Connect with us

Medicina

Einstein leva a Goiânia vasta experiência em simulado de catástrofe para uma atuação integrada entre hospitais e forças públicas

Publicado

on

Além do hospital privado, o HUGO e o HMAP, unidades públicas geridas pela organização, recebem os voluntários que se passam por pacientes

Órgãos de segurança estaduais participam da ação para testar a resposta integrada a grandes tragédias

O Einstein Hospital Israelita realizará, no dia 4 de fevereiro, a partir das 7h30 da manhã, o primeiro simulado de catástrofe da organização na região. A ação simula a queda do teto em uma das salas de cinema do Goiânia Shopping e contará com a participação do Einstein Goiânia, além dos hospitais públicos administrados pelo Einstein: o Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia – Iris Rezende Machado (HMAP) e o Hospital de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (HUGO).  

O exercício também envolve o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, Polícia Militar do Estado de Goiás, Equipe de Segurança do Goiânia Shopping, entre outras forças, integrando os protocolos de resposta a emergências na região. 

A iniciativa tem como objetivo treinar e capacitar as equipes das unidades de saúde para atuação em situações de grande proporção, promovendo integração entre instituições públicas e privadas para uma resposta mais rápida e eficiente diante de incidentes inesperados. Durante o simulado, serão considerados diferentes perfis de vítimas, conforme protocolos de classificação de risco, incluindo casos de baixa complexidade, situações que demandam atenção e monitoramento, e ocorrências de maior gravidade. O treinamento contribui para revisar fluxos, reforçar boas práticas e melhorar a capacidade de resposta das equipes envolvidas.  

“Simulados como este fazem parte da nossa rotina no Einstein e refletem décadas de experiência na preparação para cenários complexos. Sabemos que, em situações reais, a integração entre diferentes instituições é determinante para salvar vidas, e por isso investimos continuamente em treinar sistemas, equipes e protocolos”, destaca Dov Smaletz, Superintendente de Segurança Patrimonial do Einstein. 

Com a participação de aproximadamente 200 pessoas,​ ​entre gestores, profissionais de saúde, forças públicas e voluntários, o simulado reforça a importância do treinamento integrado como ferramenta essencial para fortalecer as competências técnicas e emocionais dos profissionais. A expectativa é que a ação contribua para elevar o nível de prontidão das instituições e ampliar a capacidade de resposta do sistema de saúde e das forças de emergência em benefício da população.

Sobre o Einstein Goiânia
O Einstein Goiânia é o primeiro hospital privado da rede fora de São Paulo, inaugurado em 2021. Com 18 mil metros quadrados, a unidade dispõe de 35 leitos operacionais, cinco salas cirúrgicas, pronto atendimento 24 horas, incluindo ortopedia e pediatria, UTI e serviço de transplante de medula óssea. Em março de 2024, passou a oferecer atendimento pediátrico completo, cobrindo desde procedimentos simples até casos de alta complexidade. Também foi pioneiro na implantação da primeira plataforma de cirurgia robótica de Goiás, com mais de 1.500 procedimentos realizados até o primeiro semestre de 2025. A unidade conta, ainda, com um centro de ensino, que oferece mais de 30 cursos de pós-graduação em saúde e gestão hospitalar, além de formações de curta duração, e com um centro de inovação dedicado ao desenvolvimento de tecnologias para aprimorar o setor de saúde na região. 

Sobre o HMAP
O Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia – Iris Rezende Machado (HMAP) foi inaugurado em dezembro de 2018 e é o maior hospital do Estado feito por uma prefeitura. Administrado pelo Einstein desde junho de 2022, foi construído numa área superior a 17 mil metros quadrados, onde atua com mais de 1.100 colaboradores para o atendimento de casos de alta complexidade, incluindo hemodinâmica e cirurgia bariátrica, além de várias especialidades cirúrgicas e diagnósticas. A estrutura contempla 10 salas de cirurgia e 235 leitos operacionais, sendo 10 de UTI pediátrica, 39 de UTI adulto, 31 de enfermaria pediátrica, e 155 leitos de clínica médica/cirúrgica.  

Trata-se da primeira operação de hospital público feita pelo Einstein fora da cidade de São Paulo. Nos primeiros seis meses de gestão, as filas de UTI da unidade foram reduzidas consideravelmente e a capacidade de atendimento dos leitos, dobrada. Já as longas filas de espera para cirurgias eletivas foram diminuídas em menos de um ano, feito alcançado graças a iniciativas como mutirões cirúrgicos, que priorizaram demandas urgentes. Nos primeiros seis meses de gestão Einstein, o tempo de permanência dos pacientes no hospital também foi reduzido de 9,5 para 5 dias. Em relação à mortalidade, em junho de 2022 a taxa era de 15,33% e, seis meses depois, de 3,6%.  

