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Tailor Brand Thinking chega ao mercado com metodologia própria, visão global e projetos sob medida.

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Claudio Ribeiro Krause e Gustavo Moura. Crédito João Augusto Oliveira.

Goiânia, Brasil | Colônia, Alemanha – A Tailor Brand Thinking, agência boutique fundada pelos sócios Cláudio Ribeiro Krause e Gustavo Moura, chega ao mercado brasileiro e internacional com um posicionamento claro: unir estratégia, propósito e expressão em projetos feitos sob medida, com uma metodologia própria, o Brand Thinking interpretação e adaptação do pensamento Design Thinking, e uma trajetória sólida de mais de 20 anos de experiência

Embora seja apresentada ao mercado a partir de Goiânia – onde os sócios iniciaram sua trajetória conjunta ainda em 2011 como sócios da Sartre -, a Tailor foi concebida desde o início como uma consultoria global por estar presente em dois países: Brasil e Alemanha, e ​​com um posicionamento único, já que não existem consultorias com essa abordagem voltada para a interpretação e adaptação do pensamento Design Thinking para uma construção holística de marcas.

Com atuação direcionada para organizações em transição, líderes em busca de clareza e marcas que precisam evoluir com inteligência e relevância, a Tailor Brand Thinking possui uma visão holística e integrada em sua abordagem, que é centrada em pessoas, transformando a verdade em valor e identidade em ação para cada empresa, independente do porte.

Os seus principais serviços são: Propósito com direção ao unir posicionamento, cultura, marca e narrativa;  Estratégia de Marca; Identidade de Marca; Implementação e Ativação da comunicação ao comportamento, da experiência à cultura interna; e Cultura da Marca.

Tudo de forma única e personalizada.

“A essência da Tailor está no próprio nome: tudo é feito sob medida. Cada projeto nasce de um mergulho profundo nos valores internos, na cultura viva, nas percepções das equipes, nas aspirações das empresas, nas narrativas, no contexto competitivo e nas ambições de futuro.

Não há fórmulas prontas. Há um trabalho artesanal que combina precisão, profundidade e verdade.

E nosso papel é justamente conduzir empresas a uma compreensão profunda de si mesmas, com clareza, precisão e humanidade”, afirma Cláudio Ribeiro Krause, sócio-fundador da Tailor Brand Thinking, com mais de 20 anos de mercado que traz no currículo cargos de direção em instituições alemãs, além de ter sido professor do Istituto Europeo di Design (IED – Milão), um dos centros de design e branding mais respeitados do mundo.

Para Gustavo Moura, sócio-fundador da Tailor Brand Thinking e designer com formação em Comunicação Visual pela ZHdK – Zürcher Hochschule der Künste com especialização em Identidade Corporativa, a maturidade do mercado exige uma abordagem mais honesta, consistente e profunda.

“Branding é cultura, estratégia e posicionamento.

É ajudar uma empresa a se enxergar e a comunicar com coerência quem ela realmente é. Uma marca precisa ser simétrica, ou seja, o que ela diz precisa ser coerente com o que faz e com o que as pessoas vivem dentro dela”, destaca o sócio.

Essa visão se reflete na atuação da consultoria, que integra estratégia e posicionamento de marca, brand thinking aplicado à cultura organizacional, clareza interna para alinhamento entre equipes, sistemas de identidade coerentes com valores intangíveis e apoio estratégico para reposicionamentos e processos de transformação.

Brasil – AlemanhaA estrutura híbrida permite que a empresa atue com fluidez em diferentes mercados, atendendo desde pequenas empresas que buscam clareza estratégica para crescer, passando por negócios de médio porte que precisam de posicionamento estruturado, até grandes corporações.

A Tailor nasce justamente para oferecer um padrão internacional de entrega, sem perder um olhar humano e artesanal, independente de onde o cliente esteja geograficamente.

Ao mesmo tempo que busca visibilidade no mercado brasileiro, a Tailor também quer se posicionar como uma consultoria competitiva no mercado europeu.

“Na Alemanha, ninguém contrata uma consultoria estrangeira por acaso. É preciso excelência.

A Tailor nasce preparada para atender esse padrão internacional, sem perder nossas raízes e nossa forma humana de trabalhar”, completa Cláudio Ribeiro Krause. 

