Mais de 20 expositores ofertarão produtos enogastronômicos, agroindustriais e de artesanato, de 21 a 23 de novembro, em meio a quase 15 atrações artísticas Monte Belo do Sul se formou a partir de tradições, das quais a enogastronômica evidencia a parte mais saborosa de sua identidade.
Um motivo e tanto para celebrar e, especialmente, degustar delícias, como propõe o Vieni Vivere la Vita Festival, em cartaz de 21 a 23 de novembro, na área central do município.
Ao ar livre, na calmaria da cidade que mais parece um vilarejo italiano, o festival se desenrola sem pressa, convidando o público para curtir desde um almoço protegido pela sombra de árvores a um jantar adornado por luzinhas que deixam a Praça Padre José Ferlin ainda mais pitoresca.
É por ali que estarão concentrados 23 estabelecimentos da cidade, mostrando a diversidade de seus vinhos e espumantes, a peculiaridade de sua gastronomia e a personalidade de seus produtos agroindustriais e de artesanato.
Nesta sexta edição, as opções gastronômicas serão oferecidas por nove restaurantes – veja a lista completa de participantes abaixo. De pastel a hambúrguer e, também, espetinho de carne, de lasanha a polenta brustolada, passando de capeletti frito a tortéi ou de entrecot a piadina, o cardápio traz, além de variedade e sabor, a força do empreendedorismo local.
Neste ano, por exemplo, novas marcas se juntam ao Vieni, como a Dona Francesca, que faz sua estreia no evento.
“Estamos com uma expectativa muito boa! O Vieni é um evento grande, que atrai bastante público e movimenta a cidade de Monte Belo.
Acreditamos que será uma ótima oportunidade para divulgar o nosso trabalho e fazer com que mais pessoas conheçam a marca Dona Francesca”, comenta Michelly Bombana, sócia do empreendimento que está há um ano e meio no mercado, trabalhando com comidas congeladas e massas artesanais, como lasanhas, capeletti, tortéi e massas frescas.
No evento, o Dona Francesca comercializará lasanhas individuais (300g), de cogumelos e de bolonhesa, além de capeletti frito e grostoli quentinho, feito na hora. “Eventos como o Vieni são fundamentais para valorizar a produção local e fortalecer pequenos empreendedores.
Além disso, são uma grande vitrine para mostrar que ainda existem marcas que prezam pela comida caseira, feita com carinho e ingredientes de verdade, sem corantes, sem conservantes, e com massa produzida artesanalmente, apenas com farinha e ovos.
É uma forma de levar nosso propósito adiante e de criar conexões com quem valoriza o sabor e a origem da comida”, comenta Michelly. Se alguns empreendedores estão estreando no evento, outros são parceiros há mais tempo.
A vinícola Seis Mãos, participante pela terceira vez do Vieni, é uma das 11 que mostrarão a alta qualidade dos vinhos e espumantes do município, chancelados por Indicação de Procedência.
“Vamos apresentar um vinho que será lançado nos próximos meses e esperamos brindar as coisas boas da vida nesse evento que é tão importante para nossa cidade, pois além de fomentar o turismo, mostra o quão rica ela é, com tantas vinícolas, gastronomia e artesanato que só existem por aqui”, diz a enóloga Caroline Gonzatti.
Para ela, o Vieni significa oportunidades, uma vez que o foco da marca está no consumidor final.
“Fazer novas conexões, mostrar um pouco da nossa casa e apresentar nossa vinícola para mais pessoas é o que nos move”, emenda Caroline, que justamente instiga o consumidor a descobrir no Vieni o novo vinho da vinícola, cujos produtos são maturados em barris de madeira brasileira.
“Não vou adiantar nada para que as pessoas apreciem em nossa banca nos dias do evento”, diz ela, que levará para a ocasião vinhos como o Rose Solo e Sol por Seis Mãos.
“Eles são uma bela representação do potencial da maturação de vinhos em madeira brasileira”.
