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Mulheres, adolescentes e jovens são mais vulneráveis aos efeitos do álcool e drogas ilícitas.

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Pesquisa revela um aumento significativos no consumo de álcool e drogas ilícitas entre jovens e mulheres.

No dia 20 de fevereiro, o Brasil celebra o Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo e abre espaço para uma discussão: esse combate tem sido efetivo?

Dados divulgados no último ano pelo Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), apontam um crescimento significativo no consumo de álcool e drogas ilícitas entre jovens – e, principalmente, entre mulheres, já que a maior expansão de consumo, experimentação e uso recente, se concentra no sexo feminino.

A mudança de perfil acende um alerta para os impactos neurobiológicos dessas substâncias em públicos considerados mais vulneráveis.

Segundo a neuropsicóloga Anna Flávia Trindade de Freitas, da Clínica Vittá, essa transformação já é perceptível na prática clínica e existem algumas diferenças biológicas que podem tornar os impactos mais expressivos no organismo feminino.

Entre os principais fatores estão: a composição corporal, o metabolismo hepático, a influência hormonal e a progressão mais rápida para dependência.

Outro ponto crítico da pesquisa revela que adolescentes buscam atendimento de emergência após uso de substâncias com frequência muito superior à dos adultos.

A explicação reside no neurodesenvolvimento.

A especialista esclarece que o cérebro jovem ainda não possui seus ‘freios’ biológicos totalmente formados, já que o córtex pré-frontal – área responsável pelo controle inibitório e tomada de decisões – está em processo de maturação.

O uso precoce interfere diretamente na memória e na regulação emocional, tornando o jovem mais vulnerável a comportamentos de risco.

O consumo de álcool e drogas nessa fase pode interferir diretamente em funções como memória, atenção, regulação emocional e sensibilidade ao sistema de recompensa.

Ou seja, os jovens podem ser hospitalizados não necessariamente por um exagero na dosagem, mas por possuírem um cérebro biologicamente mais vulnerável, com mecanismos de freio ainda em desenvolvimento.

OMS considera como doença a dependência de drogas lícitas e ilícitas.

O Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, celebrado em 20 de fevereiro, é um marco para a reflexão sobre os impactos sociais, de saúde e econômicos do uso de substâncias, reforçando que a dependência é uma doença crônica que exige tratamento.

A data integra a campanha Fevereiro Vermelho, dedicada ao Combate às drogas e ao alcoolismo.

O objetivo da campanha é conscientizar a população sobre o mal que as drogas e o álcool causam, não só à saúde das pessoas, como também à sociedade.

O consumo excessivo de álcool, uma droga muito frequente e liberada, pode ter sérias repercussões na saúde mental.

Entretanto, a efetividade desse combate é complexa e apresenta dados ambivalentes: enquanto há avanços na repressão ao tráfico, os índices de consumo abusivo de álcool e substâncias psicoativas ainda trazem preocupações sérias de saúde pública.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a dependência em drogas lícitas ou ilícitas é uma doença.

O uso indevido de substâncias como álcool, cigarro, crack e cocaína é um problema de saúde pública de ordem internacional que preocupa nações do mundo inteiro, pois afeta valores culturais, sociais, econômicos e políticos.

O alcoolismo é uma doença crônica, com aspectos comportamentais e socioeconômicos, caracterizada pelo consumo compulsivo de álcool, na qual o usuário se torna progressivamente tolerante à intoxicação produzida pela droga e desenvolve sinais e sintomas de abstinência, quando a mesma é retirada. Além da já reconhecida predisposição genética para a dependência, outros fatores podem estar associados: ansiedade, angústia, insegurança, fácil acesso ao álcool e condições culturais.

Dados alarmantes

Quando se trata dos dados sobre o consumo de álcool e drogas ilícitas, os números são alarmantes.

Os dados divulgados mais recentemente indicam um cenário misto e contraditório.

