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Diretor-presidente do Sicoob UniCentro Br, Diogo Mafia, recebe medalha comemorativa em lançamento do 16º Concred

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Considerado o maior congresso de cooperativismo financeiro do mundo, evento é realizado a cada dois anos e acontece pela primeira vez na capital goiana, entre os dias 26 e 28 de agosto. Durante cerimônia, Diogo Mafia representou todas as cooperativas de crédito goianas e foi homenageado com medalha comemorativa.

Apresentação foi realizada no edifício Goiás Cooperativo, e contou com a presença do diretor-presidente do Sicoob UniCentro Br, Diogo Mafia; do presidente da OCB-GO, Luís Alberto Pereira; do presidente da Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras), Luiz Lesse de Moura; do prefeito de Goiânia, Sandro Mabel; e do secretário de Estado da Retomada, César Moura. Crédito: Sílvio Simões

O 16º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred), que será realizado em Goiânia, nos dias 26, 27 e 28 de agosto de 2026, foi lançado oficialmente nesta quinta-feira, 26, no edifício Goiás Cooperativo. É a primeira vez que o evento, realizado a cada dois anos, terá como sede a capital goiana. O Concred é organizado em conjunto com a Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras) e o tema escolhido para esta edição é “Cooperativismo Financeiro: no campo e na cidade, juntos na construção de um futuro sustentável”. A agenda inclui painéis e debates dedicados a temas contemporâneos, como inteligência artificial, agronegócio, riscos climáticos, justiça social, governança e saúde mental. Também estão previstas discussões voltadas à agregação de valor e às estratégias de geração de renda no setor.

Representando todas as cooperativas de crédito goianas na ocasião, o diretor-presidente do Sicoob UniCentro Br, Diogo Mafia, foi homenageado com a medalha comemorativa do evento. Em discurso, ele ressaltou a importância de colocar o Estado de Goiás em foco, neste que é considerado o maior congresso de cooperativismo financeiro do mundo. “Tenho certeza de que esse Concred será o mais expressivo de todos pelo empenho que nós temos aqui. Nossa cooperativa tem sede em Goiânia, mas também está em outros estados, como São Paulo, Minas Gerais e Tocantins, e em todos esses locais, vemos que as pessoas estão interessadas em nosso estado, que está em evidência positiva, nos noticiários econômicos e índices de segurança pública. Então, nós realmente temos que mostrar e exportar, para que outros líderes se inspirem no que realizamos aqui”, destacou.

O Concred é estruturado em torno de cinco grandes eixos temáticos: Da Raiz à Rede, voltado para o agro e a sustentabilidade; Tecnologia a Serviço do Humano e da Sustentabilidade, envolvendo ética, dados, IA e inovação responsável; Liderança e Governança para a Prosperidade Compartilhada, com foco em gestão e no organizacional; Da Cooperação à Escala: Fortalecendo o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), sobre estratégia e intercooperação; e, por último, Cenário, Estratégia e Sustentabilidade do SNCC, sobre macroeconomia e mercado financeiro. Nesta edição, o Centro de Convenções da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) sediará os colóquios, com foco em governança, sustentabilidade, inovações e no futuro do setor cooperativista.

Sobre o Sicoob UniCentro Br       

     

É uma cooperativa financeira de livre admissão que tem como objetivo administrar os recursos financeiros dos cooperados, proporcionando maior rentabilidade e justiça financeira a todos. Fundada há 33 anos, em Goiânia, a instituição administra R$ 9,8 bilhões em ativos e conta com mais de 117 mil cooperados no Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. Em 2025, conquistou pelo quarto ano consecutivo o selo “Lugares Incríveis para Trabalhar”, pelo quinto ano consecutivo a certificação GPTW (Great Place to Work) e, pelo segundo ano consecutivo, integrou o ranking das 150 empresas “Lugares Mais Incríveis para Trabalhar”, reconhecimentos que destacam organizações com excelência na gestão do clima organizacional e na experiência dos colaboradores.   

Geovana Nascimento – Kasane

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Congresso

Projeto em discussão no Congresso busca regulamentar uso da IA e pode trazer novas regras para o mercado criativo e publicitário

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Advogada explica que conteúdos gerados de forma totalmente automatizada ainda enfrentam insegurança jurídica no Brasil, porque a legislação exige autoria humana

O avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa tem transformado a forma como textos, imagens, vídeos, músicas e peças de design são produzidos. Ao mesmo tempo em que ampliam possibilidades criativas e agilizam processos, essas tecnologias também levantam dúvidas sobre autoria, direitos autorais e os limites legais do uso de conteúdos produzidos por terceiros para treinar sistemas de IA.

