenia.

Agora, ela se uniu a quase 20 mulheres que se inscreveram para fazer o curso de pintor de obras gratuitamente no Instituto Elon Soares (IES), com sede em Trindade.

O presidente do IES, Marcelo Camorim, realizou a abertura da aula inaugural.

Ela participou da aula inaugural na noite de 03 de novembro e estava muito contente com a oportunidade de aprender esta nova profissão ao lado do irmão, que também é um dos alunos.

A atividade visa gerar uma nova fonte de renda para a família, mas foi escolhida pelo fato de ambos os irmãos gostarem da atividade. 

“Não tenho como deixar meu irmão sozinho, por isso é difícil sair para trabalhar.

Mas ele gosta de pintar paredes, inclusive já me ajudou a pintar nossa casa, então vi uma oportunidade de trabalhar e estar com ele em uma atividade que vai nos ajudar a melhorar de vida”, destacou ela. 

Divino Barbosa da Silva Júnior é um dos mais de 20 alunos do sexo masculino matriculados nesta primeira turma.

Ele é operador de empilhadeira e já trabalha na construção civil, mas está aproveitando a oportunidade de agregar novos conhecimentos a seu currículo e ampliar as oportunidades de crescimento profissional; além de poder usar os conhecimentos para fazer as obras e reformas em sua própria casa.

“Achei a ideia de oferecer um curso gratuito e à noite uma excelente oportunidade, pois facilita a participação daqueles que trabalham durante o dia, que é o meu caso.

Estou muito satisfeito em ter conseguido essa vaga para me qualificar ainda mais”, pontuou. 

Aula inaugural do Instituto Elon Soares.

Para o presidente do Instituto Elon Soares e também presidente do Conselho de Família e de Administração do Grupo Soares, Marcelo Camorim, a  noite foi brilhante.

“O mais incrível é que mais de 40% dos inscritos são mulheres e o que mais chamou a atenção delas é a percepção como oportunidade de empreendedorismo, pois muitas estão em busca de desenvolver seus negócios”, destacou.

Segundo ele, toda a diretoria do grupo está muito satisfeita com a realização deste primeiro curso de uma série de muitos outros, que visam à prática da responsabilidade social, um dever de toda a sociedade.

“A iniciativa privada também deve contribuir com a prosperidade e trabalho para que tenhamos uma sociedade mais qualificada.

Educação transforma e trabalho liberta com independência financeira”, destacou, ao enfatizar os pilares do IES da prática da educação, trabalho e esportes para a promoção de uma sociedade mais igualitária. 

A coordenadora pedagógica do IES, Rízia Damares de Oliveira, informou que também será trabalhado dentro do curso de pintor de obras temas como empreendedorismo e redes sociais para que seja um curso que o capacite para estar no mercado de trabalho, seja como CLT ou como empreendedor.

“Serão aulas duas vezes por semana no período noturno, com o total de 40 horas com conhecimentos específicos e mais 08 horas com conhecimentos complementares.

O curso de pintor de obras deve durar cerca de três meses e as pessoas que tiverem interesse poderão fazer outros cursos simultaneamente”, destacou ela.

As vagas estão abertas para novos cursos cujas inscrições são gratuitas, como revestidor de pisos, encanador/instalador hidráulico, aplicador de impermeabilização e instalador de telhados. As pessoas que concluírem o curso irão receber certificado e poderão ser encaminhadas diretamente para o mercado de trabalho.

Os interessados em participar devem realizar a pré-inscrição diretamente pelo site do Instituto (https://institutoelonsoares.org.br). 

O Instituto Elon Soares (IES), criado pelo fundador do Grupo Soares, holding goiana que teve início há quase 60 anos com a Irmãos Soares, leva o nome do seu fundador, o empresário Elon Soares (in memorian).

O espaço  tem o propósito de dar seguimento à realização de seu maior sonho: o de ajudar  jovens a trilharem o caminho do empreendedorismo e desenvolvimento profissional, assim como ele trilhou em sua juventude.

COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS

 

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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