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Arte

Um modernismo no Oeste: com 80 obras de 25 artistas, exposição revisita evolução da arte moderna em Goiás

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Octo Marques, Casamento na roça, 1953, Óleo Sobre tela, 16 x 22 cm
Crédito: Coleção Luana Otto Marques

Pinturas, esculturas, fotografias e desenhos produzidos entre 1940 e 1979 marcam a nova mostra da Cerrado Galeria, que estreia em 12 de março com curadoria de Divino Sobral. Programação tem entrada gratuita, classificação livre e inclui ainda seminário com quatro palestras e exibição de filme

A trajetória da arte moderna em Goiás será revisitada e celebrada na exposição “Um modernismo no Oeste”, que abre ao público no dia 12 de março, às 17h, na Cerrado Galeria. A mostra conta com a curadoria de Divino Sobral, crítico de arte e curador cuja pesquisa teórica é comprometida com a arte brasileira, com ênfase na produção moderna e contemporânea da região Centro-Oeste. Sob seu olhar, a exposição apresenta uma visão rica, variada e singular da produção goiana durante parte do século XX, convidando o visitante a explorar núcleos temáticos que conectam os primeiros anos de Goiânia à primeira década posterior à inauguração de Brasília.

A exposição reúne aproximadamente 80 obras, produzidas entre 1940 e 1979, que abrangem técnicas como pintura, escultura, gravura, fotografia e desenho. A seleção destaca a produção de 25 artistas da primeira e da segunda geração do modernismo regional, incluindo nomes de Goiânia, Anápolis e da cidade de Goiás. A curadoria pautou-se nos vínculos institucionais e no desempenho de papéis formadores, tanto de novos artistas quanto dos imaginários artísticos locais.

Desta forma, compõem a mostra: Amaury Menezes, Ana Maria Pacheco, Antônio Poteiro, Caetano Somma, Cleber Gouvêa, D.J. Oliveira, Heleno Godoy, Goiandira do Couto, Gustav Ritter, Iza Costa, Juca de Lima, Luiz Curado, Maria Guilhermina, Miriam Inez da Silva, Nazareno Confaloni, Neusa Moraes, Octo Marques, Oswaldo Verano, Péclat de Chavannes, Reinaldo Barbalho, Roos, Sáida Cunha, Siron Franco, Vanda Pinheiro e Zofia Stamirowska.

Conforme destaca Divino Sobral, apesar de produzida a partir da segunda metade do século XX, a arte moderna goiana não deve ser considerada uma manifestação tardia ou fora do tempo, pois ela se fez em sincronia com o processo de construção da modernidade em Goiás, instaurado com maior força a partir da nova capital e acelerado pelos efeitos causados por Brasília sobre a região.

“São plurais os tempos da modernidade, assim como são plurais os Brasis. O que ocorreu aqui foi um modernismo afinado com os movimentos de modernização do interior do país e que respondia às realidades culturais, sociais, econômicas e políticas de Goiás – à época, um dos estados mais pobres. Trata-se de um modernismo sem ruptura, sem manifestos, sem confrontos com a tradição, e, em certo sentido, até caipira,” ressalta.

Com entrada gratuita e classificação livre, a visitação ocorre até 11 de abril, de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 13h. Grupos e escolas também podem agendar visitas guiadas por meio do telefone (62) 99306-9610. Para os interessados, haverá obras selecionadas à venda no local.

Além de firmar o compromisso da Cerrado Galeria com a valorização da história da arte produzida na região Centro-Oeste, mostrando seu pertencimento e empenho em preservar a memória coletiva, “Um modernismo no Oeste” marca a abertura do programa de exposições de 2026 do espaço. Intitulado Raízes Modernistas, o primeiro ciclo expositivo ocupa simultaneamente as sedes de Brasília e Goiânia.

A iniciativa apresenta duas mostras distintas que exploram a formação dos circuitos artísticos locais, estabelecidos, com suas respectivas particularidades, dentro dos programas estéticos do modernismo nacional. Na capital federal, o artista, curador e educador, Carlos Lin assina a mostra “Modernismos: uma e muitas Brasílias”, em cartaz até 18 de março, na Cerrado Cultural.

Seminário “Encontros modernistas”

Como parte da exposição “Um modernismo no Oeste”, a Cerrado Galeria – Goiânia também promove, de 19 de março a 2 de abril, o seminário “Encontros modernistas”. A programação reúne quatro palestras e a exibição de um filme, percorrendo temas como artes visuais, fotografia e cultura popular. O ciclo será conduzido pelo curador da mostra e por pesquisadores cujos trabalhos de doutoramento exploram os distintos aspectos do modernismo praticado em Goiás.

