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Dia Mundial da Água: Rio Quente Resorts preserva águas termais e mantém projetos permanentes de gestão hídrica

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Complexo trata mensalmente mais de 100 milhões de litros de água para potabilidade, volume equivalente a mais de 40 piscinas olímpicas

No coração do Cerrado goiano, um fenômeno natural que começa com chuvas de até mil anos atrás dá origem a uma das experiências turísticas mais conhecidas do Brasil: as águas termais naturalmente aquecidas do Rio Quente Resorts, maior complexo de resorts de campo do Brasil que completa 62 anos de história neste mês e faz parte do portfólio da Aviva – plataforma de viagens e entretenimento detentora também do Hot Park Rio Quente e da Costa do Sauípe (BA). E a maior riqueza do destino goiano pode ser experienciada no Parque das Fontes, onde oito piscinas naturais funcionam 24 horas por dia, com água corrente e que chegam a uma temperatura média de 37,5 °C.

“O Cerrado é ‘Berço das Águas’, o responsável por uma das nossas principais riquezas: a água. Há mais de 60 anos, recebemos diversos turistas que buscam viver essa conexão com a natureza nas águas quentinhas. Sabemos a importância e a responsabilidade que temos com essa riqueza natural, um dos ativos mais importantes do complexo, e de todo o bioma que nos cerca para que, no futuro, as próximas gerações possam continuar visitando esse destino único”, comenta Neide Tavares, Gerente de Sustentabilidade da Aviva.

Cuidado e tratamento da água

Mais de 4,1 milhões de litros de água por hora circulam continuamente pelas piscinas naturais no Parque das Fontes. E por ser abundante, límpida e corrente, a água não necessita de tratamento químico para garantir seu padrão de qualidade de uso nesse primeiro momento. Já, após o uso no balneário, a água passa por novas etapas de aproveitamento dentro do complexo.

“Para garantir o uso responsável desse recurso natural, mantemos uma estrutura própria de gestão hídrica. Mensalmente, o complexo trata mais de 100 milhões de litros de água para potabilidade, volume equivalente a mais de 40 piscinas olímpicas. Esse processo ocorre em uma Estação de Tratamento de Água (ETA), que possui capacidade de tratamento de 200 m³ por hora e conta com monitoramento automatizado de parâmetros como pH, turbidez e dosagem de cloro”, explica a executiva. Para a desinfecção, é utilizado cloro produzido no próprio resort por meio de eletrólise da água com sal e energia, método considerado mais ecológico.

Após essa etapa, parte da água segue para abastecimento humano, piscinas do Hot Park, maior parque aquático com águas naturalmente quentes da América do Sul e eleito um dos melhores e mais visitados do mundo, e da Praia do Cerrado, considerada a maior praia artificial com águas quentes do mundo. Já o terceiro estágio de aproveitamento (reuso) da água destina-se à irrigação dos jardins e áreas verdes do complexo.

Proteção das nascentes

O cuidado com a água também acontece fora das piscinas com o Projeto Águas, iniciativa voltada à regeneração de Áreas de Preservação Permanente (APP) e à proteção das nascentes ao longo do Rio Quente.

“Realizamos cerca de 2.300 análises anuais de qualidade da água, conduzidas por equipes internas e laboratórios externos. Além disso, estabelecemos como meta reduzir em 15% o uso de água até 2030, compromisso alinhado ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da ONU, voltado à água potável e ao saneamento”, destaca Neide Tavares. 

Em 2024, o Rio Quente Resorts fez a automação dos pontos de captação de água, conferindo maior precisão e integração ao sistema de medição, otimizando a gestão dos recursos hídricos, reduzindo desperdícios e contribuindo significativamente para a sustentabilidade e a eficiência operacional.

Patrimônio natural de Goiás

Com piscinas naturais de fundo de areia e pedra, cercadas pela vegetação do Cerrado, as águas termais do Rio Quente Resorts oferecem uma experiência que combina relaxamento, natureza e ciência a pessoas de todas as idades, de crianças e adolescentes a idosos.

