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Em 25 anos, GO-020 se consolida como uma das mais desejadas e valorizados de Goiânia.

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A linha de condomínio horizontal pioneira na região, a Portal do Sol, celebrou 25 anos e já anuncia os planos para os próximos 25 anos para o entorno da rodovia.

Um estudo da Associação dos Desenvolvedores Urbanos de Goiás (ADU-GO), em parceria com o Secovi-GO e o Instituto Brain Inteligência Estratégica, revela o impacto desse mercado: entre 2019 e 2024, a valorização média dos lotes em condomínios horizontais atingiu 93%, um índice 2,5 vezes superior à inflação registrada no mesmo período.

Uma das regiões onde eles mais foram implantadas é o entorno da GO-020, cuja ocupação está em franco crescimento. Especialistas do setor projetam que, a médio prazo, cerca de 60 mil pessoas devem viver nos condomínios lançados e em obras.

E, para isso, bastaram 25 anos. A linha de condomínios horizontais Portal do Sol, pioneira nas imediações da rodovia, completou as bodas de prata.

Ela ajudou a transformar a região em um dos eixos de desenvolvimento urbano mais desejados e valorizados da capital goiana.

A gente sempre acreditou que a GO-020 seria a continuidade da Avenida Jamel Cecílio”, diz Felipe Pinho, diretor da Beta Empreendimentos, empresa do Grupo Tropical.Atualmente, a GO-020 possui mais de 50 condomínios horizontais prontos ao longo da via, que abrigam mais de 30 mil moradores.

Mas, nos anos 2000, era mato. Com a proposta de oferecer a possibilidade para a classe média viver em uma casa com segurança, extensa área verde e equipamentos de lazer, nascia o Portal do Sol I com lotes menores e, portanto, mais acessíveis.

A boa aceitação do projeto levou o Grupo Tropical e a Rizzo Imobiliária a lançar o Portal do Sol 2, ao lado do primeiro, e transformar a proposta em uma linha de produtos que foi para outras regiões e cidades.

O projeto seguinte nas imediações da GO-020 aconteceu uma década depois, em 2011, e foi novamente um novo marco: o Portal do Sol Golfe.

Hoje, já são sete condomínios, sendo um deles em Belo Horizonte, onde vivem cerca de nove mil pessoas.

“Cada um foi um produto mais trabalhado e evoluído que o anterior”, ressaltou Felipe Pinho, sócio do grupo empreendedor.

Para celebrar as bodas de prata, um charmoso coquetel sunset foi realizado no deslumbrante cenário verde do Goiânia Golfe Clube.

O evento foi uma oportunidade de anunciar os próximos investimentos pelo grupo empreendedor.

Só o complexo Portal do Sol Golfe, por exemplo, ainda possui 500 mil m² disponíveis para desenvolvimento, além de 87 mil m² de área comercial, representando um Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 1,2 bilhão. Quatro empreendimentos já estão projetados, sendo três deles residenciais e um comercial, além da revitalização do próprio Goiânia Golfe Clube.

Desenhado para ser uma comunidade planejada de alto padrão, o Portal do Sol Golfe traz um campo de golfe de padrão internacional como âncora, com quase um milhão de metros quadrados de mata nativa preservada. Já são dois condomínios entregues.

“Aqui temos uma bolha de qualidade de vida. Quando as pessoas saem da rodovia e entram na área, são envoltas em um pulmão verde”, disse Herberth Moreira, diretor da Rizzo Imobiliária.

“No dia do lançamento, nos deparamos com mais de 2.200 pessoas na fila para comprar lotes”, relembra o empresário Leonardo Rizzo, que buscou inspiração do campo de golfe entre os condomínios nos Estados Unidos.

O campo, lembra ele, além de ser um vizinho desejado, com muita área verde.João Batista Borges, diretor da Masb Engenharia, grupo mineiro parceiro do projeto, destacou o potencial do mercado imobiliário goiano, especialmente a capital, que vem passando por um boom populacional nas últimas décadas e tem um estado que é destaque no agronegócio.

“Goiânia se tornou a sede do agronegócio no Brasil quando decidimos vir para cá”, pontuou.