Além de enogastronomia, o evento contará com expositores de agroindústrias e artesanato, representados pelo Artesanato Benatti, De Costa Cogumelos e Alho Negro, Senzafine Lavandas e Produtos Coloniais Gabriel. Para ficar completo, o Vieni reserva uma extensa lista de atrações artísticas para animar o encontro.
Quase 15 grupos se apresentam nos três dias, incluindo um show internacional, o da banda argentina Three Gees, que presta tributo ao grupo Bee Gees no dia 22.
Serviço
O quê: 6º Vieni Viverre la Vita Festival
Quando: dias 21, 22 e 23 de novembro
Horários: dia 21, das 18h às 23h; dia 22, das 14h às 0h; e dia 23, das 10h às 17h
Onde: Praça Padre José Ferlin, no centro de Monte Belo do Sul
Quanto: entrada franca
Programação cultural
Dia 21 de novembro (sexta-feira)
18h30 – Pietra Rafaela
19h30 – Vocal Allegro21h30 – Farina Brothers
Dia 22 de novembro (sábado)
14h – Corais Municipais (Musicando Melodias, Vozes em Sintonia e Alegria de Cantar).
15h – Grupo de Danças Infantil Picolli Ballerini15h30 – Grupo Acordes.
17h – Grupo de Danças Ballo D’Italia18h – Banda Trebbiano.
20h – Three Gees (Argentina, tributo ao Bee Gees)22h – Butiá Pockets
Dia 23 de novembro (domingo)
10h30 – Grupo Vicentino
11h30 – Tony Walker Country Band.
13h30 – Artur De Mari e Banda – Show Temas de Novelas (inclusivo)
A engenheira civil Norma Suzy promoveu, no último dia 13 de setembro, um encontro especial em Senador Canedo para marcar a inauguração da Momy’s Gallery e o lançamento da pedra fundamental da ONG Algodão e Mel.
A ocasião reuniu convidados, parceiros e autoridades do municípios de Goiânia, Senador Canedo e a região.
O novo espaço chega com um ambiente dedicado à arte, à criatividade e à convivência, enquanto a ONG Algodão e Mel inicia sua trajetória com a proposta de desenvolver projetos e ações de cunho social.
A programação aconteceu na Avenida Pedro Miranda, conhecida como Avenida dos Eucaliptos, e foi marcada por confraternização e celebração de novos projetos.
O empreendimento já está aberto à visitação e com a agenda disponível para locação do espaço, que recebe eventos, confraternizações e celebrações especiais. A programação para os festejos de final de ano já foi aberta, e os interessados podem obter mais informações e reservar sua data pelo WhatsApp (62) 98422-3333.
Resistir a um bom café é para poucos e não ingerir, mais ainda. Mas deixemos de lado essas exceções e vamos para os amantes dessa bebida mágica e deliciosa.
Lá no começo de tudo, nas terras altas da Etiópia, as cabras que comiam as sementes dessa planta eram mais ativas, espertas e saltitantes. Um pastor chamado Kaldi observou isso e ingeriu essas sementes vermelhas. Deu muita energia. Mas um abade testemunhou a heresia e pôs fogo no produto.
O que resultou em um dos aromas mais amados do mundo.Então a origem do café que por sua difusão pelos árabes, intitulou-se de arábico. O outro, mas ao sul do continente africano, rodeando as terras baixas e florestais do Lago Vitória, produziu a variedade robusta. Com mais cafeína, amargo e poderoso. Robusta aguenta tudo, até desaforo.
Podendo ter uma mistura de grãos, impurezas e galhos secos. É para os fortes. Aí, um bichinho bonito, noturno, habitante do Sudoeste Asiático, num dia desses, saiu do seu habitat natural nas palmeiras, aqui em Bali e ingeriu os grãos de café arábico.
