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Espetáculo “Série B” leva Dihh Lopes e Márcio Donato a Anápolis e Goiânia.

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Dihh Lopes e Márcio Donato, integrantes do 4 Amigos, levam ao palco histórias inéditas, bastidores do grupo e muitas provocações aos colegas da “Série A”.

Os ingressos já começaram a ser vendidos pelo site Ingresso Digital.

O show de comédia “Série B”, estrelado por Dihh Lopes e Márcio Donato, dois dos principais nomes do stand-up nacional e integrantes do maior grupo de comédia do Brasil, o 4 Amigos, terá apresentações em fevereiro de 2026 em duas cidades goianas.

O espetáculo passa por Anápolis, no dia 27 de fevereiro, às 19h30, no Teatro São Francisco, e por Goiânia, no dia 28 de fevereiro, às 19h,no Teatro PUC – Campus 5.

Os ingressos estão disponíveis no Ingresso Digital (https://ingressodigital.com/), com valores entre R$ 30 a R$ 90, de acordo com o setor escolhido na plateia e o tipo de ingresso (inteira, social ou meia).

Também está disponível a opção de ingresso social, que garante desconto para todos que levarem 1 kg de alimento  não perecível, que deverá ser entregue na portaria do evento, junto à validação do ingresso. 

A proposta do show parte de uma pergunta provocadora: o que fazer quando você faz parte do maior grupo de stand-up do país, mas o seu show solo não alcança o mesmo sucesso?

A resposta vem em forma de parceria. Em “Série B”, Dihh Lopes e Márcio Donato unem forças para transformar experiências pessoais, histórias de vida e bastidores do 4 Amigos em um espetáculo dinâmico, afiado e repleto de humor.

No palco, a dupla revisita momentos pouco conhecidos da trajetória no stand-up, compartilha situações inéditas vividas nos bastidores do grupo e, claro, não perde a oportunidade de “zoar” ainda mais Afonso Padilha e Thiago Ventura, carinhosamente chamados de integrantes da “Série A”.

O resultado é um show leve, irreverente e com forte conexão com o público, que se reconhece nas situações e gargalha com a cumplicidade entre os comediantes. 

Dihh Lopes é conhecido pelo humor ácido, pela presença marcante no palco e por textos que transitam entre o cotidiano e reflexões pessoais.

Márcio Donato, por sua vez, conquistou o público com um estilo observador, histórias pessoais bem construídas e forte interação com a plateia.

Juntos, eles apresentam um espetáculo com ritmo, sintonia e muitas histórias nunca antes contadas no palco.

SERVIÇO:

Série B — Anápolis

Data: 27 de fevereiroHorário: 19h30

Local: Teatro São Francisco (Av. Pinheiro Chagas, 405-521 – Jundiaí, Anápolis)

Ingressos: https://www.ingressodigital.com/evento/18686/a-serie-b-marcio-donato-e-dihh-lopes 

SERVIÇO:

Série B — Goiânia

Data: 28 de fevereiro

Horário: 19h

Local: Teatro PUC, Campus 5 (Av. Fued José Sebba, Quadra A 16 1184 – Jardim Goiás, Goiânia)

Ingressos: https://www.ingressodigital.com/evento/18687/a-serie-b-marcio-donato-e-dihh-lopes

Johny Cândidp

Assessor de imprensa – Jornalista 

Registro Profissional nº GO 02807

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Casamento no litoral cearense

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Laura e Rodolfo oficializaram sua união em uma cerimônia à beira-mar, no Ceará. A celebração reuniu familiares e amigos de Goiânia, Brasília e São Paulo, em uma programação marcada pela confraternização. Na foto, os noivos ao lado de Gyovana de Castro Carneiro, madrinha de Rodolfo.

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Café da Tarde

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Kolontay Abrahão (E) recebeu, na tarde da última segunda-feira (02), no Bazar Villa Kolontay, o restaurateur Elpídio Fiorda Neto e Iris Araújo. Durante a visita, eles conferiram as últimas promoções da loja e aproveitaram para colocar a conversa em dia, saboreando um delicioso café da tarde acompanhado de pão de queijo.

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Sorvete de Flocos

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JB Alencastro exclusivo para o D9 Notícias.

Final de tarde de um domingo cheio de sol e atividades. Caminhando, nadando, fotografando aves, almoçando uma pizza espetacular com vários copinhos de cerveja para degustar. Cada passagem, um encantamento. Uma descoberta.

E aí, olhando logo adiante, uma sorveteria. Se estivesse no México pediria um “helado de chispas de chocolate”. Pediu um sorvete de flocos, seu predileto.

Descobriu que na Austrália se diz “choc chip vanilla” e não “flake ice cream”. Vivendo e aprendendo.

Aliás, como é bom ser corrigido e descobrir o adequado naquele momento e hora. Ela pediu um de abacaxi. Detesta flocos, para ela é o pior sorvete do mundo. Ele tem dificuldades para odiar. Aquilo que não gosta, simplesmente evita. Olhando para cima, uma revoada de milhares de morcegos gigantes, chamados de “flying foxes”.

Centenas deles vão pousando num enorme ficus e fazendo uma algazarra semelhante a periquitos. Então, são eles que me saúdam ao entardecer na porta da minha casa, pensou.

E também no sorvetinho noturno.Engraçado como já havia tentado enganar sua companheira uma vez, pedindo “glace aux pépites” quando estiveram em Strasbourg, na França.

E nada. Ela reconheceu na hora o danado do flocos. Ofereceu com carinho, pois quando gostamos de algo, queremos dividir. Mas nem sempre o seu desejo é o desejo do outro. Necessita respeitar. E por isso, dentro da intimidade do casal, uma das coisas mais belas é o limite. O território daquilo que é bom para um mas não é para o outro.

O reconhecimento das preferências do ser amado e das suas próprias. Jamais pedir algo desagradável como “recompensa” por ter feito ou dito uma coisa bela. Imposição é feio.

Relações de poder são ruins. O melhor é a troca autêntica. Não adianta estar numa “gelateria” e solicitar um “gelato alla stracciatella” e aquela cor meio branca, meio amarelada, com os pedacinhos de chocolate denunciando o famoso sorvete de flocos.

Que ele fique com o seu sorvete. Só isso. Também respeitar as escolhas é fundamental. Nem todo mundo vai amar peixe e camarão e alguns podem até ter alergia, quiçá mortal. Insistir naquilo que sabiamente já está provado e satisfeito, não é educação. É o contrário.

É falta de. Quantas vezes não já lhe pediram para tomar “mais um cafezinho”, ou comer “mais um pão de queijo” e a refeição que fora tão gostosa, agora o empanturra.

Querer dividir algo que adoramos é bonito, mas pergunte antes se o outro também gosta. E se lhe perguntarem, seja sincero ao dizer que não, por exemplo. Amar é ver o outro satisfeito com suas escolhas.

E estando longe, torcer para que ele ou ela, esteja feliz mesmo na ausência. Aliás o amor mais bonito é aquele que na distância deseja o melhor para o outro. Que não cobra exclusividade e nem dedicação o tempo todo.

Por isso ele lá na China, deu uma volta no parque e pediu um 巧克力碎片冰淇淋 (qiǎokèlì suìpiàn bīngqílín) e voltou sorrindo com um belo pistacchio nas mãos, para ela.

O mundo gira, as pessoas mudam, e até as preferências também.

Por isso sempre pergunte (ou melhor ainda, descubra) o que o outro realmente quer, para que juntos possam comer até a casquinha do sorvete da vida.

JB Alencastro é médico e escritor

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