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Psicologia da Dor avança no Brasil e amplia debate sobre tratamento da dor crônica

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Especialistas defendem formação multidisciplinar para atender pacientes com fibromialgia e outras síndromes dolorosas persistentes

A dor crônica tem deixado de ser compreendida apenas como um sintoma físico para ocupar posição central nas discussões sobre saúde pública, saúde mental e qualidade de vida. Em meio ao aumento de diagnósticos relacionados à fibromialgia, dores musculoesqueléticas persistentes, cefaleias crônicas e síndromes dolorosas complexas, cresce também a preocupação com a preparação dos profissionais responsáveis pelo atendimento desses pacientes.

Estimativas apontam que mais de 60 milhões de brasileiros convivem atualmente com algum tipo de dor crônica, condição frequentemente associada a quadros de ansiedade, depressão, insônia, afastamento do trabalho e dificuldades nas relações sociais. Apesar da alta incidência, especialistas alertam que a formação tradicional na área da saúde ainda apresenta lacunas no entendimento da dor como uma experiência multifatorial.

É nesse cenário que ganha força no Brasil a chamada Psicologia da Dor, área que busca compreender os impactos emocionais, comportamentais e sociais envolvidos na experiência dolorosa. A proposta é ampliar o olhar clínico para além dos sintomas físicos e integrar estratégias terapêuticas capazes de melhorar a funcionalidade e a qualidade de vida dos pacientes.

O tema estará em debate durante o Seminário Avançado em Dor Crônica e Fibromialgia, que acontece nos dias 1, 2 e 3 de junho, em formato online e gratuito, voltado para psicólogas e profissionais interessados em aprofundar conhecimentos sobre o manejo clínico da dor persistente. A iniciativa será conduzida pela psicóloga Jordana Ribeiro, mestre em Psicologia Clínica e da Saúde e pesquisadora da área.

Segundo a especialista, ainda existe uma percepção limitada de que a dor crônica deve ser tratada exclusivamente por intervenções médicas. Para ela, esse entendimento reduz as possibilidades terapêuticas disponíveis aos pacientes.
“A dor é uma experiência complexa, influenciada por fatores neurológicos, emocionais, comportamentais e sociais. Quando o tratamento considera apenas uma dessas dimensões, muitas oportunidades de cuidado acabam sendo negligenciadas”, afirma.

Jordana destaca que pacientes com fibromialgia frequentemente enfrentam uma longa trajetória em busca de respostas clínicas e tratamentos eficazes. Em muitos casos, chegam aos consultórios emocionalmente esgotados após anos convivendo com sofrimento contínuo e limitações funcionais.
“Recebi uma paciente que convivia com fibromialgia havia mais de quinze anos. Ela me disse que aquela seria sua última tentativa de tratamento. Meses depois, conseguiu retomar atividades que havia abandonado, voltou ao trabalho e recuperou parte da autonomia perdida. Casos como esse mostram como a psicologia pode contribuir de forma significativa no tratamento da dor”, relata.

A experiência clínica da profissional levou ao desenvolvimento de uma metodologia voltada ao atendimento de pacientes com dor crônica e, posteriormente, à criação de uma pós-graduação com foco específico em Dor Crônica e Fibromialgia direcionada à psicologia.

Durante o seminário, serão discutidos temas relacionados à neurociência da dor, raciocínio clínico estruturado, psicossomática, contexto biopsicossocial e estratégias terapêuticas para condução de casos considerados complexos. O encontro também pretende ampliar o debate sobre a necessidade de inclusão da psicologia nas equipes multidisciplinares que atuam com pacientes em sofrimento crônico.

Para especialistas da área, o avanço da Psicologia da Dor representa não apenas uma nova possibilidade de atuação profissional, mas também uma resposta à crescente demanda por tratamentos mais integrados e humanizados. A expectativa é que a ampliação da formação especializada contribua para oferecer aos pacientes abordagens mais completas e eficazes no enfrentamento da dor persistente.

Serviço

Psicologia da Dor avança no Brasil e amplia debate sobre tratamento da dor crônica

Seminário Avançado em Dor Crônica e Fibromialgia, que acontece nos dias 1,2 e 3 de junho, evento online e gratuito

Inscrições: https://institutojordanaribeiro.com.br/seminario

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Mais de 32 mil pessoas querem adotar no Brasil, mas 6 mil crianças ainda esperam por uma família.

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Diferença entre o perfil buscado pelos pretendentes e a realidade de crianças e adolescentes disponíveis será tema de encontro gratuito na UNIALFA nesta quinta-feira.

Mais de 32 mil pessoas estão habilitadas para adotar no Brasil, enquanto mais de 6 mil crianças e adolescentes aguardam uma família.

