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Imposto de Renda 2026

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Prazo termina dia 29 e erro comum pode travar restituição; 36% das retenções envolvem despesas médicas.

Especialista alerta que envio fora do prazo gera multa automática e que pressa na reta final aumenta risco de cair na malha fina.

O prazo para a entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 — referente aos rendimentos de 2025 — termina no dia 29 de maio, último dia útil do mês.

Na reta final, contribuintes que deixam para a última hora correm o risco de cometer erros que podem atrasar a restituição e levar à malha fina.

Dados da Receita Federal mostram que 36% das declarações retidas apresentaram inconsistências relacionadas a despesas médicas, principal motivo de divergência identificado pelo órgão.

O contador e consultor empresarial Carlos Alexandre Peres Ferreira, sócio-fundador da 2C’s Contabilidade e Consultoria, com mais de 15 anos de experiência na área contábil e empresarial, alerta que o maior erro é atrasar o envio por falta de organização.

Se o contribuinte ainda não reuniu todos os documentos, o ideal é enviar dentro do prazo para evitar multa por atraso.

Depois é possível fazer uma declaração retificadora e incluir as informações que faltaram, orienta.

Despesas médicas lideram errosEntre os principais equívocos estão a declaração indevida de medicamentos comprados em farmácias — que não são dedutíveis, salvo quando incluídos em contas hospitalares — e a divergência entre valores informados pelo contribuinte e os recibos emitidos por profissionais da saúde.

Segundo o especialista, o risco é elevado porque médicos, dentistas e demais profissionais também informam à Receita Federal os valores recebidos ao longo do ano.

Existe um cruzamento automático de dados. Se houver diferença entre o que foi declarado pelo profissional e o que consta na declaração do contribuinte, a inconsistência aparece rapidamente.

Omissão de renda também pesaOutro motivo frequente de retenção é a omissão de rendimentos.

Quem recebeu salário de mais de uma empresa, aposentadoria, pensão, aluguel ou qualquer outra fonte de renda em 2025 deve declarar todos os valores, mesmo que atualmente não mantenha vínculo com a fonte pagadora.

A declaração é referente ao ano-base 2025. Mesmo que o contribuinte não esteja mais naquele emprego ou atividade, o rendimento recebido naquele período precisa constar.

A regra também vale para dependentes, incluindo aposentados e pensionistas.

Escolha do modelo de tributação exige atençãoNa pressa da reta final, muitos contribuintes não avaliam corretamente o modelo de tributação escolhido — entre deduções legais e desconto simplificado.

Após o encerramento do prazo, essa opção não poderá ser alterada.“Essa decisão precisa ser feita com cuidado antes do envio final.

Depois do dia 29, não há possibilidade de mudança”, reforça Carlos Ferreira.Confusão com nova faixa de isenção.

O novo limite de isenção para rendimentos mensais de até R$ 5 mil tem gerado dúvidas, mas a regra não se aplica à declaração atual.“Estamos declarando os rendimentos de 2025.

O novo limite vale apenas para valores recebidos em 2026 e será informado no próximo ano.”Deduções que fazem diferença.

Despesas médicas não possuem limite de dedução, desde que comprovadas;Educação possui teto anual definido pela Receita;Pensão alimentícia é dedutível quando formalizada judicialmente ou registrada em cartório.

Revisão final evita dor de cabeçaCom o prazo se encerrando, a recomendação é revisar todas as informações antes do envio:

✔️ Conferir rendimentos próprios e de dependentes

✔️ Revisar recibos médicos

✔️ Checar informes bancários

✔️ Avaliar corretamente o modelo de tributação“Enviar dentro do prazo evita multa.

Revisar com atenção evita problemas futuros com a Receita Federal”, conclui o contador.

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No Velho Texas

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A empresária Gilce Reis, destaque nos segmentos de viagens, eventos e shows, celebrou mais um ano de vida em grande estilo no último dia 3 de setembro, no Velho Texas.

A comemoração reuniu pessoas queridas, entre elas Lucas Mavi, Bruna Helena Reis e Rafael Magela Reis, em uma noite marcada pela alegria, carinho e boas celebrações.

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Achando a chinela deixada no chão

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JB Alencastro exclusivo para o D9 Notícias.

Se você caminhar pelas ruas de Ubud, em Bali, encontrará um estranho elemento no asfalto, nas esquinas. São chinelas. Centenas. De todos formatos, tamanhos, cores e estados de conservação.

Raramente aos pares. Um mistério rapidamente solucionado.Como as vias são estreitas, as “scooters” vão trafegando rente ao passeio. Bem pertinho mesmo. E toda hora o condutor tem que parar e colocar os pés no chão. Pois o trânsito tem um volume absurdo em determinadas horas do dia.