Dados divulgados entre 2023 e 2025 indicaram que o consumo abusivo de álcool no Brasil teve alta, passando de 18,4% para 20,8% entre 2021 e 2023.Um estudo da Fiocruz divulgado em novembro de 2024 apontou que o álcool causa cerca de 12 mortes por hora no Brasil.

Estudos como o Atlas da Violência e dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) apontam para um aumento na experimentação de drogas antes dos 14 anos.

Por outro lado, pesquisas de 2025 mostraram um aumento na abstenção de álcool, com 64% dos brasileiros declarando não ter consumido bebida alcoólica em 2025, uma taxa recorde impulsionada por jovens de 18 a 34 anos.

Arma contra a timidez e ansiedade*Um dos comportamentos mais comuns identificados na população brasileira é o uso do álcool como ferramenta para lidar com a timidez ou ansiedade social.

No entanto, o alívio imediato é uma armadilha neurológica.

Inicialmente, a substância potencializa o neurotransmissor Gaba e acalma a amígdala, o centro do medo no cérebro, gerando relaxamento.

Com o uso contínuo, o cérebro tenta compensar essa sedação constante, o que resulta em uma maior irritabilidade, hipervigilância, sensação de ansiedade amplificada e dificuldade de regulação emocional”, explica a neuropsicóloga Anna Flávia Trindade de Freitas.

Além disso, o cérebro entra em um processo de aprendizagem dependente de estado, “pois o cérebro aprende que só consegue lidar socialmente se beber, enfraquecendo os circuitos naturais de enfrentamento, onde o álcool deixa de ser ansiolítico e passa a ser ansiogênico”, afirma a neuropsicóloga da Clínica Vittá.

*Recuperação de uma dependência*

Apesar dos riscos, há esperanças para uma recuperação completa, devido à neuroplasticidade do cérebro humano, que possui a capacidade de reorganização estrutural e funcional.

Após períodos de abstinência sustentada, é possível observar melhoras significativas em funções cognitivas, como memória e atenção.

Entretanto, a neuropsicóloga afirma que o melhor caminho é a prevenção, pois o uso crônico e severo, especialmente quando iniciado cedo ou mantido por longos períodos, pode causar danos estruturais permanentes.

O combate ao vício, portanto, passa não apenas pela força de vontade, mas pelo entendimento profundo de que a dependência é uma condição que altera a biologia do pensamento.

A especialista também sugere a implementação de políticas públicas que poderiam auxiliar no combate contra as drogas e o alcoolismo, como programas de prevenção primária para população adolescente, especialmente para meninas, e a manutenção da vigilância epidemiológica e toxicológica no país.

Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo

Quando: 20 de fevereiro

Pauta: Mulheres, adolescentes e jovens são mais vulneráveis aos efeitos do álcool e drogas ilícitas

Fonte especialista: Anna Flávia Trindade de Freitas, neuropsicóloga da Clínica Vittá.

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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Superando limites

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A Fundação Logosófica, mantenedora do Colégio Logosófico de Goiânia, promove no próximo dia 22 (terça-feira), a partir das 20h30, uma Reunião Informativa sobre o tema “Como Superar Conscientemente nossas Limitações”.

De acordo com o reitor da fundação Logosófica em Goiânia, Wagner Patrus, a Logosofia propõe sempre um caminho de conhecimento e superação.

A atividade, que é gratuita e aberta a toda a comunidade, será conduzida por estudantes e pesquisadores da Ciência Logosófica.

O encontro será na sede da Fundação Logosófica, em Goiânia, na Av. São João, 311, Setor Alto da Glória.

Informações e inscrições pelo WhatsApp (62) 3121-4959.

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Einstein é eleito o melhor hospital da América Latina.

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Combinação de excelência assistencial, ensino, pesquisa e inovação sustenta o desempenho da organização em nova edição do ranking World’s Best Specialized Hospitals, da revista NewsweekSão Paulo, 18 de setembro de 2026.