Foto Fernando Santiago

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Sorvete de Flocos

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JB Alencastro exclusivo para o D9 Notícias.

Final de tarde de um domingo cheio de sol e atividades. Caminhando, nadando, fotografando aves, almoçando uma pizza espetacular com vários copinhos de cerveja para degustar. Cada passagem, um encantamento. Uma descoberta.

E aí, olhando logo adiante, uma sorveteria. Se estivesse no México pediria um “helado de chispas de chocolate”. Pediu um sorvete de flocos, seu predileto.

Descobriu que na Austrália se diz “choc chip vanilla” e não “flake ice cream”. Vivendo e aprendendo.

Aliás, como é bom ser corrigido e descobrir o adequado naquele momento e hora. Ela pediu um de abacaxi. Detesta flocos, para ela é o pior sorvete do mundo. Ele tem dificuldades para odiar. Aquilo que não gosta, simplesmente evita. Olhando para cima, uma revoada de milhares de morcegos gigantes, chamados de “flying foxes”.

Centenas deles vão pousando num enorme ficus e fazendo uma algazarra semelhante a periquitos. Então, são eles que me saúdam ao entardecer na porta da minha casa, pensou.

E também no sorvetinho noturno.Engraçado como já havia tentado enganar sua companheira uma vez, pedindo “glace aux pépites” quando estiveram em Strasbourg, na França.

E nada. Ela reconheceu na hora o danado do flocos. Ofereceu com carinho, pois quando gostamos de algo, queremos dividir. Mas nem sempre o seu desejo é o desejo do outro. Necessita respeitar. E por isso, dentro da intimidade do casal, uma das coisas mais belas é o limite. O território daquilo que é bom para um mas não é para o outro.

O reconhecimento das preferências do ser amado e das suas próprias. Jamais pedir algo desagradável como “recompensa” por ter feito ou dito uma coisa bela. Imposição é feio.

Relações de poder são ruins. O melhor é a troca autêntica. Não adianta estar numa “gelateria” e solicitar um “gelato alla stracciatella” e aquela cor meio branca, meio amarelada, com os pedacinhos de chocolate denunciando o famoso sorvete de flocos.

Que ele fique com o seu sorvete. Só isso. Também respeitar as escolhas é fundamental. Nem todo mundo vai amar peixe e camarão e alguns podem até ter alergia, quiçá mortal. Insistir naquilo que sabiamente já está provado e satisfeito, não é educação. É o contrário.

É falta de. Quantas vezes não já lhe pediram para tomar “mais um cafezinho”, ou comer “mais um pão de queijo” e a refeição que fora tão gostosa, agora o empanturra.

Querer dividir algo que adoramos é bonito, mas pergunte antes se o outro também gosta. E se lhe perguntarem, seja sincero ao dizer que não, por exemplo. Amar é ver o outro satisfeito com suas escolhas.

E estando longe, torcer para que ele ou ela, esteja feliz mesmo na ausência. Aliás o amor mais bonito é aquele que na distância deseja o melhor para o outro. Que não cobra exclusividade e nem dedicação o tempo todo.

Por isso ele lá na China, deu uma volta no parque e pediu um 巧克力碎片冰淇淋 (qiǎokèlì suìpiàn bīngqílín) e voltou sorrindo com um belo pistacchio nas mãos, para ela.

O mundo gira, as pessoas mudam, e até as preferências também.

Por isso sempre pergunte (ou melhor ainda, descubra) o que o outro realmente quer, para que juntos possam comer até a casquinha do sorvete da vida.

JB Alencastro é médico e escritor

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Homenagens

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O conselheiro decano do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, José Wagner Praxedes, e o primeiro vice-governador do Estado, Darci Martins Coelho, foram homenageados na última quinta-feira (29) pela Câmara Municipal de Araguatins, na região do Bico do Papagaio.

Na ocasião, José Wagner Praxedes recebeu o título de Cidadão Honorário, enquanto Darci Martins Coelho foi agraciado com o título de Cidadão Araguatinense, em reconhecimento às suas trajetórias e contribuições para o Estado do Tocantins.

