Engenheiro orienta sobre quais cuidados tomar e como proceder para seguir com a obra sem atrasos.
Chove, chuva! E muita, felizmente! Se você é daqueles que ama a chuva, vai se agradar até o final do mês de março ou até mais, dependendo das variações climáticas.
É que estamos no verão, que se prolonga, oficialmente, até o dia 20 de março. A estação é caracterizada no Brasil por dias longos, altas temperaturas e muita chuva.
Neste período uma dúvida que surge é: posso fazer alguma manutenção ou reforma em meu lar ou adiantar minha construção?
A resposta, segundo o engenheiro Lucas Antonelle, gerente de manutenções da rede de lojas de materiais de construção Irmãos Soares, é: sim.
Mas, para se ter sucesso, é preciso se atentar ao planejamento, organização e segurança desta obra.
Para quem está construindo, ele orienta, o ideal é que no período de chuva a casa já esteja coberta, seja com laje ou com telhado, pois assim é possível fazer qualquer tipo de serviço interno, como instalação de piso, instalação de revestimento, pintura, instalação de acabamentos, pias, instalação de louças e bacias sanitárias.
“No caso de reforma, a perspectiva é a mesma, prefira fazer esse tipo de serviço interno durante o período de chuvas.
É possível fazer manutenções no sistema elétrico, pintura interna, troca de piso, louças e metais, entre outros”, destaca ele.
É importante, portanto, se planejar para garantir a segurança da obra e qualidade do serviço.
Entre os cuidados necessários durante esse período, segundo o especialista, um dos mais necessários é quanto à correta armazenagem dos materiais, para evitar desperdício e garantir a qualidade da obra.
Veja dicas do engenheiro Lucas Antonelle, gerente de manutenções da Irmãos Soares:
1 – Cuidado com a umidadeSe você armazenar certos materiais como argamassas para assentamento de piso ou cimento, por exemplo, em locais que recebam umidade, eles poderão endurecer e você perderá o material. Portanto, cubra totalmente e se certifique de que não há respingos e infiltrações no local de armazenamento. Uma ideia é não deixar em contato direto com o chão. Ferramentas elétricas também podem estragar, vale redobrar a atenção.
2 – Feche as embalagens corretamenteProdutos já abertos merecem cuidado extra. Tintas, por exemplo, é um produto que requer bastante atenção: não deixe a lata aberta. Se ela pegar a umidade da chuva, vai ter sua composição alterada e isso pode danificar completamente o produto, tornando-o impróprio para o uso.
3 – Evite locais que não tenha ventilaçãoTer um local de armazenamento protegido não significa que ele tenha de ser totalmente fechado. Ao contrário, ele precisa também ter boa ventilação. No período chuvoso, a umidade do ar aumenta muito, então, locais que não tenham ventilação e higienização correta podem ser acometidos por mofo, portanto evite deixar materiais delicados em barracões de obra externos, que não tenham atenção constante.
4 – Use sempre EPISEssa dica parece dispensável, mas não é, porque o uso dos equipamentos de proteção individual, os EPIS, algumas vezes são negligenciados quando são realizadas obras menores ou feitas pela própria família. Não caia nesta cilada. Use luvas, capacete, bota emborrachada com bico de PVC, óculos de proteção, cintos de segurança se for fazer trabalho em altura, e tenha atenção redobrada com trabalhos envolvendo a eletricidade em período chuvoso, pois a água é uma boa condutora de eletricidade. Não manusear ferramentas elétricas debaixo de chuva ou debaixo de garoa. Confira sempre antes de ligar essas ferramentas.
Veja se a tomada ou o filtro de linha/extensão que está sendo utilizada não está molhada ou se não tem algum ponto em contato com a água.Outra questão importante é observar se o local da obra está nem seco antes de iniciar os trabalhos.
Esse simples passo, previne quedas, que podem ser graves, o que além de prejudicar sua saúde, pode comprometer o andamento da obra.