A abertura, no dia 19 de março, fica a cargo de Divino Sobral, que analisa o modernismo goiano como um fenômeno alinhado com os processos de modernização do estado e da região Centro-Oeste, e produzido pela fusão de conhecimentos europeus com saberes autóctones. Na sequência, no dia 21, Guilherme Talarico discorre sobre o método de trabalho que o fotógrafo alemão Alois Feichtenberger desenvolveu durante a construção de Goiânia para produzir imagens alegóricas da modernidade.

O cronograma segue na semana seguinte com outras duas abordagens. No dia 26 de março, a historiadora Jacqueline Siqueira Vigário aborda a produção do sentido modernista na obra do pintor Nazareno Confaloni, italiano radicado em Goiânia e responsável pela formação dos primeiros pintores da cidade. Já no dia 28, Givaldo Corcinio Júnior trata da formação dos ex-votos da igreja de Trindade, obras de artistas populares apreciadas pela Escola Goiana de Belas Artes.

O seminário encerra em 2 de abril com a exibição de Mudernage, filme da cineasta e pesquisadora Marcela Borela, que traz uma visão dos artistas contemporâneos sobre a produção modernista de Goiás. As atividades são gratuitas e abertas à comunidade. Para participar, basta preencher o formulário que será divulgado via link na bio da @cerrado.galeria.

Sobre o curador Divino Sobral

Divino Sobral vive e trabalha em Goiânia, cidade onde nasceu em 1966. Crítico de arte e curador, tem sua pesquisa teórica compromissada com a arte brasileira, especialmente com a produção moderna e contemporânea da região Centro-Oeste. Ao longo de sua trajetória recebeu importantes premiações nacionais referentes às suas atividades artísticas, críticas e curatoriais, como Prêmio Maria Eugênia Franco ABCA (2022), Prêmio Marcantonio Vilaça CNI SESI SENAI (2015), Situações Brasília Prêmio de Artes Visuais do DF (2014), entre outras. Foi diretor do Museu de Arte Contemporânea de Goiás entre 2011 e 2013. Participa regularmente de comissões de seleção de salões, premiações e editais como Centro Cultural São Paulo, Temporada de Projetos do Paço das Artes, Rumos Itaú Cultural, Residência Incluzartis, Delfina Foudation, Prêmio Marcantônio Vilaça CNI SESI SENAI, Red Bull Station, Transborda Brasília, Goyazes Festival de Fotografia de Goiânia. Desenvolveu a curadoria e o acompanhamento do programa Narrativas Visuais para o SESC Bahia, de 2021 a 2023. Participa de seminários e possui textos publicados em livros, catálogos, jornais e revistas acadêmicas. Atualmente é Diretor Artístico da Cerrado Galeria, em Goiânia, e da Cerrado Cultural, em Brasília, e curador do Programa de Residência Artística do NACO, Núcleo de Artes Visuais do Centro-Oeste, no distrito de Olhos D’Água, interior de Goiás.

Sobre a Cerrado Galeria

Com sedes em Brasília e Goiânia, a Cerrado Galeria consolidou-se como um dos principais espaços de difusão da arte contemporânea no Centro-Oeste. A galeria promove a circulação de artistas jovens e consagrados, investe na formação de público e fomenta novas coleções. Sua programação reúne exposições, debates e ações educativas.

SERVIÇO

Exposição “Um modernismo no Oeste” com curadoria de Divino Sobral

Data: 12 de março a 11 de abril de 2026

Local: Cerrado Galeria – Rua 84, nº 61, Setor Sul, Goiânia – GO

Horário da abertura: 17h às 21h

Visitação: segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados, das 10h às 13h

Mais informações: (62) 99306-9610 | instagram @cerrado.galeria | https://cerradogaleria.art/

Classificação: livre

Entrada gratuita

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Arte

Estêvão Parreiras apresenta exposição individual no Centro Cultural Octo Marques

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Intitulada “Cada desenho é um santuário”, mostra reúne obras do artista que articulam palavra, imagem, memória e religiosidade, sob curadoria de Bitu Cassundé; abertura acontece dia 15 de outubro, na Galeria Frei Confaloni

A Galeria Frei Confaloni, no Centro Cultural Octo Marques, recebe, a partir do dia 15 de outubro, a exposição “Cada desenho é um santuário”, exposição individual do artista Estêvão Parreiras. Com curadoria de Bitu Cassundé e em cartaz até 28 de novembro, a mostra reúne cerca de 100 desenhos construídos a partir de uma linguagem em que palavra e imagem se encontram para abordar memória, religiosidade, corpo, desejos e experiências que atravessam o artista. A abertura acontece às 19h, com entrada gratuita, e a programação conta com visita guiada pelo curador às 19h45. 