Entre janeiro de 2023 e julho de 2024, o HMAP realizou 90% de todos os procedimentos eletivos pelo SUS em Aparecida de Goiânia, levando a cidade ao título de município que mais realiza cirurgias não urgentes pelo SUS. Em 2025, prestes a completar três anos sob gestão Einstein, o hospital obteve a acreditação ONA nível 1, da Organização Nacional de Acreditação – um reconhecimento pela segurança e qualidade da assistência na unidade. No mesmo ano, a UTI do HMAP recebeu o Selo Top Performer 2025, concedido a hospitais que demonstram excelência no cuidado de pacientes em estado crítico. 

Sobre o HUGO
O Hospital de Urgências de Goiás – Dr. Valdemiro Cruz (HUGO) foi inaugurado em 1991 e é o segundo maior hospital de urgência e emergência de Goiás. Além da assistência, também é um hospital de ensino, pesquisa e extensão universitária.  

Em sua trajetória, se destaca por programas como o de microcirurgia, que realiza procedimentos como reconstituição de órgãos, reparação cirúrgica e reconstrução de membros inferiores, superiores da face e reimplantes. Foi considerado referência no atendimento de acidente vascular cerebral (AVC) com o projeto Angels, implantado em 2022, e reconhecido internacionalmente no socorro a vítimas de AVC isquêmico. O protocolo reduziu em mais de 86% as sequelas de pacientes e em quase 90% o índice de óbitos de vítimas de AVC.   

O HUGO possui 387 leitos para internação e um centro cirúrgico com 10 salas. Sob a gestão do Einstein, o hospital continuará realizando atendimento de serviços ambulatoriais e hospitalares 100% regulados para pacientes do SUS. 

FatoMais Comunicação

CONTINUE LENDO
CLIQUE PARA COMENTAR

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Medicina

Conceituado

Publicado

on

Médico dermatologista, Dr. Rogério Ranulfo, comenta em suas redes sociais, conteúdos educativos, incluindo prevenção e diagnóstico precoce, tratamentos estéticos e rejuvenescimento e rotina de cuidados, buscando trazer uma abordagem moderna e dinâmica para educar os pacientes sobre a saúde integral da pele

CONTINUE LENDO

Medicina

Cirurgia a laser na coluna conta com alta taxa de sucesso

Publicado

on

Problemas na coluna – créditos – istock

O procedimento minimamente invasivo oferece recuperação rápida, internação curta, menos dor pós-operatória, menor risco de infecção em comparação à cirurgia aberta, além da alta eficácia no tratamento de hérnias e estenose, com taxas de sucesso de alívio da dor entre 80% a 95%

Uma excelente opção para pacientes que sofrem com hérnia de disco e outros problemas na coluna é a cirurgia a laser, que apresenta alta taxa de sucesso, cerca de 84%. Entre as vantagens, por ser minimamente invasiva, não há cortes; oferece recuperação rápida e baixo risco de infecção e sangramento; internação curta; menos dor pós-operatória e recuperação rápida, proporcionando o retorno às atividades em poucos dias ou semanas.

O neurocirurgião especialista em coluna Túlio Rocha destaca que a recuperação é rápida, que o paciente poderá ter alta médica no mesmo dia ou no dia seguinte e pode andar poucas horas após o procedimento. Em muitos casos alta médica pode ocorrer no mesmo dia ou em 24 horas. As atividades físicas leves são permitidas após uma ou duas semanas. Mesmo assim, deve-se evitar esforços pesados por cerca de 30 dias.

“Destaco como principais vantagens a recuperação rápida, proporcionando ao paciente o retorno às atividades diárias em menos tempo; menos trauma por preservar a musculatura e estruturas ósseas; a estética é melhor, pois as cicatrizes são muito pequenas; menos uso de analgésicos porque oferece menos dor no pós-operatório; menor risco de infecção em comparação à cirurgia aberta e a eficácia é alta no tratamento de hérnias e estenose, com taxas de sucesso de alívio da dor entre 80% a 95%”, afirma Túlio Rocha.

O neurocirurgião orienta que a cirurgia a laser na coluna é recomendada para hérnias de disco contidas, quando o núcleo do disco não extravasou o ânulo fibroso; dor radicular, chamada de dor ciática persistente, que é uma dor intensa que irradia para pernas ou braços, que não apresenta melhora com fisioterapia ou remédios após seis a 12 semanas; e também para doenças facetárias, que são dores causadas por inflamação nas articulações da coluna.

O procedimento utiliza uma fibra óptica com laser. O laser é inserido através de uma agulha fina diretamente no disco intervertebral, onde vaporiza parte do material herniado, reduzindo a compressão sobre os nervos e aliviando a dor. No Brasil, frequentemente é realizada via endoscopia.