“O processo das águas termais de Rio Quente é único no mundo. A água da chuva penetra nas fissuras das rochas de xisto e quartzito da Serra de Caldas Novas, principal área de recarga do sistema. Ao descer por essas fendas, ela se aquece naturalmente no interior da Terra – em média um grau Celsius a cada 33 metros de profundidade – e, ao retornar, se mistura com águas mais frias do lençol freático, emergindo a cerca de 37,5 °C. Rica em bicarbonato de cálcio e magnésio, essa água proporciona relaxamento e bem-estar. Embora não seja considerada medicinal, possui propriedades terapêuticas que contribuem para a recuperação e o equilíbrio do organismo”, complementa a executiva da Aviva. 

E é esse processo natural que abastece o Rio Quente Resorts. Mais informações podem ser encontradas no Relatório de Sustentabilidade 2024 da Aviva, que também apresenta os principais avanços da companhia em sua Agenda ESG e as metas definidas para os próximos anos: www.avivavacationclub.com.br/sustentabilidade

Sobre o Rio Quente Resorts (GO):

O Rio Quente Resorts, maior resort de campo do Brasil, integra o portfólio da Aviva – plataforma de viagens e entretenimento também detentora da Costa do Sauípe (BA) e do Hot Park Rio Quente (GO). Com mais de 60 anos de história, o complexo hoteleiro localizado no município de Rio Quente, em Goiás, tem seis hotéis com acesso ilimitado ao Parque das Fontes, com oito piscinas de águas naturalmente quentes que ficam abertas 24h, e ao Hot Park Rio Quente, parque aquático que pode ser acessado pelo complexo. O entretenimento é total com espetáculos no Toldo do Bosque, quadras esportivas e atividades para adultos e crianças, além de sala de exercícios, spa e salas para brincar tematizadas da Turminha da Zooeira, personagens que têm conteúdo próprio de entretenimento com uma série animada no YouTube. Para mais informações, acesse: www.rioquente.com.br/.

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OMS alerta para explosão de casos de câncer até 2050 e reforça que prevenção será decisiva para frear avanço da doença.

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Oncologista Diego Machado

Relatório aponta que novos diagnósticos podem saltar de 20,6 milhões para 35 milhões por ano nas próximas décadas. Especialista destaca que hábitos saudáveis, vacinação e diagnóstico precoce podem evitar até 40% dos casos.

O câncer deve se tornar um dos maiores desafios da saúde pública mundial nas próximas décadas.

Um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), desenvolvido em conjunto com a Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC), estima que o número de novos casos da doença aumentará de aproximadamente 20,6 milhões por ano para cerca de 35 milhões até 2050.

O levantamento também revela que uma em cada cinco pessoas desenvolverá algum tipo de câncer ao longo da vida e que 92% da população mundial será impactada direta ou indiretamente pela doença, seja por um diagnóstico próprio ou de um familiar próximo.

O relatório ainda chama a atenção para um problema que acompanha esse crescimento: as desigualdades no acesso à prevenção, ao diagnóstico precoce, ao tratamento e aos cuidados especializados.

Enquanto países de alta renda apresentam maiores índices de sobrevida para diversos tipos de câncer, milhões de pessoas em regiões mais vulneráveis continuam enfrentando dificuldades para realizar exames, iniciar tratamentos e receber acompanhamento adequado.

Para o médico oncologista Diego Machado, o aumento dos casos não significa que a doença seja inevitável, mas evidencia a necessidade de fortalecer políticas públicas e conscientizar a população sobre os fatores de risco.

“O envelhecimento da população contribui para esse aumento, mas ele não explica tudo.

O estilo de vida moderno, com alimentação inadequada, sedentarismo, obesidade, consumo de álcool, tabagismo e exposição excessiva ao sol, também exerce um papel importante.