Para os sócios, a consultoria representa a combinação entre rigor estratégico, profundidade metodológica e sensibilidade cultural – uma equação essencial em um mundo no qual marcas precisam comunicar valores verdadeiros e alinhar cultura interna com narrativa externa.

Atuação mundialCom carreiras construídas em mercados como Goiânia, São Paulo, Milão, Zurique e Alemanha, os sócios unem duas décadas de experiência global em branding, design, comunicação e transformação organizacional, com um repertório robusto, com projetos realizados para empresas de diversos setores e geografias, com cases para grandes marcas brasileiras, de tecnologia com visibilidade mundial, de moda em Milão, negócios europeus e iniciativas corporativas e sociais de alto impacto.

O portfólio conjunto inclui trabalhos para diversos países, reforçando o caráter global que sustenta a Tailor desde sua origem.

Cláudio Ribeiro Krause é estrategista de marca e consultor de liderança com mais de 20 anos de experiência internacional. Formado em Comunicação e Design pelo Art Institute (EUA), é bacharel em Direito pela PUC Brasil e mestre em Relações Internacionais pelo Global Campus of Human Rights (Itália), com complementação em gestão de organizações internacionais pela Universidade de Genebra.

Seu trabalho integra estratégia, criatividade e ética.

Atuou como Diretor de Relações Externas da Fairtrade International, na Alemanha, e foi membro do Comitê Consultivo da UNESCO.

Foi fundador e estrategista das consultorias Sartre Gumo Branding, Fire Can Burn e SG+Matri, conduzindo projetos para organizações como IFF, Volkswagen, Natura, Montenapoleone 14 e Eickhoff GmbH, entre outras.Foi professor do programa de Mestrado em Gestão e Comunicação de Marca do Istituto Europeo di Design (IED), em Milão.

Gustavo Moura tem mais de duas décadas atuando com branding, design e comunicação.

Formado pela School of the Arts Zürich (ZHDK). Já colaborou com mais de 500 marcas, de multinacionais a negócios autorais, sempre unindo estratégia e criação com foco em identidade e posicionamento.

Passou por consultorias renomadas, como WBG Zürich, Gad’Branding, Enredo Brand Innovation, onde foi sócio-diretor. Reconhecimento internacional e nacional acompanha a trajetória:

IF Design Award, White Square Festival, Brasil Design Award, Prêmio ABRE e outros selos atestam a originalidade, a profundidade estratégica e o cuidado estético dos projetos desenvolvidos.

Mais do que troféus, esses prêmios refletem um compromisso constante com marcas que se destacam pela clareza, autenticidade e impacto real.

Sobre a Tailor Brand ThinkingA Tailor Brand Thinking é uma consultoria boutique com uma metodologia própria, o Brand Thinking, e que une estratégia, propósito e expressão em projetos feitos sob medida.

Com 20 anos de experiência global dos seus sócios, que se dividem entre Brasil e Alemanha, a empresa nasce com a proposta de revelar a alma das organizações, construindo estratégias profundas, identidades verdadeiras e sistemas de comunicação que conectam pessoas, cultura e propósito.

https://www.tailorbrand.com.br/

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Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music Show.

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Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music ShowEx-vocalista do Soweto e ex-padrasto de Lexa chama atenção pela rotina de preparação física e levanta expectativa sobre uma possível entrada no ringue.

Conhecido do público por sua trajetória na música, Cacau Jr., ex-vocalista do grupo Soweto e ex-padrasto da cantora Lexa, pode estar prestes a encarar um desafio bem diferente dos palcos.

O artista vem chamando atenção pela intensidade e dedicação demonstradas em sua rotina de treinos.

Os registros recentes mostram Cacau Jr. focado na preparação física, aumentando a curiosidade sobre até onde ele pretende levar essa nova fase.

E uma possibilidade já começa a movimentar os bastidores: uma eventual participação no Fight Music Show (FMS).

O evento, conhecido por promover confrontos que misturam nomes do entretenimento, influenciadores, artistas e atletas, poderia representar uma oportunidade para Cacau Jr. testar sua preparação dentro do ringue.

Por enquanto, não há confirmação de luta ou adversário, mas a possibilidade abre espaço para uma pergunta que promete movimentar o público: quem seria o nome ideal para enfrentar Cacau Jr. em uma possível estreia no FMS?Além da ligação com a música, Cacau Jr. também ficou conhecido nacionalmente por sua relação familiar com Lexa.