O projeto foi construído a partir de uma série de encontros e de uma imersão de Bitu Cassundé no ateliê de Estêvão, em Goiânia, onde o curador percorreu mapotecas, arquivos e cadernos do artista, revisitando diferentes eixos de sua produção, seus interesses e suas materialidades. Esse processo de escuta e diálogo entre artista e curador orientou a construção da exposição, que parte do desenho como elemento central da pesquisa de Estêvão e evidencia uma espécie de vocabulário visual que se repete e se transforma ao longo de sua produção.

“Nessas recorrências, há uma ritualística entre imagem e palavra que remete às experiências com o sagrado vividas desde a infância do artista. É desse universo conectado ao divino que surge um elemento importante e contextual: o ex-voto que, em sua missão de celebrar uma graça alcançada, ocupa em suas obras o lugar de encontro entre o que se deseja e o que se consegue alcançar”, observa Bitu.

Estêvão reitera que a palavra aparece em suas obras não necessariamente para explicar ou ilustrar as imagens, mas para criar novas possibilidades de leitura. “A palavra e a imagem existem, de certo modo, em uma relação harmoniosa, mas também dúbia, em que uma provoca a outra. Nenhuma das duas está ali para ilustrar a outra; elas existem para abrir novas questões dentro do desenho, dentro da obra”, afirma o artista.

Entre o sagrado e a memória

A religiosidade é outro eixo importante da exposição. Corações, anjos, estrelas, coroas de espinhos, chamas e ex-votos aparecem como elementos recorrentes, relacionados às experiências de Estêvão desde a infância, quando vivia em Pouso Alegre, em Minas Gerais, e participava de romarias com a família. Essa memória permanece em sua produção e se transforma em uma investigação sobre o sagrado, a oferta, o desejo e a própria experiência do fazer artístico.

“Hoje, deixo-me impregnar por isso. Tento, à minha maneira, transformar meu trabalho também em uma oferta ao divino”, afirma o artista. O ex-voto, em especial, ganha uma dimensão central nessa pesquisa por carregar a ideia de algo que é entregue ao sagrado e pode guardar consigo o corpo, a memória ou o desejo de alguém. Nos desenhos, essa referência é reinventada e se aproxima da própria noção de criação como uma forma de oferta.

Essa dimensão ritualística está diretamente relacionada ao título da exposição. No texto curatorial, Bitu Cassundé observa que o desenho de Estêvão estabelece uma espécie de circularidade entre traços, cores e palavras, aproximando-se de uma oração. O curador também destaca a presença do corpo, entre buscas, chagas e desejos, e a maneira como a ficção desestabiliza uma leitura puramente biográfica dos trabalhos.

Assimilar, transformar, devolver

Outro elemento recorrente na produção do artista é a boca, especialmente a ideia do “regurgitar”. Tudo aquilo que o atravessa — uma música, um livro, uma conversa, um filme, uma experiência religiosa ou uma situação cotidiana — pode ser assimilado e, posteriormente, transformado em desenho. “O movimento de receber, assimilar, transformar e devolver ao mundo aquilo que me atravessou é justamente uma das formas pelas quais compreendo meu processo artístico”, pontua Estêvão.

Também aparecem nos trabalhos personagens envolvidos em jornadas de solidão, encontro e transcendência. São figuras que podem assumir a forma de um ermitão ou de um peregrino, atravessando montanhas, rios e paisagens imaginárias. Para Estêvão, essa trajetória não acontece apenas no plano geográfico, mas também como uma travessia por questões existenciais, pelo inconsciente e pelo consciente, entre aquilo que existe dentro de cada um e aquilo que o mundo oferece.

O título “Cada desenho é um santuário” sintetiza essa perspectiva ao compreender o papel como um espaço de abrigo e permanência — um lugar onde pode permanecer aquilo que dói, aquilo que se deseja e aquilo que se reza. Como um ex-voto, cada desenho guarda simultaneamente uma súplica e um agradecimento, completando-se também no olhar de quem o encontra.

Serviço

Exposição “Cada desenho é um santuário” – Estêvão Parreiras
Curadoria: Bitu Cassundé
Abertura: 15 de outubro, às 19h; visita guiada com Bitu Cassundé às 19h45 (em cartaz até 28 de novembro)
Local: Galeria Frei Confaloni – Centro Cultural Octo Marques
Endereço: Rua 4, nº 515, Edifício Parthenon Center, Centro
Visitação gratuita

Mari Faria 

Assessora de Imprensa

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Gregório Duvivier apresenta em Goiânia a comédia premiada “O Céu da Língua” 

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Monólogo vencedor do Prêmio Bibi Ferreira chega ao Teatro Rio Vermelho nos dias 30 e 31 de agosto

Goiânia entra na rota da turnê nacional de O Céu da Língua, espetáculo solo estrelado pelo ator e escritor Gregorio Duvivier. Com mais de 300 mil espectadores desde a estreia, a montagem será apresentada no Teatro Rio Vermelho no domingo (30), às 17h e 20h, e na segunda-feira (31), às 19h e 21h30.

