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Noite solidária

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A Creche Casa Verde realiza no dia 11 de março, às 19h30, o jantar beneficente “Pizza & Propósito”, na Pizzaria Incontro, no Setor Marista, em Goiânia. A iniciativa tem como objetivo arrecadar recursos e, principalmente, orientar a comunidade sobre a destinação do Imposto de Renda ao Fundo da Criança e do Adolescente de Aparecida de Goiânia. A chamada captação do IR permite que pessoas físicas que declaram no modelo completo direcionem até 3% do imposto devido para projetos sociais, sem custo adicional, já que o valor é abatido do total a pagar. A creche atende atualmente 90 crianças de 2 a 6 anos em período integral, de segunda a sexta-feira. Os ingressos custam R$ 100, com pizza e bebida inclusas, e podem ser adquiridos diretamente com a instituição até o dia 6 de março.
Johny Cândido

Assessor de imprensa – Jornalista 

Registro Profissional nº GO 02807

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Dia da Pizza

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Chef Cássia Resende destaca a tradição e a paixão por um dos pratos mais amados do mundo**Celebrado em 10 de julho, o Dia da Pizza homenageia uma das receitas mais populares e democráticas da gastronomia mundial.

Presente em encontros familiares, comemorações entre amigos e momentos especiais, a pizza conquistou o paladar dos brasileiros e se tornou parte da cultura gastronômica do país.

Para a chef Cássia Resende, a data é uma oportunidade para valorizar a história, a criatividade e o trabalho envolvido na preparação de uma boa pizza.

“A pizza vai muito além da massa e do recheio.

Ela representa compartilhamento, afeto e experiências que unem as pessoas em torno da mesa”, destaca.Segundo a chef, a evolução da gastronomia permitiu que o prato ganhasse versões cada vez mais sofisticadas, sem perder sua essência.

Ingredientes selecionados, massas de fermentação natural e combinações autorais têm ampliado as possibilidades para os apreciadores da iguaria.

Cássia Resende ressalta ainda que a pizza é um exemplo de como a culinária pode se reinventar constantemente. “É um prato que respeita tradições, mas também abre espaço para inovação, valorizando ingredientes regionais e novas técnicas gastronômicas”, afirma.

Neste Dia da Pizza, a celebração convida os amantes da boa mesa a apreciarem sabores que atravessam gerações e continuam conquistando novos admiradores ao redor do mundo.

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O colchão da nossa filha

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias

Pai, me ajuda a comprar um colchão?- Claro, filha. Deixa comigo. Lembrei-me quando ela e a mãe chegaram em casa. O bercinho que fora do irmão. Nenhum cabelo. Branca como neve, fazendo jus ao nome. Nessa primeira noite mamou bem e pude vê-la ressonando.

Era mágico demais ter-me tornado pai mais uma vez. Um casal. Meu sonho realizado. Mal dormi de tanta satisfação. – O tamanho é queen.- Entendi. Vou pesquisar. Procurei durante a infância manter os filhos no mesmo quarto. Dividindo brinquedos, janelas, armários e o sono.

No começo o rapaz reclamou dos choros noturnos. Houve ciúme natural da queda do seu reinado. Mas rapidamente tornaram-se muito próximos. Crescendo unidos. Tão diferentes e tão parecidos. Loira de cabelo de “molinha”, moreno do cabelo liso. Peso-pesado, leveza de bailarina.

Tranquilo e calmo, agitada e emotiva. – Quero saber a opinião da minha mãe.- Ela vai ajudar a escolher.Uma noite saí para fazer um parto. A mãe amamentava. Voltei e ela estava no mesmo lugar. Tinham se passado seis horas. Trocou, cochilou, chorou, amamentou. Não necessariamente nessa ordem.

Aí ela me perguntou: será que algum dia eu ainda irei dormir uma noite inteira? Respondi que sim, que isso duraria mais uns dois anos. Fui tomar café e lembrei-me que eu simplesmente não sabia dizer por quantos anos eu ainda despertaria no meio da madrugada. Deixando esposa e filhos para trazer gente nova ao mundo no meio do meu sono, recebendo os sonhos de muitos.

Eu adorava isso!- Tô em dúvida se é de mola ou de espuma.- Eu também. Vamos decidir juntos. Com o tempo ela se revelou uma dorminhoca campeã. Dorme muito, move-se sempre, gosta de carinho antes de pegar no sono.

Nas viagens que fizemos juntos, somente nós dois, geralmente para ilhas, vi que pegava no sono fácil e acordava lentamente, aos poucos. Nenhum ronco. As vezes falava.

Não sei se levantava no meio da noite, visto que eu só sabia dessas características porque dormia mais tarde do que ela e acordava mais cedo. Mas sempre os destinos e atividades eram amplamente discutidos.