Agora, com os treinos ganhando intensidade, o artista pode apresentar ao público uma nova faceta, desta vez ligada ao universo das lutas e da preparação esportiva.

Uma possível entrada no Fight Music Show marcaria um novo capítulo em sua trajetória e poderia colocar frente a frente duas personalidades conhecidas do público em um confronto inédito.

E aí: quem deveria ser o adversário de Cacau Jr. caso ele aceite subir ao ringue do FMS?

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Além da Oktoberfest: Nomad mostra como planejar roteiro cultural e financeiro para curtir a Alemanha no outono.

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Com eventos que vão de arte urbana em Berlim à feira de literatura em Frankfurt, fintech detalha custos e mostra como o uso da conta global em euro garante economia e praticidade.

Entre o final de setembro e novembro, o outono transforma a atmosfera da Alemanha; as folhas alaranjadas e o clima ameno abrem espaço para algumas das festividades mais procuradas da Europa.

Se a famosa Oktoberfest em Munique é um grande chamariz de público, a temporada revela um calendário cultural vibrante em todo o país.

Para quem busca enriquecer o roteiro, o mês de outubro é repleto de eventos culturais de grande relevância na Alemanha:

Festival das Luzes (Berlim): Agendado de 9 a 18 de outubro de 2026, monumentos históricos da capital alemã, como o Portão de Brandemburgo e a Torre de TV, se transformam em telas gigantes para projeções de vídeo e instalações artísticas tridimensionais.

Feira do Livro (Frankfurt), De 7 a 11 de outubro de 2026, a maior feira de livros do mundo abre as portas para o público geral no fim de semana, com debates, sessões de autógrafos com autores internacionais e uma forte presença da cultura pop e cosplay.Beethovenfest (Bonn): 

O prestigiado festival de música clássica reúne orquestras globais renomadas na cidade natal de Ludwig van Beethoven, com grandes apresentações de encerramento até o dia 3 de outubro.

Mercado de Cebolas (Weimar): De 9 a 11 de outubro de 2026, a cidade sedia uma das festas populares mais antigas da Alemanha, com mais de 360 anos de história e repleta de artesanato, música ao vivo e tranças feitas de cebolas e flores secas.

Jazzfest Berlin (Berlim): 

No final de outubro e início de novembro, a capital recebe um dos festivais de jazz mais tradicionais da Europa. Foto de Vitor Fontes na Unsplash  Como planejar os custos do roteiro no outono  Para aproveitar desde os espetáculos artísticos até os castelos, o planejamento financeiro é essencial.

A Nomad, conta pioneira em soluções financeiras globais, levantou os custos médios para o turista brasileiro se preparar no período: 

Hospedagem: 

Durante a alta temporada de outono, uma diária na Alemanha fica na faixa de €95 a €120, valor que pode facilmente dobrar em cidades como Munique durante a Oktoberfest. 

Alimentação e passeios:

 O orçamento diário gira em torno de €30 a €45, mas é possível economizar aproveitando comidas de rua nos festivais, como o tradicional Currywurst (€4) ou um Pretzel (a partir de €2), e opções de almoço executivo (€10 a €15).

Nas atrações, as entradas para a Ilha dos Museus, em Berlim, variam de €12 a €14, e as visitas aos icônicos castelos da Baviera partem de €18. Já nas tendas da Oktoberfest, a entrada é gratuita, mas a caneca de um litro de cerveja sai, em média, por €14 a €15. 

Transporte: 

Tickets diários de trem e metrô nas grandes cidades custam em média €8 a €10.

Além disso, o país possui uma das malhas ferroviárias mais eficientes da Europa, operada pela Deutsche Bahn (DB), permitindo viagens rápidas para outras regiões alemãs e bate-voltas para destinos como Praga e Amsterdã. 

“Um dos principais erros do turista é deixar para comprar ingressos, passeios e passagens de trem na última hora, ficando refém da variação cambial”, destaca Bruno Guarnieri, CRO da Nomad.

“Com a conta global, o viajante converte o saldo em euro antecipadamente e já faz essas reservas online do Brasil.

Isso significa travar o custo da viagem, chegar à Alemanha com o orçamento garantido e pagar despesas em restaurantes, museus e festividades com total praticidade.” 