O espetáculo chega à capital após conquistar alguns dos principais reconhecimentos do teatro brasileiro. Em 2025, Duvivier recebeu o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator pelo trabalho. A montagem também foi premiada nas categorias Melhor Texto e Melhor Espetáculo no Prêmio do Humor RJ 2026, além de Melhor Dramaturgia no Prêmio APTR.

Escrita em parceria por Duvivier e pela atriz Luciana Paes, que também assina a direção, a peça explora a paixão do artista pela palavra e pelos caminhos da comunicação verbal. Longe de ser um recital formal de poesia, a montagem é definida pela diretora como um “stand-up comedy pegadinha”. Nele, Duvivier desconstrói os clichês de que a poesia é algo hermético ou inacessível, mostrando como figuras de linguagem e metáforas poéticas são usadas de forma involuntária no vocabulário popular do dia a dia. 

“Escrevi uma peça que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, para isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura. A língua é algo que nos une e nos move, mas raramente damos atenção a ela”, pontua Gregório Duvivier, que buscou referências em sua formação acadêmica em Letras na PUC-RJ e nos três livros de poesia já publicados por ele. 

Dinâmica de palco e diálogo linguístico

O espetáculo brinca com as transformações da língua portuguesa, as reformas ortográficas que alteram sentidos e a ressurreição de gírias que voltam ressignificadas pela juventude. A encenação aposta na oralidade e no carisma do ator, mas ganha estofo técnico com uma estrutura cênica minimalista desenhada por Dina Salem Levy. No palco, o instrumentista Pedro Aune constrói a ambientação sonora ao vivo com seu contrabaixo, enquanto a designer Theodora Duvivier manipula as projeções digitais que interagem com o fluxo de pensamento do protagonista. 

A gênese de O Céu da Língua também remonta ao intercâmbio cultural ibérico, inspirado no espetáculo improvisado Um Português e Um Brasileiro Entram no Bar, que Duvivier dividiu com o humorista lusitano Ricardo Araújo Pereira. A peça homenageia a flexibilidade do idioma e a capacidade de aproximação que a fala proporciona. “O Gregório simpático e engraçado” está no palco ao lado do Gregório intelectual. Ele, graças aos seus recursos de ator, pega o público distraído”, define a diretora Luciana Paes.

FICHA TÉCNICA

Interpretação: Gregorio Duvivier 

Direção: Luciana Paes

Texto: Gregório Duvivier e Luciana  Paes

Assistente de direção, criação visual e projeções: Theodora Duvivier

Direção musical e execução da trilha: Pedro Aune

Iluminação: Ana Luzia de Simoni

Técnico de Luz: Lelê Siqueira

Desenho de Som: Dugg Mont

Diretor de Palco: Reynaldo Thomaz

Figurino: Elisa Faulhaber e Brunella Provvidente

Cenografia: Dina Salem Levy

Assistente de cenografia: Alice Cruz

Comunicação: Lucas Sancho

Fotos: Joana Calejo Pires, Priscila Prade e Raquel Pelicano

Identidade visual divulgação: Laercio Lopo

Design gráfico publicação: Estúdio M-CAU – Maria Cau Levy e Ana David

Marketing digital: Renato Passos

Assistentes de Produção: João Byington de Faria e Rafaela Correia

Produção Executiva: Dani Mattos e Lucas Lentini

Gerente de Projetos: Andréia Porto

Direção de Produção: Clarissa Rockenbach e Fernando Padilha

Produção: Pad Rok

SERVIÇO: Espetáculo – O Céu da Língua

Datas: 30 de agosto (domingo) e 31 de agosto de 2026 (segunda-feira) 

Horários: Domingo, às 17h e 20h | Segunda-feira, às 19h e 21h30

Local: Teatro Rio Vermelho (Rua 4, Q. 74, nº 1335 – Setor Central, Goiânia – GO) 

Duração: 85 minutos 

Classificação indicativa: 12 anos 

Ingressos: Valores entre R$ 70 e R$ 180

Link de vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/122929

FatoMais Comunicação

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Arte

Evento: Vila Cultural do Preguinho

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Uma feirinha voltada para stands e produtos nerds e geek, anime, k-pop , terá a
presença de vários expositores com produtos como, chaveiros, HQs, figure actions,camisetas
de anime, pelúcias, cards de dorama e muito mais.
Quando: dia 09 de agosto de 2026
Horario: 09:00 as 17:00
Local : Estacionamento M/M , Rua 10 , numero 77, Setor Oeste
A Vila Cultural do Preguinho é um espaço para artistas mostrarem seu trabalho, quadrinistas
,artesãos. E um local de conveniência e socialização voltado para os amantes da cultura nerd.
Devido ao enorme sucesso da ultima edição, esse evento retorna buscando atrair um publico
de 1000 pessoas.

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