Ninguém xinga. Ninguém grita. Ninguém fecha o motoqueiro da frente. E o mais surpreendente, os carros respeitam as motoquinhas!Porém, o fluxo não para.

Aí então se a chinela fica presa, passa por uma pedra maior, ou metade de uma calçada, ela incrivelmente por lá fica. Pois escapa com uma facilidade surpreendente. Igual palavras ao vento, grosserias injustificadas, alfinetadas desnecessárias.

Ou pura e simples fofoca. Sim, meu querido leitor. Se não nos vigiarmos, ferimos as pessoas sem nem mesmo perceber. Em tempos rápidos, em que muitos não conseguem parar para conversar, dialogar, ou então ler um texto de mais de uma página, porque é considerado “longo”, a crueza de gestos e declarações tornou-se uma constante.

Não se medem as declarações e nem mesmo o tom de voz. Andar de moto de chinela é um risco. Assim como falar sem pensar. O fluxo das conversas tomou um rumo perigoso. Falamos de nós mesmos, ou se fala dos outros.

Mas nada dizemos. Nenhuma ideia, raciocínio, conhecimento. Um vazio igual a um bueiro do final de uma ladeira, onde a enxurrada de bobagens, escorre. Soluções? Talvez um pouco mais de silêncio. De aprender a escutar, já que os ouvidos são órgão par e estão sempre abertos e a boca órgão ímpar e que pode ser fechado.

Outra medida é prestar muita atenção a quem nos dirige a palavra e vice-e-versa. O interesse real. A famosa interlocução. Olhar nos olhos e jamais interromper o momento checando um celular ou cortando a conversa.

Gente, é tão lindo aprender. Ouvir coisas novas de alguém. Voltar atrás numa opinião. Debater com justificativas. Perguntar. Pois desde quando você tem sempre as respostas prontas? E o mais importante: pedir desculpas. Reconhecer o erro e o mal ali causado intempestivamente e consertar de imediato.

Eu sei que todos nós ainda vamos achar um montão de chinelas pelos nossos caminhos. Afinal somos humanos e erramos demasiadamente. Entretanto é possível conduzir nossas relações mais devagar e sem pressa e também usar as botas da humildade com as meias da sensatez. Bom passeio pela vida, seja de chinela, de bota, na chuva ou no sol.

Mas com cuidado e carinho com o seu carona.

JB Alencastro é médico e escritor.

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Isabella Daneluz amplia carreira e vai dos palcos às telas do cinema.

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Em turnê com “Miraculous Ladybug:

O Show Musical”, atriz encara novo desafio no audiovisual e integra produção sobre a trajetória de Lélia Gonzalez.

A atriz Isabella Daneluz, que vem construindo sua trajetória especialmente nos palcos e no teatro musical, prepara-se para um novo momento na carreira.

A artista amplia sua atuação no audiovisual ao interpretar Ana Felippe em uma produção dedicada à trajetória de Lélia Gonzalez, uma das mais importantes intelectuais, escritoras e ativistas brasileiras.

A obra resgata a história e o legado de Lélia Gonzalez, referência fundamental do pensamento social brasileiro e dos debates sobre racismo, sexismo, identidade, cultura e a realidade das mulheres negras no país.

Na produção, Isabella interpreta Ana Felippe, personagem ligada à trajetória de Lélia e apresentada na narrativa como uma de suas amigas e escritoras próximas, contribuindo para revelar também as relações pessoais, afetivas e intelectuais que fizeram parte dessa história.

Atualmente em turnê com “Miraculous Ladybug:

O Show Musical”, que chega a São Paulo em outubro, Isabella vive a experiência de transitar entre duas linguagens distintas.

Acostumada à intensidade, à projeção e à presença exigidas pelo teatro, a atriz encontra diante das câmeras um trabalho marcado pelas sutilezas da interpretação, pelos detalhes e pela construção de emoções em uma escala diferente.

A nova experiência representa também uma oportunidade de ampliar seu repertório artístico.

A passagem dos palcos para o audiovisual exige adaptações na forma de interpretar e permite que Isabella explore novas possibilidades profissionais, conciliando a experiência adquirida no teatro musical com os desafios de uma produção cinematográfica.

As gravações acontecem em São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro, cidades que integram a construção da narrativa e ajudam a dimensionar a trajetória retratada.

Ao reunir história, memória, cultura e representatividade, o projeto busca aproximar o público, inclusive as novas gerações, do pensamento e do legado deixado por Lélia Gonzalez.

Entre os palcos e as telas, Isabella Daneluz segue ampliando os caminhos de sua carreira.

Depois de conquistar espaço no teatro musical, a atriz passa a explorar com maior intensidade o audiovisual, levando sua experiência e sensibilidade artística para uma produção que recupera uma personagem fundamental da história brasileira e as pessoas que fizeram parte de sua trajetória.

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