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Automobilismo

MotoGP impulsiona alta de aluguéis por temporada em Goiânia

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Especialista em mercado imobiliário explica que regras de convenção ou associação de moradores podem limitar locações de curta duração, mesmo diante da forte demanda por hospedagem

A proximidade da etapa brasileira do MotoGP, que será realizada entre os dias 20 e 22 de março de 2026 no Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna, tem provocado aumento expressivo na procura por hospedagens na capital goiana. A expectativa de grande público para o evento já impacta o mercado imobiliário, com forte valorização de aluguéis por temporada.

Levantamentos mostram que imóveis anunciados em plataformas digitais registraram aumentos drásticos nos preços durante o período da corrida. Um apartamento no setor Parque Atheneu, por exemplo, que costuma ser ofertado por cerca de R$ 244 em períodos normais, chegou a ser anunciado por R$ 4.132,50 por diária, um aumento de quase 1.600%. Em casos ainda mais atípicos, um apartamento “smart” de 25 metros quadrados chegou a ser ofertado por R$ 143.999 para duas noites. Já unidades de cerca de 45 metros quadrados apareceram nas plataformas com valores entre R$ 61,2 mil e R$ 93,6 mil no período da corrida.

Proibição em residencial reacende debate

Em meio a essa valorização momentânea das locações temporárias, uma decisão do residencial Alphaville Flamboyant de proibir locações por período inferior a 90 dias reacendeu o debate sobre os limites legais entre o direito de propriedade e as normas coletivas estabelecidas por condomínios e associações de moradores. O comunicado divulgado pela administração do empreendimento prevê multa de R$ 10 mil por dia em caso de descumprimento.

Segundo o advogado especialista em mercado imobiliário Diego Amaral, esse tipo de restrição pode ser considerado válido quando está previsto nos documentos que regulamentam o empreendimento.

“O que vai dar liberdade para esse tipo de contratação ou não vai ser a convenção condominial. No caso do Alphaville, nós temos um loteamento de acesso controlado, que possui uma associação de moradores com regramentos próprios. Essa associação faz às vezes da convenção condominial”, explica.

De acordo com o especialista, juridicamente o Alphaville não é um condomínio tradicional, mas um loteamento administrado por uma associação de moradores. “Se nessa associação houver a proibição de locação por curta temporada, essa prática não pode ocorrer dentro daquele loteamento. Quem regula essa questão, com base no que prevê o Código Civil, é exatamente esse documento que estabelece as regras internas”, afirma.

Direito de propriedade x interesse coletivo

O tema, no entanto, ainda gera debates no campo jurídico. Para Amaral, a discussão envolve o equilíbrio entre o direito individual do proprietário de utilizar o imóvel e as normas coletivas voltadas ao bem-estar dos moradores.

“Quem pretende as locações por curta temporada defende o direito de propriedade. Já os condomínios ou loteamentos que restringem essa prática defendem a perturbação ao sossego e a possibilidade de falta de segurança quando há grande rotatividade de pessoas”, diz.

Amaral ressalta que o ordenamento jurídico brasileiro ainda não possui uma definição totalmente consolidada sobre o tema. “Não temos ainda uma definição totalmente plena através da jurisprudência se é vedado ou permitido. O que temos hoje é que a permissão ou proibição depende dos documentos que regem o condomínio ou loteamento, como a convenção, o estatuto da associação e o regimento interno”, explica.

Sobre a multa de R$ 10 mil por dia prevista pelo condomínio, o advogado afirma que a legalidade depende da proporcionalidade e da previsão no regulamento interno.

“A Justiça não tem um teto para multas. Esses valores são definidos em assembleias de moradores, desde que estejam previstos nos documentos do empreendimento e não sejam desproporcionais”, conclui.

