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Livro conta história dos governadores de Goiás.

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Fatos históricos da memória do Estado de Goiás desde 1937 são relatados no livro “Os Inquilinos da Casa Verde- Governos de Goiás de Pedro Ludovico a Ronaldo Caiado”, que os jornalistas e escritores Bruno Rocha e Ana Cláudia Rocha lançam no dia 17 de dezembro, na sede do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO).

A obra é uma edição atualizada do livro lançado originalmente pelo escritor e jornalista Hélio Rocha, em 1998. Os relatos mostram a relação dos governantes com a política local e nacional em fatos e fotos históricas.

Os autores trazem entrevistas com 13 governadores.

Jornalistas lancam edição atualizada do livro ” Os Inquilinos da Casa Verde.”

Parte da história recente de Goiás, com fatos como a mudança definitiva da capital do Estado, é relatada no livro “Os Inquilinos da Casa Verde- Governos de Goiás de Pedro Ludovico a Ronaldo Caiado”, que os jornalistas e escritores Bruno Rocha e Ana Cláudia Rocha lançam no dia 17 de dezembro, na sede do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO). 

A obra é uma edição ampliada e atualizada do livro originalmente lançado pelo jornalista e escritor Hélio Rocha, em 1998.

Escrito com base em extensa pesquisa, o livro, após 27 anos, tem a sua terceira edição publicada. O autor, falecido em março de 2024, não conseguiu seu objetivo de publicar uma nova edição, comohavia realizado uma vez.

O livro traz entrevistas com 13 dos 16 governadores, desde Pedro Ludovico até Ronaldo Caiado, o primeiro e o atual “inquilino” do Palácio das Esmeraldas, sede dogoverno estadual, inicialmente chamado de Casa Verde.

Hélio Rocha idealizou a publicação ao perceber uma lacuna na história política de Goiás, principalmente pós-Revolução de 1930, fase em que o Estado experimentou um desenvolvimento acima da média nacional.

E o quanto essa mudança repercutiu em todo o País, levando, inclusive, a servir de estímulo à mudança da capital federal, do Rio de Janeiro para Brasília, concretizada no Governo de Juscelino Kubitschek, no início dos anos 1960.

Héliodecidiu narrar de forma leve e agradável a sequência dos governadores que ocuparam o Palácio das Esmeraldas e seus feitos mais marcantes.

Sabedores do desejo de Hélio Rocha, seu filho, Bruno Rocha, e Ana Cláudia Rocha, irmã do autor, ambos jornalistas e escritores, se uniram na produção da edição atualizada para levar o livro àsdiversas camadas da sociedade goiana, notadamente aos pesquisadores, jornalistas, escritores, professores, agentes políticos, estudantes, representantes da cultura, empresários, dentre outros.

“A obra se torna histórica e de referência na medida em que se atualiza. O livro retrata a passagem de todos os governadores de Goiás pelo Palácio das Esmeraldas.

Os relacionamentos dos ex-governadores com os presidentes de cada período enriquecem a obra. Assim como as dificuldades enfrentadas por cada governante em seus mandatos”, detalha Bruno Rocha.

“O livro apresenta fatoshistóricos, de grande importância para a preservação da memória de Goiás.

Fotos icônicas ilustram a obra e também carregam informações relevantes e inéditas”, completa Ana Cláudia Rocha.

O coquetel de lançamento do livro “Os Inquilinos da Casa Verde – Governos de Goiás de Pedro Ludovico a Ronaldo Caiado” terá apresentação musical do Trio Canindé.  

Sobre os autores.

Bruno Rocha é jornalista, graduado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com pós-graduação em Marketing Político, também pela UFG. Foi editor dos 18 livros de autoria do escritor Hélio Rocha.

Atuou em diversos veículos de comunicação do Estado de Goiás, como também na assessoria de imprensa e comunicação de empresas e órgãos públicos. Foi diretor de comunicação do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), onde atualmente atua como assessor de comunicação.

Jornalista formada pela UFG, Ana Cláudia Rocha atuou por mais de 30 anos na imprensa goiana, como repórter, subeditora e colunista do jornal O Popular, e editora de jornais e revistas empresariais.

Ocupa a cadeira nº 4 na Academia Corumbaense de Ciências, Letras, Artes e Música.

É autora do livro “A Menina que eu Não Abracei”, organizadora da obra “Memórias de Rocha – Vida e Obra de Benedito Odilon Rocha” e tem textos publicados em livros como “Campininha das Flores” e “Histórias de Ternura”.

Hélio Rocha, o autor da primeira edição de “Os Inquilinos da Casa Verde”, foi escritor e jornalista profissional por mais de 60 anos. Formado em Comunicação pelo 1º Curso Bloch de Comunicação, no Rio de Janeiro, também atuou no principal veículo do grupo, a revista Manchete.

Começou no extinto Diário do Oeste. Além de correspondente de jornais e revistas do principal eixo editorial brasileiro – Rio de Janeiro e São Paulo -, foi editor-chefe, editorialista e colunista do jornal O Popular, e um dos coordenadores do projeto de implantação do jornal Diário da Manhã, de Goiânia.

