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Negocios

Com faturamento recorde, shoppings mostram a força do varejo físico no Brasil

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Agni Aguiar e William Martins, sócios-empreendedores do ASA Open Mall

Setor superou R$ 200 bilhões em vendas em 2025, segundo a Abrasce. Em Goiânia, o ASA Open Mall aposta no modelo strip mall, com espaço aberto, integração ao entorno e foco em serviços

Mesmo diante do avanço do comércio eletrônico, os shopping centers seguem demonstrando relevância no varejo brasileiro. De acordo com o Censo Brasileiro de Shopping Centers 2025–2026, da Abrasce, o setor alcançou R$ 201 bilhões em faturamento em 2025, alta de 1,2% em relação ao ano anterior — o maior resultado da história. O tempo médio de permanência também atingiu recorde, chegando a 80 minutos por visita, reforçando o papel desses espaços como polos de convivência, lazer e serviços, mesmo em um cenário de crescimento das compras online.

Nesse contexto, integrar um negócio a um mall tem se tornado uma estratégia para ampliar visibilidade e potencializar resultados. Para William Martins, sócio do ASA Open Mall, em fase final de implantação no Parque Oeste Industrial, em Goiânia, o modelo favorece o fluxo compartilhado de clientes.

“Fazendo parte de um mall, o lojista se beneficia do cliente passante, que muitas vezes está consumindo outro serviço e acaba aproveitando para consumir também. Estar junto de outras marcas amplia a visibilidade e fortalece a conveniência para o consumidor resolver tudo em um só lugar”, explica.

Outro diferencial do empreendimento está no modelo de salas modulares. Segundo William, essa flexibilidade permite que o empreendedor adeque o espaço de acordo com a necessidade do negócio, inclusive integrando duas ou mais salas para ampliar a área. “Dentro de um mall, cada metro quadrado precisa ser bem aproveitado. A possibilidade de integração facilita a instalação de diferentes tipos de operação e acompanha o crescimento da empresa”, destaca.

Além da localização, o ambiente onde o negócio está inserido é decisivo para o desempenho comercial. Para o executivo, a atração do cliente e a percepção de valor do produto ou serviço estão diretamente ligadas ao padrão do espaço. “O ASA Open Mall chega para elevar o padrão de consumo da região. Os moradores já anseiam por um ambiente mais qualificado, acolhedor e seguro perto de casa, o que contribui diretamente para uma maior conversão de vendas”, afirma. 

O planejamento do empreendimento também considera o tipo de operação e sua melhor posição dentro do mall. Por lá, há salas voltadas para o pátio interno, caracterizado como uma praça de alimentação a céu aberto, ideal para restaurantes e operações gastronômicas. Já as salas voltadas para as vias públicas são indicadas para comércios que dependem do fluxo direto da rua, como drogarias e empórios. Há ainda espaços com metragens maiores, pensados para clínicas, consultórios e escritórios. “A localização correta de cada operação faz toda a diferença no resultado”, ressalta. 

Além disso, o planejamento considera o perfil de cada operação, com espaços voltados para praça de alimentação a céu aberto, lojas com frente para a rua e unidades maiores destinadas a clínicas e escritórios. “A localização correta de cada operação faz toda a diferença no resultado”, ressalta. 

O empreendimento segue o conceito de strip mall, caracterizado por ambientes abertos, integração com o meio urbano e circulação fluida entre lojas e serviços. O projeto conta com salas modulares, que permitem adequação e expansão conforme a necessidade do negócio.

“O ASA Open Mall foi pensado para oferecer experiência, conveniência e um novo padrão de consumo para a região”, conclui William.

Sobre o ASA Open Mall

Com conceito arquitetônico contemporâneo, o ASA Open Mall aposta em uma estrutura open air, com lojas em ambientes abertos, fachada ativa e maior integração com a paisagem urbana. Sob gestão profissional, o empreendimento contará com um mix diversificado de serviços e comércio, incluindo lanchonete, clínica, drogaria, além de franquias dos segmentos de beleza e alimentação. O mall está estrategicamente localizado próximo aos bairros Goiá, Eldorado e Eldorado Park.