A boa notícia é que grande parte desses fatores pode ser modificada”, afirma.Segundo a própria OMS, até 40% dos casos de câncer poderiam ser prevenidos com medidas simples, como não fumar, evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente, controlar o peso corporal, proteger-se da radiação solar, vacinar-se contra vírus relacionados ao câncer — como HPV e hepatite B — e participar dos programas de rastreamento recomendados para cada faixa etária.

O especialista ressalta que a prevenção vai além da adoção de hábitos saudáveis e inclui uma postura ativa em relação à própria saúde.

A prevenção não acontece apenas dentro do consultório. Ela começa nas escolhas do dia a dia e também no acompanhamento médico periódico.

Quando o câncer é identificado em fases iniciais, as chances de cura aumentam significativamente e, muitas vezes, os tratamentos são menos agressivos e oferecem melhor qualidade de vida ao paciente”, explica Diego Machado.

Outro fator apontado pela OMS é que o crescimento da incidência está diretamente relacionado ao envelhecimento populacional e ao aumento da expectativa de vida.

Com mais pessoas vivendo por mais tempo, cresce naturalmente o número de diagnósticos, já que o câncer é uma doença cuja incidência aumenta com a idade. No entanto, especialistas reforçam que esse cenário torna ainda mais urgente o investimento em prevenção, educação em saúde e ampliação do acesso aos serviços especializados.

Para Diego Machado, a sociedade precisa compreender que combater o câncer é uma responsabilidade compartilhada entre governos, profissionais de saúde e população.

“Precisamos substituir a cultura de procurar ajuda apenas quando surgem sintomas pela cultura da prevenção. Informar, vacinar, rastrear e incentivar hábitos saudáveis são estratégias capazes de salvar milhares de vidas todos os anos. Quanto antes agimos, maiores são as possibilidades de mudar essa realidade.

*Serviço

OMS alerta para explosão de casos de câncer até 2050 e reforça que prevenção será decisiva para frear avanço da doença

Médico oncologista

Diego Machado Instagram: @dr.diegomachado

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Marília 2.0

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*Marília Tavares anuncia conclusão do projeto “Marília 2.0” com faixa inédita e participação de VH & Alexandre

A cantora Marília Tavares entra na reta final de um dos projetos mais importantes de sua carreira.

No próximo dia 30 de julho, chega às plataformas de áudio a segunda parte de “Marília 2.0”, reunindo sete faixas, sendo seis regravações e uma música inédita.

Intitulada “Pra Sempre Traidor”, a canção inédita integra a nova etapa do projeto, que também consolida o álbum completo com a união do EP 1 e do EP 2.

Já os videoclipes serão lançados no YouTube no dia 31 de julho.Para marcar o encerramento de “Marília 2.0”, a cantora recebe a participação especial de VH & Alexandre na regravação das músicas “Cadeira de Aço / Manchete dos Jornais”.

Desde o início do lançamento do projeto, Marília Tavares tem apresentado uma nova fase artística, investindo em repertório, releituras e produções que evidenciam sua evolução musical.

Agora, com a divulgação das últimas sete faixas, o público poderá conhecer “Marília 2.0” em sua versão completa.

“O ‘Marília 2.0’ representa um momento muito especial da minha carreira. Cada música foi escolhida com muito carinho, e poder apresentar ‘Pra Sempre Traidor’, além de encerrar esse projeto com a participação de VH & Alexandre, deixa tudo ainda mais especial.

Estou muito ansiosa para que todo mundo ouça o álbum completo”, destaca Marília Tavares.30 de julho: lançamento das seis regravações, da música inédita “Pra Sempre Traidor” e do álbum completo “Marília 2.0” nas plataformas de áudio.31 de julho: lançamento dos vídeos oficiais no YouTube.

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Sem papas na língua:

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Lipe Alive escolhe a Flamus para criar conteúdos inéditos com muito humorCom mais de 1.5 milhão de seguidores, o engenheiro civil disse estar cansado das restrições feitas pelos algoritmos e adota nova plataforma.Felipe, mais conhecido como Lipe Alive, é um dos grandes nomes do mercado brasileiro quando o assunto é presença digital.