Laura e Rodolfo oficializaram sua união em uma cerimônia à beira-mar, no Ceará. A celebração reuniu familiares e amigos de Goiânia, Brasília e São Paulo, em uma programação marcada pela confraternização. Na foto, os noivos ao lado de Gyovana de Castro Carneiro, madrinha de Rodolfo.
Kolontay Abrahão (E) recebeu, na tarde da última segunda-feira (02), no Bazar Villa Kolontay, o restaurateur Elpídio Fiorda Neto e Iris Araújo. Durante a visita, eles conferiram as últimas promoções da loja e aproveitaram para colocar a conversa em dia, saboreando um delicioso café da tarde acompanhado de pão de queijo.
Final de tarde de um domingo cheio de sol e atividades. Caminhando, nadando, fotografando aves, almoçando uma pizza espetacular com vários copinhos de cerveja para degustar. Cada passagem, um encantamento. Uma descoberta.
E aí, olhando logo adiante, uma sorveteria. Se estivesse no México pediria um “helado de chispas de chocolate”. Pediu um sorvete de flocos, seu predileto.
Descobriu que na Austrália se diz “choc chip vanilla” e não “flake ice cream”. Vivendo e aprendendo.
Aliás, como é bom ser corrigido e descobrir o adequado naquele momento e hora. Ela pediu um de abacaxi. Detesta flocos, para ela é o pior sorvete do mundo. Ele tem dificuldades para odiar. Aquilo que não gosta, simplesmente evita. Olhando para cima, uma revoada de milhares de morcegos gigantes, chamados de “flying foxes”.
Centenas deles vão pousando num enorme ficus e fazendo uma algazarra semelhante a periquitos. Então, são eles que me saúdam ao entardecer na porta da minha casa, pensou.
E também no sorvetinho noturno.Engraçado como já havia tentado enganar sua companheira uma vez, pedindo “glace aux pépites” quando estiveram em Strasbourg, na França.
E nada. Ela reconheceu na hora o danado do flocos. Ofereceu com carinho, pois quando gostamos de algo, queremos dividir. Mas nem sempre o seu desejo é o desejo do outro. Necessita respeitar. E por isso, dentro da intimidade do casal, uma das coisas mais belas é o limite. O território daquilo que é bom para um mas não é para o outro.
O reconhecimento das preferências do ser amado e das suas próprias. Jamais pedir algo desagradável como “recompensa” por ter feito ou dito uma coisa bela. Imposição é feio.
Relações de poder são ruins. O melhor é a troca autêntica. Não adianta estar numa “gelateria” e solicitar um “gelato alla stracciatella” e aquela cor meio branca, meio amarelada, com os pedacinhos de chocolate denunciando o famoso sorvete de flocos.
Que ele fique com o seu sorvete. Só isso. Também respeitar as escolhas é fundamental. Nem todo mundo vai amar peixe e camarão e alguns podem até ter alergia, quiçá mortal. Insistir naquilo que sabiamente já está provado e satisfeito, não é educação. É o contrário.
É falta de. Quantas vezes não já lhe pediram para tomar “mais um cafezinho”, ou comer “mais um pão de queijo” e a refeição que fora tão gostosa, agora o empanturra.
Querer dividir algo que adoramos é bonito, mas pergunte antes se o outro também gosta. E se lhe perguntarem, seja sincero ao dizer que não, por exemplo. Amar é ver o outro satisfeito com suas escolhas.
E estando longe, torcer para que ele ou ela, esteja feliz mesmo na ausência. Aliás o amor mais bonito é aquele que na distância deseja o melhor para o outro. Que não cobra exclusividade e nem dedicação o tempo todo.
Por isso ele lá na China, deu uma volta no parque e pediu um 巧克力碎片冰淇淋 (qiǎokèlì suìpiàn bīngqílín) e voltou sorrindo com um belo pistacchio nas mãos, para ela.
O mundo gira, as pessoas mudam, e até as preferências também.
Por isso sempre pergunte (ou melhor ainda, descubra) o que o outro realmente quer, para que juntos possam comer até a casquinha do sorvete da vida.