O projeto é desenvolvido por Agni Aguiar, CEO da ASA Imobiliária e sócia do ASA Open Mall, e William Martins, diretor de Engenharia do ASA Open Mall e CEO da Íntegra Engenharia.

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Negocios

Setor Automotivo.

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Ganha destaque na Expo Sudeste 2026, em Catalão

A Expo Sudeste 2026 reúne, em Catalão, empresas de diferentes segmentos em quatro dias dedicados à geração de negócios, conexões e oportunidades. Em sua 11ª edição, o evento conta com a participação da Umuarama Concessionárias, que representa as marcas Volkswagen e Toyota. Realizada até dia 12 de setembro, no Parque de Exposições de Catalão, a feira se consolida como um importante espaço para empresas apresentarem seus produtos, ampliarem sua visibilidade e estreitarem o relacionamento com o público. Durante os quatro dias de evento, o grupo apresenta ao público os principais lançamentos das marcas, entre eles o Volkswagen Tera e o Toyota Yaris Cross, além de novidades previstas para os próximos meses no setor. 

Sobre o Grupo Umuarama

Mostrando seu protagonismo nos segmentos agropecuário, de concessionárias automotivas e imobiliário, o Grupo Umuarama, fundado na década de 1970 pelo empresário Luiz Pires, é hoje uma marca consolidada na região Centro-Norte do País. Somente no setor automotivo, atua com unidades de negócios nos estados de Goiás, Maranhão, Pará e Tocantins, representando montadoras como Toyota, Fiat, Volkswagen e Kia. 

Além de oferecer uma variedade para quem busca um veículo zero quilômetro e as últimas tendências do setor, as soluções para os clientes ainda incluem compra e venda de seminovos, consórcios, assinatura de veículos e seguros. Expressando brasilidade em sua essência, a começar pelo significado do nome em tupi-guarani, o Grupo Umuarama tem o atendimento de excelência na linha de frente e o compromisso de ser ‘um lugar onde os amigos se encontram’. O intuito é entregar a melhor experiência, conquistando clientes para toda a vida.

FatoMais Comunicação

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Eventos

Turistrends reúne lideranças do turismo para debater os novos caminhos do setor no Brasil

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O Turistrends é uma evolução do Multipropriedade Summit. O evento ampliou sua abordagem para discutir os diferentes aspectos da hotelaria e turismo. Foto: Divulgação/Turistrends

1ª edição será em 25 de agosto, em Goiânia, com debates sobre promoção internacional, experiência do viajante, hospitalidade, turismo compartilhado, desenvolvimento de destinos, entretenimento

O futuro da promoção turística brasileira, os novos modelos de hospitalidade, a evolução da propriedade compartilhada e o papel do turismo no desenvolvimento econômico dos destinos estarão no centro da primeira edição do Turistrends, que acontece em 25 de agosto, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia (GO). O encontro espera reunir cerca de 250 empresários, executivos, gestores públicos e especialistas de diferentes segmentos da cadeia turística.

A programação terá nomes como Bruno Reis, presidente da Embratur; Luciana Kuzuhara, gerente Sênior de Novos Negócios para o Brasil da Wyndham Hotels & Resorts; Alessandro Cunha, CEO da Aviva; Lizete Ribeiro, CEO do Grupo Tauá; Fabiana Leite, diretora da RCI América do Sul; Átila Gratão, vice-presidente da GAV Hotéis & Resorts; Ricardo Bezerra, gerente Comercial da Azul Linhas Aéreas; e Rosa Helena Volk, presidente da Gramadotur.

Logo na abertura dos conteúdos, Bruno Reis apresenta “Cenário do Brasil na Promoção Turística Internacional”, levando ao evento a discussão sobre o posicionamento do país no exterior e os desafios para ampliar sua competitividade na atração de visitantes. Na sequência, Ricardo Bezerra aborda “A Experiência do Viajante”, trazendo para o debate as mudanças de comportamento e as novas expectativas do consumidor.