Suas publicações arrancam gargalhadas dos seus seguidores, enquanto o trabalho com consultorias traz formas de se posicionar nas redes sociais para ganhar mais visibilidade.

Ainda assim, o cotidiano de todo criador de conteúdo depende do alcance das postagens e da capacidade de engajamento para monetizar com publicidade – ou pelo menos era assim.

Lipe publicou em um de seus perfis que escolheu a Flamus como novo espaço para divulgação de conteúdos.

A plataforma surge com a proposta de construção de comunidades, liberdade de linguagem e aproximação com os fãs.

Mesmo com uma base grande, Alive faz parte dos Creators que sofrem com as constantes mudanças das regras dos algoritmos, restrições de palavras banidas e comunicação com seguidores.

“Então eu tenho que ficar refém de viralização pra quem me segue ver o vídeo?!” questiona o Creator.

Uma nova era está se formandoO Brasil atualmente tem mais de quatro milhões de criadores ativos e, logicamente, é quase impossível uma oferta tão grande de empresas que busquem influencers para representar suas marcas.

Trends e dancinhas dominaram as postagens na luta para ganhar visualizações, enquanto os conteúdos passaram a ser coadjuvantes em muitos casos.Lipe desabafa em uma postagem:

“Eu fiz um vídeo com mais de três minutos e não tem lógica nenhuma ele ter chegado para apenas 37% dos meus seguidores. você recebe uma mensagem do próprio Instagram de que esse vídeo vai ter um alcance restrito pra sua audiência.

Era o que eu queria! Só que agora tem mais gente que não me segue e viu o vídeo do que quem me segue.”A entrada na Flamus parece ser uma virada de chave – não só para ele como para o mercado.

A empresa, que se posiciona como um ecossistema desenvolvido para retomar a ideia de comunidades unidas por interesses em comum, estimula que os Creators produzam conversas mais diretas com seus fãs e possam monetizar com assinaturas, conteúdos pay per view e gorjetas.

O cenário então se torna outro: uma plataforma que foca em liberdade para falar o que pensa com quem realmente deseja ter mais proximidade com os assuntos que têm mais interesse.

Foi esse tipo de leitura que levou Lipe a testar um novo espaço para se conectar com o público na Flamus.

Agenciado pela Play9, uma das maiores empresas de mídia e conteúdo do país.

Alive embarca junto com outros Creators que buscam uma mudança de comportamento entre criadores com audiência já consolidada.

Cada vez mais, esse grupo procura por ambientes que ofereçam estabilidade e relação direta com o público, ao invés de funcionar só sob critérios de distribuição que mudam sem aviso e sem explicação.

“Eu gosto de entender a lógica por trás do que acontece nas redes, isso vem até da minha formação.

Analisando o que rola hoje, ficou claro que eu precisava de um espaço que entregasse o que eu produzo pra quem realmente tá do outro lado.

Conheci a Flamus nessa fase e decidi ficar.” Na Flamus, ele passa a compartilhar bastidores da evolução física, treinos, desabafos e conversas mais próximas sobre experiências e rotinas.

Os temas, que já rendem identificação com seu público, serão focados para uma criação de conversas mais reais com seus seguidores – sem sofrer com algoritmos decidindo quem vê o quê.

“O que chama atenção no Lipe é que ele resolveu esse problema com dados, não com opinião.

Viu o número, entendeu o que estava por trás dele e buscou um espaço onde isso não se repetisse.”, afirma Maria Luisa Praxedes, Head de Marketing da Flamus.

Quem é a Flamus?Flamus é um ecossistema onde Creators, fãs e marcas se conectam para transformar audiência em comunidade e conteúdo em carreira.

Um lugar pensado para tratar a criação de conteúdo como trabalho sério, com o suporte necessário para crescer sem depender só de sorte ou algoritmo.

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