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Cinema.

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O cineasta goiano Lucas Mendes, de 33 anos, lança seu novo longa-metragem Hotel Fim no Festival de Montevidéu nesta segunda-feira, em uma exibição especial realizada em Colônia do Sacramento.

O festival chega à sua 16ª edição e se consolida como um dos mais importantes eventos dedicados ao cinema fantástico da América Latina e do mundo.

Este é o terceiro longa de Lucas Mendes, que já acumula prêmios conquistados na Europa, nos Estados Unidos e também em países da América Latina.

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Cerimônia

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O consultor financeiro Eduardo Cesar Lima Pimentel e a nutricionista Maria Eduarda Cunha Nacruth já vivem a expectativa para o casamento, marcado para o próximo dia 30 de maio, na Chácara Bom Retiro.

Todos os detalhes da celebração estão sendo preparados com muito esmero e sofisticação. O cerimonial ficará sob o comando de José Bomfim, que há 32 anos também assinou a cerimônia dos pais da noiva, trazendo ainda mais significado e emoção ao momento.

A decoração será de Lívia Velasco, prometendo charme e elegância para a grande noite.

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Quem cuida de quem cuida?

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Programa “Coração de Mãe” abre novas vagas para fortalecer a saúde emocional de mães e filhos em 2026
GOIÂNIA, GO

Com o objetivo de romper ciclos geracionais e oferecer suporte prático para os desafios da maternidade contemporânea, a psicóloga Gerlaine Moura anuncia a abertura de um novo grupo do programa Coração de Mãe no dia 13 de maio de 2026.

A iniciativa foca na psicoeducação emocional como ferramenta fundamental para o desenvolvimento de crianças e adolescentes.


Diferente de abordagens baseadas em manuais de “mãe perfeita”, o projeto foca na mãe suficientemente boa: aquela que é humana, presente e responsiva.

Segundo Moura, psicóloga com 22 anos de experiência e especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, a maioria das mães não sofre por falta de amor, mas sim por falta de “alfabetização emocional” para lidar com a jornada materna.

A Metodologia

O programa é uma experiência de educação emocional em grupo que integra psicologia, ciência e vivências práticas. O formato consiste em:

  • Duração:
  • Três meses de acompanhamento.
  • Frequência: Encontros semanais com três horas de duração cada.
  • Foco: Treinamento de habilidades sociais, regulação emocional e construção de novos repertórios comportamentais.

Impacto Transgeracional

O “Coração de Mãe” é destinado a mulheres que buscam romper padrões familiares antigos e desejam deixar um legado de segurança emocional para seus filhos.

“Quando uma mãe se cura, uma geração inteira floresce”, afirma Gerlaine.

O programa oferece um espaço de escuta qualificada e pertencimento, permitindo que as participantes dividam inseguranças e aprendam técnicas terapêuticas aplicáveis ao dia a dia.

Sobre Gerlaine Moura

Gerlaine Moura é psicóloga, especialista em Terapia do Esquema e possui formação em Dinâmica e Coordenação de Grupos.

Além do “Coração de Mãe”, atua nos projetos FloreSer Feminino e Ao Redor do Fogo, defendendo que uma vida autêntica passa por um florescimento emocional profundo.

Informações de Contato

As interessadas em participar da nova turma podem obter mais informações e realizar inscrições através dos canais oficiais:

  • WhatsApp: (62) 99394-9031
  • Instagram: @coracaodemae.psi

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Maio Roxo

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Enxaqueca afeta milhões de brasileiros e vai além de uma simples dor de cabeça

Campanha de conscientização chama atenção para uma doença neurológica incapacitante, frequentemente subdiagnosticada, e destaca que dores de cabeça recorrentes não devem ser normalizadas

Durante o mês de maio, a campanha Maio Roxo chama atenção para a conscientização sobre a enxaqueca, uma doença neurológica crônica que impacta diretamente a qualidade de vida e a produtividade de milhões de pessoas. De acordo com o Global Burden of Disease, apenas no Brasil estima-se que cerca de 31 milhões de pessoas convivam com a condição. Entretanto, o subdiagnóstico ainda é um desafio: apenas 40% dos pacientes recebem diagnóstico correto, e o tempo até a identificação adequada pode levar de sete a dez anos.

Apesar de ser frequentemente tratada como uma dor de cabeça comum, a enxaqueca tem características específicas e pode ser incapacitante. Segundo a neurologista do Hospital Mater Dei Goiânia, Lorena Bochenek, a condição é uma doença neurológica complexa, geralmente marcada por dor pulsátil, de moderada a forte intensidade, muitas vezes unilateral, além de sintomas como náuseas, vômitos, sensibilidade à luz e ao som. Em alguns casos, alterações visuais e sensoriais, conhecidas como aura, também podem anteceder as crises.

“A enxaqueca não é apenas uma dor de cabeça. Ela envolve alterações neurológicas e pode comprometer profundamente a rotina, o trabalho e o bem-estar do paciente”, destaca a especialista.

Rotina, gatilhos e os riscos da automedicação

A doença possui base genética, mas diversos gatilhos podem influenciar na frequência e intensidade das crises. Entre os mais comuns estão alterações no sono, jejum prolongado, alimentação irregular, estresse emocional, mudanças hormonais e consumo de álcool em pessoas suscetíveis. De acordo com Lorena, mais do que evitar fatores isolados, o foco deve estar na regularidade dos hábitos.

“O cérebro de quem tem enxaqueca é mais sensível a mudanças. Por isso, manter rotina de sono, alimentação equilibrada e estratégias de manejo do estresse pode fazer diferença real”, explica.

Outro ponto de atenção é a automedicação, prática comum entre pacientes que convivem com dores frequentes. O uso excessivo de analgésicos pode causar a chamada cefaleia por uso excessivo de medicação, contribuindo para a cronificação da dor, além de aumentar riscos gastrointestinais, renais e cardiovasculares.

Especialistas reforçam que dores de cabeça frequentes — especialmente mais de uma vez por semana, quando interferem nas atividades diárias ou exigem uso constante de medicamentos — merecem avaliação médica. Sinais como dor súbita intensa, mudança no padrão habitual, febre, rigidez na nuca ou sintomas neurológicos associados exigem investigação imediata.

Avanços no tratamento ampliam qualidade de vida

Nos últimos anos, o tratamento da enxaqueca evoluiu significativamente. Além das terapias tradicionais, hoje existem opções mais modernas e individualizadas, como anticorpos monoclonais anti-CGRP, toxina botulínica para casos crônicos, novos medicamentos para crises agudas e abordagens não farmacológicas, como neuromodulação e mudanças estruturadas no estilo de vida.

“O tratamento atual é cada vez mais personalizado, considerando a frequência das crises, a intensidade e o impacto na vida de cada paciente”, finaliza Lorena.

Neste Maio Roxo, a principal mensagem é clara: sentir dor de cabeça frequente não deve ser normalizado. Informação, diagnóstico precoce e acompanhamento especializado são fundamentais para reduzir o impacto da enxaqueca e promover mais qualidade de vida.

Fotos:

Foto 1- pessoa com dor de cabeça: imagem ilustrativa
Foto 2- Lorena Bochenek, neurologista do Hospital Mater Dei Goiânia

Assessoria de Imprensa
Palavra Comunicação
E-mail: noticias@palavracom.com
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Contato: (62) 981624898 / (62) 999795256

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