Parque Estadual de Vila Velha se consolida como referência nacional em turismo de natureza com lançamento da plataforma global da Embratur.
Unidade de conservação dos Campos Gerais é um dos representantes do Paraná no movimento que posiciona o Brasil como potência mundial em ecoturismo e conservação ambiental.
O lançamento da plataforma Natural Parks, da Embratur, durante a World Travel Market (WTM) Londres 2025, maior feira de turismo do planeta, marcou um novo capítulo na promoção internacional dos parques naturais brasileiros.
E entre os destinos que simbolizam essa nova fase, o Parque Estadual de Vila Velha se destaca como vitrine do ecoturismo sustentável e das experiências autênticas que unem ciência, conservação e cultura local.
Localizado em Ponta Grossa, o local abriga formações rochosas de arenito esculpidas há milhões de anos pela ação da natureza, um dos patrimônios geológicos mais expressivos do Brasil.
O parque integra o cenário dos Campos Gerais, região marcada por campos nativos, remanescentes de Mata Atlântica e rica biodiversidade, além de tradições culturais que formam um mosaico único de paisagens e modos de vida.
“A plataforma Natural Parks traduz exatamente o que o Parque Vila Velha representa: um espaço de conexão genuína com a natureza, onde conservação e desenvolvimento caminham juntos”, afirma Leandro Ribas, gestor da Soul Vila Velha, concessionária responsável pela operação turística do Parque.“Nossos três atrativos naturais – Arenitos, Furnas e Lagoa Dourada – oferecem experiências transformadoras, que unem educação ambiental, ciência e encantamento”, completa.
Campos Gerais: o coração natural do Paraná.
Os Campos Gerais abrigam ecossistemas raros e espécies emblemáticas da fauna e da flora paranaense, como o lobo-guará, o tamanduá-bandeira e a jaguatirica. Além de suas belezas naturais, a região preserva a memória de comunidades tradicionais e da cultura tropeira, que ajudaram a formar a identidade do estado.
Os três circuitos do parque traduzem essa diversidade:·
Arenitos – esculturas naturais monumentais, como a Taça, o Camelo e o Índio;·
Furnas – crateras com até 100 metros de profundidade, formadas por antigos rios subterrâneos;·
Lagoa Dourada – espelho-d’água de tons dourados ao pôr do sol, símbolo da harmonia entre luz e paisagem dos Campos Gerais.
Brasil e o novo turismo de conservação.
Desenvolvida pela Embratur em parceria com o Instituto Semeia, a plataforma Natural Parks pretende ampliar de forma sustentável a visitação nos parques brasileiros – que somam cerca de 16 milhões de visitas por ano e têm potencial para alcançar 56 milhões.
O Parque Estadual de Vila Velha já se consolida como modelo desse novo ciclo com infraestrutura acessível, trilhas seguras, tecnologias de monitoramento ambiental e programas permanentes de educação e pesquisa científica.
Patrimônio vivo que conta a história da Terra.
Com mais de 70 anos de história como unidade de conservação, o Parque Estadual de Vila Velha guarda registros de eras geológicas em que mares antigos cobriam a região.
As rochas revelam fósseis e estratos que ajudam cientistas a entender a evolução da vida no planeta, um laboratório natural que conecta passado, presente e futuro.
Um convite ao mundo.
O lançamento da Natural Parks reforça o compromisso do Brasil com um turismo de impacto positivo, capaz de gerar desenvolvimento local e fortalecer a conservação ambiental.
Mais informações podem ser obtidas em:
https://parquesnaturais.visitbrasil.com
Sobre o Parque Estadual de Vila Velha.
Localizado em Ponta Grossa-PR, a apenas uma hora de Curitiba, o Parque Estadual de Vila Velha é o primeiro parque estadual criado no Paraná, em 1953, e atualmente é uma concessão do Governo do Estado do Paraná, por meio do Instituto Água e Terra, à Soul Vila Velha, uma empresa do Grupo Soul Parques.
As bilheterias funcionam até as 15 horas.
O parque indica, a chegada ainda pela manhã, para que os visitantes possam conhecer seus atrativos –
Trilha Arenitos Unimed, Furnas e Lagoa Dourada – se deliciar com as diversas opções gastronômicas e ainda aproveitar as atrações de aventura
– Tirolesa, Arvorismo e Cicloturismo.
Mais informações podem ser obtidas em https://parquevilavelha.com.br/
Evento promovido pela Posê Plaza D’oro em alusão ao Setembro Amarelo reúne comunidade e parceiros em uma manhã dedicada à saúde mental e ao bem-estar.
O Plaza D’Oro Shopping recebe neste sábado (26), às 9h, a 2ª Caminhada Movimento pela Vida, promovida pela Posê Plaza D’oro em alusão ao Setembro Amarelo.
A iniciativa tem como objetivo chamar a atenção para a importância da saúde mental, da atividade física, do bem-estar e das conexões humanas.
As inscrições custam R$ 75,00 e dão direito à camiseta do evento.