Johny Cândido

Assessor de imprensa – Jornalista 

Registro Profissional nº GO 02807

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Automobilismo

Lançamentos reforçam momento de crescimento do setor automotivo

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O mercado automotivo no Brasil segue em constante crescimento. Dados da consultoria K.Lume mostram que, em abril de 2026, o setor registrou 236.712 vendas no país, resultado que representa um aumento de 20,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O desempenho ganha ainda mais relevância com o Dia do Automóvel no Brasil, comemorado em maio, data que reforça a importância histórica da indústria e o desenvolvimento da mobilidade. 

Entre os modelos mais procurados pelos consumidores, as SUVs vêm ampliando sua participação no mercado. De acordo com dados da Fenabrave, as vendas do modelo representaram 43% do total de emplacamentos no ano passado, impulsionando a chegada de versões cada vez mais tecnológicas e sofisticadas. Em Goiás, a Umuarama Concessionárias acompanha esse movimento e destaca a chegada de novos modelos, como o Toyota RAV4 e o Volkswagen Tiguan. 

O Toyota RAV4 se destaca pelo conjunto híbrido e pela eficiência no consumo, além do pacote de segurança ativa e da proposta voltada à condução mais sustentável. Já o Volkswagen Tiguan chega com visual renovado, maior oferta de tecnologia embarcada e foco em conforto e desempenho, reforçando sua posição no segmento de perfil mais familiar.

Segundo Ary Jorge, CEO da Umuarama Concessionárias, os dois lançamentos refletem o atual momento do mercado. “O consumidor está cada vez mais exigente e busca veículos que reúnem as principais soluções tecnológicas e de desempenho em um único modelo, capaz de atender tanto ao uso cotidiano quanto às demandas de viagem. Tanto o RAV4 quanto o novo Tiguan chegam voltados a esse perfil de clientes, com propostas mais completas e alinhadas às demandas de mobilidade”, afirma.

FatoMais Comunicação 

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Automobilismo

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Carreira de piloto com progressão acelerada

O goiano Alexandre Louza chega à F4 Brasil após acumular resultados expressivos a partir da vivência em diferentes carros e autódromos pelo mundo. Uma mostra do talento do piloto poderá ser conferida em maio, no Autódromo Internacional de Goiânia.

Em 2026, a busca por repertório, experiência e ritmo nas pistas ainda inclui o torneio internacional do centro da Europa, o F4 CEZ Championship, disputado entre abril e outubro e organizado pela Federação da República Tcheca de Automobilismo.

Origem: Goiânia (GO)

Categorias atuais: Fórmula 4 Brasil (TMG Racing) e F4 CEZ Championship (Cram Motorsport)

Idade: 15 anos

Coach: João Rosate

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Automobilismo

Piloto goiano desponta no automobilismo

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Aos 15 anos, o goiano Alexandre Louza dá, em 2026, o passo mais importante de sua trajetória nas pistas até aqui. O piloto acaba de estrear a sua primeira temporada completa, na F4 Brasil, categoria de formação chancelada pela FIA e considerada a principal porta de entrada para jovens que projetam carreira nacional e internacional nos monopostos. A próxima etapa do campeonato ocorre em maio em Goiânia. A jovem promessa do automobilismo é patrocinada pelo Flamboyant Shopping, Facilita Pass e Agro GR – Gestão Agropecuária.

Mais sobre Alexandre Louza

Alexandre Louza é piloto goiano e uma das promessas da nova geração do automobilismo brasileiro. Depois de liderar competindo no kart, acelerou sua transição para os carros de corrida com participações na Fórmula Delta, Fórmula 1600, Fórmula Inter, Gaúcho de Endurance e F4 Brasil. Em 2025, conquistou os títulos da Fórmula Delta e da Copa ECPA F-1600, além de somar vitórias e poles importantes. Em 2026, disputa sua primeira temporada completa da F4 Brasil pela TMG Racing. Fora do país, integra a equipe Cram Motorsport nas etapas da Formula Winter Series e também no campeonato europeu F4 CEZ Championship.

Origem: Goiânia (GO)

Categorias atuais: Fórmula 4 Brasil (TMG Racing) e F4 CEZ Championship (Cram Motorsport)

Idade: 15 anos

Coach: João Rosate

FatoMais Comunicação

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