Muita aventura. – Tem um negócio novo que vem por cima. Uma espuminha.- Tô sabendo. Ajuda na acomodação da coluna. É uma boa. Dormir é coisa séria. E o sono santifica.

Ver minha família dormindo em paz me dá uma realização imensa. Com o menor número de procupações possíveis -se bem que isso é difícil- uma série de fatores positivos que ajudam são enumerados. Para mim o colchão é o melhor investimento que se faz dentro de uma casa.

Sempre tentei ajudar nossos filhos a dormir bem, assim como a esposa. Cada um tem um sono e um sonho diferente na vida, entendo, acolho e apoio. Eles têm os seus e nós os nossos. Por isso velo, cuido e tanto arrumar o melhor colchão possível. Que foi o amor, o respeito, a unidade familiar e um bom travesseiro de diálogo. Bons sonhos, filha.

Dorme com os anjos e fique com Deus.

JB Alencastro é médico e escritor.

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As quatro cores do mar de Tanjung Tokong

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias.

Não há um só dia em que não vejo pela janela do apartamento, o mar, os prédios, a mata, as vias, as aves e o céu. A moldura é ampla. A luz muda o cenário continuamente. E o clima também. Pela manhã quando acordo invariavelmente antes da alvorada, a escuridão do horizonte é iluminada pelas luzes da cidade. Depois os vários matizes de laranja, vermelho e amarelo vão tomando o quadro. As vezes chove, outras não. O calor é o mesmo. O sol inclemente. O vento vem dar um refresco. As pessoas vão surgindo nas ruas. O céu é de azul celeste, as nuvens quando existem são fofas e brancas. O cinza é chuva. A prata é névoa.

Mas e o mar? São quatro faixas que variam de espessura e frequência. A marrom, a verde, a azul e a prata.

Chuvas torrenciais trazem a lama para o mar. São a faixa marrom. A tristeza que decorre da vida. Das decepções. Das surpresas ruins. Elas ficam bem perto da superfície. Do continente. Turvam o caminho. Impedem a progressão. Algumas vezes atingem águas profundas, outras não. Mas causam dor e se você deixar, impregnam a costa da alma. Contudo é possível conviver e até superar os dejetos que recebemos. Ou muitas vezes, criamos. Deixe vir a corrente, o fluxo. Não o impeça. E quando tiver a oportunidade, nade. Nem que seja contra a corrente. Mas nade. Você sairá do rebojo e do brejo.

Em dias de calmaria o mar torna-se verde. Vários tons. Desde a grama que brota depois do corte, como daquela mata densa cheia de ruídos e folhas. Verde é esperança. É sonho não realizado. É objetivo a ser alcançado. No verde tem espuma. Tem ondas também. Mas é possível surfá-las. E aproveitar a maré e ir longe. Quando tudo está bem é o melhor momento para se agradecer e retribuir. Leve consigo no seu barco de sucesso quem por perto estiver. O mar engrandece e agradece. Enfune as velas e vá.

Mais longe, onde já é o Estreito de Málaca, do Mar de Andaman, o azul impera. Águas paradas são águas profundas. Águas azuis. Parecem de plástico, mas são densas. O que você fizer em sua vida, o que construir, será azul. Azul da cor do mar. Cheio, rico, piscoso, navegável. Ou flutua e vai, mesmo em tempestade, ou naufraga. Não há meio termo. O azul é binário. As experiências, os amores, a lida, as frustrações e as vitórias estão todos juntos. Quaisquer um de nós contém segredos abissais. O segredo é navegar de acordo com o oceano de oportunidades. Senão, afunda.

Por último o mais interessante e perigoso. O mar prateado. Aquele que reflete a luz. Que não se vê a cor e nem o fundo. O mar da dúvida. Dos arrecifes. Da bruma leve que borra o trajeto. A pior coisa do mundo é não saber o que se quer. Pois aí você fica ao sabor das marés, de outrem. Vai precisar de outro para ser feliz. De outro para vencer na vida. A ajuda ou a dificuldade é sempre externa. Não depende de você. E justamente o encanto não está no canto da sereia. Está no seu canto. No seu lado. Nas suas decisões. A vida são escolhas. Boas ou ruins, elas o são. Faça-as. Você e tão somente você.

Da minha janela vejo essas quatro faixas: marrom, verde, azul e prata. O ideal é identificar cada uma delas. Contudo o mar é um só. Cabe a você saber navegar em cada um do trechos, pois a praia é logo ali. Nas margens da ilha que é sua. Ou do continente que também é seu. O porto seguro será a sua alma em paz.

JB Alencastro é médico e escritor

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