O debate ganhou força no Brasil com a tramitação do projeto de lei 2338/23, que busca regulamentar o uso da inteligência artificial no país. A proposta prevê regras de transparência, responsabilização e segurança para o desenvolvimento e utilização dessas ferramentas, especialmente em áreas ligadas à produção intelectual e ao mercado criativo.

Segundo a advogada Ana Paula Duarte Avena de Castro, mestre em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para Inovação e assessora jurídica do escritório Celso Cândido de Souza Advogados, a legislação brasileira já oferece proteção para obras intelectuais produzidas pela capacidade humana. “A Lei de Direitos Autorais protege textos, músicas, fotografias, ilustrações, vídeos, peças publicitárias e projetos de design. Essa proteção garante tanto os direitos econômicos quanto os direitos morais do autor, como o reconhecimento da autoria e a preservação da integridade da obra”, explica.

Apesar disso, ela ressalta que ainda não existem regras específicas voltadas à inteligência artificial generativa. “Hoje, os princípios tradicionais do direito autoral acabam sendo aplicados às novas tecnologias. A legislação protege obras concretas, mas não estilos artísticos ou técnicas isoladas”, afirma.

Uma das principais discussões envolve justamente a definição de autoria quando há participação da inteligência artificial no processo criativo. De acordo com Ana Paula, a tendência jurídica atual é reconhecer a autoria quando existe contribuição humana relevante na criação. “O usuário que fornece comandos, seleciona resultados, faz ajustes e define o resultado final pode ser considerado autor ou coautor da obra. Já conteúdos gerados de forma totalmente automatizada ainda enfrentam insegurança jurídica no Brasil, porque a legislação exige intervenção humana”, pontua.

Outro ponto que gera controvérsia é o treinamento das plataformas de IA a partir de conteúdos disponíveis na internet. Muitas empresas utilizam grandes volumes de textos, imagens e obras protegidas para alimentar seus sistemas, frequentemente sem autorização expressa dos autores. Para a especialista, isso pode configurar violação de direitos autorais. “A legislação brasileira não possui regra específica sobre treinamento de IA, mas prevê que o uso e a reprodução de obras protegidas dependem, em regra, de autorização do titular. Esse tema ainda não possui entendimento consolidado nos tribunais brasileiros, mas tende a ganhar cada vez mais relevância”, diz.

No mercado criativo e publicitário, a expectativa é de que a regulamentação aumente a necessidade de cuidados jurídicos e transparência no uso dessas ferramentas. O projeto em discussão no Congresso prevê, por exemplo, identificação de conteúdos produzidos por IA e definição de responsabilidades em casos de danos ou uso indevido de dados e obras protegidas.

Para Ana Paula, a regulamentação pode trazer impactos importantes para empresas, agências e criadores de conteúdo. “Deve haver uma ampliação das práticas de compliance digital, revisão contratual e maior atenção ao uso comercial de conteúdos produzidos por inteligência artificial. Ao mesmo tempo, a regulamentação também pode trazer mais segurança jurídica para o setor”, avalia.

A reprodução de estilos artísticos semelhantes aos de criadores reais também já começa a gerar debates judiciais no Brasil e no exterior. Embora estilos isolados nem sempre sejam protegidos pela legislação, a advogada alerta que existem situações em que pode haver responsabilização. “Quando ocorre reprodução muito próxima de elementos identificáveis de obras reais ou aproveitamento indevido da identidade artística de determinado criador, podem surgir discussões envolvendo concorrência desleal, confusão ao público e exploração comercial indevida”, explica.

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Congresso B.E.S.T 2026

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O renomado cirurgião Bariátrico Dr. Rennel de Paiva, marcou presença na última semana no Congresso B.E.S.T 2026 (Bariatric & Endoscopic Surgery Trends) que ocorreu nos dias 19 e 20 de junho de, no Hotel Majestic, em Florianópolis (SC). Dr. Rennel, sempre se dedicando em buscar as melhores oportunidades para tratar e cuidar dos seus pacientes

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