O Einstein Hospital Israelita conquistou o reconhecimento inédito de melhor hospital da América Latina em Cardiologia e Neurologia na nova edição do ranking World’s Best Specialized Hospitals, desenvolvido pela revista Newsweek em parceria com a consultoria Statista.

Na Cardiologia, a organização avançou quatro posições e alcançou o 12º lugar no mundo; já na Neurologia, subiu 12 colocações, chegando ao 24º posto global.

Divulgada nesta quinta-feira (17), a lista também manteve o Einstein na liderança latino-americana em outras seis especialidades:

Neurocirurgia, Ortopedia, Gastroenterologia, Ginecologia e Obstetrícia, Pneumologia e Endocrinologia. 

A metodologia de classificação do ranking combina recomendações de milhares de profissionais de saúde, acreditações internacionais de qualidade e segurança e indicadores relatados pelos próprios pacientes, os chamados PROMs (Patient-Reported Outcome Measures).

O Einstein avançou posições em 10 das 13 especialidades avaliadas, na comparação com o ano anterior.

Para o presidente do Einstein Hospital Israelita, Sidney Klajner, a projeção internacional é consequência de um trabalho que começa no cuidado.

“Um ranking registra o resultado, mas não conta, sozinho, a história que o tornou possível.

Essa trajetória é construída por profissionais que transformam conhecimento, pesquisa e inovação em decisões mais seguras e tratamentos mais precisos.

É assim que o cuidado desenvolvido aqui alcança o mundo”, afirma.

“A consistência dos resultados nasce da integração entre equipes altamente especializadas, infraestrutura, tecnologia e uma forte cultura de qualidade e segurança assistencial”, diz o diretor executivo de Sistemas de Saúde do Einstein, Eliézer Silva.

“Quando esses elementos atuam de forma coordenada, o avanço científico se traduz em melhores resultados clínicos e uma experiência de cuidado mais qualificada.”Especialidades de alta complexidade ganham projeção internacional.

A Cardiologia é um dos destaques desta edição, com a conquista da liderança na América Latina e um avanço de quatro posições no ranking global, alcançando o 12º lugar.

A especialidade reúne atendimento integrado para prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças cardiovasculares, incluindo casos de alta complexidade.

A excelência assistencial se conecta à produção de conhecimento com impacto internacional: liderado pelo Einstein, o estudo NEO-MINDSET, um dos maiores já realizados no Brasil sobre o tratamento pós-infarto, foi apresentado em 2025 no congresso da European Society of Cardiology e publicado no New England Journal of Medicine, reforçando a capacidade de conduzir pesquisas multicêntricas de alto rigor metodológico e contribuir para a evolução da prática cardiovascular no mundo.

A Neurologia e a Neurocirurgia também registraram avanços expressivos. A Neurologia subiu 12 posições no ranking global, chegando ao 24º lugar, e avançou da segunda para a primeira posição na América Latina; já a Neurocirurgia passou da 19ª para a 13ª colocação mundial e manteve a liderança regional.

As especialidades oferecem cuidado integrado para doenças neurológicas complexas, com equipes especializadas, exames avançados e acompanhamento multidisciplinar.

A estrutura reúne centros dedicados a distúrbios do movimento, doenças cerebrovasculares e outras condições de alta complexidade.

Entre as inovações mais recentes está o HIFU, ultrassom focalizado de alta intensidade guiado por ressonância magnética, utilizado no tratamento de sintomas do Tremor Essencial e do Parkinson. Sem incisões nem anestesia geral, o procedimento atua com precisão milimétrica sobre a região cerebral associada aos tremores, com melhora média de 70%. 

Em Gastroenterologia, o Einstein manteve a 8ª posição mundial.

A especialidade reúne programas dedicados a condições de alta complexidade, como obesidade, doenças inflamatórias intestinais e doenças colorretais, com atendimento multidisciplinar, programas de pertinência do cuidado e monitoramento contínuo de desfechos clínicos e da experiência do paciente.