“A programação foi construída para olhar o turismo de diferentes perspectivas. Queremos discutir promoção, experiência, hospitalidade, investimento, desenvolvimento de destinos e novos modelos de negócio, mas principalmente aproximar essas agendas. O turismo é um grande ecossistema e entender como esses movimentos se conectam tornou-se fundamental para quem toma decisões no setor”, afirma Flávia Correia, diretora de Marketing e Relacionamento da Turismo Compartilhado | Eventos de Impacto e coprodutora do Turistrends.

 

Entre os destaques está o painel “Hospitalidade como Estratégia de Valor”, que reunirá Luciana Kuzuhara e Alessandro Cunha, com mediação de Mariana Conz, founder da UWECO. A proposta é discutir como a hospitalidade vem se transformando em um ativo estratégico para gerar valor para consumidores, empreendimentos, investidores e destinos. O crescimento do turismo compartilhado também terá espaço. Vinícius Oliveira, diretor Comercial da BNP Capital, apresentará soluções financeiras voltadas à rentabilidade do segmento, enquanto Fabiana Leite e Átila Gratão participam do painel “Desmistificando a Propriedade Compartilhada”, sobre a evolução, profissionalização e os desafios desse mercado no Brasil.

Desenvolvimento de destinos, entretenimento e construção de marcas completam os principais eixos do encontro. A agenda inclui discussões sobre como grandes destinos são planejados e desenvolvidos, o potencial econômico do entretenimento, tendências para marcas de hotelaria e turismo e cases de novos modelos de hospitalidade e desenvolvimento imobiliário. Participam dessas conversas executivos e especialistas da Associação Polo Cabo Branco, DSBRAVE, O Cérebro, Livá Hotéis e Grupo Tauá.

“O turismo tornou-se uma atividade cada vez mais transversal. O desenvolvimento de um destino movimenta hotelaria, infraestrutura, gastronomia, entretenimento, mercado imobiliário, investimentos e empregos. O Turistrends quer reunir essas diferentes visões para discutir como transformar o crescimento da atividade em desenvolvimento econômico consistente para os destinos e para o país”, destaca Rosangela Marçal, turismóloga, empresária e coprodutora do Turistrends.

O encerramento contará ainda com conteúdos do Sebrae Turismo, com Priscila Vilarinho, e da Gramadotur, com sua presidente Rosa Helena Volk, trazendo experiências relacionadas ao desenvolvimento e fortalecimento de destinos turísticos. No dia 26 de agosto, a programação continua com visitas técnicas ao Tauá Resort Alexânia e ao Pyrenéus Residence by GAV Resorts, permitindo aos participantes conhecer de perto diferentes modelos de desenvolvimento turístico e hospitalidade.

O posicionamento estratégico do Turistrends também se reflete no apoio recebido de importantes empresas e instituições que atuam no desenvolvimento do turismo brasileiro. Compõem a lista de patrocinadores: Wyndham Hotels & Resorts – RCI, Livá Hotéis & Resorts, BNP Capital, Aviva e GAV Resorts (ouro); Viver Caldas Hotels & Resorts, Your Vacation, Dsbrave, eSolution, UWECO Consulting, Interval e Tauá Resorts (prata); além de Sebrae, ABIH Nacional, ABIH Goiás eSindepat (apoio institucional).

Turistrends 2026
Data: 25 de agosto
Local: Centro Cultural Oscar Niemeyer – Goiânia (GO)
Visitas técnicas: 26 de agosto

Mais informações e Inscrições

www.turistrends.com.br

(64) 99206-0604 | (11) 99629-0768

Contato coma Imprensa | Turistrends

Wagner Lima | PR

Seu Gestor de Marketing e Vendas

+55 11 94170-8181

wagner@seugestordemarketing.com.br

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Negocios

Casa ou apartamento, qual a melhor escolha?

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Ricardo Augusto, diretor da imobiliária My Broker

Estilo de vida, custo do imóvel e objetivos dos futuros moradores, são critérios que pesam na hora da decisão. Especialista enumera vantagens de cada tipo de imóvel

Quase 50% dos brasileiros desejam comprar um imóvel nos próximos anos, segundo  a pesquisa de Intenção de Compra de imóveis realizada pela Brain Inteligência Estratégica, referente ao primeiro trimestre de 2026. O levantamento registrou 49% de intenção de compra, com alta de 5 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2025 (44%). A necessidade de sair do aluguel e o sonho de ter seu cantinho para morar lidera a lista dos desejos dos brasileiros. 