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Expositores levam inteligência artificial para o dia a dia das indústrias

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Soluções baseadas em IA ganham força entre os participantes da feira de inovação e tecnologia industrial, que ocorre de 27 a 29 de outubro, no Centro de Convenções de Goiânia.

O número de indústrias no Brasil que utilizam soluções de inteligência artificial (IA) mais que dobrou em dois anos, segundo a Pesquisa de Inovação Semestral (Pintec), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento, feito com 1.731 empresas de um universo de 10.167 companhias com 100 ou mais empregados, mostra que o uso de IA nas indústrias brasileiras saltou 163% entre 2022 e 2024.

A pesquisa aponta que a adoção da tecnologia cresce conforme o porte da empresa.

Nos negócios com 500 ou mais funcionários, 57,5% utilizam soluções de IA. Nas companhias que têm entre 250 e 499 empregados, o índice é de 42,5%, e cai para 36,1% naquelas com 100 a 249 trabalhadores.

Aproximar a IA da realidade fabril é um dos objetivos da 3ª Feira de Negócios e Soluções para a Indústria Goiana (Expoind), que será realizada de 27 a 29 de outubro, no Centro de Convenções de Goiânia.

O evento reúne fornecedores de serviços, insumos, equipamentos e tecnologia. Grande parte dos cerca de 80 expositores apresentará inovações baseadas em mecanismos de IA.

Photovoltaics factory engineer uses artificial intelligence to improve solar panels efficiency. Solar panels manufacturing plant worker uses AI technology to research cheaper solar solutions, camera A

IA aplicada a vendas

A goiana Nectar Soluções, especializada em softwares de CRM e gestão comercial para indústrias e distribuidoras, apresentará agentes de IA voltados para automação e suporte ao processo de vendas, que funcionam como gestores virtuais.

A tecnologia integrada aos programas da empresa permite fazer previsões de vendas e projeções de faturamento com base no histórico de negociações.

“O agente de IA conta com um assistente de texto que corrige e reescreve as informações nos campos do CRM.

A ferramenta também enriquece os contatos comerciais por meio de pesquisas automáticas de dados, preenchendo cadastros com nomes de empresas, cargos e canais de contato”, afirma Arthur César de Siqueira, diretor de operações da Nectar Soluções.

A expositora também mostrará um agente focado em mentoria de negócios.

“É uma ferramenta que sugere os próximos passos para aumentar as chances de fechamento de um contrato. Esse mentor direciona potenciais clientes para os vendedores, acompanha o desempenho da equipe e aponta melhorias nas abordagens”, diz Siqueira.

Esta é a segunda participação da Nectar Soluções na Expoind. De acordo com o executivo, o evento anterior trouxe retorno estratégico e financeiro.

“No ano passado, investimos cerca de R$ 35 mil no estande e, com as rodadas de negócios e os contatos feitos na feira, fechamos cerca de R$ 100 mil em contratos nos meses seguintes”, afirma. 

Desafio na qualificação profissionalO presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, afirma que um dos propósitos da feira é democratizar o acesso às novas tecnologias e indicar caminhos para a capacitação de mão de obra.

“Vivemos um momento desafiador e de grande potencial no processo produtivo.

É preciso preparar estudantes e profissionais para uma realidade em rápida mudança”, diz.

O estande do Sistema Fieg apresentará oportunidades de qualificação e tecnologias como robótica, realidade virtual e aumentada e impressão 3D.

A indústria goiana criou 12.111 empregos formais no primeiro semestre de 2026, alta de 6% em relação ao mesmo período de 2025, quando o saldo foi de 11.423 vagas.

O índice ficou acima da média nacional, de 1,6% no período, de acordo com dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Goiás teve o sexto maior crescimento entre as 27 unidades da federação.

Apesar do crescimento na geração de postos de trabalho, o setor enfrenta o desafio de qualificar profissionais para a indústria digital.

Um levantamento de 2024 do IBGE mostrou que 89% das empresas industriais brasileiras utilizavam tecnologias avançadas.

No entanto, a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira, divulgada em abril pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), aponta que apenas 54,2% dos brasileiros têm habilidades digitais altas ou médias-altas (como uso de IA e programação de softwares).

Em tarefas complexas, o porcentual cai para 44,5%.

COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS

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