A diferença entre os números chama atenção, mas revela uma realidade mais complexa do que uma simples fila de espera.

Dados atuais do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça, mostram que o encontro entre pretendentes e crianças disponíveis depende de fatores como idade, condições de saúde, existência de grupos de irmãos e o perfil indicado por quem pretende adotar.

A discussão estará no centro de um encontro gratuito promovido pela Escola de Direito da UNIALFA nesta quinta-feira (22), em Goiânia.

Idade ainda é um dos principais desencontros*Um dos maiores obstáculos está na diferença entre a idade procurada pelos pretendentes e a das crianças que aguardam adoção.

Levantamento do CNJ mostrou que 70,4% das crianças e adolescentes disponíveis tinham entre 8 e 18 anos, enquanto a maior parte dos pretendentes manifestava preferência por crianças mais novas.

O próprio CNJ aponta que crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e crianças com deficiência ou necessidades específicas de saúde estão entre aquelas que enfrentam maior dificuldade para encontrar uma família.

Quem pode adotar

A legislação brasileira permite que pessoas maiores de 18 anos se habilitem para adoção, independentemente do estado civil, desde que exista diferença mínima de 16 anos entre adotante e adotado.

O processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude da região onde reside o pretendente.

O Sistema Nacional de Adoção também reconhece diferentes configurações familiares, incluindo famílias formadas por mãe ou pai solo, casais heterossexuais e casais homoafetivos.

Debate sobre discriminação

Além das características das crianças e adolescentes, o encontro promovido pela UNIALFA pretende discutir preconceitos relacionados às diferentes configurações familiares.

Neste ano, a instituição e o Tribunal de Justiça de Goiás estabeleceram uma cooperação para produzir material informativo destinado a pessoas e casais LGBTQIAPN+ interessados em adoção.

A iniciativa busca ampliar o acesso a informações sobre direitos, procedimentos e garantias relacionados ao processo adotivo.

Palestra ocorre nesta quinta-feira

A palestra “Adoção e o direito à não discriminação” será realizada às 9h, no Auditório Maria Dilda, na UNIALFA.

O encontro também marcará o lançamento da cartilha “Família, no plural”.

O convidado será Fábio Francisco Esteves, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.

A proposta é discutir adoção, diversidade familiar, igualdade de direitos e o papel das instituições na garantia da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.

Autoridades participam

Também estão confirmados o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim; a juíza Célia Regina Lara, coordenadora-geral da Infância e da Juventude; a juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Lidia de Assis e Souza; o juiz Vitor Barros Mouro; a juíza Luana Cavalcante de Freitas; e o procurador do Trabalho Tiago Ranieri de Oliveira.

O evento é gratuito, aberto à comunidade e dará certificado de cinco horas aos participantes.

Serviço

Palestra:

Adoção e o direito à não discriminação

Data: 22 de outubro de 2026

Horário: 9h

Local: Auditório Maria Dilda – UNIALFA

Atividade: palestra e lançamento da cartilha “Família, no plural”

Participação: gratuita e aberta à comunidade

Certificado: 5 horas

Inscrições: Instagram da UNIALFA – @unialfa

Legenda: Encontro na UNIALFA vai discutir adoção, diversidade familiar e o direito à não discriminação.

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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OMS publica primeiras diretrizes globais para tratar obesidade infantil; especialista alerta para importância do diagnóstico precoce.

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Endocrinologista pediátrica, Marília Barbosa explica por que o cuidado precisa considerar a idade, o desenvolvimento e a saúde emocional da criança.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou suas primeiras diretrizes globais para o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes.

Divulgadas em 7 de outubro, as recomendações orientam profissionais e sistemas de saúde a oferecer um cuidado integrado, individualizado e baseado em evidências para uma doença crônica que pode comprometer a saúde física e emocional desde os primeiros anos de vida. 

O documento chega em um cenário preocupante: em 2024, cerca de 400 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos viviam com sobrepeso no mundo, incluindo 170 milhões com obesidade.

A prevalência da obesidade nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%, segundo estimativas da organização. 

Para a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, a publicação representa um avanço importante ao reforçar a necessidade de reconhecer a obesidade infantil como uma condição que exige avaliação clínica e acompanhamento contínuo.

“A obesidade na infância precisa ser abordada com seriedade, mas também com acolhimento. Estamos falando de uma doença multifatorial, influenciada por aspectos biológicos, genéticos, comportamentais e ambientais.

Por isso, o cuidado deve considerar a realidade da criança e de sua família, sem culpabilizar ou estigmatizar”, explica.

Entre as principais recomendações da OMS está a adoção de intervenções estruturadas que combinem alimentação saudável, atividade física e mudanças de comportamento.

