Com investimento de R$ 1,2 bilhão até 2028, companhia reforça seu protagonismo no turismo e divulga Relatório de Sustentabilidade com avanços em temas ambientais, sociais e de governança.
A Aviva, plataforma de viagens e entretenimento detentora dos dois maiores resorts do Brasil, Costa do Sauípe e Rio Quente Resorts, além do Hot Park Rio Quente e da marca Turminha da Zooeira, completa sete anos de história durante um momento de transformação e crescimento.
Até 2028, a empresa prevê investimentos de R$ 1,2 bilhão em modernização estrutural de seus complexos de resorts, novos produtos e expansão de marca, um movimento que reforça sua imagem como referência em hospitalidade e entretenimento no país.
O ciclo de investimentos, iniciado em 2024, contempla retrofit de hotéis, lançamentos de produtos e reposicionamentos estratégicos em todos os destinos.
A primeira grande entrega de 2025 foi a reinauguração do hotel Sol, na Costa do Sauípe, em janeiro, considerando a elevação da categoria Premium para Grand Premium, sendo fortemente elogiado, além do reconhecimento internacional que recebeu pelo Travellers’ Choice 2025.
Antes dele, o Brisa Grand Premium também passou por retrofit e foi reconhecido internacionalmente.
O próximo empreendimento a ter categoria elevada é o hotel Mar, que será reaberto no verão de 2026 como Mar Premium, totalmente renovado.
“A Aviva chega aos sete anos em um momento de consolidação e expansão.
O ciclo de investimentos reflete nossa visão de longo prazo: evoluir continuamente nossos produtos, modernizar nossos destinos e oferecer experiências que unam conforto, autenticidade e inovação”, afirma Alessandro Cunha, CEO da Aviva.
Na Costa do Sauípe, o plano de renovação prevê R$ 420 milhões em investimentos até 2028, incluindo a revitalização dos hotéis e complexo, além do início das obras do InCanto Residence Club, um modelo inédito de Residence Club com formatomembers only.
Outros R$ 420 milhões estão sendo investidos no Hot Park Costa do Sauípe, que deve gerar cerca de 3.500 empregos diretos e indiretos no litoral norte baiano e terá narrativa inspirada na preservação das tartarugas marinhas, reforçando a proposta da empresa de entregar entretenimento aliado à sustentabilidade.
Mar PremiumCom vendas já abertas e oficializadas em evento em Salvador para parceiros, formadores de opinião e jornalistas, o hotel Mar Premium será um dos símbolos da Costa do Sauípe renovada, com soft opening entre janeiro e março de 2026.
Localizado no coração da costa baiana, o empreendimento passará por uma transformação completa em infraestrutura, design e serviços. Inspirado no estilo de vida à beira-mar, o hotel combinará decoração náutica e elementos que celebram a cultura da Bahia, com ambientes que remetem às grandes navegações.
O hotel contará com 237 acomodações, divididas em cinco tipologias para atender diferentes perfis de hóspedes, e mudanças como a ampliação do espaço do lobby com novo bar e cafeteria, restaurante com ambiente totalmente interno e climatizado, novo bar da piscina, além de um bar de tapas, e marcas premium e importadas na carta de vinhos e bebidas alcoólicas.
“O Mar Premium traduz muito bem nossa proposta de categorização dos hotéis, quando falamos de tornar claros os atributos de nossos produtos para melhor direcionamento do público.
Ele proporciona uma hospedagem singular, memorável e acessível, combinando a energia da Bahia com um novo patamar de conforto e experiência.
É um produto que traduz o cuidado da Aviva em cada detalhe para proporcionar experiências ainda mais especiais e inesquecíveis”, complementa Cunha.
Modernização também em Rio QuenteNo Rio Quente Resorts, as renovações estão sendo realizadas de forma faseada.
Além das mudanças estruturais e de serviço, os hotéis do complexo terão uma reorganização de sua arquitetura de branding e, de acordo com os lançamentos, passam a ganhar novos nomes e categorias – como em Costa do Sauípe – para melhor traduzir a experiência de hospedagem.
O hotel Pousada teve parte dos apartamentos revitalizada em 2024 e seguirá com novas entregas ao longo de 2025 e 2026, incluindo melhorias de fachada.
O empreendimento terá sua renovação finalizada em 2027, quando será inaugurado como Origem Premium.
Já o Hotel Turismo teve suas áreas de lazer reformadas, com a entrega do novo Bar das Artes e novas piscinas adulto e infantil, e até o final deste ano entregará todos os apartamentos modernizados, entrando em 2026 em uma nova fase, quando passa a se chamar Refúgio Grand Premium.
Cultura e pessoas como pilares de crescimento.
Reconhecida pelo GPTW (Great Place to Work) como a 54ª melhor empresa para se trabalhar no Brasil em 2025, a Aviva reforça seu compromisso com o desenvolvimento humano e a valorização de suas equipes.
Com mais de 4.270 pessoas associadas – como chama suas pessoas colaboradoras – e sendo a principal empregadora nos destinos, a companhia conta com uma estrutura sólida de formação de talentos, com programas internos que fomentam capacitação, oferecem suporte para saúde física e mental, além de uma ampla quantidade de benefícios.
“Acreditamos que a excelência em hospitalidade começa com pessoas que se sentem valorizadas e, por isso, contamos com programas robustos de desenvolvimento e reconhecemos talentos de diferentes maneiras.
Eu estou há mais de 20 anos na Aviva e temos pessoas associadas com mais de 50 anos de casa e entendo que isso traduz muito bem o sucesso da companhia como marca empregadora”, finaliza Cunha.
Com investimento bilionário, reposicionamento de portfólio e uma cultura que une inovação e acolhimento, a Aviva celebra sete anos sob essa marca, e mais 60 anos de história, consolidando seu papel como protagonista na transformação do turismo e da hospitalidade no Brasil.
Relatório de Sustentabilidade 2024 Ao celebrar sete anos de operação, a Aviva também publica seu Relatório de Sustentabilidade 2024, que reforça o compromisso da companhia com os avanços da Agenda ESG, oficializada em 2022 e guiada por 16 temas materiais com metas alinhadas ao Pacto Global da ONU e à Ambição 2030.
Esses temas seguem distribuídos em projetos e programas cíclicos, programados para serem realizados até 2026.
Os compromissos da companhia voltados para os âmbitos de governança, ambiental e social, as novas certificações conquistadas, bem como o acompanhamento das metas estabelecidas e o progresso das iniciativas da agenda, podem ser verificados no Relatório de Sustentabilidade pelo link abaixo.
Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.
O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:
Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.
Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.
A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.
A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.
De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.
Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.
Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.
“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.
A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.
O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.
“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.
Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.
Serviço
*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito
Temporada: Últimas semanas
Sessões:Quinta e sexta: 20h
Sábado: 17h e 20h
Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical
Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.
A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.
O prazo está se esgostando.
A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.
A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.
Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar
Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?
A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.
A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.
De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“
A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.
Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.
Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.
Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.
Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.
Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.
Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.
“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.
*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.
Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.
Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).
Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.
Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.
Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.
A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.
Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.
– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá
*Serviço*
Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio
Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.
Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.