Entre os avanços recentes estão a criação do Núcleo de Parede Abdominal Complexa, em 2025, e a ampliação do parque de cirurgia robótica, com plataformas como Da Vinci e Hugo RAS.

Em Ginecologia e Obstetrícia, o Einstein avançou cinco posições no ranking global, passando do 25º para o 20º lugar.

A organização modernizou recentemente a Maternidade e o Centro Obstétrico do Complexo Morumbi, com renovação de áreas de internação para gestantes e leitos individualizados na UTI Neonatal.

A estrutura atende desde gestações de risco habitual até casos de alta complexidade, com apoio de UTI adulta, UTI neonatal, banco de sangue e suporte cirúrgico especializado.

O trabalho de parto é acompanhado por cardiotocografia integrada a uma central de monitoramento e a ferramentas de inteligência artificial, enquanto o modelo assistencial estimula o contato pele a pele, o aleitamento e a participação da família. 

A Ortopedia avançou oito posições no ranking global, saindo do 28º para o 20º lugar. Em 2026, a especialidade incorporou o Skywalker, nova plataforma robótica voltada a cirurgias de joelho e quadril.

A tecnologia utiliza imagens de tomografia para criar um modelo tridimensional da articulação e permite ao cirurgião definir, antes do procedimento, o tamanho, o posicionamento e o alinhamento do implante de acordo com a anatomia de cada paciente.

Durante a cirurgia, um braço robótico reproduz o planejamento com precisão submilimétrica e fornece informações em tempo real para o ajuste dos ligamentos.

O recurso amplia o programa de cirurgia robótica da especialidade, que acompanha indicadores como complicações, tempo de internação, dor, mobilidade, recuperação funcional e satisfação com o tratamento.

A Pneumologia registrou a segunda maior evolução do Einstein nesta edição: subiu 13 posições no ranking global, da 46ª para a 33ª colocação.

A recente criação do Núcleo de Doenças Pulmonares Intersticiais ampliou a capacidade de diagnosticar e tratar mais de 200 enfermidades raras e complexas que podem provocar inflamação ou fibrose pulmonar.

O núcleo reúne pneumologistas, radiologistas, patologistas, broncoscopistas, especialistas em função pulmonar e profissionais de genética, além de uma enfermeira navegadora que coordena exames, consultas e retornos.

O acompanhamento integrado permite avaliar a evolução clínica e aspectos como falta de ar, capacidade funcional, qualidade de vida e continuidade do cuidado.

A Endocrinologia avançou ⁷ posições no ranking global, passando do 59º para o 44º lugar.

A especialidade atua de forma integrada na prevenção, no diagnóstico e no acompanhamento de condições endocrinometabólicas, sobretudo diabetes e obesidade. O programa de diabetes padroniza o manejo das alterações glicêmicas nas unidades hospitalares e utiliza monitoramento clínico e ferramentas digitais para apoiar decisões assistenciais.

No cuidado da obesidade, endocrinologistas, cirurgiões, nutricionistas, psicólogos e outros profissionais acompanham perda de peso, controle de doenças associadas, qualidade de vida, adesão ao tratamento e resultados relatados pelos próprios pacientes.

A Oncologia, 20ª colocada no mundo, prepara um novo salto de escala com a implantação, no Parque Global, de um complexo dedicado à assistência, à pesquisa e à inovação.

Previsto para o segundo semestre de 2027, o novo centro reunirá ambulatórios, internação, cirurgias de alta complexidade, radioterapia, quimioterapia e pronto atendimento oncológico, com linhas de cuidado organizadas ao longo de toda a jornada do paciente e uma abordagem multiômica.

O modelo já inclui discussão de casos complexos em tumor boards, acompanhamento após o tratamento e indicadores de resultados clínicos, qualidade de vida, experiência e suporte a pacientes e familiares.

