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TV Brasil Central celebra 50 anos.

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A TV Brasil Central celebrou, no dia 1º de maio, seus 50 anos no ar, marcando meio século de contribuição fundamental para a comunicação pública em Goiás.

Em cinco décadas, a emissora acumulou uma trajetória marcada pela promoção da cultura, do turismo, do esporte, da informação de qualidade e da transparência das ações governamentais.

Para celebrar o marco, o governador Ronaldo Caiado e o presidente da Agência Brasil Central (ABC), Reginaldo Júnior, realizaram uma solenidade especial nesta segunda-feira (17), no auditório Mauro Borges, no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia.

O evento foi transmitido ao vivo pela TV Brasil Central e pelo canal oficial no YouTube.

A cerimônia reuniu autoridades, servidores e convidados que fizeram parte dessa história. Durante o encontro, foi anunciada uma novidade: a entrada da TV Brasil Central, RBC FM e Rádio Brasil Central na Parabólica Digital, com transmissão em Banda Ku prevista para iniciar em dezembro, após a conclusão dos testes internos.

A novidade ampliará o alcance das emissoras para um público potencial de 60 milhões de telespectadores em todo o país, incluindo 3 milhões somente em Goiás. “O objetivo é ampliar o raio de cobertura dos veículos da Agência Brasil Central, rompendo barreiras físicas e garantindo recepção de altíssima qualidade”, destacou o diretor de Telerradiodifusão da ABC, Mardem Costa Junior.

Em entrevista, o presidente da ABC, Reginaldo Júnior, ressaltou a trajetória da emissora e o esforço dos servidores ao longo das últimas décadas. “A Brasil Central passou por vários momentos, momentos maravilhosos, momentos extremamente difíceis.

Mas, hoje a empresa está sanada. E, graças a Deus, a gente tem uma audiência muito grande”, afirmou. Ele também celebrou o reconhecimento do público goiano: “Sou muito orgulhoso em fazer parte desse projeto da TV Brasil Central, desse crescimento”.

Reginaldo destacou ainda a valorização do jornalismo esportivo, do entretenimento e a recuperação da estrutura física. “Temos conseguido recuperar espaços e logo vamos fazer chegar a 100% do Parque Santa Cruz.

A palavra que define o nosso trabalho é revolução”, completou.

Parcerias e modernização

O delegado da Receita Federal, Djalma Lustosa, destacou a parceria entre o órgão e a emissora, especialmente no combate ao contrabando e no reaproveitamento de equipamentos. “A Receita tem tido essa preocupação. Primeiro a de retirar do contrabando mercadorias introduzidas ilegalmente no país, evitando a concorrência desleal, a lavagem de dinheiro e outros crimes.

E também, aparelhamos o Estado com esses equipamentos. A gente traz uma economia e consegue dar qualidade”, explicou.

Mardem também reforçou que o momento é de modernização. “Hoje nós organizamos a casa e estamos programando novos investimentos”, disse. Ele destacou a ampliação da área de cobertura e o avanço com a entrada da TBC na Parabólica Digital, melhorando ainda mais a qualidade do sinal recebido pelos telespectadores.

O secretário de Comunicação do Estado, Gean Carvalho, também elogiou o trabalho da emissora. “A TV Brasil Central tem dado aula para o país de como fazer comunicação de qualidade. Tanto é verdade, que representantes de várias emissoras públicas têm vindo aqui entender o sucesso desse trabalho”, afirmou.

Um novo momento nos 50 anos

As comemorações incluíram a entrega de homenagens a figuras públicas e a servidores que contribuem para o desenvolvimento da comunicação pública em Goiás. Entre os agraciados estiveram o presidente da Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto, e o governador Ronaldo Caiado.

Ao receber a homenagem, Bruno destacou a parceria entre as emissoras públicas. “Foi uma decisão acertada fazer o convênio. Inclusive, em vários horários a TV Assembleia Legislativa e a TV Brasil Central lideram audiência. Em especial, no Campeonato Goiano”, disse.

Encerrando a cerimônia, o governador Ronaldo Caiado destacou o novo momento da emissora e sua importância estratégica. “Quero dizer da minha alegria em poder ver uma nova televisão Brasil Central, com outro espírito, demandando espaço, discutindo”, declarou.

Ele também ressaltou a importância da comunicação governamental moderna. “Quem está se diferenciando no mundo é quem tem mais capacidade de se comunicar e mostrar o que está fazendo.

A Brasil Central tem também essa obrigação de estar no topo”. Durante o evento, Reginaldo Júnior recebeu uma homenagem especial pelos cinco anos de gestão à frente da ABC, reconhecido por servidores e pelo governador.

Foram homenageados o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel; o presidente da FIEG, André Luiz Baptista Lins Rocha; os deputados estaduais Issy Quinan Júnior, Amauri Ribeiro, Talles Barreto e Rubens Marques; o procurador-geral de Justiça, Cyro Terra Perez; o presidente do Tribunal de Contas dos Municípios, Joaquim Alves de Castro; o presidente do Tribunal Regional do Trabalho, Eugênio José Cesário Rosa; o delegado da Receita Federal, Djalma Alencar Lustosa; o diretor-superintendente do Sebrae Goiás, Antônio Carlos de Sousa Lima Neto; o diretor regional do Sesc, Leopoldo da Veiga Jardim Filho; o secretário de Comunicação, Gean Carlo Carvalho; o secretário da Retomada, Cezar Moura; o secretário de Esporte e Lazer, Rudson Guerra; o secretário de Desenvolvimento Social, Wellington Matos; o secretário-geral de Governo, Adriano do Rocha Lima; a secretária da Cultura, Yara Nunes; o presidente da Goiás Previdência, Gilvan Cândido; o diretor de Gestão de TV e Rádio da Assembleia Legislativa, Paulo Beringhs; o secretário de Televisão da Assembleia Legislativa, Rafael Vasconcelos; o diretor de Gestão Integrada da ABC, Luiz Fernando Dibe; o diretor de Telerradiodifusão, Imprensa Oficial e Site da ABC, Mardem Costa Junior; a gerente da Secretaria-Geral da ABC, Ana Cristina Freitas; o gerente de Gestão e Finanças da ABC, Arnaldo Paulino Dantas Filho; o gerente de Apoio Administrativo da ABC, Saulo Salles Filho; o gerente da TV Brasil Central, Daniel Santana; o gerente de Imprensa Oficial e Mídias Digitais da ABC, Previsto Custódio; além dos servidores da ABC Allan Kardec Cardodo e Jerônimo Venâncio e da servidora da TV Assembleia Legislativa, Danuza Azevedo.

ABC Digital

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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