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20ª edição do Festival Italiano de Nova Veneza já tem data definida.

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A edição comemorativa deste ano traz muitas novidades, entre elas o lançamento de um vinho exclusivo do evento.

A festa, que já integra o calendário gastronômico oficial de Goiás, será entre os dias 28 e 31 de maio

Com o tema Brindiamo Storia e Sapori  [Brindando História e Sabores!], o Festival Italiano de Nova Veneza de 2026 chega à sua 20ª edição, e irá celebrar este marco com muitas novidades. 

O evento acontecerá entre  os dias 28 e 31 de maio e faz parte do calendário oficial de grandes eventos gastronômicos em Goiás.

O tradicional evento é realizado na pequena cidade que nasceu a partir da imigração italiana, distante apenas 30 quilômetros da cidade, e recebe mais de 120 mil visitantes nos quatro dias de festa.

Para esta edição comemorativa, muitas novidades estão sendo preparadas, entre elas o lançamento de um vinho exclusivo do Festival Italiano de Nova Veneza: o Cabernet Sauvignon Veneza 1924, que virá diretamente da Serra Gaúcha para o evento. 

“Ele está sendo preparado pela Fante, uma das maiores indústrias de bebidas do Brasil, produtora de vinhos, espumantes, sucos e destilados. Atende o mercado nacional e mais de 18 países da América Latina e da África.

Um parceiro forte que entendeu a importância do Festival abraçou nosso projeto”, afirma Maria do Carmo.

O nome do vinho, Veneza 1924 foi escolhido após um concurso realizado em outubro do ano passado, que engajou o público.

O nome escolhido foi uma junção de suas sugestões: Veneza faz menção ao nome da cidade; 1924 faz menção ao início da vila dos imigrantes a partir da doação de terras para a construção da capela, exatamente onde hoje está a Praça da Matriz que recebe o festival. 

“Não se trata de apenas um vinho, mas um brinde àqueles que deram origem a nossa história”, explica Maria do Carmo Basílio  qual é o simbolismo da bebida.

Os vencedores do concurso irão receber, cada um, mil reais em consumo na Cantina da Nonna, restaurante oficial do evento.

Para a edição comemorativa, haverá novidades no cardápio, entre os expositores e também na programação cultural, que contará com atrações que remetem às culturas italiana e brasileira. 

A Itália em Goiás

Nova Veneza tem cerca de 10 mil habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo 60% deles descendentes, é reconhecida como a Capital Italiana de Goiás desde 2023 por meio de uma lei estadual. 

A fundação do município está intrinsecamente ligada à vinda de imigrantes italianos para o interior do Brasil.

Em Goiás, a figura central desse movimento foi João Stival, que em 1912, seus irmãos e familiares, buscavam terras férteis e baratas no Centro-Oeste para recomeçarem a vida após passarem por cafezais em Minas Gerais e São Paulo.

A região onde hoje está Nova Veneza era praticamente mata virgem e os primeiros anos da colônia foram marcados pela implantação da agricultura de subsistência, com foco inicial no cultivo de arroz, feijão e milho, além da suinocultura. 

Depois de se estabelecerem por aqui, outras famílias italianas também compraram terras na região, tornando-se uma comunidade, onde o dialeto vêneto e os costumes culinários, como a polenta e o macarrão, fazia parte da rotina das fazendas.

Em 1924, João Stival dá início a um vilarejo ao doar terras para a construção da primeira capela da cidade e área para receber comerciantes.

“A iniciativa atendeu primeiramente o desejo dos imigrantes de exercerem a fé e a religiosidade que trouxeram da Itália, mas também foi uma iniciativa visionária, pois foi a partir deste momento que nossa cidade foi originada”, diz Maria do Carmo.

O vilarejo tornou-se um distrito subordinado a Anápolis em 1927 e, em 1958, foi emancipado.

O Festival Italiano de Nova Veneza nasceu para manter viva a cultura italiana na cidade.

O evento também é um forte indutor na geração de emprego e renda, mobilizando moradores e pequenos produtores locais, que participam desde o fornecimento de insumos para a preparação dos pratos até o atendimento do público recebido pela festa.

Segundo levantamento da organização, pelo menos um terço dos moradores trabalham na festa, que conta com shows culturais e musicais, danças típicas, gastronomia, artesanato e bebidas.

