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De sauna imersiva a quadra de beach tennis: conheça os principais residenciais com rooftops em Goiânia.

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Atual Plano Diretor de Goiânia limitou a altura máxima dos prédios da cidade em 25 a 30% mais baixos do que o era estipulado na lei anterior, com isso a tendência é de que essas paisagens panorâmicas fiquem mais raras e disputadas

Uma das mais recentes tendências de arquitetura no mercado imobiliário de Goiânia é a projeção de prédios residenciais com os chamados rooftops, que são ambientes localizados no topo dos prédios que têm  aproveitamento mais qualificado, trazendo infraestrutura de lazer e convivência.

De acordo com um recente levantamento da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), a estimativa é de que Goiânia já tenha mais de 30 empreendimentos com rooftop.

Ainda conforme dados da Ademi, esse lazer nas alturas têm impulsionado a valorização do metro quadrado dos edifícios que possuem esse tipo de espaço em até 25%.

O atual Plano Diretor de Goiânia limitou a altura máxima dos prédios da cidade em 25 a 30% mais baixos do que o era estipulado na lei anterior, que vigorou entre 2007 a 2022. Pela regra atual,  o limite máximo de altura dos empreendimentos em regiões já bem adensadas, como Jardim Goiás, Setor Oeste e Setor Bueno, é de cinco vezes o tamanho da área do terreno.

Já em regiões menos adensadas, esse limite pode chegar a 7,5 vezes e meia o tamanho do terreno. Com isso, a tendência é de que essas paisagens panorâmicas nas alturas fiquem mais raras e disputadas.

Se você se interessou em morar num prédio com rooftop, a nossa reportagem trouxe cinco exemplos de projetos de edifícios residenciais em Goiânia, que, além de uma vista incrível, oferecem estruturas de lazer e convivência completas.

 Vista para o parque  – Localizado na região do Jardim Atlântico, o Vértice Residence foi o primeiro empreendimento da Yutá Incorporadora a contar com esse tipo de ambiente.

O rooftop do residencial oferece uma vista panorâmica para uma das mais belas áreas verdes da cidade, o Parque Cascavel.

Entregue em 2024, o residencial possui toda sua estrutura de lazer e convivência no último pavimento, trazendo arena fitness com academia, salão de festas, uma área gourmet, espaço kids e uma praça suspensa.

Se você se interessou em morar num prédio com rooftop, a nossa reportagem trouxe cinco exemplos de projetos de edifícios residenciais em Goiânia, que, além de uma vista incrível, oferecem estruturas de lazer e convivência completas. 

Vista para o parque.

Localizado na região do Jardim Atlântico, o Vértice Residence foi o primeiro empreendimento da Yutá Incorporadora a contar com esse tipo de ambiente.

O rooftop do residencial oferece uma vista panorâmica para uma das mais belas áreas verdes da cidade, o Parque Cascavel.

Entregue em 2024, o residencial possui toda sua estrutura de lazer e convivência no último pavimento, trazendo arena fitness com academia, salão de festas, uma área gourmet, espaço kids e uma praça suspensa.

O mais alto do Parque Amazônia.

Entregue recentemente, o Lake Residence, também da Yutá, será o primeiro residencial de luxo e a mais alta torre na região do Parque Amazônia.

Uma das atratividades do projeto é seu rooftop, a 110 metros de altura, irá trazer piscina de borda infinita, deck molhado, um spa e sauna com vista panorâmica.

Toda área de lazer será entregue mobiliada e equipada com som ambiente e uma adega.

Panorâmica do Centro – Já entregue no fim de 2024 e localizado entre duas praças icônicas da cidade, a Praça Cívica e Praça Universitária, o Katedral Sky Rooftop, na Rua 20, traz a mais bela paisagem do centro histórico da capital.

O empreendimento projetado e construído pela Sim Incorporadora traz em seu último pavimento, a 86 metros de altura, uma estrutura de lazer completa que inclui piscina com deck molhado, área gourmet e academia.

Beach tennis nas alturas – Com 29 pavimentos e localizado no bairro Vila Rosa, próximo ao Parque Cascavel, o Biografia Parque Cascavel, um projeto da My Broker Incorporações,  promete ser o primeiro condomínio do Brasil a ter uma quadra de beach tennis no rooftop. 

Além da quadra, o último andar do empreendimento contará com uma piscina de borda infinita, salão de festas, espaço gourmet e brinquedoteca e uma área dedicada à sauna.

Do alto do Bueno.

Lançado este ano pela Yutá Incorporadora, o Synergia Bueno também irá trazer essa tendência dos rooftops, oferecendo a melhor vista panorâmica do mais nobre e tradicional bairro de Goiânia, o Setor Bueno.

Para potencializar a sensação de bem-estar trazida por uma vista exclusiva em 180º, a área de lazer nas alturas contará com uma sauna imersiva a vapor e integrada a uma piscina com aquecimento e borda infinita.

O Rooftop localizado no 27º andar do residencial contará ainda com espaço para treino de natação e deck molhado.

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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