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Após pesquisa de mercado, Goiânia vai ganhar seu 20º centro de compras

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Localizado no Parque Oeste Industrial, o ASA Open Mall, que prevê um mix variado de lojas de produtos e serviços, está em fase final de acabamento

Goiânia, com uma média de um carro para cada 2,42 habitantes – conforme dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) – enfrenta desafios de trânsito que poderiam ser atenuados por investimentos em serviços e equipamentos públicos. Diante desse cenário, um grupo investidor realizou uma pesquisa para avaliar a viabilidade de um novo open  mall  na cidade. 

Apesar da preferência dos goianienses pelo transporte individual e da existência de 19 centros de compras, os estudos indicaram a oportunidade para um novo empreendimento. Com um investimento de R$ 5 milhões, o ASA Open Mall, o 20º centro de compras da capital, terá mais de 2 mil m² de área bruta, oferecendo lojas, brinquedoteca, espaço cultural e estacionamento. 

A região escolhida para receber o novo open mall está entre as que mais crescem em Goiânia – Sudoeste e Sudeste. Composta por bairros como Eldorado, Parque Oeste Industrial Sul e Cidade Jardim – este último com um aumento populacional de 21,53% entre 2010 e 2022, quase o dobro da média da capital (10,5%), de acordo com dados da Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo de Goiânia (SMPU). A região Sudoeste, a mais populosa da capital, conta com 223 mil habitantes.

O espaço apresenta um novo conceito, sendo aberto e com fachada ativa – consideradas formas mais integradas ao ambiente urbano – e está em fase final de acabamento. Localizado no Parque Oeste Industrial, o ASA Open Mall será vizinho dos Bairros Goiá, Eldorado e Eldorado Park. Com gestão profissional, a perspectiva é de um mix variado de lojas, incluindo rede de lanchonete, clínica, drogaria, além de franquias dos setores de beleza e alimentação. 

Com uma proposta moderna, o open mall conta com uma estrutura ao ar livre, com lojas dispostas em espaços abertos. A equipe responsável pelo empreendimento é composta por Agni Aguiar, CEO da ASA Imobiliária e sócia do ASA Open Mall, e William Martins, diretor de Engenharia do ASA Open Mall e CEO da Íntegra Engenharia. 

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Pit Stop

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A empresária do ramo de viagens e eventos, Gilce Reis, aproveitou sua passagem por Goiânia para reencontrar amigos e clientes.

Ao lado da futura candidata a deputada federal Flávia Teles e da empresária Andrea Aprígio, ela fez um animado pit stop na tradicional Noite dos Namorados do Country Club de Goiás.

Desde setembro de 2025, Gilce tem se dedicado a projetos estratégicos em São Paulo e também no exterior, dentro do plano de expansão de sua empresa. A passagem pela capital goiana foi marcada por encontros especiais, networking e momentos de confraternização com pessoas que fazem parte de sua trajetória profissional e pessoal.

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Após 28 anos, Goiânia volta a receber etapa nacional de motocross neste fim de semana.

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Campeonato Sul-Americano e Brasileiro de Motocross – MX1 GP Brasil reúne pilotos de 22 países, deve atrair cerca de 50 mil pessoas e recoloca a capital goiana na rota dos grandes eventos do motociclismo.

Depois de quase três décadas sem receber uma etapa do campeonato brasileiro de motocross, Goiânia volta ao centro das atenções do esporte neste fim de semana.

Entre os dias 18 e 21 de junho, a capital recebe o Campeonato Sul-Americano e Brasileiro de Motocross – MX1 GP Brasil, considerado a principal competição da modalidade na América Latina e que deve atrair cerca de 50 mil pessoas ao longo de quatro dias de programação.

O retorno acontece em um momento simbólico para a cidade.

No mesmo ano em que voltou ao calendário internacional do motociclismo com a realização do MotoGP, Goiânia reforça sua vocação para grandes eventos esportivos ao sediar uma das etapas mais aguardadas da temporada do motocross continental.

Mais de 300 pilotos de aproximadamente 22 países estarão presentes na competição, que também marca a sexta etapa do MX1 GP Brasil 2026 e integra a reta decisiva do campeonato.

A programação contará ainda com disputas válidas pelo Campeonato Goiano de Motocross, ampliando a participação de atletas e equipes na estrutura montada às margens da GO-020, próximo ao Autódromo Internacional de Goiânia.

As atividades começam na quinta-feira (18), com a chegada das equipes, pilotos e procedimentos técnicos. Na sexta-feira (19), o público já poderá acompanhar a movimentação nos boxes e paddocks.

As provas classificatórias e oficiais acontecem no sábado (20) e domingo (21), quando entram em ação as principais categorias da modalidade.

Um dos diferenciais da etapa goiana será a realização de uma programação especial para as categorias MX1 e MX2, que terão duas largadas da bateria unificada ao longo do fim de semana.

Também estarão na pista as categorias 50cc, 60cc, MXJR, MX2JR, MX3, MX4, MXF e YZ125.A organização prepara uma megaestrutura para receber o público, com arquibancadas, camarotes, praça de alimentação, área de negócios, ativações de marcas, espaço kids e ampla área de convivência.

A pista, construída especialmente para a competição, terá cerca de 1.700 metros de extensão e foi projetada para oferecer boa visibilidade aos espectadores.

Além da relevância esportiva, o evento deve movimentar a economia da capital, impulsionando setores como hotelaria, gastronomia, transporte e comércio.

A competição também contará com transmissão internacional e ampla cobertura digital, levando o nome de Goiânia para diversos países.”