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Café da Tarde

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Kolontay Abrahão (E) recebeu, na tarde da última segunda-feira (02), no Bazar Villa Kolontay, o restaurateur Elpídio Fiorda Neto e Iris Araújo. Durante a visita, eles conferiram as últimas promoções da loja e aproveitaram para colocar a conversa em dia, saboreando um delicioso café da tarde acompanhado de pão de queijo.

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Sorvete de Flocos

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JB Alencastro exclusivo para o D9 Notícias.

Final de tarde de um domingo cheio de sol e atividades. Caminhando, nadando, fotografando aves, almoçando uma pizza espetacular com vários copinhos de cerveja para degustar. Cada passagem, um encantamento. Uma descoberta.

E aí, olhando logo adiante, uma sorveteria. Se estivesse no México pediria um “helado de chispas de chocolate”. Pediu um sorvete de flocos, seu predileto.

Descobriu que na Austrália se diz “choc chip vanilla” e não “flake ice cream”. Vivendo e aprendendo.

Aliás, como é bom ser corrigido e descobrir o adequado naquele momento e hora. Ela pediu um de abacaxi. Detesta flocos, para ela é o pior sorvete do mundo. Ele tem dificuldades para odiar. Aquilo que não gosta, simplesmente evita. Olhando para cima, uma revoada de milhares de morcegos gigantes, chamados de “flying foxes”.

Centenas deles vão pousando num enorme ficus e fazendo uma algazarra semelhante a periquitos. Então, são eles que me saúdam ao entardecer na porta da minha casa, pensou.

E também no sorvetinho noturno.Engraçado como já havia tentado enganar sua companheira uma vez, pedindo “glace aux pépites” quando estiveram em Strasbourg, na França.

E nada. Ela reconheceu na hora o danado do flocos. Ofereceu com carinho, pois quando gostamos de algo, queremos dividir. Mas nem sempre o seu desejo é o desejo do outro. Necessita respeitar. E por isso, dentro da intimidade do casal, uma das coisas mais belas é o limite. O território daquilo que é bom para um mas não é para o outro.

O reconhecimento das preferências do ser amado e das suas próprias. Jamais pedir algo desagradável como “recompensa” por ter feito ou dito uma coisa bela. Imposição é feio.

Relações de poder são ruins. O melhor é a troca autêntica. Não adianta estar numa “gelateria” e solicitar um “gelato alla stracciatella” e aquela cor meio branca, meio amarelada, com os pedacinhos de chocolate denunciando o famoso sorvete de flocos.

Que ele fique com o seu sorvete. Só isso. Também respeitar as escolhas é fundamental. Nem todo mundo vai amar peixe e camarão e alguns podem até ter alergia, quiçá mortal. Insistir naquilo que sabiamente já está provado e satisfeito, não é educação. É o contrário.

É falta de. Quantas vezes não já lhe pediram para tomar “mais um cafezinho”, ou comer “mais um pão de queijo” e a refeição que fora tão gostosa, agora o empanturra.

Querer dividir algo que adoramos é bonito, mas pergunte antes se o outro também gosta. E se lhe perguntarem, seja sincero ao dizer que não, por exemplo. Amar é ver o outro satisfeito com suas escolhas.

E estando longe, torcer para que ele ou ela, esteja feliz mesmo na ausência. Aliás o amor mais bonito é aquele que na distância deseja o melhor para o outro. Que não cobra exclusividade e nem dedicação o tempo todo.

Por isso ele lá na China, deu uma volta no parque e pediu um 巧克力碎片冰淇淋 (qiǎokèlì suìpiàn bīngqílín) e voltou sorrindo com um belo pistacchio nas mãos, para ela.

O mundo gira, as pessoas mudam, e até as preferências também.

Por isso sempre pergunte (ou melhor ainda, descubra) o que o outro realmente quer, para que juntos possam comer até a casquinha do sorvete da vida.

JB Alencastro é médico e escritor

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Homenagens

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O conselheiro decano do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, José Wagner Praxedes, e o primeiro vice-governador do Estado, Darci Martins Coelho, foram homenageados na última quinta-feira (29) pela Câmara Municipal de Araguatins, na região do Bico do Papagaio.

Na ocasião, José Wagner Praxedes recebeu o título de Cidadão Honorário, enquanto Darci Martins Coelho foi agraciado com o título de Cidadão Araguatinense, em reconhecimento às suas trajetórias e contribuições para o Estado do Tocantins.

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