A civeta. Mas ele é um “gourmet”. Só come grãos perfeitos e seu sistema digestivo produzo famoso “kopi luwak”. Café mais caro do mundo. Muita gente não confessa, mas acaba parando em Ubud, só para tomar café e fazer amizade com esse animal incrível.
Pois bem. Para tomar café, precisamos de pão. Alguns dizem que é só uma mistura de água e farinha. Quanta ilusão! Pão é alimento dos escolhidos. Pode ser o chamado francês, no Brasil. Pode ser o “baguette”, aquele comprido que você compra e põe debaixo do braço.
O “arrabiata”, cheio de furos e aeração. Ou então o mundialmente famoso e o mais comido de todos, o sírio, conhecido por aí como “pita”. É multi-uso. Serve para tudo. Da manhã até a noite. Gostoso demais.E antes que alguém me cobre sobre o “croissant”, infelizmente tenho que confessar que demorei a descobrir que ele é de origem austríaca, e não francesa. Maria Antonieta que o trouxe de Viena e os franceses acrescentaram aquela massa folhada e manteiga.
O nome dele era “kipferl”, muito menos charmoso, não? Que diga o império otomano e sua semi-lua que foram o formato inspirador. Para enfeitar a mão que serve, produz, amassa, colhe, torra, mistura e também bebe café come pão. A pulseira. Elemento protetor de primeira linha, das mais antigas civilizações. Tanto utilizada por homens como mulheres.
Servia também como identificação de suas origens, como status social e muito mais. Um pulso firme geralmente está adornado por uma pulseira.Cada uma delas externa uma mensagem. Sutil. Sentimentos, posicionamentos, predileções de cores. Uma paleta pessoal. Única e indivisível. Hoje bem cedo, observando minha esposa fazendo o café e usando a inseparável cafeteira sextavada italiana, fiquei encantado. Como ela estava linda, cortando o pão e servindo a todos. Suas pulserinhas – são dezesseis, ao todo – ornavam seus braços longos, finos e fortes. Comi, bebi, e apertei suas mãos de dedos belíssimos.
E logo percebi que ela é minha bebida que ativa, a comida que alimenta e a pulseira que enfeita e une. Uma mulher única, com cheiro e textura inimagináveis, colorida e envolvente como ninguém.
Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music ShowEx-vocalista do Soweto e ex-padrasto de Lexa chama atenção pela rotina de preparação física e levanta expectativa sobre uma possível entrada no ringue.
Conhecido do público por sua trajetória na música, Cacau Jr., ex-vocalista do grupo Soweto e ex-padrasto da cantora Lexa, pode estar prestes a encarar um desafio bem diferente dos palcos.
O artista vem chamando atenção pela intensidade e dedicação demonstradas em sua rotina de treinos.
Os registros recentes mostram Cacau Jr. focado na preparação física, aumentando a curiosidade sobre até onde ele pretende levar essa nova fase.
E uma possibilidade já começa a movimentar os bastidores: uma eventual participação no Fight Music Show (FMS).
O evento, conhecido por promover confrontos que misturam nomes do entretenimento, influenciadores, artistas e atletas, poderia representar uma oportunidade para Cacau Jr. testar sua preparação dentro do ringue.
Por enquanto, não há confirmação de luta ou adversário, mas a possibilidade abre espaço para uma pergunta que promete movimentar o público: quem seria o nome ideal para enfrentar Cacau Jr. em uma possível estreia no FMS?Além da ligação com a música, Cacau Jr. também ficou conhecido nacionalmente por sua relação familiar com Lexa.
Agora, com os treinos ganhando intensidade, o artista pode apresentar ao público uma nova faceta, desta vez ligada ao universo das lutas e da preparação esportiva.
Uma possível entrada no Fight Music Show marcaria um novo capítulo em sua trajetória e poderia colocar frente a frente duas personalidades conhecidas do público em um confronto inédito.
E aí: quem deveria ser o adversário de Cacau Jr. caso ele aceite subir ao ringue do FMS?