Sobre a Nomad Fundada em novembro de 2020, a Nomad foi pioneira em oferecer aos residentes no Brasil uma conta bancária nos EUA e, atualmente, é um dos maiores players do mercado no que tange soluções completas para a vida financeira global dos brasileiros.

Com a fintech, os clientes podem construir seu patrimônio financeiro em dólar, além de realizar transferências internacionais e compras no exterior.

O cartão Nomad é aceito globalmente para operações presenciais e virtuais, além de permitir saques em caixas eletrônicos (ATMs). 

Por meio da plataforma de investimentos, a fintech concede acesso às principais bolsas americanas para a realização de aplicações em ações, ETFs, REITs, Bonds e títulos de renda fixa em dólar para quem busca ‘dolarizar’ o patrimônio como forma de diversificação e, consequentemente, mais proteção.

Os serviços de investimento oferecidos pela Nomad são intermediados pela corretora local Global Investment

Services DTVM Ltda. 

Agência Lema

Leandro Matulja | Leticia Zioni | Guilherme Maia 

Informações à imprensa

Priscila Nishimori |priscila.nishimori@agencialema.com.br 

Renata Nascimento |renata.nascimento@agencialema.com.br 

Luís Dolci |luis.dolci@agencialema.com.br

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Número de vinícolas cresce quase cinco vezes acima da média nacional em Goiás

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Goiás registrou crescimento de 9,1% no número de vinícolas em 2025, quase cinco vezes acima da média nacional (Foto: Emater Goiás)

Goiás registrou crescimento de 9,1% no número de vinícolas em 2025, ritmo quase cinco vezes superior à média brasileira.

O Estado chegou a 12 estabelecimentos registrados no período, enquanto o país alcançou 965, com avanço de 1,9% em relação ao ano anterior.

Os dados fazem parte do Anuário do Vinho 2026, primeira publicação específica sobre essa cadeia produtiva lançada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). 

O levantamento mostra que Goiás concentra 70,6% das vinícolas registradas no Centro-Oeste.

Das 17 empresas contabilizadas na região, 12 estão no Estado, enquanto Mato Grosso e o Distrito Federal têm dois estabelecimentos cada, e Mato Grosso do Sul, um.

Goiás foi também a única unidade da região a registrar aumento no número de vinícolas entre 2024 e 2025. As vinícolas goianas somavam 161 vinhos registrados no Mapa em 2025, média de 13,4 por estabelecimento.

O levantamento contabiliza produtos formalmente registrados no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro), por isso o número não corresponde necessariamente à quantidade de rótulos disponíveis comercialmente.

A quantidade de produtos coloca Goiás na sétima posição nacional em número de vinhos registrados.

A média brasileira é de 16,8 por estabelecimento. 

A cadeia começa antes das vinícolas. Dados da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) apontam cerca de 116 produtores de uva, 410 hectares cultivados e presença da cultura em 55 municípios de Goiás.

As principais áreas produtoras estão nas regiões Sul, Sudoeste, Centro e Noroeste, em municípios como Goiatuba, Santa Helena de Goiás, Anápolis, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Hidrolândia e Itaberaí.

A produção de uva de mesa ainda predomina, mas a Agência também aponta potencial para ampliação do cultivo destinado à fabricação de sucos e vinhos. 

Vinhos de inverno

A presença de Goiás nessa nova geografia da produção brasileira está relacionada também ao desenvolvimento de técnicas que permitiram levar a vitivinicultura a regiões antes pouco associadas ao vinho.

Pesquisa da Embrapa Uva e Vinho identifica no país uma terceira macrorregião produtora, mais recente, baseada nos chamados vinhos de inverno.

O modelo começou em Minas Gerais e chegou, entre outros estados, a Goiás. Nesse sistema, a videira passa por duas podas ao ano, com a colheita deslocada para o inverno, entre junho e agosto.

Segundo a Embrapa, essa nova fronteira está presente em áreas de clima subtropical e tropical de altitude, com vinhedos localizados entre 600 e 1.200 metros.

A técnica altera o calendário tradicional da cultura e permite que a maturação das uvas ocorra em condições diferentes das encontradas na colheita de verão. 

Secretaria de Comunicação

Governo de Goiás

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