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O Diretor do Olhar

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Dago Paulo não começou essa história na estrada.Começou tentando organizar tudo.Designer gráfico, fotógrafo e diretor criativo, construiu sua trajetória trabalhando com imagem, composição e narrativa visual.

Entre luz, enquadramento e direção, aprendeu a controlar o que aparece — até perceber que nem tudo pode ser dirigido.

A busca por crescimento, produtividade e estrutura o levou longe. Mas foi quando o controle falhou que o caminho começou de verdade.

O que era para ser apenas uma viagem se transformou em uma travessia de 633 dias pela estrada, entre o Brasil e outros países da América do Sul.

Um percurso marcado por decisões sem garantia, trabalhos improvisados, voluntariados, silêncio, exaustão e encontros que mudaram o rumo da jornada.

Escrito por Dago Paulo, o livro nasce a partir de uma experiência marcante: um ônibus parado no deserto que mudou completamente o rumo de sua viagem pela América do Sul — e, principalmente, sua forma de enxergar a vida.

O que começou como uma busca por crescimento, sucesso e movimento se transformou em um mergulho profundo em limites pessoais, fé, fracassos e decisões tomadas sem a segurança de um plano B.

Sem romantizações, o autor apresenta os bastidores de uma vida em trânsito: voluntariados desafiadores, trabalhos improvisados para seguir viagem, momentos de exaustão física e encontros inesperados que redefiniram seu caminho.

Ao longo da narrativa, Dago também compartilha reflexões sobre propósito, consciência e transformação, revelando como o silêncio e a incerteza podem se tornar grandes mestres.Além das histórias, a obra traz os chamados “Info.

Dago”, aprendizados práticos e diretos sobre viagem, adaptação, trabalho e escolhas — construídos não na teoria, mas na vivência real da estrada.

Mais do que um livro sobre viagens ” Mais importante que o Destino é o Caminho” é um convite para quem sente a necessidade de mudar de rota, atravessar seus próprios desertos ou compreender que nem toda pausa representa atraso — muitas vezes, é direção.ServiçoLançamento do livro “Dago Paulo: Mais Importante que o Destino é o Caminho” um diário de bordo sujo e real”

Data: 17 de abril de 2026

Horário: 17h00

Local: Livraria Palavrear – Setor Leste Universitário em Rua 232, n⁰ 338, Goiânia-GO.

Sobre o autor

Dago Paulo é viajante e autor que encontrou na estrada um caminho de autoconhecimento e transformação.

Sua escrita direta e sem filtros reflete experiências reais vividas ao longo de sua jornada pela América do Sul.

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O tênis do Bruce Lee.

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias

Nasci em 1963 e o primeiro tênis que lembro que usei é o Conga.

Era azul escuro.

No primeiro dia de aula fui de sandália. Depois o colégio disse que tinha que usar um Conga, obrigatoriamente. Meu pai comprou.

Meus colegas pisaram nele novinho. Estava batizado.Adorava jogar bola com ele. Correr e tudo o mais. Fácil de amarrar, só tinha 03 ilhoses, parecia indestrutível.

Ia no judô com ele, depois na natação, também. Só tirava para dormir. Nem me lembro se existiam outras cores.

Tênis de criança. Aí chegou a Copa de 70, que assisti em casa, TV em preto e branco. Brasil foi campeão. Papai falava que o Garrincha era o melhor jogador de futebol do mundo.

O mundo falava que era o Pelé. E eu na minha meninice, achava que era o Jairzinho, que meteu gol em todos os jogos.

O “Furacão da Copa”. Pois bem, logo depois foi lançado o Kichute. Gente do céu! Esse tênis foi marcante em minha vida. Era tão fã dele que eu não sabia se amarrava o cadarço por debaixo da sola, ou cruzado na meia.

Era quilométrico. Preto. Aliás o tênis todo era preto. A língua, a sola, a lona, a ponta, tudo. E como era bom para dar “bicuda”, aquele chute de gente que joga mal e só tem essa saída.

Se eu passava o dia inteiro de Conga eu acho que eu dormia de Kichute. Os cravos no solado eram demais. 04 ilhoses, um a mais do que o Conguinha.

Como eu nadava e tinha lutado judô, as Olimpíadas de 1972 chamaram minha atenção. E o tênis dos japoneses se chamava Onitsuka. Nunca havia visto, nunca apareceu no Brasil.

Mas eu fiquei com aquilo na cabeça. Porque se é japonês, é porque é bom.Daí veio o Bamba. Imitação deslavada do All Star, sonho de consumo de todo adolescente brasileiro. Caríssimo.

Fiquei com o Bamba mesmo, azul. Era uma mistura de Conga com Kichute. Bem resistente também. Eram 05 ilhoses, para quem, canhoto, sempre teve dificuldade para amarrar um tênis, isso era detalhe importante.

Já lutando karatê, meu ídolo era o Bruce Lee. E não é que ele no seu filme – lançado 5 anos depois de falecer – “Jogo da Morte” me aparece lutando de roupa amarela de listra preta, tenis amarelo de listras pretas e nunchaku amarelo e preto.

E no final “dá um pau” no Kareem Abdul Jabar, gigantesco e melhor jogador de basquete na época. Estava com uns 15 anos.

E qual era esse tênis? O Onitsuka Tiger Mexico 66!Fiz de tudo para ter um. Impossível. Nem para meus pais que sempre me davam dois bons presentes por ano: no Natal e no aniversário (em nenhuma outra oportunidade).

Sei que eles procuraram. Nada. Aí já adulto eu vejo uma moça bonita, loira, com praticamente a mesma roupa do Bruce, num filme chamado Kill Bill. Nem vou dizer qual o tênis que ela obviamente usa. Isso foi depois de eu ter completado 40 anos.

Mas não animei muito. Aí minha filha – que adorou o visual – e eu viemos passear no Japão. E não consegui achar o danado do tênis. Em todo lugar, esgotado.

Agora, na rua, a loja original do tênis. Tinha o número da filha. Quando você envelhece, muitos dos seus sonhos passam para os filhos, alguns são projeções, outros não. Nesse caso, sonho mútuo. Comprei dois pares.

E ainda consegui um para a esposa. Um dia desses eu jamais imaginaria que iria calçar o mesmo tênis que filha e esposa. Mas fico feliz em saber que muitos dos nossos passos, são os mesmos.

JB Alencastro é médico e escritor.

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Homenagem Empresarial

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A empresária Ana Maria Guardado, fundadora do Clube Matres Internacional — um importante movimento voltado ao fortalecimento e crescimento da mulher — foi homenageada pela deputada Dra. Zeli durante uma solenidade de reconhecimento às mulheres empreendedoras.

O evento, realizado no dia 28 de março de 2026, na Assembleia Legislativa de Goiás, celebrou trajetórias inspiradoras e destacou o protagonismo feminino no cenário empresarial.

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Comemorações – Tripla

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As amigas Genesi Bueno, Gabriela Vilela e Helena Ribeiro estão no Rio de Janeiro aproveitando dias de muito sol e praia. Em clima de celebração, marcaram presença no aniversário do cantor Hugo Vitti e já entram no ritmo de mais uma comemoração especial.

A próxima parada é o aniversário de Gabriela e Fabricio Breito, no dia 1º de maio, que promete ser um grande encontro: mais de 60 pessoas já confirmadas em uma programação preparada com muito cuidado e cheia de detalhes.

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