Publicou 17 livros, dentre eles Os Inquilinos da Casa Verde”; “Tu és Pedro-uma biografia de Pedro Ludovico Teixeira”; “Sete Décadas de Goiânia”; “Goiânia 75”; “Memória da Energia Elétrica em Goiás”, comemorativo aos 50 anos da Celg; “Folhetim Político”; “40 anos de História da Saneago”; “Anápolis – E Assim se Passaram 100 anos”; “Verde que te Quero Verde – história do Goiás Esporte Clube”; e “Goiás no Destino de JK”.

Faleceu, em Goiânia, no dia 5 de março de 2024.

Serviço:

Livro: Os Inquilinos da Casa Verde – Governos de Goiás de Pedro Ludovico a Ronaldo Caiado

Autores: Bruno Rocha, Ana Cláudia Rocha e Hélio Rocha

Páginas: 370

Gráfica: Kelps

Preço: R$ 90,00

Lançamento: 17 de dezembro de 2025, a partir das 16 horas

Local: Espaço Cultural Carmo Bernardes – TRE-GO, Praça Cívica, nº 300

Atração: Trio Canindé 

Contatos:Bruno Rocha – 99968-7519

Ana Cláudia Rocha – 99646-8070

Crédito de Fotos: Tatiane Mendes

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Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis

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Sucesso de público, “Abracadabra – Um Circo Musical” se despede do público anapolino com sessões finais repletas de magia, tecnologia e emoção.

O Reder Circus está em suas últimas semanas em Anápolis com a superprodução “Abracadabra – Um Circo Musical”, espetáculo idealizado e dirigido por Frederico Reder que reúne dois grandes nomes do entretenimento brasileiro:

Dedé Santana, ícone do humor nacional, e Diego Hypólito, medalhista olímpico e um dos maiores ginastas da história do país.

Em cartaz desde abril, a atração se consolidou como um dos maiores sucessos culturais da temporada na cidade, encantando milhares de espectadores com uma experiência imersiva e emocionante para todas as idades.

A proposta de “Abracadabra” vai além do circo tradicional.

A montagem combina acrobacias, palhaçaria, música ao vivo, dança e tecnologia audiovisual de última geração, criando uma narrativa sensorial que celebra a superação humana e o poder das palavras.

De um lado, a irreverência e a experiência cênica de Dedé Santana; do outro, a força, a técnica e a expressividade corporal de Diego Hypólito.

Juntos, os artistas conduzem o público a um mergulho lúdico que resgata a essência da infância e a capacidade de sonhar.Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, acompanhada por cantores que conduzem musicalmente toda a apresentação.

Inspirado nos grandes musicais internacionais, o projeto entrega uma experiência de padrão Broadway ao mercado circense brasileiro, reforçando a proposta de inovação e excelência artística.Segundo Frederico Reder, o título do espetáculo carrega um significado central para a obra.

“Em muitas línguas, a expressão ‘Abracadabra’ significa o poder da palavra. Ou seja, tudo o que a gente fala acontece”, afirma o diretor, que defende o circo como uma linguagem universal, capaz de se comunicar diretamente com a emoção do público.

A produção reúne mais de 50 artistas em cena, entre malabaristas, palhaços, acrobatas, bailarinos e músicos brasileiros e internacionais.

O picadeiro, montado próximo à plateia, amplia a interação com o público. A estrutura técnica inclui um mega telão de LED de 100 metros quadrados, mais de uma tonelada de equipamentos de sonorização, dez toneladas de cenários e um sistema de iluminação com mais de 250 refletores interativos.

“Abracadabra – Um Circo Musical” presta homenagem às crianças de todas as gerações: às que vivem o presente e às que permanecem na memória afetiva dos adultos.

Nesta reta final em Anápolis, a expectativa é de sessões com ingressos esgotados, reforçando o sucesso da temporada e a conexão do espetáculo com o público.Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do circo todos os dias, a partir das 10h, e também na plataforma online Uhuu.com.

Serviço

*Reder Circus entra nas últimas semanas em Anápolis com superprodução estrelada por Dedé Santana e Diego Hypólito

Temporada: Últimas semanas

Sessões:Quinta e sexta: 20h

Sábado: 17h e 20h

Domingo: 15h e 18hInstagram: @abracadabracircomusical

Ingressos: https://uhuu.com/evento/go/goiania/reder-circus-dede-santana-e-diego-hypolito-em-abracadabra-15687?gad_source=1&gad_campaignid=23586036422&gbraid=0AAAAAC86bHCytVm__P01liMLa_cv2xq-g&gclid=Cj0KCQjwmunNBhDbARIsAOndKplvore78AWMqPgV2Lv40mv49SKhH8Bo2H7FhrJsSIbb36maAwBIquwaAihFEALw_wcB

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 maio.

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Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

Norma regulamentadora que já exige controle de riscos físicos, químicos e biológicos agora inclui fatores psicossociais; especialista da Clínica Vittá explica como empresas devem agir.