Desde 2021, a cobertura de cirurgias na coluna por planos de saúde no Brasil é regulada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que obriga as operadoras a cobrirem diversos procedimentos minimamente invasivos, incluindo cirurgias endoscópicas.

Números e cenário

Não existe um dado consolidado único que especifique o número exato de cirurgias a laser para coluna realizadas anualmente no Brasil, pois o laser é uma tecnologia inserida no contexto mais amplo das cirurgias minimamente invasivas e endoscópicas. No entanto, as técnicas minimamente invasivas – que incluem o laser, endoscopia e procedimentos percutâneos – têm crescido e, historicamente, representavam uma parcela crescente dos procedimentos.

Outro dado relevante é que houve uma alta no volume de tratamentos, sendo que cerca de 300 mil pessoas são operadas de hérnia de disco todos os anos no Brasil. Vale lembrar que a hérnia de disco é uma das principais indicações para a cirurgia a laser na coluna.

O cenário também aponta que o mercado brasileiro de dispositivos para cirurgia da coluna – incluindo tecnologia para procedimentos minimamente invasivos – é o maior da América Latina, com forte crescimento projetado para a próxima década. No contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), registrou-se um aumento de 42% no total de cirurgias eletivas entre 2022 e 2024, financiando procedimentos que incluem os de coluna.

“Eu vejo esse mercado com bastante interesse e também com responsabilidade. Existe uma demanda real por procedimentos menos invasivos na coluna, principalmente diante do alto volume de cirurgias de hérnia de disco no Brasil. O paciente busca menos dor e recuperação mais rápida, e a evolução tecnológica vem ao encontro dessa expectativa”, afirma Túlio Rocha.

Aumento da procura no consultório

O neurocirurgião adverte que, ao mesmo tempo, é fundamental manter critério e embasamento científico. “Nem todo caso é indicação para técnicas minimamente invasivas, e o mais importante não é a tecnologia em si, mas o benefício real para o paciente. Vejo o crescimento desse mercado como natural e positivo, desde que seja sustentado por boa indicação, capacitação e evidência clínica sólida”, defende.

A procura no consultório por procedimentos menos invasivos têm aumentado nos últimos anos, de acordo com Túlio Rocha, principalmente porque o paciente já chega mais informado e interessado em opções que ofereçam recuperação mais rápida e menor agressão cirúrgica. “Existe, sim, uma curiosidade grande em relação à chamada cirurgia a laser, muitas vezes associada à ideia de algo mais moderno e menos invasivo”, afirma.

“Mais do que a quantidade de cirurgias a laser em si, o foco está em indicar a técnica correta para cada situação. Quando a abordagem minimamente invasiva é a melhor opção, ela faz parte da minha prática. Quando não é, opto pelo método que ofereça mais segurança e eficácia. O principal critério nunca é a tecnologia isoladamente, mas o benefício real para o paciente”, destaca o neurocirurgião.

Assessoria de Imprensa
Palavra Comunicação

CONTINUE LENDO

Medicina

Doença silenciosa, o glaucoma é considerado a principal causa de cegueira irreversível

Publicado

on

Os pacientes contam com colírios hipotensores de última geração para tratar o glaucoma – crédito: Freepik

A doença acomete mais de 250 milhões de pessoas no mundo. Para alertar sobre os riscos desse mal, foi criada a Semana Mundial do Glaucoma

O glaucoma é frequentemente chamado pelos oftalmologistas de ladrão silencioso da visão e, segundo informações divulgadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença acomete mais de 250 milhões de pessoas em todo o mundo e é considerada a principal causa de cegueira irreversível no mundo. Para alertar e conscientizar sobre os riscos dessa doença silenciosa, foi criada a Semana Mundial do Glaucoma, que neste ano é celebrada entre 8 e 14 de março.

Um dos maiores riscos oferecidos pelo glaucoma é que quando ele dá sinais, o paciente pode estar com a visão comprometida. Por isso, o oftalmologista Gustavo Caiado, da Clínica Vittá, reforça um alerta crucial para a população: esperar a visão embaçar para procurar um médico pode ser um caminho sem volta. A grande armadilha do glaucoma está na ausência de sinais de alerta no dia a dia do paciente.

“O glaucoma é considerado uma doença silenciosa porque, na maioria dos casos, o dano ao nervo óptico ocorre de forma lenta e progressiva, sem provocar sintomas perceptíveis nas fases iniciais. Esse dano está geralmente relacionado a uma vulnerabilidade do nervo óptico, frequentemente associada ao aumento da pressão intraocular, que leva à perda gradual das fibras nervosas responsáveis pela transmissão das informações visuais ao cérebro”, explica o oftalmologista Gustavo Caiado.