World’s Best Specialized Hospitals 2027•    

Gastroenterologia: 1ª na América Latina e 8ª no mundo.•    

Cardiologia: 1ª na América Latina e 12ª no mundo.•    

Oncologia: 2ª na América Latina e 20ª no mundo.•    

Neurocirurgia: 1ª na América Latina e 13ª no mundo.•    

Ginecologia e Obstetrícia: 1ª na América Latina e 20ª no mundo.• 

 Ortopedia: 1ª na América Latina e 20ª no mundo.•    

Neurologia: 1ª na América Latina e 24ª no mundo.•    

Cirurgia Cardíaca: 2ª na América Latina e 34ª no mundo.•  

Pneumologia: 1ª na América Latina e 33ª no mundo.•    

Urologia: 2ª na América Latina e 38ª no mundo. •    

Endocrinologia: 1ª na América Latina e 44ª no mundo.•    

Pediatria: 3ª na América Latina e 55ª no mundo.

Para mais informações, acesse: einstein.br/newsweek  

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Estreia do XZONE reúne cerca de 4 mil pessoas em festival gamer em Goiânia

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Primeira edição ocupou o Tatersal de Elite com games, tecnologia, eSports, cultura geek, atrações nacionais e mais de R$ 35 mil em premiações.

Goiânia ganhou um novo espaço dedicado ao universo gamer e à cultura geek com a primeira edição do XZONE, realizada em 5 de setembro, no Tatersal de Elite da Pecuária de Goiânia.

O festival reuniu cerca de 4 mil pessoas em 12 horas de programação com games, tecnologia, eSports, cosplay, cultura pop e experiências interativas.

Realizado pela X Games e pela Nexus Produtora, o evento contou com mais de 25 marcas parceiras e foi criado para conectar diferentes comunidades e colocar o público no centro da experiência.

Segundo dados da organização, o XZONE também conquistou mais de 8 mil novos seguidores de forma orgânica e registrou 99% de aprovação do público.

Competições e mais de R$ 35 mil em premiações.

A programação contou com uma arena de eSports com disputas de Street Fighter, EA SPORTS FC 26, Tekken 8 e Free Fire.

Ao todo, mais de R$ 35 mil em dinheiro, produtos e equipamentos foram destinados às premiações.

A HONOR, patrocinadora do evento, disponibilizou nove smartphones para as competições.

Já a experiência de gamificação transformou o próprio festival em uma grande jornada, com missões e checkpoints.

O vencedor recebeu um setup gamer avaliado em R$ 20 mil, oferecido pela Cubo.Dublagem, games e cultura geek.

O palco recebeu nomes conhecidos do público gamer e geek, como Felipe Grinnan, Raphael Rossatto, Francisco Júnior, Fehdubs, Core e Goku Mineiro.

Cosplayers e fãs de games, animes, filmes e séries também participaram da programação, reforçando o XZONE como ponto de encontro para diferentes comunidades da cultura pop.

Tecnologia e desenvolvimento independenteEntre as experiências esteve um simulador de corrida em cockpit profissional, com volante com force feedback, câmbio sequencial e telão.

O evento também abriu espaço para desenvolvedores independentes, que puderam apresentar e colocar seus jogos em teste direto com o público, aproximando criadores e jogadores e mostrando os bastidores da produção de novas experiências.

Acessibilidade e acolhimentoO Espaço Inclusão em Movimento funcionou como ambiente de acolhimento e descompressão para visitantes que precisassem de um local mais tranquilo durante o festival, integrando as iniciativas de acessibilidade do XZONE.XZONE 2027.

Após a estreia, a organização já trabalha no planejamento do XZONE 2027, com a proposta de ampliar o festival para três dias de programação e aumentar a quantidade de experiências e atividades.

Datas, atrações e demais novidades da próxima edição serão divulgadas posteriormente.

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