A realização desta etapa representa um marco para o motocross goiano e para o esporte brasileiro.

Depois de 28 anos, Goiânia volta a receber uma etapa nacional da modalidade em uma estrutura preparada para receber atletas, equipes e famílias, consolidando a cidade no calendário dos grandes eventos do motociclismo”, destaca Wesley Magalhães, presidente da Federação de Motociclismo do Estado de Goiás (FMG).

Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados antecipadamente pelo site beta.meubilhete.com.br/campeonato-brasileiro-moto-cross.

A organização também incentiva a doação de 1 kg de alimento não perecível.

SERVIÇO:

Campeonato Sul-Americano e Brasileiro de Motocross – MX1 GP Brasil

Data: 18 a 21 de junho de 2026

Local: Área próxima ao Autódromo Internacional de Goiânia – GO-020

Público estimado: 50 mil pessoas

Ingressos gratuitos: retirada pelo site

Meu Bilhete 

https://beta.meubilhete.com.br/campeonato-brasileiro-moto-cross 

 *Realização:*

Federação de Motociclismo do Estado de Goiás (FMG)

*Apoio*: Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, Prefeitura de Goiânia, Governo de Goiás, Ministério do Turismo e Governo Federal. 

@motocrossgoiania | @fmg.go | @mx1gpbrasil | @cbmmotociclismoFotos: Divulgação  Campeonato de Motocross – Divulgação.jpg Motocross 3.jpg Motocross Brasil 2.jpg Motocross Divulgação 2.jpg–TARG COMUNICAÇÃO @targcomunicacaoBIANKA MUNIZ (62) 98218-2807JULIANA TELES (62) 98112-3245

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Álbum de figurinhas (para Isabela, João Marcelo e Mário Jorge)

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias.

Banquinha dos Correios ou então uma do lado do Café Central, Goiânia, 1970. Copa do Mundo de Futebol.

Meu pai era amigo do João Saldanha e meu irmão se chama Mário Jorge, nome do novo técnico da Seleção Brasileira de Futebol.

O nosso álbum comprado, ali na nossa frente, novinho. Vazio e 10 pacotes de figurinhas. Uma emoção enorme. Acho que não existe nada mais existencialista do que um álbum de figurinhas.

Ele parte do zero, e vai criando uma história. A existência precede a essência.

Hoje eu vi que o álbum está enorme, com 980 figurinhas, tem vários lugares de compras, e maneiras de adquirir-las. Umas vem nas latas junto com o álbum, outras em saquinhos que agora contém 07 exemplares.

Ou ainda podem ser compradas sortidas. E no começo o álbum vai enchendo e depois do meio para frente, só vem repetida.

Tem que trocar. Ou então ganhar jogando “bafo”. Eu adorava o álbum chamado “Coleção Bicholândia: os animais no seu ambiente”. A capa era um elefante levantando um tigre pela tromba.

As capas atuais são estilizadas, mundiais. Mas o fascínio é o mesmo. Somos livres para fazer e completar nosso álbum.

E as figurinhas premiadas? Aquelas mais difíceis de achar.

Antes havia um rumor de que a do Pelé era rara. Que não tinha um número igual delas nos saquinhos. Hoje a própria empresa declara as cores por raridade, e a dificuldade probabilística de você encontrar uma delas.

É infinitamente mais difícil se deparar com um Cristiano Ronaldo ou um Messi, sejam prata ou ouro do que um Pelé ou Jairzinho.

O Pelé ficava debaixo da Bandeira do Brasil e era a 17, meu número na chamada, e o Jairzinho logo depois, na mesma página, o 18; número do meu irmão que havia acabado de entrar na mesma escola que eu.

A angústia de ver o pacotinho era imensa. Meus sobrinhos-netos estão colecionando.

Se emocionam e sofrem com os achados. Seu pais participam ativamente. Conferem se já têm a figurinha ou não.

Apesar de que toda criança sabe de cor, isso. Não importa quantas sejam. Ouvi dizer que umas seleções são mais difíceis do que as outras, pois demoraram para imprimir suas peças porque a lista dos convocados saiu mais tarde.

Também fiquei sabendo que tem gente que pesa antes o saquinho, já que as premiadas são extras. Rumores, lendas.

Negócios paralelos que mal sabem a emoção que é abrir e ver um exemplar que você ainda não tem! Sempre existirá a má-fé em qualquer atividade humana.

Não irei discorrer sobre o custo de quanto será ter um álbum completo. Muita gente já calculou isso.

Acho chato. Mais bonito é ver a criançada sentada na hora do recreio trocando figurinhas. Levando seus álbuns.

Trazendo suas “Legends” carinhosamente guardadas em separado.

E a disputa ferrenha no bafo. Rapelar é uma arte. A mão em concha ou espalmada.

Dobrar um pouco as cartas. Saber que as “brilhosas” são mais pesadas. Não pode mexer, mexeu; rapou!

A história se repete por gerações. A culpa de perder nunca é nossa. O inferno são os outros.

Cada pai e mãe ou pessoa que lê esse texto vai se lembrar de uma época diversa em que colecionou algo, mesmo que não foram figurinhas.

Selos, papéis de carta, moedas e por aí vai. Meu álbum de lembranças tem umas figurinhas metálicas, redondas, as “chapinhas”. .Veio logo depois dessas da Copa de 70.

Entretanto o nosso álbum de recordações nunca ficará completo, pois diante das escolhas de diversas figurinhas, umas a gente trocou sem saber o valor e outras deixamos de colar na memória.

JB Alencastro é médico e escritor.

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