Essas estratégias podem ser realizadas individualmente ou em programas que integrem diferentes abordagens, com participação dos pais ou responsáveis. 

A organização também estabelece limites para outras modalidades de tratamento conforme a idade. Para crianças de até 9 anos, não recomenda o uso de medicamentos para tratar a obesidade ou dispositivos destinados à perda de peso.

Já entre adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos aprovados podem ser considerados em situações específicas, quando um programa estruturado e supervisionado de mudanças no estilo de vida não apresenta os resultados esperados. 

As diretrizes ressaltam que medicamentos e procedimentos não substituem o cuidado abrangente.

A base do tratamento continua sendo o acompanhamento que favoreça mudanças sustentáveis na alimentação, na atividade física e nos hábitos cotidianos.

Não existe uma única estratégia que funcione da mesma maneira para todas as crianças.

O plano de cuidado precisa levar em conta a idade, a trajetória de crescimento, as condições clínicas, a rotina familiar e os aspectos emocionais.

O objetivo é melhorar a saúde e a qualidade de vida, respeitando o desenvolvimento de cada paciente”, afirma Marília. 

PrevençãoNo Brasil, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), referentes a 2024, mostram a presença expressiva de alimentos ultraprocessados na alimentação das pessoas acompanhadas pelo sistema.

O consumo foi registrado em 79% das crianças de 2 a 4 anos, 84% das crianças de 5 a 9 anos e 81% dos adolescentes monitorados. Para a endocrinologista, o ambiente em que a criança vive tem influência direta sobre a construção dos hábitos alimentares e da rotina de movimento.

“A prevenção começa nas oportunidades que a criança tem no dia a dia: acesso a alimentos variados, refeições organizadas, brincadeiras, atividade física, sono adequado e participação da família.

Essas condições precisam ser construídas de forma realista, sem a expectativa de uma rotina perfeita”, destaca. As diretrizes da OMS também chamam a atenção para a necessidade de considerar a saúde mental no acompanhamento da obesidade.

Crianças e adolescentes podem enfrentar bullying, discriminação, baixa autoestima e sofrimento emocional, fatores que precisam ser reconhecidos pelos profissionais de saúde. 

Segundo Marília, a maneira como adultos e profissionais abordam o peso pode influenciar a relação da criança com o próprio corpo e com a alimentação. “Comentários constrangedores, comparações e cobranças excessivas podem aumentar o sofrimento e dificultar a adesão ao cuidado.

É fundamental que a criança se sinta acolhida e que a família receba orientação para participar do tratamento de maneira positiva”, explica. 

A especialista reforça que o acompanhamento pediátrico permite avaliar o crescimento e o desenvolvimento ao longo do tempo, identificar fatores de risco e definir, quando necessário, uma abordagem terapêutica adequada.

O cuidado precoce pode contribuir para reduzir complicações associadas à obesidade, entre elas alterações metabólicas, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. 

A publicação das primeiras diretrizes globais da OMS amplia a discussão sobre a necessidade de políticas públicas e serviços de saúde preparados para atender crianças e adolescentes com obesidade.

“O desafio é transformar as recomendações em acesso efetivo a um cuidado contínuo, individualizado e livre de estigmas”, sublinha a endocrinologista.

Carolina Pessoni

Pessoni Comunicação

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Niver Genesi Bueno

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A empresária Genesi Bueno comemorou seu aniversário na terça-feira (06.10), recebendo um seleto grupo de amigos em sua residência.

Em clima de elegância e descontração, a anfitriã celebrou a data especial cercada pelo carinho dos convidados, em uma tarde marcada por boas conversas, alegria e momentos de confraternização.
Veja quem esteve presente:

Genesi Bueno e o esposo Sebastião Rodovalho

Rodovalho, Genesi Bueno, Ana Maria Olival e Luiz Antônio Guedes.

Ana Clara. Genesi Bueno, Coelho e Kênia de Souza

Genesi Bueno, Liliane Lobo comandou o Buffet e a decoração

Genesi Bueno e a filha Priscila Bueno Barreto

Genesi Bueno e Júlia Rodovalho

Genesi Bueno e Daniela Arantes

Genesi Bueno e Maria de Lourdes Souza

Genesi Bueno e Ana Clara Coelho

Genesi Bueno e Divina Bedas

Marcellus Igreja, Genesi Bueno e Claudia Ferrugem

Genesi Bueno e Lília Paiva

Genesi Bueno e Bianca Elisa

Genesi Bueno e Silvinha Umbelino

Geni Ribeiro e Genesi Bueno

Rosa Donzelli, Genesi Bueno e Ana Maria Olival

Eleuza Ribeiro e Genesi Bueno

Glorinha Drumond e Genesi Bueno


Fotos: André Cywinski

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