Dentro do percentual de pessoas que estão em busca de imóveis, 83% desejam residencial para moradia e entre os imóveis residenciais, o tipo mais desejado é casa em rua (47%), seguido por apartamento (35%) e casa em condomínio fechado (14%). 

Porém, nem sempre o imóvel mais desejado é o mais adquirido. O que se observa ao longo do tempo é que a população tem maior desejo de compra por casa, mas acaba adquirindo o apartamento. De acordo com a pesquisa da Brain, no final das contas, 43% das pessoas compra imóvel em prédios e somente 26% compra casa de rua.

Apartamento residencial Biografia Parque Cascavel

Vantagens e desvantagens pesam na hora da decisão, bem como valor, disponibilidade de imóveis na região em que a família tem preferência e outros fatores. Quem explica é o especialista imobiliário Ricardo Augusto, diretor da imobiliária My Broker. Segundo ele, a realidade apontada pela pesquisa nacional é bem comum em Goiânia também. “Esse comportamento é muito influenciado pelo orçamento familiar, disponibilidade de crédito e, principalmente, a localização”, ressalta. 

O diretor explica que os apartamentos contam com tíquete médio de entrada muitas vezes menor e localização estratégica e oferecem muitos benefícios como ampla área de lazer, conveniência, rooftop, o que acaba atraindo o comprador para a escolha do apartamento. “Na prática, vejo que o consumidor busca equilibrar a qualidade de vida com a capacidade financeira e o momento de vida. Assim, ele opta por comprar aquele imóvel que entrega a melhor combinação entre necessidade e viabilidade”, enfatiza Ricardo.

Para tomar uma boa decisão, a orientação do especialista é começar pela análise do estilo de vida e dos objetivos dos futuros moradores, além de avaliar detalhadamente os custos tanto os imediatos quanto os que virão a longo prazo. “Entre os critérios para uma decisão estão a localização, o potencial de valorização, a qualidade construtiva, a reputação da construtora, a infraestrutura da região, o valor do condomínio e a liquidez deste imóvel”, afirma. Ele também orienta que o comprador não deve avaliar só o custo imediato da aquisição, mas também as despesas futuras com manutenção, tributos e custos recorrentes. 

Ricardo Augusto destaca que conhecer bem as vantagens de cada tipo de imóvel pode ajudar na hora da decisão. Veja dicas do especialista:

Vantagens da casa de rua

  • Liberdade:

Ventilação, claridade, pé direito alto, um quintal… A casa proporciona muito mais espaço interno e externo, privacidade e uma experiência de moradia mais personalizável. 

  • Perfil de público: 

A casa de rua costuma atender com mais facilidade famílias com filhos pequenos, com animais de estimação, profissionais que trabalham corriqueiramente em home office e consumidores que valorizam as áreas privativas para lazer e convivência. 

Para quem prioriza espaço, conforto, praticidade e o ambiente mais familiar a casa costuma ser a escolha mais adequada

  • Alternativa:

Nos condomínios fechados essa experiência se torna ainda mais completa, pois ela reúne os benefícios da casa com segurança, organização urbana e as áreas comuns oferecidas pelo condomínio. Na grande Goiânia observa-se um crescimento consistente da procura por este perfil de imóvel, impulsionado pela busca pela qualidade de vida e segurança. 


Vantagens de morar em apartamento:

  • Praticidade: 

Geralmente o apartamento se destaca pela praticidade. Ele está localizado em regiões mais centralizadas, mais próximas aos principais polos comerciais  e de serviços, facilitando a rotina dos moradores. 

  • Segurança e comodidade:

Estes são outros pontos fortes dos condomínios residenciais verticais. Muitos empreendimentos oferecem portarias, controle de acesso, área de lazer, academia, coworking, delivery e mercadinho, reduzindo preocupações com manutenção e gestão dos imóveis. 

  • Público prioritário: 

Atende muito bem investidores, casais sem filhos, pessoas que viajam com frequência e famílias que valorizam a mobilidade urbana

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