Para se inscrever, entrar em contato pelo whatsapp (62) 98472-3671.
A concentração para o evento será em frente à loja Posê.
De lá, os participantes seguirão para uma volta simbólica ao redor do shopping, em um movimento de conscientização e valorização da vida.
Em seguida, seguirão para a academia Punk Black, também localizada no mall, onde serão realizados uma aula de yoga e, às 11h, talk show sobre saúde mental com a participação da psicóloga Aline Amorim e a mediação de Laila Facuri e Mirella Mascarenhas.
A programação conta também com café da manhã e momentos de integração com parceiros.
O Shopping Plaza D’oro está localizado na Avenida Nápoli, nº 500, Residencial Eldorado, em Goiânia (GO), e há mais de 20 anos é referência para a população da região Sudoeste da capital, reunindo lojas, serviços, supermercado e praça de alimentação.
Serviço
2ª Caminhada Movimento pela Vida
Data: 26 de setembro (sábado)Horário: 9h
Local: Plaza D’oro Shopping – Av. Nápoli, nº 500, Residencial Eldorado, Goiânia (GO)
Concentração: Posê Plaza D’Oro
Inscrições: (62) 98472-3671
Valor da inscrição: R$ 75,00 – dá direito à camiseta do evento
A Central de Experiências Flamboyant Urbanismo passa por uma nova reformulação e apresenta ao mercado goiano uma tecnologia inédita.
Por meio de uma plataforma de realidade virtual interativa, o cliente pode percorrer o novo lançamento, o Tempo Flamboyant Residencial, de forma realista, transitando pelos diferentes ambientes, explorando os andares e conhecendo em detalhes cada unidade.
A ferramenta também permite visualizar o edifício inserido no contexto urbano de Goiânia, reproduzindo sua relação com o entorno e proporcionando uma compreensão mais ampla da localização.
Outra novidade é o estúdio criado especialmente para a produção de conteúdos da Flamboyant Urbanismo.
O complexo também reúne ambientes sensoriais dedicados à história do Flamboyant e aos produtos da marca.
Quarta edição do remate teve venda de touros e bezerros PO, além de lotes de gado de corte; touros alcançaram valor médio de R$ 16,25 mil.
A quarta edição do Leilão do Grupo Sobreiro movimentou o recinto da 3M Leilões, em Goiás, com a oferta de animais PO e gado de corte.
O remate reuniu a produção do Grupo Sobreiro e lotes de convidados, com comercialização de animais em diferentes categorias.
Entre os principais destaques estiveram os touros PO. Dos 39 animais colocados à venda, 26 foram comercializados, com valor médio de R$ 16.250.
Na categoria de bezerros PO, foram ofertados 11 animais, dos quais sete foram vendidos, alcançando média de R$ 8 mil.
Para Guilherme Scatena, proprietário da 3M Leilões, os resultados dos animais PO refletem o interesse do mercado por genética que possa contribuir para a evolução dos rebanhos.
“Foi um leilão importante para mostrar o trabalho de seleção que o Grupo Sobreiro vem desenvolvendo há anos. Tivemos touros PO comercializados com média de R$ 16,25 mil, além da venda dos bezerros PO.
São números que mostram que existe comprador buscando genética e avaliando com bastante critério aquilo que pode agregar ao seu rebanho”, afirma Scatena.O gado de corte também integrou a programação.
Na categoria de bezerros de zero a 12 meses, foram ofertados 120 animais e comercializados 85, com valor médio de R$ 3.950.Entre as fêmeas, 200 animais de zero a 12 meses foram colocados à venda, com valor médio de R$ 2.625 nas negociações realizadas.
Já na categoria de fêmeas de 13 a 24 meses, a oferta chegou a 300 animais, dos quais 100 foram comercializados, com média de R$ 3.100.
Segundo Guilherme Scatena, o comportamento das vendas também ajuda a identificar como o comprador está se posicionando diante do atual momento da pecuária.
“O comprador está atento ao preço, à qualidade e ao potencial do animal que está levando para a propriedade.
Por isso, um leilão como esse também funciona como um termômetro do mercado.
Tivemos procura em diferentes categorias e conseguimos reunir genética PO e animais comerciais dentro do mesmo remate”, explica.
A quarta edição dá continuidade à parceria entre o Grupo Sobreiro e a 3M Leilões.
O trabalho pecuário conduzido pelo produtor José Maria Sobreiro possui mais de uma década de seleção do Nelore, com escolha de animais e acasalamentos direcionados à evolução do rebanho.
Para Scatena, a realização de mais uma edição reforça a importância da continuidade do trabalho de seleção e da apresentação dessa produção ao mercado.“Um projeto de genética é construído ao longo dos anos.
Cada geração permite selecionar características e avançar no trabalho dentro da fazenda.
O leilão é o momento em que parte desse resultado chega a outros produtores e pode contribuir também com a evolução de outros rebanhos”, conclui Guilherme Scatena.