A partir do dia 26 de maio de 2026, entra em vigor oficialmente a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A medida, que foi anunciada em 2025 e teve um período de adequação sem multas, agora passa a ser passível de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem as novas exigências.

O prazo está se esgostando.

A neuropsicóloga Gabriela Vieira, da Clínica Vittá, que atua na avaliação de estresse ocupacional, explica que a mudança coloca a saúde mental dos trabalhadores no mesmo patamar de exigência que os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Na prática, todas as organizações deverão mapear fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, conflitos interpessoais e falta de apoio das chefias – elementos que, quando crônicos, podem levar a transtornos mentais e afastamentos.

A decisão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) foi motivada por números alarmantes: somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, um aumento de 15,66% em relação a 2024.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que esses afastamentos mais que dobraram no biênio 2022-2024, saltando de 201 mil para 472 mil – uma alta de 134%.*Como identificar

Mas como identificar, na prática, a sobrecarga cognitiva antes que ela se torne um transtorno mental?

A neuropsicóloga Gabriela Vieira afirma que a neuropsicologia pode oferecer às empresas um ‘termômetro” preciso para medir a saturação das equipes.

A especialista afirma que existem testes, como tarefas de atenção contínua, avaliação de funções executivas e escalas de fadiga mental, que funcionam quase como um ‘termômetro’ da saturação cognitiva.

De acordo com ela, a observação clínica e o relato da equipe são fundamentais para complementar esses dados.“

A gente consegue captar sinais precoces – queda de atenção sustentada, aumento de erros, lentificação cognitiva e dificuldade de memória operacional.

Ela ressalta que a aplicação desses testes, combinada com escuta ativa, permite às empresas agir antes que o trabalhador adoeça – reduzindo absenteísmo, presenteísmo e custos com afastamentos.

Diferenças entre fator psicossocial e problema individual.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestores de RH é como diferenciar se o sofrimento do trabalhador tem origem no trabalho ou é um problema de saúde mental pré-existente.

Gabriela Vieira afirma que, nestes casos, a análise do contexto é determinante.

Quando o sofrimento está muito ligado a fatores do ambiente – excesso de demanda, pressão, conflitos ou falta de autonomia –, é um fator psicossocial do trabalho.

Já quando os sintomas aparecem de forma mais ampla, em vários contextos da vida, com histórico prévio ou sem relação direta com o trabalho, pode ser algo mais individual. Para a neuropsicóloga, as empresas não devem usar essa distinção como forma de negar responsabilidade.

“O ambiente de trabalho tem o dever de não adoecer. Mesmo um trabalhador com vulnerabilidade prévia pode ser mantido saudável se os fatores psicossociais forem bem gerenciados”.

*O que muda nas empresas?*A NR-1 estabelece as diretrizes gerais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, determinando o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Com a atualização, as empresas deverão fazer adequações.

Entre as adequações, incluir os riscos psicossociais no PGR, documentando e implementando ações de controle; realizar um ciclo contínuo de identificação, avaliação, prevenção, acompanhamento e revisão das medidas; e seguir as orientações do Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE, que aponta estressores como sobrecarga, prazos excessivos, conflitos e falta de apoio.

Para completar, as empresas devem combinar a nova gestão com outras normas, como a NR-17, que tem o objetivo de proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo doenças como as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), fadiga e estresse (ergonomia).

Nas inspeções, os auditores do Ministério do Trabalho vão observar a organização do trabalho, analisar documentos, verificar dados de afastamento e entrevistar trabalhadores para identificar situações de risco psicossocial.

Com a vigência a partir de 26 de maio, as empresas já devem revisar seus Programas de Gerenciamento de Riscos e incluir a análise de fatores psicossociais.

Especialistas recomendam o uso de protocolos científicos – como os testes neuropsicológicos citados – e a capacitação de equipes de RH e segurança do trabalho.

A tendência é que, nos próximos anos, ações fiscalizatórias e decisões judiciais trabalhistas considerem a ausência de medidas preventivas nesse campo como violação à NR-1, abrindo caminho para indenizações e multas.

Enquanto isso, a neuropsicóloga da Clínica Vittá reforça o recado de que cuidar da saúde mental é sobrevivência: o cérebro adoece, e a conta sempre chega – para o trabalhador, para a empresa e para a sociedade.

– Gabriela Vieira é neuropsicóloga da Clínica Vittá

*Serviço*

Pauta: Empresas terão de gerenciar riscos à saúde mental a partir de 26 de maio

Fonte especialista: Neuropsicóloga Gabriela Vieira – Clínica Vittá

Assessoria de Imprensa

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Comemoração

Comemorações

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Em recente comemoração no Rio de Janeiro pelos aniversários dos amigos Fabrício Britto e Gabriela Vilela, a médica Ana Gabriela Maia e sua mãe a advogada Ana Carla Maia, marcaram presença nas festividades realizadas na noite do dia 1º de maio, no luxuoso Julieta de Serpa.

Já no dia 2, as comemorações continuaram na praia do Leblon, no posto 11, reunindo mais de 70 goianos que prestigiaram os aniversariantes em um animado encontro à beira-mar.

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