O especialista detalha que a perda de campo visual começa pelas bordas, o que retarda a percepção do problema. “Inicialmente, a perda visual costuma afetar a visão periférica, o que muitas vezes passa despercebido pelo paciente, já que a visão central permanece preservada por bastante tempo”, relata.

O oftalmologista explica que quando a visão começa a ficar embaçada ou quando o paciente percebe dificuldade para enxergar, em muitos casos, a doença já está em estágio avançado e parte da perda visual é irreversível e é por esta razão que esperar o surgimento de sintomas para procurar avaliação oftalmológica é perigoso. “O diagnóstico precoce é fundamental para evitar a progressão da doença e preservar a visão”, reforça.

A Semana Mundial do Glaucoma é uma iniciativa conjunta da World Glaucoma Association (WGA) e da World Glaucoma Patient Association (WGPA), que evoluiu a partir do Dia Mundial do Glaucoma, celebrado pela primeira vez em 6 de março de 2008. O sucesso dessa mobilização inicial foi tão significativo que, com o objetivo de ampliar as atividades de conscientização e alcançar um número maior de pessoas, as associações decidiram expandir o evento, lançando oficialmente a primeira Semana Mundial do Glaucoma no ano de 2010.

Grupos de risco e o mitos

Embora o acompanhamento oftalmológico seja indicado para toda a população, uma parcela da sociedade precisa redobrar os cuidados. Segundo o oftalmologista Gustavo Caiado, alguns grupos apresentam maior risco de desenvolver glaucoma e devem ter atenção especial com exames oftalmológicos periódicos.

Entre os grupos com maior propensão ao glaucoma estão pessoas com histórico familiar da doença, especialmente parentes de primeiro grau; indivíduos acima de 40 anos; pessoas de ascendência africana; pacientes com miopia elevada; diabéticos e indivíduos que fazem uso prolongado de corticoides. O médico acrescenta que pessoas com pressão intraocular elevada ou alterações suspeitas no nervo óptico também exigem monitoramento rigoroso.

Um dos maiores mitos que cercam o glaucoma é a crença de que a doença afeta exclusivamente quem sofre com a pressão do olho alta. O especialista esclarece que a realidade nos consultórios é mais complexa. Ele salienta que, nesses casos, o diagnóstico adequado exige a avaliação do nervo óptico, do campo visual e de exames de imagem, e não apenas a aferição da pressão.

“Embora a pressão intraocular elevada seja o principal fator de risco para o desenvolvimento do glaucoma, ela não é o único. Existe uma forma relativamente comum chamada glaucoma de pressão normal, em que o dano ao nervo óptico ocorre mesmo com valores de pressão intraocular dentro da faixa considerada normal”.

Além disso, engana-se quem pensa que o glaucoma é uma preocupação exclusiva de idosos. O médico explica que o rastreamento deve começar nos primeiros dias de vida com o Teste do Olhinho e seguir anualmente. A doença conta com formas congênitas e juvenis, além de casos secundários causados por traumas, inflamações ou uso indiscriminado de medicamentos, como os corticoides.

Para fechar o diagnóstico com precisão, a tecnologia é uma grande aliada. “O diagnóstico do glaucoma é realizado por meio de uma avaliação oftalmológica completa. Essa avaliação inclui a medida da pressão intraocular, o exame detalhado do nervo óptico, a análise do campo visual e exames de imagem que avaliam a estrutura da retina e das fibras nervosas, como a tomografia de coerência óptica (OCT)”, afirma o oftalmologista da Clínica Vittá.

Avanços e qualidade de vida

Receber o diagnóstico de uma doença que ameaça a visão é impactante, mas a medicina oftalmológica moderna oferece excelentes prognósticos. O foco não é a cura, que ainda não existe, mas o controle rigoroso.

“Embora o glaucoma não tenha cura, atualmente dispomos de diversas opções terapêuticas capazes de controlar a doença e preservar a visão na maioria dos pacientes quando o diagnóstico é feito precocemente e o tratamento é seguido corretamente”, tranquiliza o oftalmologista.

Atualmente, os pacientes contam com colírios hipotensores de última geração, tratamentos a laser e os recentes avanços nas cirurgias minimamente invasivas (conhecidas pela sigla MIGS), que oferecem uma recuperação mais rápida e ampliam as opções para a manutenção da qualidade de vida.

Serviço
Semana Mundial do Glaucoma
Quando: 8 a 14 de março
Pauta: Semana Mundial do Glaucoma: Especialista alerta para os perigos da doença e esclarece desinformação
Fonte especialista: Gustavo Caiado, oftalmologista da Clínica Vittá

Médico Guologista de Clínica Vittá – crédito: divulgação

Assessoria de Imprensa
Palavra Comunicação

CONTINUE LENDO
Advertisement

noticias